VortCast 02: Darren Aronofsky

Vortcast 02 – Darren Aronofsky VortCast 02: Darren Aronofsky Bem Vindos à bordo. Voltamos com mais a segunda edição do VortCast, e dessa vez contamos com Flávio Vieira, Amilton Brandao, Mario Abbade, Carlos Voltor, Rafael Moreira e Marcos Noriega em uma conversa profunda, perturbada, esquizofrênica e divertida sobre um grande cineasta contemporâneo: Darren Aronofsky. Adentre a mente deste diretor quando sentamos para analisar e compreender a sua curta, mas preciosa filmografia. Continuar lendo

[Crítica] Réquiem Para um Sonho

requiem para um sonho [Crítica] Réquiem Para um SonhoEm seu segundo longa, Darren Aronofsky retorna com um filme realista onde retrata a vida de quatro dependentes de drogas, desde seu início e o que motivou essa atitude, os sonhos até seu total declínio, retratando como ela é usada como um instrumento do agora, de uma busca de seus objetivos, porém, da forma mais rápida e fácil possível. Continuar lendo

Brasil Solidário

helping hand Brasil SolidárioA tragégia que aconteceu no RJ no início do mês de Janeiro, comoveu não só o a região Sudeste, mas também todo o território brasileiro. Centenas de pessoas morreram e, milhares perderam tudo o que tinham. Nessas horas sabemos que o povo brasileiro é por natureza, um povo bom.

Eu mesmo, tenho subido a serra nos finais de semana para trabalhar como voluntário na região serrana do estado. O mais incrível nessas idas a Serra, são as outras pessoas que também se voluntariaram. Nessas horas, todos que por qualquer razão não se gostam, dão as mãos para poder ajudar.
Eu vi Pai de Santo, Pastor, Padre, Flamenguista, Vascaíno, Negro, Branco, Rico e pobre. E com lágrimas nos olhos, vamos fazendo o possível para amenizar o sofrimento dessa gente. Continuem enviando doações e a todos que colaboraram, muito obrigado.

Para quem quiser colaborar, deixo linkado o site do Politicamente Incorreto, que deixou várias informações de postos de atendimento e de como ajudar:

http://www.politicamenteincorreto.com.br/lista-de-lugares-e-formas-de-doacao-regiao-serranarj/

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Esse post pequeno é só um pequeno agradecimento ao povo brasileiro, que ajudou o estado do RJ nesse momento tão difícil. Eu, como carioca, agradeço de coração.

“São casas simples, com cadeiras na calçada e na faixada escrito em cima que é um lar. Pela varanda flores tristes e baldias, como a alegria de não ter onde encostar. Aí me dá uma tristeza no meu peito, feito de despeito de não ter como lutar. Eu que não creio, peço a Deus por minha gente. É gente humilde, que vontade de chorar…”

[Review] Nintendo DS – Parte 1

Nintendo DS 572x250 [Review] Nintendo DS    Parte 1

Uma das maiores dúvidas que ecoa na cabeça dos gamers na hora de comprar um video game novo é qual escolher, dentre várias opções. Mas nem sempre temos informações suficientes sobre o objeto de nosso desejo e, pior ainda, quando precisamos, nunca encontramos fontes de informações que tire todas as nossas dúvidas, mesmo com fontes como o Orkut ou o próprio Google. Continuar lendo

[Crítica] Cisne Negro

black swan cisne negro [Crítica] Cisne NegroDarren Aronofsky nos apresenta um thriller psicológico intenso, desafiante, até mesmo aflitivo… Mas ao mesmo tempo imperdível. Continuar lendo

[Crítica] O Lutador

wrestler [Crítica] O LutadorDarren Aronofsky retoma a carreira de Mickey Rourke em O Lutador, um filme quase biográfico do próprio ator. Utilizando uma abordagem com um caráter bastante documental, Aronofsky passa a seguir Rourke com sua câmera durante boa parte da filmagem, sendo bem comum, olharmos as costas do aot durante o longa, o que remete não apenas a um documentário, como a algo bastante pessoal, registrando os  acontecimentos na vida do protagonista. Continuar lendo

[Resenha] Crônicas Saxônicas: O Último Reino – Bernard Cornwell

Cronicas saxonicas 572x250 [Resenha] Crônicas Saxônicas: O Último Reino   Bernard Cornwell

O Último Reino inicia mais uma saga do romancista histórico Bernard Cornwell.  Uma série repleta de elementos que deliciam os fãs do gênero. Uma história crua, violenta, cheia de conquistas impressionantes e traumas ainda maiores.

