[Friamente Calculado] Tesões Enrustidos – Versão DELUXE

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TESÕES ENRUSTIDOS – (Slashfic Especial de Natal) [25/12/2012]

Flávio Vieira era um comedor. Ele era um Ricardão, um garanhão, um safado. Não perdoava nem suas primas. Resumindo: Flávio Vieira comia todas as cocotas. Mas sempre após o coito, algo estranho acontecia: Flávio se sentia sozinho. Ele sentia que lhe faltava… algo.

Na véspera de Natal, ele recebeu a visita de Rafael Moreira em sua casa. Diferente de Flávio, Rafael não comia ninguém. Era um garoto virginal criado pela avó.

Entre uma cerveja e outra, Flávio olhava Rafael com interesse.

“Rafael, você já sentiu algo… estranho em você?”, perguntou.

“Como assim?”, indagou Rafael.

“Quero dizer… Depois de fazer sexo com uma mulher.”

“Ah… Claro. Sim.”, mentiu Rafael, que tinha vergonha de admitir sua virgindade.

“Verdade?”, perguntou Flávio. “E você já sentiu que faltava algo DENTRO DE VOCÊ?”

“Sim, com certeza.”, afirmou Rafael sem certeza, pois não sabia nada sobre sexo.

Flávio não conseguiu se segurar mais e avançou, dando um longo e molhado beijo nos lábios de Rafael. E, para sua surpresa, Rafael respondeu a seus estímulos colocando a língua em sua boca.

Seu beijo durou alguns minutos até que os dois finalmente se afastaram e trocaram olhares lascivos.

“Eu… Sempre quis você.”, disse Flávio, com saliva escorrendo pelo queixo.

“Acha que devemos fazer isso? Acha que é certo?”, indagou Rafael, tímido.

Flávio o puxou para seu colo, onde ele ficou obedientemente sentado. Ele o olhou firmemente nos seus olhos e disse: “Sempre… Seu safadinho”.

Quando iam voltar a se beijar e trocar carícias, foram interrompidos por um barulho alto vindo da porta. Ambos se viraram assustados…

Era Mario Abbade. Ele estava nu, usando somente uma capa do Batman e apresentando uma ereção massiva. Seus olhos estavam ensandecidos de tesão.

“TÁ NA HORA DO PAU!”, ele gritou para os dois.

CONTINUA?

*****

PEDRO LOBATO: Acho que Tesões Enrustidos é uma obra natalina a ser lembrada por gerações. Dessa forma, minha primeira pergunta é sobre ambientação. Temos alguma relação judaico-cristã envolvendo a vida dos personagens ou foi uma menção honrosa ao saudoso “peru de natal”?

THE NINDJA: Nenhuma das duas. Eu só estava bêbado e eu odeio o Natal.

PL: Neste primeiro capítulo, percebemos que Flávio e Rafael são um casal improvável. Um é ousado e galanteador, o outro é tímido, porém curioso. Como você explica a união dos dois nessa história de amor?

TN: Eu me baseei pelo que ouvia nos podcasts. A tensão sexual entre os dois é óbvia. Acho que, no final, tudo se resume ao fato de que os dois são duas bichas safadas.

PL: Creio que as influências de “Tesões Enrustidos” são muitas. Nos conte um pouco mais de suas referências e inspirações para esta bela história.

TN: Sou um leitor obsessivo de coisas bizarras… Outro dia eu terminei de ler um “Manual de Combate Psíquico da KGB”. Também gosto muito de filmes de ação dos anos 80.

*****

TESÕES ENRUSTIDOS (Parte 2) [15/01/2013]

Flávio e Rafael se abraçaram fortemente ao perceberem a presença de Mario Abbade, que estava pelado, louco por uma foda selvagem.

“O quê… O que você quer de nós, Mario?”, balbuciou Rafael, temeroso.

Mario os observava com olhos ensandecidos através de sua máscara de Batman de R$ 1,99.
“EU QUERO COMER CU! COMER CUUUUUUU APERTADO!!!”, ele gritou.

Flávio se levantou, derrubando Rafael e se colocando na frente dele. “Nananinanão! O cuzinho dele é só meu, Mário! Só meu!”, rugiu Flávio valentemente.

Mario se irritou e atacou Flávio, pulando violentamente sobre ele e imobilizando-o. “SURRA DE PAU!”, berrou Mrio. E começou a bater no rosto de Flávio com sua ereção monstruosa. Direita, esquerda, direita, esquerda, direita, esquerda… Os golpes foram tão violentos que Flávio desmaiou.

