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	<title>Vortex Cultural - HQ&#039;s, Literatura, Games, Resenhas, Podcast, Cinema, Música e Séries</title>
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		<title>[Crítica] J. Edgar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[Lançando quase um filme por ano, Clint Eastwood não demonstra sinais de desgaste. Nada mal para um senhor de 81 anos. Em 2011, Clint retorna com seu novo longa,  J. Edgar, uma cinebiografia que conta a história de uma das &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-j-edgar/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/j-edgar-poster-1920x1200.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7312" title="j-edgar-poster-1920x1200" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/j-edgar-poster-1920x1200.jpg" alt="j edgar poster 1920x1200 [Crítica] J. Edgar" width="630" height="300" /></a>Lançando quase um filme por ano, Clint Eastwood não demonstra sinais de desgaste. Nada mal para um senhor de 81 anos. Em 2011, Clint retorna com seu novo longa,  <em>J. Edgar</em>, uma cinebiografia que conta a história de uma das figuras mais importante dos Estados Unidos. O controverso diretor do FBI, John Edgar Hoover.<span id="more-7301"></span></p>
<p>Hoover foi uma das figuras mais importantes dentro do governo norte-americano por anos. Serviu a oito presidentes americanos, totalizando a incrível marca de 48 anos de trabalho. Hoover também ficou conhecido por ter revolucionado o estudo da criminologia, quando transformou o Bureau de Investigação, uma pequena instituição de investigação no FBI, uma organização federal conhecida mundialmente. Além disso, a forma como modernizou a polícia americana, introduzindo peritos criminais e métodos científicos revolucionou a criminologia.</p>
<p>O diretor do FBI ainda foi importantíssimo na prisão de grandes gângsters nos anos 30 e figura fundamental na captura do sequestrador do filho do aviador Charles Lindberg, um crime brutal que ficou conhecido no mundo todo e só foi possível ser solucionado graças a essas inovações que ele trouxe para a investigação criminal.</p>
<p>Contudo, Hoover ficou marcado como a figura que perseguiu comunistas, expulsou estrangeiros do solo americano durante a Segunda Guerra, caçou os direitos civis dos negros, controlou a mídia e subornou diversos congressistas com escutas ilegais para beneficiá-lo em seus problemas pessoais.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/j-edgar-image-62.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7316" title="j-edgar-image-62" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/j-edgar-image-62.jpg" alt="j edgar image 62 [Crítica] J. Edgar" width="450" height="300" /></a>O meu principal problema com o filme é ser superficial nesse ponto tão importante.</p>
<p>Ora, não é novidade pra ninguém que Clint Eastwood é um republicano conservador, mas isso nunca o impediu de fazer críticas severas em seus filmes com uma abordagem mais política, seja o partido democrata ou republicano. Não é o caso de J. Edgar.</p>
<p>O filme lida com diversas questões, mas os bastidores políticos são deixados de lado para entrar em um tema bem diferente do esperado. A homossexualidade de Hoover. Para isso, Clint trouxe para junto de si o roteirista Dustin Lance Black (Milk &#8211; A Voz da Igualdade). Dustin usa um conceito de narrativa bastante interessante, o biografado narrando sua própria trajetória. O próprio Hoover dita sua história  para seus agentes que servem de datilógrafos para transcreverem sua vida. Essa narrativa justifica o ponto de vista dado ao filme, que parece promover o FBI e o próprio personagem, e maqueia alguns acontecimentos não tão heróicos para a figura de Hoover.</p>
<p>Clint sabe como ninguém que heróis são definidos pelos seus atos e não pela sua imagem (vide sua filmografia), porém, aqui ele brinca com esses clichês, mostrando como Hoover cria um personagem que ele não é. Isso traça um paralelo com sua vida pessoal. Como de costume, o cineasta sai do caminho mais fácil e demonstra sutileza e sensibilidade comovente ao tratar assuntos polêmicos como homossexualidade.</p>
<p>A direção é impressionante, seguro do que quer, o diretor dá destaque à todos atores, respeitando os trejeitos de cada personagem, e assim, proporciona uma das melhores atuações da carreira de DiCaprio, intensa e sutil, de um homem doentio e paradoxal que você não sabe se ama ou odeia. Apesar da maquiagem pesada que caracteriza o passar dos anos &#8211; pra ser bem sincero, mais atrapalha do que ajuda &#8211; DiCaprio está tão seguro em sua atuação que em minutos você esquece desse detalhe estético.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/ht_j_edgar_hoover_leonardo_dicaprio_mn_thg_111104_wg.jpg"><img class="size-full wp-image-7314 aligncenter" title="ht_j_edgar_hoover_leonardo_dicaprio_mn_thg_111104_wg" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/ht_j_edgar_hoover_leonardo_dicaprio_mn_thg_111104_wg.jpg" alt="ht j edgar hoover leonardo dicaprio mn thg 111104 wg [Crítica] J. Edgar" width="500" height="281" /></a>A fotografia &#8211; tão criticada por algumas pessoas &#8211; utiliza um jogo de sombras que quase parece um personagem com vida própria, como um traço do próprio Hoover que parece represar todos os seus reais sentimentos longe de todos, o que acaba sendo importante para compreender essas emoções. O mesmo não pode ser dito quanto à trilha sonora, composta pelo próprio diretor, que se mostra ausente musicalmente, faltando &#8220;gordura&#8221; em algumas composições, salvo exceções. O roteiro de Dustin Lance Black mantém um certo distanciamento do espectador, o personagem foco e a história que está sendo contado.</p>
<p>O resultado final é positivo. Grandes atuações, a direção segura de Eastwood e sua visão como um contador de histórias nato, tudo isso somado a coragem e singeleza com as quais o roteiro aborda certos assuntos são os pontos fortes do filme. Como nem tudo são flores, J. Edgar têm seus problemas, e muitos deles parecem ocorrer em sua montagem, talvez pelos saltos temporais frequentes do filme. Outro ponto é o já comentado não aprofundamento em várias questões que envolvem a iconografia de Hoover e esse distanciamento do protagonista com o espectador, mas como dito, o resultado final é bem satisfatório.</p>
<p>Ao terminar o longa, acabei comparando a trajetória do personagem com a de outro filme de tema parecido, <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-tudo-pelo-poder/" target="_blank">Tudo Pelo Poder</a> de George Clooney. Assim como o personagem de Ryan Gosling, Hoover é repleto de boas intenções, mas assim que começa a ganhar poder passa a ser corrompido se mostrando um homem egoísta, arrogante e paranóico. Um estudo interessante sobre a ambivalência do mundo da política.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-j-edgar/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>[Review] Spartacus S201 &#8211; Fugitivus</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Good</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saudações, nobres (?) leitores. Resolvi propor algo nunca antes visto na história deste site, e o Coronel insanamente autorizou: reviews semanais de um seriado. O escolhido, não podia ser outro senão um de nossos temas preferidos, SPARTACUS (muitos estão chorando por não &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/review-spartacus-s201-fugitivus/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Spartacus-Vengeance1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7344" title="Spartacus-Vengeance1" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Spartacus-Vengeance1.jpg" alt="Spartacus Vengeance1 [Review] Spartacus S201   Fugitivus" width="630" height="300" /></a>Saudações, nobres (?) leitores. Resolvi propor algo nunca antes visto na história deste site, e o Coronel insanamente autorizou: reviews semanais de um seriado. O escolhido, não podia ser outro senão um de nossos temas preferidos, SPARTACUS (muitos estão chorando por não ser Glee, eu sei). Após todo o infeliz atraso, devido ao câncer e conseqüente falecimento do ator Andy Whitfield – parágrafo de silêncio em sua homenagem:</p>
<p>&#8230;<span id="more-7293"></span></p>
<p>- a série retorna para a segunda temporada com o subtítulo Vengeance no lugar de Blood and Sand (lembrando que ano passado tivemos a ótima minissérie prequel Gods of the Arena), e com Liam McIntyre no papel principal, retomando a história interrompida no longínquo ano de 2010. E aí? Antes de tudo, preciso dizer que gosto de verdade de Spartacus, apesar da galera hipster daqui viver sacaneando. O visual caricato ao extremo afasta muita gente, mas muitos não entendem que não é algo tosco, mal-feito. A estilização chupada de 300 é uma escolha estética que confere um ar meio de animação, que particularmente acho bem interessante. As cenas de luta são bastante empolgantes, enquanto o roteiro é simples mas bem trabalhado, com boas viradas na trama e desenvolvendo bem os personagens. E ainda tem nudez feminina constante, pra dar aquela alegrada na vista. Agora, se com tudo isso tem gente que só sabe falar dos bráulios balançantes que aparecem de vez em quando, bem, acho que cada um se foca naquilo que mais lhe interessa, fazer o quê &#8230;</p>
<p>Chega de enrolação e vamos ao episódio em si, naturalmente com SPOILERS pra quem não viu a 1ª temporada. A principal curiosidade, claro, era em relação ao novo protagonista. Mesmo tentando superar o estranhamento em ver o Spartacus com outra cara, a impressão é que esse McIntyre ficou devendo. Ele é até parecido com o falecido, mas perde na atuação, limitando-se a fazer cara de mau e falar rangendo os dentes. Tomara que ele evolua no decorrer dos episódios, como o próprio Whitfield fez, aliás.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/V.BiancaIlithyiaC.ParkerGlaber_CourtesyofStarz_1_595.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7345" title="V.Bianca(Ilithyia),C.Parker(Glaber)_CourtesyofStarz_1_595" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/V.BiancaIlithyiaC.ParkerGlaber_CourtesyofStarz_1_595.jpg" alt="V.BiancaIlithyiaC.ParkerGlaber CourtesyofStarz 1 595 [Review] Spartacus S201   Fugitivus" width="450" height="300" /></a>A história começou morna, com Spartacus, os gladiadores e demais escravos fugitivos perambulando pelos arredores de Cápua após o massacre no ludus de Batiatus. Entre confrontos com soldados que os caçam e a busca por suprimentos, o grupo está dividido entre as lideranças de Spartacus e Crixus. Entre os fodões-mor há agora um respeito mútuo, uma quaaase amizade, mas uma vez rivais, sempre rivais. O gaulês quer sair da região, por segurança mas principalmente pra procurar Naevia, a escrava em quem dava uns catos e que foi vendida no final da temporada passada. Spartacus, porém, não quer se afastar da cidade porque ainda tem contas a acertar. Seu odiado inimigo, Claudius Glaber, desfrutava de um cargo político em Roma, mas é enviado a contragosto para aniquilar os rebeldes guiados pelo infame trácio que ele mesmo um dia recrutou. Ou seja, toma que a pica é tua. Quem vai ao desespero com isso é sua esposa Ilithya, grávida (quem assistiu a 1ª temporada já sacou, né) e arrastada de volta pra empoeirada província onde piriguetou anteriormente. A patricinha da Antiguidade fica aterrorizada ao descobrir que Lucretia, esposa de Batiatus, sobreviveu, mas como sua mente parece ter ido pro saco, os segredos de Ilithya estão seguros. Por enquanto.</p>
<p>Ah, apareceram uns personagens novos, mas como não fizeram porra nenhuma ainda, deixa eles pra lá. No fim das contas, esse episódio serviu mais pra fazer a transição definitiva entre a estrutura anterior (acontecimentos divididos entre ludus e arena) e o novo cenário muito maior. Ponto positivo a série saber se reinventar seguindo um caminho lógico, evitando a mesmice que domina muitas produções televisivas. Porém, as lutas mostradas ficaram muito aquém dos épicos embates entre gladiadores que havia antes.</p>
<p>Esse é um problema que o seriado precisa resolver com urgência, e não vai bastar simplesmente aumentar a violência, como fizeram, somando fraturas expostas e tripas ao velho sangue digital. Mas justiça seja feita: as marcas da série são sem dúvida violência e putaria. Então, por que não juntar as duas coisas numa CHACINA NO PUTEIRO? Esses roteiristas estão de parabéns&#8230; Finalizando, a morte de Batiatus, apesar da fodacidade e coerência de roteiro, foi uma pena. A série perdeu seu melhor ator/personagem. Por outro lado, o arqui-vilão Glaber aparecendo com mais freqüência pode ser uma boa.</p>
<p>Enfim, estarei aqui semanalmente (ou enquanto não bater a preguiça) e prometo reviews mais curtos. Trollem à vontade nos comentários, mas já aviso que a opinião de quem não assiste é automaticamente inválida.</p>
<p>Melhor momento:<br />
Aurelia: Prometa-me&#8230;<br />
Spartacus: Qualquer coisa.<br />
Aurelia: Prometa que ficará longe do meu filho. Não quero que ele morra por sua causa, como o pai e a mãe.</p>
<p>Toma! Essa doeu até em mim&#8230;</p>

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		<title>[Crítica] Os Descendentes</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O advogado Matt King (George Clooney) vive um dilema. Sua mente é povoada por questões para as quais, pelo menos aparentemente, não existem respostas fáceis. O que fazer quando sua companheira, a mulher que ele ama e escolheu para ser &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-descendentes/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/the-descendants_5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7336" title="the-descendants_5" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/the-descendants_5.jpg" alt="the descendants 5 [Crítica] Os Descendentes" width="630" height="300" /></a>O advogado Matt King (George Clooney) vive um dilema. Sua mente é povoada por questões para as quais, pelo menos aparentemente, não existem respostas fáceis. O que fazer quando sua companheira, a mulher que ele ama e escolheu para ser a mãe de suas filhas, está estática, quase morta, deitada numa cama de hospital diante dele e sem qualquer chance de recuperação?<span id="more-7037"></span></p>
<p>Sem dúvida a sensação não é das melhores. A frustração e tristeza seriam mais que naturais e coerentes. No entanto, como esse mesmo homem deve reagir ao descobrir – por meio da própria filha mais velha, como o trailer do filme já havia mostrado &#8211; que essa mesma mulher o vinha traindo sem maiores problemas de consciência? E pior: estava realmente decidida a abandoná-lo.</p>
<p>Amor e carinho versus ódio e decepção.</p>
<p>Esse confronto sentimental interno é o motor que vai mover boa parte da trama de “Os Descendentes”, longa mais recente de Alexander Payne (Eleição, As Confissões de Schmidt, Sideways – Entre umas e outras), um diretor que, além de demonstrar domínio da linguagem cinematográfica no que se refere a aspectos técnicos, como movimentação de câmera – e talvez o melhor exemplo disso esteja em “Eleição” – é muito feliz ao retratar os sentimentos ambíguos de seus personagens. Seja por meio de expressões faciais angustiadas – preste atenção em como fisionomia tensa de Clooney é esmiuçada nos vários “zooms” que serão vistos ao longo do filme -, seja no uso de pequenos truques utilizados para pontuar uma determinada situação ou estado interior.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-Descendants-2.jpg"><img class="size-full wp-image-7338 aligncenter" title="The-Descendants-2" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-Descendants-2.jpg" alt="The Descendants 2 [Crítica] Os Descendentes" width="500" height="207" /></a>Na verdade, um desses artifícios é utilizado na imagem inicial do longa. Nela, Elizabeth (Patricia Hastie), a mulher do personagem vivido por Clooney, aparece feliz e sorridente dentro de uma lancha e em primeiro plano diante do belo mar azul do Hawaii. Em poucos segundos, aquela representação de prazer e satisfação será encoberta por um fade. A tela fica escura. A morte – ou pelo menos sua presença – acaba de chegar. As coisas serão diferentes a partir daqui.</p>
<p>Diante da ausência da mulher, Matt King é forçado a restabelecer e reforçar um elo quase perdido com suas filhas, Scottie (Amara Miller, divertida) e Alexandra (Shailene Woodley, bela interpretação).</p>