Para quem já leu a série mais famosa autor, logo perceberá algumas semelhanças entre as Cronicas Saxônicas e Crônicas de Arthur. Principalmente no que se refere ao personagem principal de cada série. Quero logo ressaltar que essa impressão inicial não compromete em nada a apreciação do livro. Por se tratarem ambos de crônicas, é justificável o formato adotado de o personagem estar contando uma história já vivenciada por ele há algum tempo, fica aos leitores notarem as outras semelhanças… Ou não.

Cornwell nos apresenta dessa vez sua visão histórica/ficcional sobre o século IX. Focando-se nas contínuas invasões que a Inglaterra sofria na época principalmente pelos povos nórdicos.

Seguimos a linha de vida de Uthred, filho de um nobre senhor do norte da Inglaterra, herdeiro de uma fortaleza considerada inexpugnável. Uthred logo tem sua aparente segurança comprometida quando dinamarqueses surgem no litoral inglês, com seus barcos com cabeças de feras nas proas, trazendo morte, destruição e saque por onde quer que passem.

Cabe ao pai de Uthred, juntamente com outros nobres da região tentar expulsar os nórdicos de suas terras.

Isto é apenas o inicio de uma série de reviravoltas que iremos vivenciar neste primeiro volume, e deixo para o leitor descobrir as surpresas seguintes no decorrer da história.

Se nas cronicas arthurianas aprendemos um pouco mais sobre a religião druida, neste, devido à grande presença nórdica na história, entramos em contato com o culto das terras geladas aos deuses antigos. Estou falando de Tor, Odin, Frigg, entre outros. O cristianismo já está na época bem arraigado entre os saxões, mas ainda há alguns resquícios das chamadas religiões pagãs entre alguns deles. Lembrando que os saxões são os donos da terra agora. Sim, é triste, mas Arthur não conseguiu manter a Bretanha livre deles e serão eles que formarão o que hoje chamamos de Inglaterra.
Cornwell mantém nesta série as duras criticas ao cristianismo comparada a simplicidade e até praticidade de alguns ritos antigos. Com o cristianismo mais forte, conseguimos vislumbrar o início de uma estrutura cristã a qual estamos habituados hoje, com padres, bispos, monges e também santos. Com essa estrutura, fica mais fácil para Cornwell demonstrar as diversas inconsistências e hipocrisias latentes entre o que os sacerdotes pregam versus o que eles praticavam.

Historicamente é interessante notar o interesse que a Inglaterra atraía para os povos nórdicos em busca de uma terra melhor para se viver. Dinamarqueses, noruegueses, entre outros migram, guerreiam e fazem de tudo para conquistar um pedaço dessa terra onde deuses antigos enfrentam o crescimento do deus cristão.

Cornwell constrói um ambiente histórico bastante verossímil. Uthred não é apenas mais um clichê do ideal herói medieval normalmente concebido pelo século atual. Ele é cheio de falhas, comportamentos imprevisíveis e arrogantes. Por tudo isso ele é uma personagem muito crível, principalmente quando se compreende o pano de fundo da época.

Cornwell mantém sua precisão na narração das diversas batalhas que Uthred enfrentará e realmente nos transporta para o campo de guerra onde praticamente conseguimos sentir o hálito azedo de cerveja do inimigo quando uma parede de escudos se entrechoca. Muito sangue e mutilação, detalhes das táticas adotadas na batalha, além de todo o júbilo por ela proporcionado acompanham o resto da descrição.

Meu único pesar referente à escrita dele com relação a esta série pode ser um tanto quanto subjetivo, mas creio que pode sim ser notado por outras pessoas. Refiro-me a uma certa ausência na construção de um clímax para alguns acontecimentos no decorrer da história. Cornwell opta (diferentemente de outros livros seus) por ser mais direto ao narrar acontecimentos de grande impacto emocional para o nosso personagem principal. Talvez com o objetivo de ser mais marcante e talvez tocar ainda mais o leitor, mas pelo menos no meu caso, essa escolha resulta em uma falta de emoção que ao meu ver poderia ter sido mais bem construída, resultando sim em um impacto emocional maior.

Alguns outros detalhes interessantes a se notar. A fortaleza de posse do nosso Uthred (Bebbanburg, atual castelo de Banburgh na Nortúmbria) originou a família da qual Bernard Cornwell é descendente. Inclusive ele mesmo relata que deliberadamente gosta de escrever sobre Uthred por esse motivo.  Outra curiosidade é sobre os chamados vikings. O termo para definir os nórdicos como vikings era utilizado para descrever os assaltos que eles cometiam no litoral inglês. Ou seja, o ato de chegar com o navio, saquear, matar e ir embora. Nesse momentos eles eram considerados vikings. No momento que eles adentravam o interior da Inglaterra para considera-la sua terra, eles eram simplesmente nórdicos.