“Meu amado!”, gritou Rafael, desesperado.

Mario agarrou Rafael sem aviso e colocou-o em suas costas. “VOCÊ SER MEU ROBIN AGORA! LIMPAR CAVERNA E CHUPAR ROLA!”, dizia Mario, eloquentemente.

“Jamais farei amor com você, seu… seu bruto! Minha virgindade pertence ao Flávio! Nosso amor é puro!”, desafiou Rafael.

“HAHAHAHA! NINGUÉM RESISTE AO BAT-PAU!”, riu Mario, enquanto o sequestrava.

Flávio acordou alguns minutos depois, desorientado. Logo percebeu a ausência de seu muso inspirador e sentiu-se desolado. “Oh! E agora, quem poderá me defender?”, suplicou aos céus.

“Eu!”, respondeu o satanista ateu homossexual (e judeu islâmico) que ali surgiu.

CONTINUA…

*****

PL: No final do primeiro capítulo, e já fazendo um gancho para o segundo, somos apresentados ao vilão Mario Abbade, ensandecido por cus e louco para transformar Rafael em seu Robin. Acha que a preferência sexual do Mario envolve quais tipos de cus?

TN: O Professor Mario Abbade é um notório pansexual. Pra ele, vale tudo… Até dar o cu.

PL: De onde você acha que vem tamanha tara por cus de Mario Abbade? Acredita que existe algum fator de sua infância envolvido na questão?

TN: Ele é crítico de cinema. Eu acho que isso explica muito.

PL: Acredito que o segundo capítulo tem uma das cenas de violência mais pesadas da literatura, das que fariam Steven Seagal fechar os olhos. Como foi mentalizar a “surra de pau” que Mario Abbade dá em Flávio?

TN: Em termos de comparação, não foi tão ruim quanto ver um filme do Rob Schneider.

*****

TESÕES ENRUSTIDOS – CAPÍTULO III [05/02/2013]

Flávio olhava atônito para Pedro Lobato. “Pedro, como chegou aqui? E por que está vestido de Harry Potter?”, perguntou.

“Não é cosplay de Harry Potter! É minha vestimenta mágica!”, reclamou Pedro, com sua voz afeminada.

“Eu sempre pensei que essa coisa de Magick era viadagem sua…”

“No começo era… Eu gostava de Raul Seixas e da Madonna e pensei que esse negócio de Kabbalah era legal…”, confessou Pedro, alisando as pontas de seu manto ridículo. “Mas algo mudou em mim… DENTRO DE MIM, BEM NO FUNDO. Você entende, Flávio?”

Flávio deu as costas a ele (dramaticamente). “Sim… Eu acabo de descobrir que eu… eu sou viado! Eu sou bicha… E eu amo o Rafael!”

Pedro colocou suavemente sua mão no ombro de Flávio. “Você nunca nos enganou Flávio…”

Flávio se virou com um ar preocupado. “Temos que salvá-lo do Mario, Pedro! O cu do Rafael é meu! Só meu!”

“Certo! Mas, para enfrentar o Mario, temos que reunir forças. Vamos a um lugar onde conseguiremos isso.” Logo em seguida, Pedro abaixou as calças e ficou de quatro no chão, mostrando a bunda para Flávio. “Rápido, coloque seu báculo em meu cálice.”

“… O quê?”, indagou Flávio.

“Coloque o seu pipi no meu popô.”, disse Pedro.

“Ahn?”

“Flávio… Enfie seu pau no meu cu”, suspirou Pedro, cansado.

“Ah, bom.”, respondeu Flávio e abaixou as calças para começar a operação.

Ele introduziu a cabecinha no buraco negro de Pedro e ambos foram arrebatados por uma poderosa força sobrenatural. Flávio sentiu que estava em movimento dentro de uma espécie de túnel sem fim, com sons de animais selvagens gemendo, enquanto Pedro gritava intensamente… Era um pesadelo sem fim.

Subitamente, ambos atingiram o chão. Flávio se levantou e levantou as calças.

“Onde estamos?”, perguntou.

“Estamos no único lugar que pode nos oferecer ajuda… A Escola de RPG de Marcelo Del Debbio!”, disse Pedro, ainda de quatro no chão.

CONTINUA…

*****

PL: Meu questionamento sobre este capítulo é relacionado ao melhor personagem desta história: eu. Por que “satanista ateu homossexual (e judeu islâmico)”? Como você acha que minhas escolhas religiosas plurais me definiram como personagem em sua história?