<p>Nenhuma das duas partes – nem pai, nem filhas – sabem lidar muito bem com o cenário estabelecido pelos fatos. E isso será sublinhado em vários momentos tensos – os confrontos são inevitáveis &#8211; e divertidos que surgem ao longo do filme.</p>
<p>Este é um fator importante: “Os Descendentes” poderia ser classificado – se isso fosse realmente necessário – como um drama. Porém, não se surpreenda se, durante a película. você se pegar gargalhando das situações que surgem na tela.</p>
<p>A descoberta da traição da esposa faz com que Matt entre numa jornada, acompanhado pelas duas filhas e o amigo da mais velha – Nick Krause, engraçado demais – em busca do homem com o qual sua mulher o traía. Subitamente, ele sente a necessidade de saber se ela estava mesmo apaixonada pelo amante ou tudo não passou de um caso passageiro e sem maiores envovimentos emocionais.</p>
<p>As respostas virão de forma direta.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/MV5BMTk1NzU4MzIxNF5BMl5BanBnXkFtZTcwNzczMTk5Ng@@.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7337" title="MV5BMTk1NzU4MzIxNF5BMl5BanBnXkFtZTcwNzczMTk5Ng@@" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/MV5BMTk1NzU4MzIxNF5BMl5BanBnXkFtZTcwNzczMTk5Ng@@.jpg" alt="MV5BMTk1NzU4MzIxNF5BMl5BanBnXkFtZTcwNzczMTk5Ng@@ [Crítica] Os Descendentes" width="400" height="312" /></a>No caminho, o advogado obsessivo por trabalho vai reavaliar sua presença – na verdade ausência – na vida familiar e tentar, à sombra da racionalidade, montar o quebra-cabeças dos fatos que teriam levado sua mulher a traí-lo.</p>
<p>A trama tem como pano de fundo a venda de um gigantesco pedaço de terra que pertence à família. Todos ficarão milionários com a conclusão do negócio. E Matt, que é o depositário do imóvel, precisa tomar uma decisão. Ele é pressionado a fazê-lo. E por fim, após perceber que a posse da vista privilegiada da praia paradisíaca que ele e sua família receberam como herança pode significar bem mais que um imóvel valorizado, ele fará uma escolha.</p>
<p>Payne é habilidoso ao construir a tensão e drama em seus personagens, bem como aliviá-las por meio de momentos cômicos. Interessante notar como, nos instantes de maior tristeza e tensão das pessoas que compõem a trama, externa a cada uma delas o cineasta cria uma atmosfera agradável e feliz – por meio da bela captação das lindas paisagens havaianas, mostradas em planos gerais e panorâmicas, e das músicas nativas que podem ser ouvidas ao longo de todo o filme.</p>
<p>Sobre essa particularidade, há um comentário feito pelo personagem de Clooney logo no início, que resume bem a questão: “Meus amigos acham que só por que vivemos no Hawaii, estamos no Paraíso. Que passamos o dia inteiro sentados à beira da praia, tomando bebidas e sobre pranchas de surf. Eles são loucos? Como eles podem pensar que só por que moramos aqui nossa família é menos confusa? Que somos imunes à vida, que nossas frustrações são menos dolorosas!?”.</p>
<p>São boas perguntas.</p>
<p>E, de fato, como filme deixará claro, você pode até viver num lugar paradisíaco. Mas isso não fará a menor diferença se seu interior não estiver em paz.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-descendentes/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>[Resenha] Horizonte Perdido &#8211; James Hilton</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vortex Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[horizonte perdido]]></category>
		<category><![CDATA[james hilton]]></category>
		<category><![CDATA[shangri-la]]></category>

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		<description><![CDATA[Histórias absurdas conseguem prender o leitor justamente por seu distanciamento da realidade como a conhecemos. O incomum, o insólito se constituem como a atração principal quando atentam contra nosso senso de lógica imanente, fazendo-nos sentir ora assombro ora deleite ora &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/literatura/resenha-horizonte-perdido-james-hilton/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/shangrila01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7327" title="shangrila01" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/shangrila01.jpg" alt="shangrila01 [Resenha] Horizonte Perdido   James Hilton" width="630" height="300" /></a>Histórias absurdas conseguem prender o leitor justamente por seu distanciamento da realidade como a conhecemos. O incomum, o insólito se constituem como a atração principal quando atentam contra nosso senso de lógica imanente, fazendo-nos sentir ora assombro ora deleite ora uma sensação de suspensão da realidade que nos fazem, mais do quem em outros estilos de escrita, realmente não saber o que virá em seguida. O livro de James Hilton, Horizonte Perdido, partilha desses elementos e desse <em>modus operandi</em>.</p>
<p>O livro começa com o autor dizendo onde conseguiu o material que usou como base para escrever a história. Ficamos sabendo que a história de Shangri-la, a cidade misteriosa dos lamas no Tibete, foi concedida ao narrador por meio de um amigo desse, num dos encontros de ex-colegas de universidade que ele participou. Já aí Hilton começa a colocar em xeque nossa capacidade de discernir até onde vai a realidade e onde começa a ficção.</p>
<p>Um avião com quatro passageiros, Miss Roberta Brinklow, Henry Barnard, Hugh Conway e Charles Mallinson, decola de Baskul, rumando leste, para sobrevoar a Cordilheira do Himalaia e outras regiões próximas à Índia, Nepal e China. O curso do vôo, no entanto, é alterado. O avião para em um posto avançado no topo de uma montanha e os passageiros são mantidos presos dentro da aeronave, ao que parece estão sendo seqüestrados. Após essa parada de um dia, o avião permanece na rota distinta da original, sempre ganhando altitude.</p>
<p>Os nebulosos cumes das altíssimas montanhas da cordilheira se desenham nas janelas do avião enquanto a apreensão dos passageiros aumenta. Não se sabe para onde estão sendo levados e não há modo de contatar o piloto. A certa altura o avião deixa de ganhar altitude e, ao que parece, o piloto perdeu o controle. O avião cai num dos altos picos da cordilheira com o piloto morto, deixando os passageiros entregues à própria sorte.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/1288091472_132251180_1-Fotos-de-Livro-Horizonte-Perdido-James-Hilton-1288091472.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7328" title="1288091472_132251180_1-Fotos-de--Livro-Horizonte-Perdido-James-Hilton-1288091472" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/1288091472_132251180_1-Fotos-de-Livro-Horizonte-Perdido-James-Hilton-1288091472.jpg" alt="1288091472 132251180 1 Fotos de Livro Horizonte Perdido James Hilton 1288091472 [Resenha] Horizonte Perdido   James Hilton" width="250" height="366" /></a>Quando pareciam condenados a morrer sem encontrar viva alma, os passageiros vêem que, ao longe, monges budistas, na verdade lamas, se aproximam deles para ajudá-los a carregar seus pertences e bagagens e oferecer-lhes estadia em Shangri-la, uma cidade nas aparentemente inóspitas altitudes do Tibete.</p>
<p>Não bastasse a natureza altamente incomum dos eventos, eles descobrem que Shangri-la é uma belíssima cidade incrustada num planalto elevadíssimo, cujo acesso é praticamente nulo. Apesar da relutância, eles são obrigados a permanecer dois meses no lugar, pois é somente em sessenta dias que os lamas irão descer da montanha para buscar mantimentos.<br />
Desse modo eles passam a partilhar do cotidiano da cidade e Conway é o mais integrado deles, sendo, portanto, o primeiro a quem os segredos que jazem nos recônditos da cidade são revelados. A cidade parece guardar o segredo da longevidade.</p>
<p>Ao que tudo indica, as condições naturais em que se encontra a cidade, propiciam uma vida longa aos que ali permanecerem.</p>
<p>Conway se encanta com as maravilhas da cidade, que apresenta todas as belezas e o conforto de uma vida de contemplação, desde fontes de jade até o cultivo da música erudita, de uma biblioteca bem equipada até a hospitalidade calorosa dos lamas, que comungam da filosofia da moderação, que diz que tudo deve ser moderado para que se mantenha o equilíbrio. Parece uma espécie de Utopia, uma versão oriental da terra de Thomas More.</p>
<p>Mallinson reluta mais do que todos em ali permanecer, colocando constantemente a necessidade de saírem dali o quanto antes, pois havia algo de misterioso e estranho no ar daquele lugar. Assim, não demora para que discussões sejam travadas entre Conway e Mallinson e para que os mistérios do lugar sejam questionados.</p>
<p>James Hilton nos mantém em dúvida até o último momento, testando-nos como o fizeram a Conway, que oscilava como um pêndulo entre considerar o que lhe fora dito como verdade ou como mentira. Tudo parece conspirar para que acreditemos na história e queiramos permanecer na cidade para também termos a longevidade tão propalada pelo mestre de todos os lamas, mas será que isso é realmente verdade? As leis da natureza deixam de imperar nesse novo contexto? Supondo que se deixe a cidade, não se estaria deixando a oportunidade de uma longa e feliz existência?</p>
<p>James Hilton realmente criou um suspense digno de deixar-nos com um grande ponto de interrogação pululando na mente. Não lhes conto o final porque isso acabaria com toda a graça da história.</p>
<p><em>Texto escrito por Lucas Kölln do site <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/" target="_blank">Meia Palavra</a>.</em></p>
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		<title>Anotações na Agenda 07 &#8211; Cumprindo Cotas</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 13:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anotações na Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[podcast de humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Sincronizem suas Agendas. Flávio Vieira (@flaviopvieira), Rafael Moreira (@_rmc), Bruno Hecates Gaspar, André Kirano (@kiranomutsu), Levi Pedroso (@levipedroso) e Kell Bonassoli (@kellbonassoli), a primeira participante feminina da história do Vortex (!!!) se reúnem para ler os comentários e emails das edições anteriores. &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/anotacoes-na-agenda-07-cumprindo-cotas/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><em><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/anotações-na-agenda1.jpg"><img class="size-full wp-image-4676 aligncenter" title="anotações-na-agenda" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/anotações-na-agenda1.jpg" alt="anotações na agenda1 Anotações na Agenda 07   Cumprindo Cotas" width="572" height="250" /></a><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/anota%C3%A7%C3%B5es-na-agenda.jpg"><br />
</a></em></em> <em><em>Sincronizem suas Agendas</em>. </em>Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>), Bruno <del>Hecates</del> Gaspar, André Kirano (<a href="http://twitter.com/kiranomutsu" target="_blank">@kiranomutsu</a>), Levi Pedroso (<a href="http://twitter.com/levipedroso" target="_blank">@levipedroso</a>) e Kell Bonassoli (<a href="http://twitter.com/kellbonassoli" target="_blank">@kellbonassoli</a>), a primeira participante feminina da história do Vortex (!!!) se reúnem para ler os comentários e emails das edições anteriores.<em><img title="Mais..." src="http://www.vortexcultural.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="trans Anotações na Agenda 07   Cumprindo Cotas"  /><span id="more-7014"></span> </em> <strong></strong></p>
<p><strong>Duração:</strong> 57 min<br />
<strong>Edição:</strong> Rafael Moreira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Rafael Moreira</p>
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<h2>Podcast&#8217;s comentados na edição</h2>
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<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-32-desculpa-ai-galera/" target="_blank">Agenda Cultural 32 &#8211; Desculpa aí, Galera</a></li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-10-mad-max/" target="_blank">VortCast 10: Mad Max</a></li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-33-aquela-de-final-de-ano/" target="_blank">Agenda Cultural 33 &#8211; Aquela de Final de Ano</a></li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/anotacoes-na-agenda-06-eita-podcast-da-bexiga/" target="_blank">Anotações na Agenda 06 &#8211; Eita, Podcast da Bexiga</a></li>
</ul>
<h2>Demais Links</h2>
<ul>
<li>Vídeo: <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=XERv-FpgHl0" target="_blank">Comentando os Trailers de GTA V e Max Payne 3</a></li>
<li>Foto: <a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/06012012192.jpg" target="_blank">Luis Augusto Silva, ganhador da promoção &#8220;Superman: O Homem de Aço&#8221;</a></li>
<li>Vídeo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=52iaXy7OyVg&amp;feature=related" target="_blank">Macaco Utilizando uma Ak-47 </a></li>
<li>Video: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NfQfhfLHlDg&amp;feature=related" target="_blank">Peituda do youtube como Elvira</a></li>
<li>Foto: <a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/levi.jpg" target="_blank">Motivo pelo qual Levi saiu no meio da gravação</a></li>
<li>Podcast: <a href="http://www.quadrim.com.br/" target="_blank">Quadrimcast</a></li>
</ul>
<h2>Playlist da Edição</h2>
<ul>
<li>Offspring &#8211; Why Don&#8217;t You Get a Job</li>
<li>Fatboy Slim &#8211; Right here, Right Now</li>
<li>Bebada Charmosa de Curitiba &#8211; Nossa, te amo, não me mata.</li>
<li>Ultraje a Rigor &#8211; Inútil</li>
<li>The Muppets &#8211; Mah Na Mah Na</li>
<li>Eminem feat. Boxxy &#8211; My Name is Boxxy</li>
<li>Tina Turner &#8211; Thunderdome</li>
<li>Mamonas Assassinas &#8211; Robocop Gay</li>
<li>Motörhead &#8211; Ace of Spades</li>
<li>Metallica &#8211; Fuel</li>
<li>Fatboy Slim &#8211; The sexyest man in Jamaica</li>
<li>Daft Punk &#8211; Derezzed (The Glitch Mob Remix)</li>
<li>Beach Boys &#8211; California Girls</li>
<li>Beach Boys &#8211; Surfin USA</li>
<li>Ai Wilson Vai</li>
<li>Buena Vista Social Club &#8211; Chan Chan</li>
<li>Orishas &#8211; El Kilo</li>
</ul>
<h2>Camisetas Vortex Cultural</h2>
<ul>
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		<title>[Crítica] Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011)</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 16:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Craig]]></category>
		<category><![CDATA[david fincher]]></category>
		<category><![CDATA[Millenium]]></category>
		<category><![CDATA[Os Homens que não amavam as mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Rooney Mara]]></category>
		<category><![CDATA[Stieg Larsson]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro plano que o espectador vê, logo no início de “Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, é a paisagem de uma vila sueca. Branca, fria e nevada. Tudo é perfeito. Tudo está em ordem. Pela beleza e &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-millenium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres-2011/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/The_Girl_with_the_Dragon_Tatoo_Wallpaper_1440x900_8167-615x330.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7040" title="The_Girl_with_the_Dragon_Tatoo_Wallpaper_1440x900_8167-615x330" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/The_Girl_with_the_Dragon_Tatoo_Wallpaper_1440x900_8167-615x330.jpg" alt="The Girl with the Dragon Tatoo Wallpaper 1440x900 8167 615x330 [Crítica] Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011)" width="630" height="300" /></a>O primeiro plano que o espectador vê, logo no início de “Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, é a paisagem de uma vila sueca. Branca, fria e nevada. Tudo é perfeito. Tudo está em ordem.</p>
<p>Pela beleza e “asseio”, o local remete muito mais a um cenário adequado a histórias natalinas ou a um conto de fadas infantil que a um thriller policial, costurado por assassinatos em série, esquartejamentos, estupros e relações incestuosas.<span id="more-6966"></span></p>
<p>E esse é justamente o truque. As coisas aqui não são o que parecem. Aliás, quase nunca são. É sabido que as ações mais sombrias costumam se disfarçar sob uma fachada de civilidade, gentileza e harmonia. Embora não pareça, o pior do ser humano está escondido naquela ilha de beleza gélida.</p>