As Crônicas Saxônicas não irá decepcionar os fãs do gênero e pode até mesmo atrair novos. Vale sim a pena embarcar nos navios vikings e acompanhar a história de vida de Uthred, filho de Uthred…senhor de Bebbanburg.

[Reviem] Boston Legal – 1ª Temporada

Boston Legal 572x250 [Reviem] Boston Legal   1ª Temporada

Boston Legal foi uma daquelas séries que foi chegando sem muito alarde e hoje em dia é considerada uma das melhores séries já transmitidas. Produzida como um spin-off de The Practice, porém, com uma diferença grande em relação ao roteiro de sua percursora, Boston Legal abusava de um humor ácido e irônico. Continuar lendo

[Review] Death Note

Death note 572x250 [Review] Death Note

E você gosta de animês, mas detesta a farofada das histórias envolvendo ninjas e criaturinhas superpoderosas, esse é o desenho que você não pode deixar de ver.

trans [Review] Death Note

Death Note conta a história de Raito Yagami (na tradução Light Yagami), um estudante colegial de 17 anos famoso por sua capacidade intelectual, sendo colocado em primeiro lugar por dois anos seguidos no exame nacional japonês. Leva uma vida normal, estudando para entrar na Toudai, faculdade dos sonhos de todo estudante. Mas Raito se sente mal pela situação do mundo em que vive e deseja fazer algo para mudá-lo.

Esse mundo está podre.

Mas um belo dia Raito encontra um caderno, aparentemente comum, exceto pelo seu conteúdo. Na realidade se trata de um Death Note, uma ferramenta letal, deixado nesse mundo por um Shinigami, ou Deus da Morte.  Mas como um caderninho brochura pode ser tão perigoso assim?
Simples, o Death Note, por ser uma arma de outro mundo, possui habilidades que não seguem a regra da Terra e nem é feito de materiais existentes em nosso planeta. O caderno funciona da seguinte maneira: Se o humano ou qualquer outro ser que escrever o nome de outra pessoa em uma das folhas, após 40 segundos o indivíduo cujo nome foi escrito simplesmente morre de ataque cardíaco, mas isso desde que o escritor saiba o nome completo e o rosto da vítima em questão, e também permite controlá-la por um período de 23 dias até a data da morte, escolhendo também o modo como a pessoa poderá morrer. Por exemplo, tenho um vizinho chato que adora ouvir Djavan durante o fim de semana todo na maior altura, e quero matá-lo, por um motivo óbvio desses, e tenho um Death Note à minha disposição. Escrevo o nome dele e quero ser criativo, agendando a morte do fulano pra daqui uma semana. Nesse tempo, ele irá só ouvir Mozart e Wagner e irá se mudar para o Conjunto Habitacional dos Pés Juntos após se engasgar comendo uma mariola.

Com seu achado, Raito começa a limpar o mundo como ele categoriza, matando criminosos e faz uma nova amizade, Ryuuku, o Shinigami que era dono do caderno achado pelo moleque, que o acompanha desde então, já que é sua obrigação estar ao lado de um portador de um Death Note. Mas como nada na vida é fácil, logo investigações começam e um detetive conhecido como L aparece para atormentar a vida de Raito, que mesmo estando no anonimato, ganha uma multidão de fãs e seguidores, se referindo Deus do novo mundo por Kira.

Mas o clima de investigação fica mais tenso ainda, com L afrontando as habilidades de Kira e Raito usando sua inteligência pra tentar descobrir a verdadeira identidade do detetive e varrê-lo de seu caminho.

A série inicialmente lançada no Japão em mangás pela Shonen Jump! chegou no Brasil em 2006, pela nacional JBC, dividida em 12 edições de 200 páginas e uma 13ª com curiosidades e fatos sobre a história, incluindo o nome real de L, um mistério até então não revelado para os leitores, contando também com um animê de 37 episódios, três filmes em live action (ruinzinhos por sinal) e dois especiais. Te prendendo do começo ao fim, Death Note é diversão garantida aos fãs de histórias policiais.

0 [Review] Death Note

[Crítica] Os Goonies

The goonies 572x250 [Crítica] Os Goonies

Pois é, bateu uma nostalgia nesses últimos dias e decidi assistir novamente o clássico da Sessão da Tarde, Os Goonies. Me pergunto, qual jovem nascido no final entre os anos 70/80 não se divertiu com este filme? Continuar lendo