TN: Como um idiota.

PL: Você acredita em magia sexual? Pode nos dizer um pouco a respeito dela? Como diabos alguém pode se teletransportar utilizando seu orifício anal?

TN: É magia, eu não preciso explicar.

PL: Quando Flávio está se teletransportando para a Escola de RPG do Marcelo Del Debbio você descreve a sensação com “Flávio sentiu que estava em movimento dentro de uma espécie de túnel sem fim, com sons de animais selvagens gemendo”. Temos aqui alguma espécie de easter egg?

TN: Sim. “A Fantástica Fábrica de Chocolates” original, quando o Willy Wonka fica cheirado no passeio de barco.

*****

TESÕES ENRUSTIDOS – TOMO IV [19/03/2013]

“Escola de RPG?”, indagou-se Flávio. “Então quer dizer que RPG é coisa do Diabo mesmo?”, perguntou impressionado.

Pedro levantou-se do chão lentamente, limpou o líquido branco que escorria em suas pernas e vestiu as calças. “Claro que sim, Flávio. Ou você acha que a Rede Globo mentiria para nós?”, respondeu.

Ambos começaram a andar pelos corredores roxos e fluorescentes da escola, passando por diversos tipos de alunos: EMOs, hippies, viados, bichas, sapatões e podcasters.

“Quer dizer que você aprendeu magia neste lugar?”, perguntou Flávio.

“Aprendi muitas coisas aqui, Flávio…”, respondeu Pedro, com um olhar maroto enquanto fazia movimentos sensuais com sua língua.

De repente, foram abordados por um homem estranho, vestindo chapéu e capa preta. Sua presença era ameaçadora e terrível, como encontrar um corintiano à noite.

“Professor Toninho!”, exclamou Pedro, surpreso.

“EU TACO FOGO!”, saudou Toninho do Diabo, professor de Demonologia e Putaria Aplicada da Escola de RPG de Marcelo Del Debbio.

“Quem é esse cara?”, indagou Flávio.

“Ele é meu professor, me ensinou muito sobre pederastia e magia hardcore! Ele vai nos ajudar com o problema do Mario!”, respondeu Pedro.

“Eu fiquei sabendo que um amigo seu foi possuído.”, disse Toninho, com sua voz imponente e assustadora.

“Sim, é verdade, professor. O nome dele é Mario e ele foi dominado por um ser antigo de muito poder. O senhor vai nos ajudar?”, requisitou Pedro.

“É claro que sim, Pedro. Seu amigo ficará bem… Ele só precisa do auxílio de um HOMO.”, declarou Toninho, com uma voz que parecia um trovão.

“Homo?”, perguntou Flávio, confuso e levemente excitado.

“Sim… Harmônico Organizado Mágico Ofensivo.”, respondeu Pedro. “É um grupo de poderosos feiticeiros que utiliza magia para atacar seres malignos. Serão vitais para a recuperação do Mario.”, completou.

Toninho os guiou rapidamente pelos corredores até chegarem diante de uma grande porta de madeira, que era enfeitada com um desenho de um arco-íris e dois homens se abraçando.

“Aqui está o HOMO, meus amigos.”, disse Toninho, com uma voz que poderia quebrar pedras.

Pedro não se conteve e abriu a porta com excitação. Flávio se aproximou e pôde ver o interior da sala do HOMO. Ela estava repleta de homens de diversas idades, todos nus, se masturbando uns aos outros e gemendo pateticamente.

“Mas, Pedro…”, disse Flávio, surpreso, “Aqui só tem um monte de virgens batendo punheta!”.

“É claro”, respondeu Pedro com confiança, “como você acha que magia funciona?!”.

CONTINUA…

*****

PL: No capítulo 4, os heróis de “Tesões Enrustidos” se preparam para a batalha final. Como você se prepararia para uma batalha com uma antiga entidade pederasta?

TN: Eu não preciso de preparo. Eu provavelmente só ia dar uns saltos mortais, jogar algumas shurikens… Sempre funciona.

PL: Flávio parece perdido na Escola de RPG e com s quantidade de gente se enrabando e se masturbando no lugar. Se ele era viado, qual era a real fonte de surpresa para Flávio naquele lugar? Dar a bunda não é a mesma coisa que dar a bunda vestido de Darth Vader?

TN: Existem vários níveis de viadagem nesse mundo. Naquele momento da história, Flávio era somente um iniciado. Ele estava impressionado com os pederastas nível ômega.