<p>Além de um conto policial muito bem construído, “Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” é uma crítica contundente à hipocrisia imposta pela aparência. Ao quanto as percepções podem ser enganadas – muitas vezes de forma até letal &#8211; por noções superficiais de perfeição e normalidade. Neste caso, o clichê é mais que válido: imagem não é nada</p>
<p>O diretor David Fincher (Seven, Alien 3, Clube da Luta, O Quarto do Pânico, Zodíaco, A Rede Social) escancara essa noção ao adaptar a obra de Stieg Larsson – criador do best-seller que deu origem ao filme e das outras duas partes que formam a trilogia Millenium, “A Garota que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”.<br />
A trama começa quando o jornalista Mikael Blomkvist (Daniel Craig) recebe um telefonema em plena noite de Natal. Seu interlocutor, do outro lado da linha, o convida a ir até uma ilha afastada, na parte mais fria do território sueco, para ouvir uma proposta.</p>
<p>Blomkvist acabou de sofrer uma derrota nos tribunais por ter feito acusações sem provas contra um financista. Sua carreira e credibilidade, bem como sua vida pessoal, estão abaladas. Ele não tem muito a perder. Por issso, decide ir até o local.</p>
<p>Ao chegar lá, conhece o industrial Henrik Vanger (Christopher Plummer). Ele quer que o jornalista conduza uma investigação para descobrir quem é o assassino de sua neta, Harriet, desaparecida desde 1966. O milionário está convencido de que ela foi assassinada por um dos integrantes da própria família – todos moradores da mesma ilha &#8211; e quer provar sua tese.</p>
<p>O repórter reluta. Mas diante dos benefícios oferecidos por Vanger – um deles diretamente ligado a seus probelamas com a Justiça -, acaba aceitando.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-Girl-with-the-Dragon-Tattoo-2011.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7041" title="The-Girl-with-the-Dragon-Tattoo-2011" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-Girl-with-the-Dragon-Tattoo-2011.jpg" alt="The Girl with the Dragon Tattoo 2011 [Crítica] Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011)" width="400" height="563" /></a>A partir daí, a trama avança sobre dois trilhos que acabarão se unindo: a investigação feita pelo jornalista e o desenvolvimento de Lisbeth Salander (Rooney Mara, excelente), disparada a melhor e mais profunda personagem da história, e que também irá auxiliar o repórter na solução do mistério.</p>
<p>Hacker e investigadora com habilidades raras, Lisbeth não guarda espaço para sentimentos ternos. Eles existem, mas ela os mantém presos o mais fundo possível. A única coisa que importa é seu trabalho, ao qual se entrega com uma objetividade obsessiva. De fato, a jovem de 23 anos é tão direta e objetiva que transfere essa abordagem até mesmo para sua vida sexual. Ela tem as respostas. Ela precisa estar no comando.</p>
<p>É uma personagem de emoções primárias acentuadas – raiva, medo, timidez e fúria. Ao mesmo tempo, é possuidora de um forte senso moral. Certamente o mais sólido entre todos os que compõem a história.</p>
<p>Ao longo do filme, Lisbeth aparecerá em quatro cenas sexuais – dessas, apenas duas são consentidas. Repare como nessas últimas, é ela quem dá as cartas.</p>
<p>Já a primeira mostra o que ela está disposta a tolerar para continuar com o seu trabalho. A segunda, é um ato de violência – pelo qual a hacker e sua particular noção de Justiça farão com que o perpetrador pague da pior forma possível.</p>
<p>A abordagem visual escolhida por Fincher reflete a frieza e aparência de normalidade que formam o cenário ao redor dos personagens. A estética é “clean”. A luz é dura e branca, fazendo um paralelo com o ambiente coberto de neve da ilha.</p>
<p>As exceções ficam por conta das imagens referentes ao dia do desaparecimento de Harriet, quando todas as cenas são banhadas por um filtro dourado. Metáfora visual para dias mais ensolarados e felizes que já foram vividos naquela ilha.</p>
<p>Repare como, em pelo menos dois momentos, o cineasta retrata Blomqvist em planos gerais, pequeno diante de um ambiente nevado e frio. Nessas duas situações, o repórter tenta, sem sucesso, usar seu telefone celular. Não é possível. Não há sinal. A mensagem é clara: o jornalista está isolado na sua busca pela verdade e diante do enigma que precisa decifrar.</p>
<p>Craig empresta a fragilidade necessária à construção do repórter. Nem pense em ver o atual intérprete de James Bond realizando as mesmas ações dos filmes de 007. De jeito nenhum. Aqui, ele está até mesmo fisicamente mais fraco e magro. Uma aparência que ressalta o quanto ele pode ser uma presa fácil naquela trama.</p>
<p>A cenografia contribui para a sensação de frieza e isolamento. Quer exemplos? Na ilha, há dois tipos de imóveis: os muito pequenos, velhos e frios e os novos e modernos – esses últimos, principalmente a casa do personagem Martin (Stellan Skarsgärd) – são assépticos e extremamente impessoais. Quase sem traços de humanidade.</p>
<p>A trama é desenvolvida no ritmo de uma locomotiva: começa lenta e pausada &#8211; como todo bom início de investigação – e depois acelera rumo à solução definitiva do mistério, onde se chega por meio de uma longa e exaustiva análise de provas, informações cruzadas, entrevistas e imagens. Mas atenção. Fique atento. Este filme possui dois finais. Não se preocupe. Não se trata de anticlímax. É apenas a amarração de todas as pontas do enredo.</p>
<p>Vale uma menção muito especial à trilha incidental criada por Trent Reznor, o líder da banda de Rock/Tecno/Industrial Nine Inch Nails. Repare na tensão e agonia que seus teclados etéreos e ruídos eletrônicos provocam em cada cena. Isso sem falar na excelente versão que ele e Karen O (a vocalista dos Yeah Yeah Yeahs) fazem para “Immigrant Song”, do Led Zeppelin, que já podia ser ouvida no primeiro trailer e que aqui está nos créditos iniciais do filme.</p>
<p>Aliás, por falar na presença de Reznor, nesse sentido o próprio Fincher faz questão de dar uma piscadela para o público: logo no início do filme, um especialista em informática aparece usando uma camisa com o logotipo do Nine Inch Nails (NIN).</p>
<p>Ao fim de “Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, pelo menos duas mensagens ficam muito claras: a primeira é que o mal de verdade é insidioso e está mais perto do que imaginamos.</p>
<p>A segunda – e aqui não há qualquer intenção de pieguice ou conselhos de auto-ajuda – é que não importa quanto dinheiro você tem, quais roupas você veste ou quão alto você está na escala social. São suas ações que farão de você uma pessoa boa ou ruim.</p>
<p>Duvida?</p>
<p>Assista o filme e depois reflita&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-millenium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>[Crítica] O Garoto da Bicicleta</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/cinema/o-garoto-da-bicicleta/</link>
		<comments>http://www.vortexcultural.com.br/cinema/o-garoto-da-bicicleta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 14:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Cécile de France]]></category>
		<category><![CDATA[Dardenne]]></category>
		<category><![CDATA[garoto da bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Pierre Dardenne]]></category>
		<category><![CDATA[Luc Dardenne]]></category>

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		<description><![CDATA[Rejeição. Quem consegue lidar bem com ela? Todos já fomos rejeitados por alguém. Sabemos o quanto isso pode magoar, machucar e deixar marcas que levam tempo para serem cicatrizadas. Isso quando a cicatrização é possível. No entanto, na maioria das &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/o-garoto-da-bicicleta/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Slider_O-Garoto-de-Bicicleta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7003" title="Slider_O-Garoto-de-Bicicleta" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Slider_O-Garoto-de-Bicicleta.jpg" alt="Slider O Garoto de Bicicleta [Crítica] O Garoto da Bicicleta" width="630" height="300" /></a>Rejeição. Quem consegue lidar bem com ela?<br />
Todos já fomos rejeitados por alguém. Sabemos o quanto isso pode magoar, machucar e deixar marcas que levam tempo para serem cicatrizadas. Isso quando a cicatrização é possível.<span id="more-6917"></span></p>
<p>No entanto, na maioria das vezes, e sobretudo depois que nos tornamos adultos, as regras do jogo social nos obrigam a disfarçar esse mal estar e não deixar transparecer os efeitos devastadores que a rejeição de alguém que amamos pode provocar. Rejeição paterna, então&#8230;</p>
<p>Sinceramente, ninguém nasceu ou está totalmente preparado para conviver facilmente com essa emoção.</p>
<p>O que aconteceria, porém, se pudéssemos acompanhar a vida de alguém que não tem a menor preocupação em ocultar o quanto lhe transtorna o fato de ser rejeitado por uma pessoa fundamental em sua vida? <a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/o-garoto-da-bicicleta__.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7004" title="o-garoto-da-bicicleta__" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/o-garoto-da-bicicleta__.jpg" alt="o garoto da bicicleta   [Crítica] O Garoto da Bicicleta" width="500" height="333" /></a>É justamente esta experiência que temos em “O Garoto da Bicicleta”, longa mais recente dos irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne. Uma observação aguda dos efeitos da rejeição e do poder transformador que o amor de uma mulher pode provocar na vida de um jovem perdido.</p>
<p>Ao externar a tristeza pelo afastamento de seu pai, o jovem Cyril Catoul &#8211; interpretado de forma magnífica por Thomas Doret &#8211; expressa toda a fúria e frustração da forma mais intensa, violenta e descontrolada possível. As emoções mais agressivas e viscerais vêm à tona sem qualquer tipo de freio.</p>
<p>Ele quer encontrar e ser aceito pelo pai. E nada, nem ninguém, pode ficar no seu caminho. Por isso, Cyril é grosseiro, indisciplinado, agressivo e incontrolável. Um desafio para os educadores que trabalham no internato onde está trancado há um mês. Um teste pesado no exercício de tolerância e amor posto em prática pela cabeleireira Samantha (Cécile de France).</p>
<p>Logo no início, os dois se encontram de forma acidental, quando Cyril tenta entrar no apartamento do seu pai. Há uma identificação entre ambos quando Samantha devolve ao jovem a bicicleta que lhe havia sido roubada – único símbolo da união paterna que lhe restou. Os dois – o jovem e a mulher – passarão a se ver nos fins de semana.</p>
<p>A história deslancha.</p>
<p>Cyril é retratado quase que todo o tempo com uma camisa ou casaco vermelhos. Símbolo visual da raiva que há dentro dele. Há apenas dois ou três momentos ao longo da película nos quais ele está vestido de azul – quando está dormindo e durante uma cena num tribunal. <a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/O-Garoto-da-Bicicleta.jpg"><br />
</a></p>
<p>Ou seja, quando não está ligado às suas emoções, uma vez que não se encontra desperto, ou já mais à frente, quando sua própria personalidade está em transformação. Logo, é possível entender que, durante todo o tempo no qual está consciente, Cyril é guiado pela raiva e frustração. E esse sentimento de fúria só piora quando finalmente encontra a figura paterna que, ao invés de aceitação e carinho, dá ao garoto apenas a certeza de que ele não o deseja. Que quer vê-lo o mais longe possível.</p>
<p>O mal estar e o constrangimento da cena do encontro entre pai e filho são transmitidos de forma tão honesta, que fica difícil não sentir pelo menos um certo desconforto. O corte dado pelo pai levará o jovem à substituição dele por uma perigosa figura paterna e às consequências dessa aproximação.</p>
<p>A raiva, por ser cega, sempre pode ser direcionada para o mal. Basta que alguém mais malicioso e observador perceba isso. E essas consequências também chegam à vida de Samantha, que ignora os problemas causados pelo jovem e insiste em acolhê-lo movida por um sentimento que talvez nem ela mesma consiga descrever. Amor materno? Talvez&#8230;</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/O-Garoto-da-Bicicleta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7005" title="O-Garoto-da-Bicicleta" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/O-Garoto-da-Bicicleta.jpg" alt="O Garoto da Bicicleta [Crítica] O Garoto da Bicicleta" width="500" height="333" /></a>Os irmãos Dardenne registram toda a trama de forma naturalista. Sua câmera é quase voyeurística – parece estar espiando secretamente a vida dos personagens. Preste atenção especial às cenas gravadas dentro do carro de Samantha. A maneira como a lente passeia da direita para a esquerda e vice-versa, extremamente próxima, contrapondo os rostos dela e do jovem.</p>
<p>De um lado, amor. Do outro, cólera.</p>
<p>Há um embate emocional. Atenção especial também à cena retratada no pôster do filme, quando ambos passeiam num dia ensolarado à beira de um lago. Pouco mais à frente do fotograma usado no cartaz, eles trocam de bicicletas. Essa troca, entretanto, guarda um significado bem maior que a cessão de um veículo.</p>
<p>Ao pedalar a bicicleta de Samatha, Cyril mostra – de forma metafórica &#8211; que os sentimentos de amor oferecidos a ele pela cabelereira desde o início da trama finalmente estão fazendo efeito. Ele está se transformando. E essa transformação é testada na sequência final, quando o próprio garoto é vítima de um ato de violência.</p>
<p>Ao fim, os dois cineastas deixam uma mensagem: a rejeição vai te fazer sofrer e sentir raiva. Mas o amor da pessoa certa pode te transformar. No fim das contas, a escolha é pessoal. E Cyril faz a dele.</p>
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		<title>[Crítica] Sherlock Holmes &#8211; O Jogo de Sombras</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Good</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes de detetive]]></category>
		<category><![CDATA[guy ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[robert downey jr]]></category>
		<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>

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		<description><![CDATA[A temporada dos blockbusters deste ano começou, para nós brasileiros, com uma estréia atrasada de 2011, mas foi em grande estilo. Sherlock Holmes – O Jogo de Sombras, continuação do filme de 2009 (que por aqui saiu já em 2010), traz novamente Guy &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-sherlock-holmes-o-jogo-de-sombras/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Sherlock-Holmes-A-Game-of-Shadows-Movie-Poster-©-Warner-Bros.1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6999" title="Sherlock-Holmes-A-Game-of-Shadows-Movie-Poster-©-Warner-Bros.1" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Sherlock-Holmes-A-Game-of-Shadows-Movie-Poster-©-Warner-Bros.1.jpg" alt="Sherlock Holmes A Game of Shadows Movie Poster © Warner Bros.1 [Crítica] Sherlock Holmes   O Jogo de Sombras" width="630" height="300" /></a>A temporada dos blockbusters deste ano começou, para nós brasileiros, com uma estréia atrasada de 2011, mas foi em grande estilo. Sherlock Holmes – O Jogo de Sombras, continuação do filme de 2009 (que por aqui saiu já em 2010), traz novamente Guy Ritchie na direção e Tony Stark no papel principal. O que? Tudo bem, vamos fingir que o nome “real” dele é Robert Downey Jr.<span id="more-6992"></span></p>
<p>Em 1891, grupos nacionalistas promovem atentados por toda a Europa, gerando um clima de desconfiança e medo, e uma guerra mundial parece iminente. Sherlock Holmes tem certeza de que por trás de tudo está o gênio conspirador James Moriarty, um respeitado acadêmico e colaborador do governo britânico. O problema é que, mesmo se dedicando febrilmente ao caso, o detetive não tem provas concretas, e pra piorar, seu fiel amigo John Watson está prestes a se casar e nem um pouco disposto a ajudá-lo em suas loucas aventuras.</p>
<p>Tudo nesta seqüência evoluiu muito em relação ao primeiro filme, que se sustentava quase que unicamente no carisma do protagonista. As investigações de Holmes, sempre baseadas num dom de observação praticamente sobre-humano, ganharam muito mais espaço. Continuam as ótimas cenas de ação, com Ritchie mais Zack Snyder do que nunca, um tom humorístico muito forte, e a inevitável pegada steampunk, com tecnologia revolucionária explosões mil. Porém, isso não fica forçado, pois a trama enfoca justamente a indústria de armas e sua rápida evolução.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/holmes2a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7000" title="holmes2a" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/holmes2a.jpg" alt="holmes2a [Crítica] Sherlock Holmes   O Jogo de Sombras" width="500" height="331" /></a>Mas onde o filme realmente supera folgadamente seu antecessor, é no vilão. O clássico arquiinimigo de Holmes possibilitou uma história mais grandiosa e ousada, e um sensacional embate intelectual entre dois gênios. Tão empolgante que não incomodam nem por um segundo os clichês monstruosos de 1) vilão como uma cópia evil do herói, e 2) Associar uma partida de xadrez aos estrategistas e seus planos.</p>
<p>Falando das atuações, Downey Jr. parece até mais a vontade no papel, somando ao sotaque inglês meio mequetrefe um ar perturbado totalmente<br />
<em>dorgas, mano</em>. Jared Harris está absurdo como Moriarty, chegando até a roubar a cena do herói em vários momentos. Jude Law, como deveria ser, faz um Watson discreto, o contraponto perfeito a Holmes. Já a cigana Simza vivida por Noomi Rapace não serve pra muita coisa fora movimentar a trama na direção necessária, a delícia Rachel McAdams reprisa o papel de Irene Adler numa (infelizmente) curta participação, e Stephen Fry faz uma divertida ponta como Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock, mostrando uma afetação britânica nível máximo.</p>
<p>Como ponto fraco, vale citar a fotografia muito escura em alguns momentos. Tudo bem que é um filme de época e a iluminação não era grande coisa, mas cinema é espetáculo, eu gostaria de VER tudo o que acontece! Além disso, alguns momentos mais dramáticos ficaram deslocados, mesmo sendo bem executados, devido ao clima comédia predominar durante a maior parte do filme. Nada que tire o brilho dessa aventura divertidíssima, que certamente vale o ingresso. E dando spoiler da última cena, tomara que a resposta seja “não”.</p>
<p>Ps: Sei que já tem um filme brasileiro disso, mas&#8230; uma continuação adaptando O Xangô de Baker Street. Pensem o quão ÉPICO seria.</p>
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		<title>[Crítica] Sherlock Holmes</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 22:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[robert downey jr]]></category>
		<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Baker Street, Apartamento 221B. Aproveitando a chegada da nova adaptação, sobre o detetive mais famoso do mundo, Sherlock Holmes (não nerds, não é o Batman), decidi fazer um review rápido sobre o que achei do primeiro filme. Filmes sobre o &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-sherlock-holmes/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/sherlock-holmes-holmes_5311_1024x768.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6997" title="sherlock-holmes--holmes_5311_1024x768" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/sherlock-holmes-holmes_5311_1024x768.jpg" alt="sherlock holmes holmes 5311 1024x768 [Crítica] Sherlock Holmes" width="630" height="300" /></a>Baker Street, Apartamento 221B.</em><br />
Aproveitando a chegada da nova adaptação, sobre o detetive mais famoso do mundo, Sherlock Holmes (não nerds, não é o Batman), decidi fazer um review rápido sobre o que achei do primeiro filme.</p>
<p>Filmes sobre o Holmes não são novidade. Desde que a obra caiu em domínio público, tivemos a oportunidade de conhecer diferentes versões do detetive inglês, até mesmo Jô Soares fez a sua. Com Guy Ritchie, a coisa não poderia ser diferente.<span id="more-6347"></span></p>
<p>Quem esperava ver algo idêntico aos livros vai perder tempo. Não que não exista o Sherlock dedutivo, tem sim, mas o gentleman inglês, a persona séria, arrogante e um tanto enigmática, é quase nula nessa adaptação. Isso é natural, tendo Guy Ritchie na direção, um diretor autoral que, evidentemente, vai deixar sua marca no filme, a menos que fosse barrado pelos produtores, o que parece não ter acontecido.</p>
<p>Ritchie aborda a faceta mais aventureira do herói, enaltece sua paixão pelo boxe a um novo patamar e o despe da seriedade londrina, que é tão comum em seus livros. E é claro que não faltam os ótimos diálogos (rápidos e afiados), takes em slow motion que antecedem algumas ações, personagens sujos e porradaria, detalhes que Guy Ritchie adora colocar em seus filmes, tudo isso somado a excelente trilha de Hans Zimmer.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/2009_sherlock_holmes_002.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6996" title="2009_sherlock_holmes_002" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/2009_sherlock_holmes_002.jpg" alt="2009 sherlock holmes 002 [Crítica] Sherlock Holmes" width="500" height="358" /></a>Mesmo com o inglês britânico um pouco forçado, Robert Downey Jr. esbanja carisma na construção de seu personagem. Jude Law trabalhou muito bem e teve uma ótima química com seu parceiro. O vilão interpretado por Mark Strong enche a sala cada vez que aparece. O único problema no elenco é Rachel McAdams que veio com a proposta de fazer o papel de sedutora no filme, mas não consegue cumprir bem isso, felizmente não é nada que prejudique a história.</p>
<p>O plot é básico, após Lord Blackwood(Mark Strong) ser capturado por Holmes e Watson e ser entregue a Scotland Yard, acaba sendo condenado a morte, pelo assassinato de 5 mulheres, envolvendo rituais de magia negra. Com a resolução do caso e sem nenhuma investigação que instigue sua mente dedutiva, Holmes se isola do mundo aguardando algo que atraia sua atenção. A trama tem suas reviravoltas, Holmes demonstra toda sua perspicácia de grande detetive e a história deixa em seu desfecho a apresentação de um grande inimigo de Holmes.</p>
<p>Sherlock Holmes não é o melhor, nem o pior filme de Guy Ritchie. Tem seus méritos, já que conseguiu fazer um grande blockbuster sem perder sua assinatura.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-sherlock-holmes/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>[Crítica] 2 Coelhos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[O estreante Afonso Poyart cria uma narrativa inédita no cinema brasileiro, vomitando uma série de referências à cultura pop, aos quadrinhos (a apresentação de seus personagens é um bom exemplo), games (uso de computação gráfica simulando jogos como GTA) e &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-2-coelhos/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/1043755687-2coelhos_3-615x330.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6978" title="2 Coelhos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/1043755687-2coelhos_3-615x330.jpg" alt="1043755687 2coelhos 3 615x330 [Crítica] 2 Coelhos" width="630" height="300" /></a>O estreante Afonso Poyart cria uma narrativa inédita no cinema brasileiro, vomitando uma série de referências à cultura pop, aos quadrinhos (a apresentação de seus personagens é um bom exemplo), games (uso de computação gráfica simulando jogos como GTA) e o próprio visual nos remete a alguns diretores do cinema norte-americano, como Zacky Snyder, além de uma narrativa visivelmente influenciada por grandes mestres como Quentin Tarantino. Contudo, essas referências servem apenas como elementos no universo apresentado pelo cineasta. As influências existem, mas em nenhum momento a identidade da nossa cultura é perdida.<span id="more-6914"></span></p>
<p>2 Coelhos conta a história de Edgar, que passa seus dias ou vendo filmes pornográficos em seu computador ou jogando videogame em sua TV. Seus planos como jovem adulto não deram certo e agora ele elabora um plano complexo em que visa resolver dois problemas simultaneamente ao concretizá-lo. No decorrer do filme, descobrimos a ligação do protagonista com Walter (Caco Ciocler) e Julia (Alessandra Negrini).</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/2coeios.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6979" title="2 Coelhos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/2coeios.jpg" alt="2coeios [Crítica] 2 Coelhos" width="500" height="300" /></a>Com uma estrutura narrativa não-linear e intervenções gráficas para explicar alguns trechos da história, 2 Coelhos é mais do que competente. Apesar do excesso visual, o que acabamos vendo é algo autêntico. O roteiro do próprio Poyart fala de temas recorrentes no cinema brasileiro, como corrupção e violência, com um ar de filme noir. Edgar é um personagem dúbio, com narração em off, Alessandra Negrini é a femme fatale, e que lugar melhor para ambientar uma história do gênero do que na cinzenta cidade de São Paulo.</p>
<p>Assim como em &#8220;Tropa de Elite&#8221;, a trama expõe um Brasil corrupto, com leis que beneficiam os favorecidos e prejudicam aqueles que realmente precisam dela. Contudo, o filme não tem a pretensão de colocar o dedo na ferida e escancarar as mazelas sociais do povo brasileiro e nem de ir à fundo na corrupção. Até porque não é esse o objetivo do longa. O filme é uma forma de desabafo, mas mais do que isso, 2 Coelhos quer mais é brincar com o tema de forma ácida do que fazer um filme-denúncia.</p>
<p>A direção e fotografia são mais do que competentes, mas pecam pelo excesso, porém é algo que é facilmente relevado levando em conta que este é o primeiro filme do diretor, além do que, a forma como o roteiro se encaixa com o desenvolvimento da trama faz com que esqueçamos isso. Destaco a cena de tiroteio que ocorre na praça Roosevelt, em São Paulo, digna de filmes policiais norte-americanos com grande orçamento.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/CacoCiocler_2Coelhos_fotoDivulgacao1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6980" title="2 Coelhos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/CacoCiocler_2Coelhos_fotoDivulgacao1.jpg" alt="CacoCiocler 2Coelhos fotoDivulgacao1 [Crítica] 2 Coelhos" width="500" height="268" /></a>O elenco tem seus problemas e acertos. Fernando Alves Pinto se sai muito bem como protagonista, é um personagem que sabe o que quer. Alessandra Negrini (sempre linda) parece não se firmar na sua personagem e em alguns momentos parece ligada no piloto automático. O mesmo não pode se dizer de Caco Ciocler que praticamente não tem diálogos durante o filme e ainda assim rouba a cena, tudo isso apenas com expressões corporais. Roberto Marchese interpreta o deputado Jader e coloca todo o cinismo necessário para tornar crível algumas ações do mesmo. Por último, mas não menos importante, Marat Descartes é Maicom, um vilão que não mede esforços para alcançar seus objetivos, uma pena que sua personagem exagere na &#8220;canalhice&#8221;.</p>
<p>2 Coelhos é um filme que cresce cena-a-cena e até o final da trama se consolida como algo que vai muito além do visual. O cinema brasileiro agradece.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-2-coelhos/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>[Crítica] As Aventuras de Tintin</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[hergé]]></category>
		<category><![CDATA[steven spielberg]]></category>
		<category><![CDATA[tintin]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao chegar no fim de “As Aventuras de Tintin” fica difícil, mas muito difícil mesmo imaginar que qualquer outro diretor possa fazer uma adaptação do principal personagem do cartunista Hergé tão impressionante quanto a realizada por Steven Spielberg. A ideia &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-as-aventuras-de-tintin/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-Adventures-of-Tintin-2011_2560x1920.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6968" title="The-Adventures-of-Tintin-2011_2560x1920" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-Adventures-of-Tintin-2011_2560x1920.jpg" alt="The Adventures of Tintin 2011 2560x1920 [Crítica] As Aventuras de Tintin" width="630" height="300" /></a>Ao chegar no fim de “As Aventuras de Tintin” fica difícil, mas muito difícil mesmo imaginar que qualquer outro diretor possa fazer uma adaptação do principal personagem do cartunista Hergé tão impressionante quanto a realizada por Steven Spielberg.<span id="more-6841"></span></p>
<p>A ideia de se levar Tintim às telas é antiga. Afinal, ele mesmo, o próprio personagem, também já passou dos 80 anos: sua primeira publicação data de 1929. Por todo esse tempo de existência, não é difícil imaginar quantas pessoas já imaginaram como seria ver as aventuras do jovem repórter na tela grande.</p>
<p>Também é fato conhecido há bastante tempo na Europa que, tanto o artista belga quanto a crítica – sobretudo a francesa -, acreditavam que Spielberg era o homem certo para o trabalho. Diz a lenda que Hergé ficou encantado depois de ter assistido “Caçadores da Arca Perdida” e que viu no cineasta americano a pessoa ideal na transposição de sua criação mais conhecida para a sala escura.</p>
<p>E agora que o filme chegou ao circuito, é possível afirmar: ele estava absolutamente certo. Spielberg acerta do início ao fim em “As Aventuras de Tintim”. E o primeiro acerto precede o filme em si.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/the_adventures_of_tintin_6.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6969" title="the_adventures_of_tintin_6" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/the_adventures_of_tintin_6.jpg" alt="the adventures of tintin 6 [Crítica] As Aventuras de Tintin" width="500" height="300" /></a>A opção por usar cenários virtuais e o recurso da captura de movimentos foi preciosa. Os principais detalhes encontrados nos personagens que formam a história de Tintim nos quadrinhos estão lá: o capitão Haddock, os inspetores Dupont e Dupond e o fox terrier Milu – que, aliás, em vários momentos se transforma no personagem principal do filme.</p>
<p>Todos retratados com uma fidelidade que dificilmente vai decepcionar quem acompanha as viagens dos personagens nos álbuns originais. É a prova do respeito que o cineasta tem pelo material original. Ou seja, a caracterização está mantida.</p>
<p>Imaginar uma versão com atores reais chega a dar calafrios. Isso porque determinados personagens têm características físicas tão cartunescas – traços exagerados ou minimalistas, retratação em cores berrantes – que torna praticamente impossível imaginá-los sendo vividos por seres humanos.</p>
<p>São justamente os exageros visuais dessas criações que nos transportam para outros lugares e garantem a fantasia. E quando se fala em fantasia, de fato ninguém supera Spielberg. Um dos maiores clichês sobre o cineasta é dizer que, em boa parte de suas obras, ele ainda mantém um olhar de criança ao filmar. Tintin comprova a afirmação.</p>
<p>“As Aventuras de Tintin” é um filme de ação desde o início. Sem o menor pudor de se assumir como tal. E esse talvez seja um de seus maiores méritos. O ritmo é acelerado, porém os cortes não são fragmentados &#8211; aqui não há o que se convencionou chamar de &#8220;estética MTV&#8221;. Trata-se de uma ação contínua: uma cena puxa a outra e a outra e a outra e assim por diante.</p>
<p>Muitos poderão até achar engraçado, mas ver esse filme faz imaginar o quanto Spielberg deve ter assistido as obras de François Truffaut. A câmera é de uma leveza e fluência assustadoras, que lembram muitos momentos do autor francês. E o meio virtual no qual a produção foi registrada rompe qualquer amarra que a realidade física poderia impôr ao cineasta.</p>
<p>A construção dos personagens fica em segundo plano, porém não é esquecida. E nesse ponto, nenhum chama mais a atenção que Haddock. Talvez para dar um pouco mais de drama e sofrimento, no filme o capitão é bem mais viciado em bebida que nos quadrinhos – o que, certamente, aprofunda sua fragilidade e, por consequência, sua dimensão humana.</p>
<p>E aqui cabe sublinhar mais um trabalho primoroso do ator Andy Serkis. Que ele não fique estigmatizado, mas o homem se tornou um mestre na composição de personagens virtuais, vide o “Gollum” de “O Senhor dos Anéis” e o César de “Planeta dos Macacos – A Origem”.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/TINTIN-SPOTLIGHT.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6970" title="TINTIN-SPOTLIGHT" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/TINTIN-SPOTLIGHT.jpg" alt="TINTIN SPOTLIGHT [Crítica] As Aventuras de Tintin" width="500" height="300" /></a>Em meio a tantas cenas de ação bem construídas, com muitos tiros e socos – quem leu os quadrinhos sabe que as histórias de Tintim não podem ser exatamente classificadas como “infantis”. Esse é um erro recorrente &#8211; , uma delas se destaca: preste muita atenção na sequência da fuga do castelo, no Marrocos. Se você não se movimentar na cadeira pelo menos um pouco com a agilidade das tomadas e a sucessão de cenas para se chegar à conclusão da sequência, acredite: há algo errado contigo.</p>