PL: Quem são seus maiores ídolos gays enrustidos na sociedade? Já vimos que Toninho do Diabo e Marcelo del Debbio são alguns deles.

TN: Acho que os melhores exemplos da vida real seriam Chuck Norris, Vladimir Putin, Wanderlei Silva e, é claro, Jesus Cristo. Já na ficção, com certeza o Batman é o maior gay enrustido que existe.

*****

TESÕES ENRUSTIDOS – Livro 5 [14/05/2013]

Rafael não aguentava mais as investidas sexuais de Mario Abbade. Trancado na sua “caverna” (na verdade era um porão), ele chegava a cada cinco minutos, vestido somente com sua capa de Batman, segurando uma cueca verde e dizendo, com um tom de voz maroto: “Você quer brincar de Robin comigo?”.

Ele geralmente recusava, mas às vezes chupava o pau de Mario e tudo acabava rapidamente, sem violência envolvida. E ele fazia questão de sempre engolir tudo, por motivos de honra.

Acorrentado, sujo e sozinho, seu único alento era pensar em seu amado Flávio. Ele passava horas lembrando de seus lábios carnudos, seu físico másculo e seu pênis infantil. Imaginava, entre um choro e outro, quando iria vê-lo novamente…

De repente, o porão onde estava foi iluminado por uma espalhafatosa nuvem roxa e ele pôde ver que havia pessoas ali com ele. Conseguiu identificar vários homens com vestimentas estranhas, se masturbando. Depois olhou com mais atenção e percebeu… Flávio. Que estava, por alguma razão, comendo o cu do Pedro.

“Flávio! Meu periquitinho!”, disse Rafael, com lágrimas nos olhos.

“Rafael! Meu ursinho sensual!”, respondeu Flávio, tirando seu pau do cu do Pedro.

Os dois se abraçaram e se beijaram intensamente, ambos saboreando o gosto da saliva do outro.

“Como me achou?”, perguntou Rafael, olhando-o com carinho.

“Eu segui meu coração… E o Pedro me ajudou.”, disse Flávio.

Pedro se levantou e vestiu as calças. “Temos que sair daqui agora! O Mario está ficando mais poderoso a cada hora…”, começou a falar com sua voz afeminada e irritante.

Subitamente, a porta do porão foi aberta com violência. Todos olharam para ela e viram Mario Abbade, vestido como um louco e agindo de acordo.

“Meu Robin!”, ele gritou ensandecido. “MEU ROBIN!!!”

CONTINUA…

*****

PL: Você descreveu nesse capítulo que Rafael ocasionalmente chupava o pau de Mario com o intuito de preservar o seu cu. Você acha mesmo que Rafael era virgem no ânus? Acha que o verdadeiro amor se encontra apenas quando o clássico amor de costas é consumado?

TN: Sim, o Rafael estava se guardando para o seu amado. E ninguém realmente oficializa um relacionamento só com um boquete… Bem, talvez no ensino fundamental.

PL: Como você explica o código de ética e a honra dos prisioneiros de uma entidade pederasta maligna? O que pode fazer e o que não pode?

TN: Não importa muito… Todo mundo está fodido e se fodendo.

PL: Fala sério, minha voz é tão irritante assim?

TN: Para ser sincero, eu não lembro.

*****

Olá, leitor! Eu sou Uatu, o Vigia! É função da minha raça registrar eventos de proporções cósmicas sem interferir! Em nossa última aventura, vimos que Mario Abbade, o crítico mais amado do Brasil, foi possuído por uma entidade maligna de tremendo poder!

Também vimos Flávio Vieira e Rafael Moreira se pegando! E, é claro, Pedro Lobato dando o cu de novo! Agora veremos como esses acontecimentos se resolverão…

Stan Lee apresenta… TESÕES ENRUSTIDOS #6 [30/05/2013]

“MEU ROBIN!!!”, gritava Mario.

Rafael abraçou Flávio com força e começou a chorar baixinho. Flávio, por sua vez, virou-se para Pedro e perguntou: “Que porra é essa, Pedro?”.

Pedro hesitou por um momento, então respondeu, com um ar sombrio: “Mario foi possuído por um ser antigo de muito poder. Seu nome verdadeiro é Shickshickbunnbunn… Ele é o Deus Insano da Viadagem e da Pederastia! Também conhecido como o primo viado de Cthulhu!”.