<p>Outro excelente momento ocorre quando Haddock finalmente se lembra da história contada por seu avô – fundamental para a compreensão da trama. Repare na precisão da sequência de fusões e flashbacks que o diretor cria para que a história fique coerente aos olhos do espectador.</p>
<p>É um filme para sair da sessão de cinema pensando seriamente em descer escorregando pelo corrimão da escada. Para voltar a se sentir um pouco como os garotos que já fomos numa época de nossas vidas.Sensação semelhante à que experimentamos quando assistimos Indiana Jones.</p>
<p>Aliás, veja como Tintim, numa das cenas citadas acima, utiliza uma motocicleta com sidecar muito parecida como a usada por Harrison Ford e Sean Connery em “Indiana Jones e a Última Cruzada”.</p>
<p>Há quem veja muitas semelhanças entre o repórter criado por Hergé e o arqueólogo concebido por Spielberg e George Lucas.</p>
<p>Sinceramente: bendita semelhança.</p>
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		<title>20 Filmes Essenciais de 2011 (Parte Um)</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 13:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Fazer uma lista de melhores filmes nunca é uma tarefa fácil. A quantidade de filmes é sempre enorme, o tempo escasso e as reclamações por esquecer de algo é sempre frequente. Por mais que você deixe claro se tratar de &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/20-filmes-essenciais-de-2011-parte-um/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/6564508825_4dc690f31a_o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6922" title="6564508825_4dc690f31a_o" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/6564508825_4dc690f31a_o.jpg" alt="6564508825 4dc690f31a o 20 Filmes Essenciais de 2011 (Parte Um)" width="630" height="300" /></a>Fazer uma lista de melhores filmes nunca é uma tarefa fácil. A quantidade de filmes é sempre enorme, o tempo escasso e as reclamações por esquecer de algo é sempre frequente. Por mais que você deixe claro se tratar de uma lista pessoal, sempre vai aparecer alguém reclamando sobre algum filme que foi deixado para trás ou pelo filme tal estar nessa lista. Pois bem, ainda assim decidi fazer essa lista, mas opitei por deixar de lado o quesito &#8220;melhores filmes&#8221;, por um amigável &#8220;filmes essenciais&#8221;, quem sabe evito futuros conflitos.</p>
<p><span id="more-6832"></span> Optei por listar os filmes que tem estréia em 2011 nos seus países de origem, do contrário estaria presente Bravura Indômita, Cópia Fiel e tantos outros de 2010 mas que chegaram no Brasil apenas em 2011. Deixei de lado alguns blockbusters de lado, pelo simples motivo de já terem sido comentados na lista feita pelo Jackson, o que caso não tivesse ocorrido, certamente figurariam por aqui.</p>
<p>Dito isso, vamos à primeira parte da lista (a listagem abaixo não segue ordem de preferência).</p>
<p><strong><strong>Margin Call – O Dia Antes do Fim<br />
</strong></strong>Um filme que retrata a crise norte-americana de 2008 com um clima digno de filme de &#8216;catástrofe&#8217; ou de &#8216;fim de mundo&#8217;. O que se olharmos bem, faz todo sentido. A história 0corre durante a madrugada, em um banco de investimentos que acaba de descobrir que a bolha já estourou, sua única alternativa é vender todas as ações, títulos e papéis que a empresa tem para evitar a falência.</p>
<p>Margin Call acerta onde outros não chegaram nem perto, como o caso de Wall Street 2. A forma como retrata o colapso do mercado financeiro de forma e a ganância do capitalismo selvagem é digna de aplausos. Tudo isso somado a um estelar elenco.</p>
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<p><strong>Compramos Um Zoológico<br />
</strong>Ok, o filme não é tudo isso. Eu sei disso, mas Cameron Crowe consegue mesclar um drama familiar com comédia sem soar clichê. Só por isso sua empreitada já é louvável. Apesar de errar a mão na construção de alguns personagens e se estender mais do que deveria, Crowe dá um banho de sensibilidade. Singelo e cheio de sutilezas.</p>
<p>Compramos Um Zoológico é um filme sobre descoberta de novas oportunidades, negação sobre a morte e de como se reencontrar após uma perda como essa, enfim, seguir em frente. Uma ode ao otimismo e ao recomeço.</p>
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<strong></strong></p>
<p><strong>50%<br />
</strong>O longa-metragem do novato Jonathan Levine tinha tudo para  ser um daqueles filmes feitos para você chorar do início ao fim, retratando o dia-a-dia de um paciente com câncer. Confesso que esse gênero de filme não me agrada nenhum pouco e boa parte deles tem um papel social péssimo, mais atrapalhando do que ajudando. Levine deixou de lado o mar de prantos proporcionado por esses tipos de filmes e faz um filme leve e divertido sem deixar de lado o drama vivido pelo personagem, e acima de tudo, sem soar desrespeitoso.</p>
<p>O título faz menção a porcentagem que o protagonista tem de sobreviver a doença, e diferente dos filmes do mesmo gênero, 50% busca uma visão otimista para o tema, inclusive ao mostrar a dor dos amigos e parentes próximos, as dúvidas sobre o futuro que uma pessoa nestas condições tem. Destaques para as atuações e a incrível trilha incidental de Michael Giacchino e o belo fechamento com Yellow Ledbetter do Pearl Jam. Delicado, autêntico e uma grande lição de obstinação.</p>
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<p><strong>O Guarda </strong>- <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-35-especial-cinema-e-teatro/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><strong><br />
</strong>O Guarda deixa claro a máxima de que &#8216;Todas as histórias já foram escritas, o que importa é a forma como elas são contadas&#8217;. E de fato é isso que o filme faz. O diretor John Michael McDonagh resgata o gênero de &#8216;dupla de policiais&#8217; com pitadas de um western moderno.Brendan Gleeson, em uma interpretação recheada de nuances que vai de policial racista, rabugento, acomodado e por vezes corrupto, mas que não deixa de ser extremamento competente e verdadeiro em suas ações.</p>
<p>Despretensioso, cínico, sarcástico, inteligente, divertido e até mesmo melancólico em alguns momentos, O Guarda vira o gênero do avesso e tudo isso sem soar gratuito ou ofensivo.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/20-filmes-essenciais-de-2011-parte-um/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>Rango </strong>- <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-27-exploitation-alienigenas-desalmados-e-cowboys-reptilianos/#comments" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
Como um grande admirador do gênero Western, não poderia deixar Rango fora de uma lista de filmes de 2011. Reunindo todas as referências típicas dos filmes de faroestes, um roteiro simples e uma animação impecável, faz de Rango a melhor animação de 2011 disparado. O roteiro tem seus problemas, o fato de seguir o padrão &#8216;jornada do herói&#8217; me cansa um pouco, contudo, o diretor Gore Verbinski conseguiu contornar bem isso e transformar o personagem título de um andarilho-errante em um grande herói utilizando bem os clichês do próprio gênero.</p>
<p>Só pela coragem de fugir de convenções gratuitas e infantilóides típicas de animações infantis que teimam em julgar que crianças são bobas, Rango já merece ser aplaudido de pé. A Pixar que se cuide.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/20-filmes-essenciais-de-2011-parte-um/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>Tudo Pelo Poder </strong>- <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-35-especial-cinema-e-teatro/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
Ambientado nas primárias do partido democrata americano onde buscam definir quem será o candidato a concorrer a eleição a presidência do país, Tudo Pelo Poder é certeiro ao escancarar o quão corruptível o mundo político pode ser, seja na figura do idealista Stephen Myers (Gosling), ou na do próprio candidato e atual Gorvernador Mike Morris (Clooney).</p>
<p>Tupo Pelo Poder não é o primeiro filme ao retratar o jogo político, mas sua abordagem inicial cria um clima de morte da inocência e coloca o espectador na linha de frente para assistir ao assassinato sem puder fazer nada para mudar isso. Transformando-o quase num cúmplice do que ocorre em tela.</p>
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<p><strong>Another Earth<br />
</strong>Another Earth traz uma premissa de que um planeta espelho a Terra acaba de ser identificado em nosso sistema solar. Um planeta idêntico ao nosso, como disse, um planeta espelho. Com base neste fato, o destino de dois personagens se cruzam e suas vidas nunca mais serão as mesmas.</p>
<p>&#8220;<em>O que você faria se encontrasse uma versão de si mesmo?</em>&#8221; são um dos questionamentos que o filme traz, o que pode parecer uma idéia absurda, mas metaforicamente, muitos de nós, ao se olhar frente à um espelho não se deparou com uma figura que não é familiar a si mesmo, uma figura de quem se perdeu durante o caminho, fez um escambo com aquilo que eram seus sonhos e seus ideais. Complicado dizer o que criticar em um filme como esse, apesar de um drama com fundos de ficção científica, Another Earth não é pretensioso e nem se estende mais do que deveria, dura somente o necessário e passa sua mensagem a quem estiver disposto a ouvi-lá.</p>
<p><em>É preferível tentar viver sem saber o que pode te esperar ou continuar vivendo em desgraça e sofrimento?</em></p>
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<p><strong>Árvore </strong><strong>da Vida</strong> - <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-30-os-mastodontes-na-terra-da-arvore-melancolica-esmeralda/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><strong><br />
</strong>Infelizmente Árvore da Vida foi um daqueles filmes onde se comenta mais sobre as saídas dos espectadores do longa durante sua exibição nos cinemas que do filme em si. Uma pena, já que deixa claro que boa parte do público não está mais interessada em pensar, apenas digerir pensamentos liquefeitos.</p>
<p>É lógico que o filme não segue uma história tradicional, talvez por isso tenha sido tão malhado pelas pessoas que achavam que veriam apenas mais um filme do Brad Pitt. A narrativa de Árvore da Vida é composta por imagens, quase sem diálogos, e que em sua essência não passa de uma viagem sobre a existência humana, tudo isso de forma não linear. Um estudo sobre a vida, o amor e os relacionamentos. Uma experiência áudio-visual.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/20-filmes-essenciais-de-2011-parte-um/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>A Pele Que Habito </strong>- <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-33-aquela-de-final-de-ano/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
Almodóvar retoma sua parceria com Antonio Banderas e cria uma obra-prima. Apesar de diferente de seus trabalhos anteriores, A Pele Que Habito tem toda assinatura típica do diretor, obsessões, sexo, solidão, tudo isso num misto de thriller de suspense, ficção científica e horror. Banderas se torna quase um cientista louco, decidido a criar uma espécie de pele perfeita que seria uma revolução entre os cirurgiões plásticos, e como todo cientista maluco, seu personagem não mede esforços e passa por cima de tudo para realizar seus anseios.</p>
<p>Não vou me alongar nesta pequena resenha, pois qualquer detalhe estragaria a experiência do filme. A Pele Que Habito é um filme que te faz sentir-se desconfortável com o que vê, talvez por isso seja tão genial. Contudo, a maior mensagem do filme é sobre quem somos.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/20-filmes-essenciais-de-2011-parte-um/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>Meia-Noite em Paris &#8211; </strong><a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-29-retrospectiva-de-cinema/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><strong><br />
</strong>Woody Allen é um dos meus diretores favoritos e Meia Noite em Paris já entrou para o meu top 10 de filmes dele. Em 2005, Woody Allen começou a filmar na Europa, dessas viagem surgiram Vicky Cristina Barcelona, Scoop, Match Point e outros. Em 2011 foi a vez de Paris e o cineasta acertou em cheio.</p>
<p>Woody Allen, dessa vez personificado na figura de Owen Wilson é um roteirista de Hollywood que sonha escrever seu primeiro romance, viaja para Paris com sua noiva e seus sogros, e ali sem mais nem menos embarca em uma viagem de volta aos anos de ouro, em plena década de 20, onde tem diálogos incríveis com Hemingway, Pablo Picasso, Salvador Dali, Luis Buñuel (em uma conversa interessantissima sobre seu &#8220;Anjo Exterminador).</p>
<p>Allen cria uma linda história de amor por Paris e por uma época que serviu de catarse para o que viria a seguir.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/20-filmes-essenciais-de-2011-parte-um/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>Agenda Cultural 36 &#8211; Especial: Séries, Animes e Mangás</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 17:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma edição da agenda chegando e com ela mais uma série de participações de convidados especiais. No bloco de séries tivemos a presença de Hugo Soares do Pauta Livre News, Hell do Melhores do Mundo e Carlos Voltor do &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-36-especial-series-animes-e-mangas/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner36.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6906" title="banner36" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner36.jpg" alt="banner36 Agenda Cultural 36   Especial: Séries, Animes e Mangás" width="630" height="300" /></a>Mais uma edição da agenda chegando e com ela mais uma série de participações de convidados especiais. No bloco de séries tivemos a presença de Hugo Soares do Pauta Livre News, Hell do Melhores do Mundo e Carlos Voltor do <del>Jovem Nerd</del> Adolescente Geek. Ainda neste programa, Laivindil e Darkonix retornam em mais uma participação trazendo suas dicas de Animes e Mangás de 2011. Enjoy it!<span id="more-6898"></span></p>
<p><strong>Duração:</strong>  88 mins.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<strong><br />
</strong><strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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<h2>Comentados na edição</h2>
<ul>
<li><a href="http://melhoresdomundo.net/" target="_blank">Melhores do Mundo</a></li>
<li><a href="pautalivrenews.com" target="_blank">Pauta Livre News</a></li>
<li><a href="http://jcast.com.br/" target="_blank">JCast</a></li>
</ul>
<h2>Blocos</h2>
<p>SÉRIES &#8211; Com Flávio Vieira, Bruno Gaspar, Hugo Soares, Hell e Carlos Voltor</p>
<div>
<ul>
<li>Dexter</li>
<li>Boardwalk Empire</li>
<li>Breaking Bad</li>
<li>The Boss</li>
<li>Terra Nova</li>
<li>Homeland</li>
<li>The walking dead</li>
<li>Game of Thrones</li>
<li>Sons of Anarchy</li>
<li>Thundercats</li>
<li>Futurama</li>
<li>House</li>
<li>Two And Half Men</li>
<li>American Horror History</li>
<li>2 Broke Girls</li>
<li>New Girl</li>
<li>Man Up!</li>
<li>Supernatural</li>
<li>Once Upon a Time</li>
<li>Grim</li>
<li>The Killing</li>
<li>The Good Wife</li>
<li>Death Valley</li>
<li>Todd and The Book of Pure Evil</li>
<li>Fringe</li>
</ul>
<p>ANIMES/MANGÁS &#8211; Com André Kirano, Darkonix e Laivindil</p>
<ul>
<li>Madoka Magica</li>
<li>Horo Mosuko</li>
</ul>
<h2>Camisetas Vortex Cultural</h2>
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		<itunes:summary>Mais uma edição da agenda chegando e com ela mais uma série de participações de convidados especiais. No bloco de séries tivemos a presença de Hugo Soares do Pauta Livre News, Hell do Melhores do Mundo e Carlos Voltor do Jovem Nerd Adolescente Geek. Ainda neste programa, Laivindil e Darkonix retornam em mais uma participação trazendo suas dicas de Animes e Mangás de 2011. Enjoy it!
Duração:  88 mins.
Edição: Flávio Vieira
Trilha Sonora: Flávio Vieira
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		<title>[Crítica] O Espião que Sabia Demais</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Vamos deixar bem claro, logo no início do texto, a informação mais importante sobre “O Espião que Sabia Demais”: trata-se de um filme absolutamente dedicado à espionagem. Já sei o que você pode estar pensando. “É óbvio que &#8216;O Espião &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-espiao-que-sabia-demais/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Cena-7-O-Espiao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6868" title="Cena-7-O-Espiao" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Cena-7-O-Espiao.jpg" alt="Cena 7 O Espiao [Crítica] O Espião que Sabia Demais" width="630" height="300" /></a>Vamos deixar bem claro, logo no início do texto, a informação mais importante sobre “O Espião que Sabia Demais”: trata-se de um filme absolutamente dedicado à espionagem.</p>
<p>Já sei o que você pode estar pensando.<span id="more-6783"></span></p>
<p>“É óbvio que &#8216;O Espião que Sabia Demais&#8217; é sobre espionagem! Todo mundo sabe disso!”.</p>
<p>Sim, meu amigo. Mas é justamente aí que você pode se enganar.</p>
<p>Quando se fala em espionagem no cinema, a associação mais comum é com filmes da série 007 ou, na última década e meia, com os episódios das franquias Missão Impossível e Bourne. Ou seja, filmes com algum – pouco &#8211; conteúdo relacionado à espionagem e imensas doses de ação.</p>
<p>“O Espião que Sabia Demais” não poderia ser mais diferente dos exemplos citados acima.</p>
<p>Gosta de tiroteios? “O Espião que Sabia Demais” não tem nenhum.</p>
<p>É fascinado por perseguições de carros em alta velocidade? Em “O Espião que Sabia Demais”, não há uma sequer.</p>
<p>Aprecia muita pancadaria e explosões? “O Espião que Sabia Demais” passa longe disso tudo.</p>
<p>Agora que as ressalvas foram feitas e você está advertido, vamos direto ao ponto: “O Espião que Sabia Demais” é uma das melhores películas lançadas nos últimos tempos.</p>
<p>O filme, como se sabe, é a adaptação do romance homônimo, escrito por John le Carré – um dos mais populares autores de romances de espionagem, responsável por títulos como “O Espião que Veio do Frio”, o “Alfaiate do Panamá” e “O Jardineiro Fiel”. Ele mesmo, ex-espião inglês.</p>
<p>Na trama, ambientada em 1973 – portanto, durante a Guerra Fria –, logo de cara somos informados que um dos integrantes do Circus, o alto escalão do serviço secreto da Inglaterra, é, na verdade, um agente duplo que vende informações para a KGB, a agência de inteligência da falecida União Soviética.</p>
<p>O personagem George Smiley (Gary Oldman), que curiosamente havia acabado de ser demitido do Circus, é contatado diretamente pelo gabinete do primeiro ministro e recebe uma missão: investigar o caso para descobrir quem é o traidor.</p>
<p>E é a partir daqui que o diretor sueco Tomas Alfredson – da excelente versão original de “Deixe Ela Entrar” – imprime seu ritmo: toda a trama é construída lentamente. Passo a passo. Não há cortes bruscos, nem tempo narrativo acelerado. Pelo contrário. A história flui num ritmo caudaloso que muitos, certamente, poderão considerar arrastado.</p>
<p>Mas não caia nessa.</p>
<p>Alfredson sabe exatamente o que está fazendo. Ele dita um ritmo cadenciado e contínuo – com algumas idas e voltas no tempo &#8211; para construir um mistério que é impenetrável para quem está assistindo. Acredite: a menos que tenha lido o livro, você dificilmente descobrirá quem é o traidor antes do filme chegar ao fim.</p>
<p>Por ter esse andamento, as cenas de maior violência – sim, elas existem – são impactantes quando surgem na tela.</p>
<p>E aqui há um ponto muito importante: este filme é exigente com quem o assiste. Se o espectador resolver deixar a sala por dois minutos para ir ao banheiro ou comprar pipoca, corre o imenso risco de perder o fio da meada e ficar confuso em relação à trama. Logo, faça tudo isso antes do filme começar. “O Espião que Sabia Demais” pede atenção absoluta.</p>
<p>Os planos são longos e, em boa parte das vezes, estáticos. Os movimentos de câmera, quando acontecem, são incisivos, mas ao mesmo tempo discretos: aproximações , afastamentos e deslocamentos laterias.</p>
<p>A composição é primorosa. Cada cena é construída com grande cuidado. A fotografia é do suíço Hoyte Van Hoytema, que já havia trabalhado com Alfredson em “Deixe Ela Entrar” e também cuidou da imagem de “O Vencedor”. Perceba como o trabalho dele, associado ao figurino e à cenografia, remetem imediatamente ao visual europeu da década de 1970.</p>
<p>Em alguns momentos, a impressão que se tem é que estamos assistindo &#8211; pelo menos em termos estéticos &#8211; imagens de “O Dia do Chacal”, de Fred Zinnemann – não por acaso, adaptação de outro clássico da literatura de espionagem, este de Frederick Forsyth.</p>
<p>Atenção especial à sede do então MI6 – atual SIS, sigla que designa a inteligência britânica. O marrom e seus matizes, além das prateleiras, mesas e arquivos de pastas dominam o ambiente, dando ao local uma inevitável cara de repartição pública. O estoicismo de alguns planos é reflexo da imensa burocracia que aquele local deixa transparecer.</p>
<p>E no meio de um time espetacular de atores – John Hurt, Colin Firth, Mark Strong, entre outros – Gary Oldman rouba praticamente todas as cenas.<br />
É impressionante a postura de contenção que ele imprime ao espião George Smiley. O personagem, mesmo nos momentos de solidão em casa, parece viver num mundo de autocontrole e ordem. Em apenas um ou dois momentos do filme ele ameaça ceder para, logo em seguida, recuperar o controle absoluto que tem sobre si mesmo.</p>
<p>E se você acha impossível associar Julio Iglesias – ele mesmo. Aquele cantor espanhol brega que sua avó provavelmente adorava – à espionagem, espere até o fim do filme. Você vai se surpreender.</p>
<p>E aqui, ao fim do texto, vale relembrar a explicação do início: “O Espião que Sabia Demais” é um filme de espionagem.</p>
<p>Não de ação.</p>
<p>Acredite: neste caso, isso faz toda a diferença.</p>
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		<title>Agenda Cultural 35 &#8211; Especial: Cinema e Teatro</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 15:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Retornando para mais um programa da séries de especiais que vêm sendo feita neste início de ano. Neste podcast, comentamos os principais lançamentos que têm rolado em cinema com a participação de Pablo Grilo (@apgrilo), ouvinte e participante do Cine &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-35-especial-cinema-e-teatro/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><strong><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner35.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6814" title="Agenda Cultural 35 - Especial: Cinema e Teatro" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner35.png" alt="banner35 Agenda Cultural 35   Especial: Cinema e Teatro" width="630" height="300" /></a></strong></p>
<p>Retornando para mais um programa da séries de especiais que vêm sendo feita neste início de ano. Neste podcast, comentamos os principais lançamentos que têm rolado em cinema com a participação de Pablo Grilo (<a href="http://twitter.com/apgrilo" target="_blank">@apgrilo</a>), ouvinte e participante do Cine Masmorra. Além disso, Mario Abbade (<a href="http://twitter.com/fanaticc" target="_blank">@fanaticc</a>) retorna com uma peça de teatro que tem tudo para agradar uma legião de nerds.<span id="more-6804"></span></p>
<p><strong>Duração:</strong>  116 mins.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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<h2>Blocos</h2>
<p>CINEMA &#8211; Com Flávio Vieira, Rafael Moreira, Jackson Good, Pablo Grilo e Mario Abbade</p>
<div>
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<li>Glee Live</li>
<li>Contágio</li>
<li>O Palhaço</li>
<li>Pronto Pra Recomeçar</li>
<li>Pearl Jam 20</li>
<li>A Hora do Espanto</li>
<li>Os Muppets</li>
<li>Inquietos</li>
<li>O Garoto da Bicicleta</li>
<li>Amores Imaginários</li>
<li>Os Especialistas</li>
<li>O Guarda</li>
<li>Noite de Ano Novo</li>
<li>Um Dia</li>
<li>Missão Impossível 4</li>
<li>Roubo nas Alturas</li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-tudo-pelo-poder/" target="_blank">Tudo Pelo Poder</a></li>
</ul>
<div>TEATRO &#8211; C/ Mario Abbade e Flávio Vieira</div>
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Retornando para mais um programa da séries de especiais que vêm sendo feita neste início de ano. Neste podcast, comentamos os principais lançamentos que têm rolado em cinema com a participação de Pablo Grilo (@apgrilo), ouvinte e participante do Cine Masmorra. Além disso, Mario Abbade (@fanaticc) retorna com uma peça de teatro que tem tudo para agradar uma legião de nerds.
Duração:  116 mins.