Nesse momento, Mario caiu no chão e começou a urrar com uma voz inumana. Seu corpo inchou até proporções monstruosas, seus membros se metamorfosearam em gigantescos tentáculos fálicos e sua cabeça se transformou em uma versão grotesca do rosto de Jorge Lafond.

Flávio quase enlouqueceu com a transformação daquela figura alienígena na sua frente, mas de alguma maneira manteve sua sanidade. “Como podemos deter isso?”, perguntou exasperado a Pedro.

Pedro começou a explicar: “É bem simples! Nós só temos que…”.

Subitamente, Pedro foi capturado pela criatura repugnante. Seus tentáculos horríveis começaram a penetrá-lo em todos seus orifícios: ouvidos, nariz, boca, ânus… “Não! Não! Socorro! ARGHHHH! (slurp! slurp! slurp!)”, suplicou Pedro.

“Isso é terrível!”, gritou Rafael, que secretamente achava aquilo tudo muito sensual.

Shickshickbunnbunn arrebentou o porão onde estavam, iniciando o ataque às casas próximas da vizinhança, condenando seus ocupantes ao mesmo destino do satanista de faculdade. Enquanto isso, os membros do HOMO que ali chegaram com Pedro mostraram sua coragem e, literalmente, sumiram em um passe de mágica.

“O que faremos, Flávio? Se ele continuar, o mundo todo será transformado em uma fantasia japonesa.”, disse Rafael, olhando-o com medo.

“Eu… Eu não sei, meu amor. Acho que esse é o fim…”, respondeu Flávio, desconsolado.

CONCLUI A SEGUIR…

Olá novamente! Eu sou Uatu, o Vigia! Será que Flávio e Rafael sobreviverão?! Mario continuará a estuprar o planeta Terra em sua forma abominável?! Pedro vai dar a bunda mais uma vez?! Provavelmente! Nossa única certeza é que o pau vai comer solto na edição final de “Tesões Enrustidos”! EUSOUUATUOVIGIA!

*****

PL: “Seu nome verdadeiro é Shickshickbunnbunn…Ele é o Deus Insano da Viadagem e da Pederastia”. Por favor, me diga que o nome dessa entidade é uma referência clara a “Kung Pow”. É, não é?

TN: Possivelmente. Eu lembro vagamente que eu estava assistindo a Kung Pow de novo na época em que estava escrevendo isso. Se não foi isso, então foi uma grande coincidência.

PL: Todo mundo sabe que todo autor precisa recorrer à realidade para poder escrever com precisão aquilo que ele quer passar para os leitores. Quantos hentais você viu para conseguir descrever aquela cena de estupro bestial em que eu fui vítima?

TN: Eu não assisto mais a hentais como antigamente, mas já devo ter visto vários. Acho que o mais marcante pra mim foi “A Lenda do Demônio”, que subitamente passou no Cine Privé. Aquilo foi um evento.

PL: Ao ver a cena de estupro, Rafael “secretamente achava aquilo tudo muito sensual”, de modo que me faz pensar que existia uma espécie de vontade escondida no Rafael em dar para o Pedro (eu). O quão viado é Rafael? De qual nível estamos falando aqui?

TN: Acho que existe uma grande luta ocorrendo dentro do Rafael. Por um lado ele quer dar para todo mundo, por outro, quer ser fiel e pacato. É o que faz o personagem tão interessante. Acho que se ele explorasse todo seu potencial viadístico, ele poderia ser um viado nível ômega, como aqueles vistos no capítulo 4.

*****

TESÕES ENRUSTIDOS – FINAL [29/06/2013]

Mario Abbade, transfigurado no avatar de Shickshickbunnbunn no plano terrestre, continuava seu estupro transdimensional no planeta. Seu apetite sexual não poupava nada ou ninguém: ele atacava hospitais, asilos e convenções de anime.

“Estamos perdidos… Esse é o fim da raça humana.”, concluiu Flávio, sem nenhuma esperança.

“Oh Flávio… Me abrace! Se vamos morrer mesmo e tudo vai acabar em uma grande orgia, pelo menos vamos morrer juntos!”, declarou Rafael com lágrimas nos olhos.

Flávio o abraçou o mais forte possível e ambos esperaram o pior.

Mas, de repente, um deus ex machina apareceu do nada. Vindo das trevas místicas da Bahia, dirigindo sua imponente Harley Davidson, surgiu Durval Lélys, seguido de sua banda defensora dos bons costumes: o Asa de Águia!

Rafael e Flávio ficaram imediatamente excitados pela visão de Durval Lélys e sua surpresa foi tanta que não sabiam o que dizer.

A banda rapidamente preparou seus instrumentos e, liderados firmemente pelo seu vocalista, começaram a tocar uma música de poder.

Assim que a música tocou os ouvidos de Shickshickbunnbunn, sua forma começou a ser afetada. A criatura, que antes era repulsiva e implacável, sentiu dor e pareceu diminuir de tamanho.

“A voz dele… Parece um coro de mil anjos.”, disse Flávio, surpreso.

Depois de alguns minutos de uma transformação dolorosa, Mario Abbade estava de volta a sua forma humana, mas exausto e desmaiado. Suas vítimas de estupro cefalópode foram libertadas e voltaram para suas casas com dores retais. Shickshickbunnbunn havia sido expulso desse plano pelo poder do Axé.

O Asa de Águia guardou seus instrumentos e preparou sua partida. Flávio e Rafael respeitosamente se aproximaram de seus salvadores.

“Como podemos agradecê-los pelo que fizeram?”, perguntou Rafael, com segundas intenções.

“Só lembrem-se”, respondeu Durval, montando em sua Harley, “que eu morri pelos seus pecados.” E foi embora com sua banda, na direção do pôr do sol.

Mario acordou nu, desorientado e cambaleando. “O que… O que aconteceu comigo?”, perguntou.

“Você foi possuído por uma força sexual obscura e maligna, Mario. E quase fudeu todo mundo. Literalmente.”, respondeu Flávio.

“Foder com você? Foder com todo mundo? Porra, como que pode uma porra dessas?”, indagou Mario, nervoso.

“Eu não sei… Mas pelo menos você não matou ninguém.”, completou Rafael.

“Espera aí…”, pensou Flávio. “Cadê o Pedro?”.

Os três olharam ao seu redor por um tempo e encontraram um corpo terrivelmente retorcido e retalhado, cheio de buracos que vertiam sangue e sêmen.

“Oh… Acho que você matou o Pedro.”, disse Rafael, nem um pouco triste.

“Bem… Quem se importa com ele, não é mesmo? Hahahaha!”, declarou Mario, com o bom humor de sempre.

Os três riram de maneira maníaca. Então deram suas mãos e começaram a saltitar juntos… Em direção a um amanhã colorido e cheio de podcasts sobre filmes indie.

FIM

*****

PL: Onde estavam Aoshi, Jackson, Filipe Pereira e Thiago no momento em que essa história ocorreu?

TN: Quem?

PL: Como foi para você escrever “Tesões Enrustidos”? Abra seu coração.

TN: Foi uma jornada estranha e horrorosa. “Tesões Enrustidos” começou como algo descompromissado, se tornou uma história no meio do caminho e terminou como um arrependimento. Eu não me orgulho disso, mas não posso negar que aconteceu. É como se fosse uma ex-namorada.

PL: Agradeço por participar dessa versão deluxe. E para finalizar: estamos falando de “Tesões Enrustidos”! Quero saber, The Nindja, afinal essa história é sobre o seu tesão enrustido em nós do Vórtex Cultural, não é? Diga a verdade!

TN: Quantas vezes eu tenho que dizer isso, Pedro? Isso é um trabalho de ficção, não significa nada. Pare de me mandar fotos de você pelado ou eu vou chamar a polícia.

*****

TESÕES ENRUSTIDOS – CAPÍTULO EXTRA

Flávio estava arrumando os presentes ao redor da lareira com decorações natalinas, enquanto Rafael estava cuidando do peru de Natal na cozinha.

Depois de terminar, Flávio foi até a cozinha, onde encontrou Rafael sentado na mesa, tomando um copo de suco de laranja, despreocupado.

“Você fica muito fofo desse jeito, trabalhando na cozinha”, comentou Flávio.

“Hm-hmm”, resmungou Rafael, tomando um gole de seu suco, sem dar atenção.

“Parece até…”, disse Flávio, salivando.

“Um pai de família?”, completou Rafael.

Flávio partiu para o ataque, jogando Rafael sobre a mesa com a toalha da Santa Ceia, e arrancando suas calças ao mesmo tempo.

“Vou fazer um oco nesse rabo!”, ameaçou Flávio.

“Aí que delícia, porra!”, gemeu Rafael, “AAAAAIIIIIIIII QUE DELÍCIA CARA!!!”.

Texto de autoria de “The Nindja”.