Edição: Flávio Vieira
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Mostra de Cinema &#8211; Clint Eastwood (RJ)
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Cine Masmorra

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CINEMA &#8211; Com Flávio Vieira, Rafael Moreira, Jackson Good, Pablo Grilo e Mario Abbade


Glee Live
Contágio
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Pronto Pra Recomeçar
Pearl Jam 20
A Hora do Espanto
Os Muppets
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Roubo nas Alturas
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		<title>[Crítica] Tudo pelo Poder</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 20:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pouco depois do início de “Tudo pelo Poder”, o personagem Tom Duffy (Paul Giamatti) tenta convencer Stephen Meyers (Ryan Gosling) a mudar de lado na campanha das primárias para escolher o futuro candidato democrata às eleições presidenciais dos Estados Unidos. &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-tudo-pelo-poder/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Tudo-Pelo-Poder.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6809" title="Tudo-Pelo-Poder" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Tudo-Pelo-Poder.jpg" alt="Tudo Pelo Poder [Crítica] Tudo pelo Poder" width="630" height="300" /></a>Pouco depois do início de “Tudo pelo Poder”, o personagem Tom Duffy (Paul Giamatti) tenta convencer Stephen Meyers (Ryan Gosling) a mudar de lado na campanha das primárias para escolher o futuro candidato democrata às eleições presidenciais dos Estados Unidos.<span id="more-6781"></span></p>
<p>Ambos trabalham para concorrentes dentro do mesmo partido. Impressionado com o carisma do jovem e ambicioso assessor interpretado por Gosling, Giamatti quer contratá-lo a todo custo e, para isso, argumenta que o candidato de quem o jovem é empregado dificilmente vai vencer a disputa.</p>
<p>“Não posso aceitar a oferta”, recusa o assessor. “Trabalho para Mike Morris (George Clooney). Acredito nas propostas dele. Acredito que ele realmente pode fazer diferença na vida das pessoas. E, além do mais, ele é meu amigo”.</p>
<p>A resposta do personagem de Giamatti – na forma de uma pergunta &#8211; não poderia ser mais direta: “Você quer trabalhar para o seu amigo ou para o futuro presidente?”. A fagulha que incendeia a ambição e a vaidade de Stephen Meyers é lançada aí. As chamas desses sentimentos vão se espalhar e virar sua vida do avesso.</p>
<p>Na verdade, esse exercício de retórica apenas abre espaço para o assunto sobre o qual George Clooney – que dirige o filme e também interpreta o candidato Mike Morris – quer colocar sua lente de aumento: a perda definitiva da inocência. O personagem de Gosling não é bobo. Sabe que está num jogo. Que todas as palavras de cada discurso, entrevista ou debate são fundamentais para que seu candidato chegue à vitória. No entanto, percebemos que ele possui uma visão limitada da máquina monstruosa da qual faz parte. A realidade é percebida por um filtro de credulidade devotada a seu chefe. Um grande erro, sem dúvida.</p>
<p>Em pouco tempo, entretanto, ele vai aprender da pior maneira que, dentro do jogo político, não há espaço para sentimentos. Não há espaço para falhas. E também não há espaço para deslealdades, como o chefe da campanha de Clooney, interpretado por Philip Seymour Hoffman, o lembra num momento crucial do filme.</p>
<p>As campanhas estão acima de tudo. E mesmo supostos inquebráveis laços de amizade podem ser partidos sem maiores preocupações em favor da vitória do candidato defendido. Isso fará toda a diferença ao longo da trama. A inocência do personagem principal será arrancada pedaço por pedaço de forma impiedosa.</p>
<p>No começo da história, os dois candidatos democratas disputam as primárias no estado de Ohio. A conquista do apoio de um senador de posições radicais é fundamental para saber quem será o vencedor. Clooney, apesar dos esforços de seus dois assessores principais para convencê-lo, não está disposto a aceitar.</p>
<p>Gosling o olha com respeito e admiração.</p>
<p>No entanto, o envolvimento romântico que ele terá com a estagiária interpretada por Evan Rachel Wood vai lhe colocar em contato com o choque de realidade que despedaçará sua visão idílica dos fatos. Seus olhos serão abertos à força. Mesmo ídolos aparentemente perfeitos possuem máculas. Algumas delas, bem graves.</p>
<p>Não há heróis em “Tudo pelo Poder”. Mesmo o protagonista é capaz de mudar radicalmente de posicionamento quando está de posse do principal segredo do enredo. Tudo para obter uma vantagem. Suas convicções iniciais, outrora defendidas com tanta veemência, são descartadas por ele mesmo sem maiores traumas. A mudança de posicionamento é valorizada pela interpretação de Ryan Gosling – a partir desse ponto, sua postura física e olhar mudam visivelmente.</p>
<p>O diretor faz uma apropriação de termos usados durante a disputa da última eleição para a Casa Branca. O termo “socialistas” usado pelos Republicanos – principalmente pela então candidata à vice-presidência Sarah Palin &#8211; para se referirem aos democratas está lá. Até mesmo o “We are ready to lead” proferido por Obama encontrou eco no personagem no representado por Clooney. A incorporação de um dos fatos mais marcantes da gestão Bill Clinton também é visível no roteiro. É impossível não notar a influência de cineastas proeminentes no cinema norte-americano nos anos de 1970, como Norman Jewison e Alan J. Pakula, na estética adotada por Clooney.</p>
<p>A composição é limpa. Seus planos, na maioria das vezes, são estáticos. A ênfase não é no trabalho de movimentação de câmera, mas na interpretação dos atores. Coerente, uma vez que o próprio Clooney é um ator. Preferências estéticas que já haviam sido evidenciadas em seus trabalhos anteriores: “Confissões de Uma Mente Perigosa” e “Boa Noite e Boa Sorte”.</p>
<p>Ainda sobre a composição de “Tudo pelo Poder”, os personagens são reduzidos quando comparados ao ambiente que os cerca. O homem aparece sempre pequeno diante de grandes prédios, palcos e salões. A metáfora é clara: dentro da política, o indivíduo é minúsculo. Apenas uma peça frente aos interesses e poderes que o sobrepõem largamente.</p>
<p>Além disso – e mais uma vez volto a Pakula – luz e sombra são definidos claramente. Em boa parte das cenas, dentro do mesmo quadro, há espaços iluminados e outros sombrios. É o simbolismo do homem dividido entre a luz e a sombra. E que, no final, descobre de forma dolorosa que ter uma visão dualista da vida – e mais especificamente dos bastidos res da política – pode ser limitante e perigoso.</p>
<p>Vivemos num grande cinza. E na luta pelo poder político, esse cinza é ainda mais intenso. George Clooney sabe disso. Nós deveríamos, também.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-tudo-pelo-poder/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>Projeção Teste &#8211; Max Payne 3 e GTA V</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 04:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Moreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É isso ai pessoas, nos rendemos, depois de clamorosos pedidos de uma multidão &#8211; de apenas 2 pessoas &#8211; ao final do podcast de Batman Ano Um, que talvez deveríamos repetir o formato, mas com vídeos. Como infelizmente, as cruéis &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/videocast/vortex-video-comentando-max-payne-3-e-gta-v/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6797" title="banner" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner2.png" alt="banner2 Projeção Teste   Max Payne 3 e GTA V" width="630" height="300" /></a>É isso ai pessoas, nos rendemos, depois de clamorosos pedidos de uma multidão &#8211; de apenas 2 pessoas &#8211; ao final do podcast de Batman Ano Um, que talvez deveríamos repetir o formato, mas com vídeos.<br />
Como infelizmente, as cruéis gravadoras e distribuidoras &#8211; que dominam o mundo, e algumas mentes fracas -  adorariam um motivo desses para tirar nosso site do ar. O jeito é improvisar e arriscar alguma coisa nesse sentido, fazendo alguns comentários sobre os trailers dos jogos e falar um pouco das baboseiras de sempre. Divirtam-se, ou não.<span id="more-6789"></span></p>
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		<title>[Resenha] Solaris &#8211; Stanislaw Lem</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 14:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vortex Cultural</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já disse aqui algumas vezes que as descrições, por mais enfadonhas ou verborrágicas que possam ser hora ou outra, são partes essenciais da espinha dorsal de uma boa história. São elas que conseguem, tanto quanto plot twists, conflitos e situações-limite, &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/literatura/resenha-solaris-stanislaw-lem/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/solaris-stanislaw-lem.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6771" title="solaris-stanislaw-lem" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/solaris-stanislaw-lem.png" alt="solaris stanislaw lem [Resenha] Solaris   Stanislaw Lem" width="630" height="301" /></a>Já disse aqui algumas vezes que as descrições, por mais enfadonhas ou verborrágicas que possam ser hora ou outra, são partes essenciais da espinha dorsal de uma boa história. São elas que conseguem, tanto quanto plot twists, conflitos e situações-limite, transportar o leitor para dentro da história, fazendo-o enxergar com precisão e vivacidade personagens, atitudes, locais, cenários, batalhas etc.</p>
<p>Pelo caráter exploratório, especulativo e libertário que possui a Ficção Científica, a descrição muitas vezes tem seu potencial aumentado, representando talvez mais do que em qualquer outro “gênero” um papel primordial na constituição de universos, processos, criaturas e tudo o mais. O planeta Solaris, descrito exaustivamente por Stanislaw Lem no livro homônimo, pode dar uma boa idéia a respeito disso.</p>
<p>Antes, porém, aos fatos: desde que o planeta Solaris foi descoberto, ele tem sido objeto de muitos estudos, especulações e discussões na Terra. A fortuna crítica que o planeta gerou tem colocado em pauta questões tanto sobre Solaris quanto sobre a própria Terra: especula-se sobre a natureza da descoberta tanto quanto sobre as implicações dela para os descobridores.</p>
<p>Devido a tudo isso é que uma estação de pesquisa foi construída sobre o planeta, e três pesquisadores foram para lá mandados. Após algum tempo, um quarto pesquisador, Kelvin, o protagonista e narrador da história, é enviado para lá, e acaba descobrindo um cenário desolador: a estação encontra-se revirada, um dos pesquisadores morto, e os outros dois cultivando hábitos muito estranhos. Tão logo chega, Kelvin já é alertado quanto a possível presença de um tripulante a mais, mas não é dito quem ou o que é essa outra presença.</p>
<p>Assim o autor nos mantém no suspense, esperando encontrar essa outra presença a cada página. Kelvin, que atua como nossos olhos naquele cenário novo, perambula pelos corredores tentando entender a situação encontrada, e depara-se com os mais estranhos indícios de que há algo maior e oculto por trás desse cenário.</p>
<p>Para surpresa do protagonista (e do leitor) a outra presença se manifesta, e revela-se que se trata da mulher, já falecida, de Kelvin. O susto inicial dá lugar a um sentimento de incompreensão avassalador, já que a presença viva dela contraria boa parte dos princípios e leis nas quais o universo e sua compreensão estão baseados. É dessa intrigante situação que Stanislaw Lem vai mesclando capítulos de trama com capítulos de descrição do planeta de acordo com os “estudos solaristas”.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Solaris.Stanislaw.Lem_.jpg"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" title="Solaris.Stanislaw.Lem" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Solaris.Stanislaw.Lem_.jpg" alt="Solaris.Stanislaw.Lem  [Resenha] Solaris   Stanislaw Lem" width="201" height="320" /></a>Descrevendo com extensivas minúcias toda a constituição do planeta e o que seria a bibliografia a respeito da natureza dele, o autor nos coloca em contato com o imenso ponto de interrogação que representou a descoberta de Solaris, acompanhados das mais diversas especulações da humanidade a esse respeito.</p>
<p>Solaris é um planeta iluminado por dois sóis. A princípio pensava-se que seria impossível explorá-lo, pois as órbitas eram irregulares, de modo que um erro mínimo de cálculo (ou qualquer contratempo) poderiam representar a morte da tripulação ou destruição das máquinas, seja pela aceleração gravitacional, seja pelo calor gerado por algum dos sóis cuja órbita oscilava. Mais estudos revelaram, entretanto, que o colóide que recobre praticamente toda a superfície do planeta, possuía a peculiaridade de “agir racionalmente”, alterando a gravidade e a órbita do planeta de modo a preservar-se e a seu habitat.</p>
<p>A estranha condição, de tamanha extensão e potencial, intrigou profundamente os seres humanos, que poderiam estar diante de uma forma de vida inteligente no universo, o que alteraria boa parte das crenças e postulados nos quais se baseiam as próprias existências das pessoas. A distinção do oceano solarista em relação a tudo o que se conhecia somente abriu mais espaço para especulações, que variavam da ciência para a astrologia, da cosmogonia para a religião, espraiando inclusive na filosofia e na metafísica. O ser humano estava diante de uma forma totalmente diferente de vida e, quiçá, de consciência e racionalidade; mas também estava colocando-se diante de si próprio por meio da alteridade proporcionada pela descoberta.</p>
<p>Voltando agora ao tópico inicial, as descrições: Stanislaw Lem ocupa páginas e páginas descrevendo detalhes ínfimos e curiosos do planeta, tais como os mimóides, os longus, as simetríades, as assimetríadas, a constituição química do oceano colóide, as estruturas “biológicas” que ele possui e os mecanismos de sua existência. O enigma que intriga Kelvin é o mesmo posto a nós em face do outro: constituímo-nos a partir do outro, na alteridade. Postos diante de Solaris, a Terra nunca mais foi a mesma. Apesar de usar as palavras de criação humana “colóide”, “oceano”, “montanhas” ou “ilhas”, o autor faz questão de frisar que são meros comparativos, pois a singularidade do que se vê e experimenta em Solaris é impossível de ser descrita com exatidão pelos termos com os quais estamos familiarizados.</p>
<p>Stanislaw Lem nos transporta para Solaris, faz-nos tremer e assombrar-nos perante a imensidão dúbia que é o planeta. As hipótese jazem permanentemente abertas na cabeça dos personagens e na do leitor: será que estamos diante de uma criatura? Como essa criatura consegue conhecer nossos segredos mais profundos? E como os reproduz a seu bel prazer? Quer dizer que não estamos, afinal, sozinhos no universo?</p>
<p>A chave dessas dúvidas nos é desconhecida, mas nos coloca diante de nossa própria existência e subjetividade, afinal, só porque possuímos uma concepção de “vida”, “racionalidade” ou “inteligência”, isso não significa que ela é a única e que deve ser aplicada a tudo e a todos. Ao descrever com tamanha eloqüência e vastidão Solaris, o autor faz-nos questionar a respeito de nossas próprias concepções.</p>
<p>E ainda tem gente que vê a Ficção Científica como um “gênero” menor&#8230;</p>
<p><em>Texto escrito por Lucas Kölln do site <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/" target="_blank">Meia Palavra</a>.</em></p>
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		<title>Agenda Cultural 34 &#8211; Especial: Música e Games</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 02:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro podcast do ano e o primeiro de uma série de especiais da Agenda Cultural que sairão nas próximas semanas. Nesta primeira edição do mês recebemos Régis Tadeu (@regisstadeu), crítico musical, jurado do programa Raul Gil, radialista, redator e editor &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-34-especial-musica-e-games/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><em></em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6752" title="banner" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner1.png" alt="banner1 Agenda Cultural 34   Especial: Música e Games" width="630" height="300" /></a>Primeiro podcast do ano e o primeiro de uma série de especiais da Agenda Cultural que sairão nas próximas semanas. Nesta primeira edição do mês recebemos Régis Tadeu (<a href="http://twitter.com/regisstadeu" target="_blank">@regisstadeu</a>), crítico musical, jurado do programa Raul Gil, radialista, redator e editor do blog Na Mira do Régis do site Yahoo, para um bate-papo sobre o cenário musical e comentar sobre os álbuns mais significativos lançados em 2011. Já em games, Diego (<a href="http://twitter.com/diegogc" target="_blank">@diegogc</a>) e Fernando(<a href="http://twitter.com/fernando_x" target="_blank">@fernado_x</a>) do Fênix Down comentam sobre aqueles que foram os dois melhores jogos do ano passado.<span id="more-6750"></span></p>
<p><strong>Duração:</strong>  93 mins.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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<h2>Blocos</h2>
<p>MÚSICA &#8211; Com Flávio Vieira, Bruno Mira e Régis Tadeu<strong></strong></p>
<ul>
<li>Adelle &#8211; 21</li>
<li>Charles Bradley &#8211; No Time for Dreaming</li>
<li>Chickenfoot &#8211; III</li>
<li>Mastodon &#8211; The Hunter</li>
<li>Death Cab for Cutie &#8211; Codes and Keys</li>
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<li>Rafael Saadiq &#8211; Stone Rolling</li>
<li>Paul Simon &#8211; So Beautiful or So What</li>
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<li>Jay-Z and Kanye West – Watch The Throne</li>
<li>Cee Lo Green – Anyway</li>
<li>Danger Mouse and Daniele Luppi – Rome</li>
<li>Baranga &#8211; O Céu é o Hell</li>
<li>Fábio Góes &#8211; O Sol no Escuro</li>
<li>Fábio Góes &#8211; Vestido de Noiva</li>
<li>Noel Gallagher&#8217;s High Flying Birds &#8211; Noel Gallagher&#8217;s High Flying Birds</li>
<li>Beady Eye – Different Gear, Still Speeding</li>
<li>Ry Cooder – Pull Up Some Dust And Sit Down</li>
<li>John Bonamassa &#8211; Dust Bowl</li>
<li>Eric Sardinas and Big Motor – Sticks And Stones</li>
</ul>
<p>GAMES &#8211; Com Rafael Moreira, Bruno Gaspar (Deusa), Diego <del>Gamecube</del> e Fernando <del>Lion King</del><strong><br />
</strong></p>
<ul>
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</ul>
<h2>Camisetas Vortex Cultural</h2>
<ul>
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Duração:  93 mins.
Edição: Flávio Vieira
Trilha Sonora: Flávio Vieira
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Comentados na edição

Na Mira do Régis
Fênix Down

Blocos
MÚSICA &#8211; Com Flávio Vieira, Bruno Mira e Régis Tadeu

Adelle &#8211; 21
Charles Bradley &#8211; No Time for Dreaming
Chickenfoot &#8211; III
Mastodon &#8211; The Hunter
Death Cab for Cutie &#8211; Codes and Keys
Susan Tedeschi and Derek Trucks Band- Revelator
Rafael Saadiq &#8211; Stone Rolling
Paul Simon &#8211; So Beautiful or So What
James blake &#8211; James blake
RadioHead &#8211; The King of Limbs
PJ Harvey &#8211; Let England Shake
The Quill &#8211; Full Circle
Jay-Z and Kanye West – Watch The Throne
Cee Lo Green – Anyway
Danger Mouse and Daniele Luppi – Rome
Baranga &#8211; O Céu é o Hell
Fábio Góes &#8211; O Sol no Escuro
Fábio Góes &#8211; Vestido de Noiva
Noel Gallagher&#8217;s High Flying Birds &#8211; Noel Gallagher&#8217;s High Flying Birds
Beady Eye – Different Gear, Still Speeding
Ry Cooder – Pull Up Some Dust And Sit Down
John Bonamassa &#8211; Dust Bowl
Eric Sardinas and Big Motor – Sticks And Stones

GAMES &#8211; Com Rafael Moreira, Bruno Gaspar (Deusa), Diego Gamecube e Fernando Lion King


Batman &#8211; Arkham City
The Elders Scrolls V: Skyrim

Camisetas Vortex Cultural

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		<title>Top 10 &#8211; Melhores Games de 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 23:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Moreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu ainda estou de ressaca pelo final do ano, depois de uns 10 dias de bebedeira, comida, churrasco. Meu estômago grita e meu fígado virou uma geléia disforme. Ainda assim, venho cumprir o meu dever para com o Vortex Cultural, &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/top-10-melhores-games-de-2011/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/top10-games.png"><img class="aligncenter  wp-image-6743" title="top10-games" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/top10-games-577x275.png" alt="top10 games 577x275 Top 10   Melhores Games de 2011" width="577" height="275" /></a>Eu ainda estou de ressaca pelo final do ano, depois de uns 10 dias de bebedeira, comida, churrasco. Meu estômago grita e meu fígado virou uma geléia disforme. Ainda assim, venho cumprir o meu dever para com o Vortex Cultural, e dizer aqueles que foram para mim os 10 melhores jogos de 2011. Vou começar de baixo pra cima. Porque eu to com vontade, e não porque é mais legal.<span id="more-6734"></span></p>
<p style="text-align: justify;">*****</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. Infinity Blade II</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Simplesmente, precisava ter um jogo de iOS, numa lista de 2011. E além de Angry Birds, que ainda é o mais jogado no meu iPad, eu gostei do Infinity Blade II. Apesar de repetitivo, tanto quanto o I. Os gráficos são bacanas e é bastante viciante.<br />
Mas, vou falar a verdade, eu não achava o último jogo pra fechar a lista, e resolvi colocar essa joça.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/5Y8nS7KFOrw" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9. L.A. Noire</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse jogo entrou na lista, muito mais pela ambientação, tema, trilha sonora, gráficos e até pela inovação. Porém, o gameplay dele, realmente não me agradou. Achei o jogo facílimo demais, e o lance de interpretar se a pessoa está mentindo ou não é bem bizarro, por ser tão exagerado. Mas toda a ambientação Noir, fizeram valer a pena os 4 dvds pra xbox do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/8Zqm4S6OckE" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. Gears of War 3 &#8211; Leia o <a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/review/review-gears-of-war-3-whooo-baby/">review completo</a> -</strong> <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-31-no-inferno-sem-o-batema/">Ouça o podcast</a></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que Gears of War, é o ápice do massa véio no videogame. Mais até do que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FjFnuMrrJrQ">calófidãti</a>. Principalmente, pelo game play single player, que provavelmente é o mais próximo de Stallone Cobra que o mundo do video game chegou.<br />
Apesar do jogo ser repetitivo, pouco criativo e bastante nos trilhos. Matar aquele mundarel de alienígenas escrotos, com armas como a lancer, afinal, uma metralhadora com uma serra elétrica no lugar da faca da baioneta, é foda. Fora os big bosses, que são realmente fodas.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/C0HF8WOyT1w" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. Mortal Kombat &#8211; Não sei o número, deve ser 27 -</strong> <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-28-portais-estereotipos-e-spartacus/">Ouça o podcast</a></p>
<p style="text-align: justify;">Não tem nem muito o que falar desse jogo. Ele, tal qual Street Fighter IV, voltou às origens da série, o que é muito bom. Por vários motivos, o primeiro é que sou mesmo um nostálgico, e depois é que aquela fórmula é a que funcionava, então pra que tentar melhorar e cagar tudo?<br />
Fora toda a violência, o sangue, e em especial os Fatalities. Enfim, um jogo obrigatório, pra quem jogava muito no SNES, e diversão, numa festa com vários jogadores, garantida.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/NQifgs6RY4M" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Fifa Soccer 12</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui o motivo é simples, tem que ter um futibas numa listinha de top 10. E eu como antigo fã de PES, admito, que foi pro abraço, Fifa já a algum tempo é superior ao PES. E não vou dar nenhum detalhe mais sobre isso. Apenas precisa ter.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/istUJhYecmI" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. The Elder Scrolls V: Skyrim</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se essa fosse a lista de mais supervalorizados do ano. Skyrim seria o primeiro. Isso colocando qualquer coisa no meio, filmes, músicas, hq, livros. Fato é que, Skyrim, não é um jogo ruim, de forma nenhuma. Apenas não me pegou o suficiente para dizer que valia o jogo do ano. Inclusive, os gráficos e a beleza do mundo, completamente vivo. É o que colocam Skyrim, nessa posição, porque, se fosse pelo gameplay realmente, talvez sétimo seria o lugar correto. O que mais me incomodou, foi o combate. E também não sou um grande fã dos RPG´s medievais.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/MUNRNbEyh3o" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Battlefield 3 -</strong> <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-33-aquela-de-final-de-ano/">Ouça o podcast</a></p>
<p style="text-align: justify;">Battlefield no campo dos FPS, não teve pra ninguém. Eu nunca fui um dos maiores fãs da série, sou uma viúva do CS, admito, mas que fique claro, não jogo mais, a não ser para fins nostálgicos. Mas o meu maior problema com o Battlefield, sempre foi, que é muito favorável ao sniper, classe que odeio. Porém, uma inovação ótima, é o fato de podermos ver o reflexo da mira, e ai pelo menos correr do camper maldito, ou tentar pegá-lo por trás, uiiii.<br />
E o que não pode faltar, é elogios a engine Frosbite 2, e aos gráficos.  O principal mesmo, é que, enquanto eu vejo o COD, sentado no próprio saco, enquanto o Battlefield, inovando e tentando melhorar.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/-g4Z_ahuWq8" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Minecraft</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O jogo mais criativo dos últimos tempos. Falo isso sem dúvida nenhuma.<br />
Muitas vezes ficamos apenas ressaltando gráficos, um roteiro bom &#8211; Esse caso, cada vez mais díficil &#8211; quando o que vai mais surpreender é um jogo simples, que só te deixa quebrar e colocar blocos variados. Quase pixels gigantes.<br />
Fora os vários modos de jogos. Survival, pra ficar matando uns bando de bicho safado, que sempre vão te dar uns sustos fodas. E criativo, que é o meu preferido, que você pode ficar brincando e criando pixel arte. Ou simplesmente gastar um tempo de ócio, ouvindo o relaxante som dos blocos quebrando.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/FaMTedT6P0I" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Portal 2 -</strong> <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-28-portais-estereotipos-e-spartacus/">Ouça o podcast</a></p>
<p style="text-align: justify;">Portal 1, foi talvez, tão inesperado quanto Minecraft. Um jogo totalmente despretensioso, vindo de graça com o Orange Box. E simplesmente, foi descoberto e foi um real estouro. Pra mim um dos melhores jogos dos últimos tempos. Tanto pela jogabilidade, quanto pelo humor negro e irônico da sua companheira Glados.<br />
Portal 2, perdeu o elemento surpresa, afinal, todos estavam esperando e com muita expectativa. E o melhor de tudo, cumpriu as expectativas. O humor da Glados, melhor do que nunca. As inovações dos sistemas de portais. Dos cubos de companhia. Enfim, o único ponto negativo que tenho que ressaltar, é a dificuldade do jogo. Que foi muito baixa, talvez para abrigar os jogadores mais novos, que não vieram de Portal 1.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/rwNL1CYeZO0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Batman Arkham City</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui o bicho pegou, o jogo do morcegão, foi foda, com certeza o jogo que mais joguei em 2011. E vou continuar jogando em 2012. Mundo aberto. História boa. Combates fluídos.  fator replay enorme. Enfim, pra mim, o batman merecia o bi campeonato do GOTY, mas tudo bem, isso não importa. É mais um título do que qualquer coisa.<br />
Mas enfim, o lance de jogar com a Mulher Gato e Asa Noturna o mais interessante é que mudam os personagens, muda o modo de jogar, isso que eu achei sensacional. Fora a trilha sonora incidental, que beira a perfeição. E o primeiro achievement do jogo, é do caralho.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/9dKUh-mUmhE" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>0.5. Duke Nukem Forever &#8211; A MERDA DO ANO</strong> &#8211; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-30-os-mastodontes-na-terra-da-arvore-melancolica-esmeralda/">Ouça o podcast</a> &#8211; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/review/review-duke-nukem-forever/">Leia o Review</a></p>
<p style="text-align: justify;">Não poderia faltar, o FDP do jogo mais merda do ano. Da década, da história. Duke Nukem &#8220;Forevis&#8221;, foi uma das maiores decepções que já tive no mundo gamístico. Já falei pra caramba sobre esse jogo, tanto no podcast, quanto nos comentários no review escrito. Enfim, passe longe, muito longe.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/feces_medium.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6735" title="feces_medium" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/feces_medium-488x275.jpg" alt="feces medium 488x275 Top 10   Melhores Games de 2011" width="488" height="275" /></a><em><span style="text-align: center;">Essa imagem resume essa merda de jogo</span></em></p>
<p style="text-align: justify;">Gostou? Concorda, discorda? Não gostou da falta dos exclusivos de PS3? Faça a sua ofensa.</p>

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		<title>Top 10 &#8211; Melhores Blockbusters de 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 17:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Good</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[melhores blockbusters 2011]]></category>
		<category><![CDATA[melhores filmes 2011]]></category>
		<category><![CDATA[melhores filmes pipoca 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Bebida, comilança, promessas, parentes irrelevantes palpitando na sua vida&#8230; final de ano é tempo de clichês. Dentre eles, as inúmeras retrospectivas. Como no Vortex não é diferente, eu, o cara do blockbuster, trago os destaquesdo cinema massa véio em 2011. &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/3215349277.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6540" title="Top 10 - Melhores Blockbusters de 2011" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/3215349277.jpg" alt="3215349277 Top 10   Melhores Blockbusters de 2011" width="630" height="300" /></a>Bebida, comilança, promessas, parentes irrelevantes palpitando na sua vida&#8230; final de ano é tempo de clichês. Dentre eles, as inúmeras retrospectivas. Como no Vortex não é diferente, eu, o cara do blockbuster, trago os destaquesdo cinema massa véio em 2011. Foi um ano de muitas decepções, grandes(Lanterna Verde, Conan) ou medianas (Sucker Punch, Piratas do Caribe), e poucas produções se salvaram por uma razão ou outra. Antes de tudo, é bom deixar bem claro: esta <strong>NÃO</strong> pretende ser uma lista de <strong>MELHORES FILMES DO ANO</strong>, e sim dos melhores pipocões. Então, galera do tênis verde, vocês não verão Árvore da Vida, Melancolia e similares nesta lista. Vamos a ela, de baixo pra cima porque assim é mais estiloso:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6528"></span>*****</p>
<p><strong>10. Transformers – O Lado Oculto da Lua</strong> &#8211; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-29-retrospectiva-de-cinema/#comments" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
Franquia com muitos haters, que esquecem que o primeiro filme foi realmente legal. Compreensível, diante da ruindade do segundo. Esse terceiro fica num meio termo, ainda com problemas sérios no roteiro, duração muito além do necessário, mas garante seu lugar no Top 10 pelas ótimas cenas de ação e efeitos visuais, em particular a seqüência do prédio desabando.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9. O Preço do Amanhã</strong> - <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-33-aquela-de-final-de-ano/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
Comentado no Agenda Cultural 33, o filme estrelado por Justin Timberlake surpreende com conceitos sci fi muito interessantes. Um mundo onde tempo é dinheiro, literalmente: os ricos são eternamente jovens e os pobres correm por suas vidas. O roteiro desanda quando a história se volta pra ação, o que depõe contra a condição de blockbuster do filme, mas não deixa de ser uma boa recomendação.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles</strong> - <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-27-exploitation-alienigenas-desalmados-e-cowboys-reptilianos/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
Injustamente esquecido lá no início do ano, o longa estrelado por Aaron Eckhart e Michelle Rodriguez é estruturalmente um filme de guerra típico. Ação tensa e constante, patriotismo e exaltação da figura heróica do soldado&#8230; com uma invasão alienígena como pano de fundo pra deixar mais massa véio! Pra quem não se incomoda com clichês, diversão garantida.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. Missão Impossível: Protocolo Fantasma</strong><br />
Estréia recente, a quarta aventura do agente Ethan Hunt é bem competente ao entregar cenas de ação divertidamente exageradas (Tom Cruise tem ossos de adamantium, só pode). Porém, perde um pouco do brilho com a história muito genérica, com cara de 007 da era Pierce Brosnan. O terceiro filme continua sendo o melhor da franquia. Deste, vale destacar Paula Patton, lindíssima e chutando bundas.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Os Especialistas</strong><br />
Jason Statham contra Clive Owen. Precisa dizer mais? Que tal as presenças de Robert De Niro e daquela linda chamada Yvonne Strahovski? Baseada em fatos reais, a trama de espionagem envolve conspirações da Inteligência Britânica durante a Guerra Fria, lembrando muito os romances de Frederick Forsyth (autor de O Dia do Chacal). Indicação merecida.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Planeta dos Macacos – A Origem</strong> - <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-08-planeta-dos-macacos/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
A reinvenção deste cult (e não clássico) foi uma das boas surpresas do ano. Mesmo desagradando alguns fãs ao mudar elementos importantes do original, a abordagem mais cientificamente realista rendeu uma ótima história. Destaque óbvio pra atuação por captura de movimentos de Andy Serkis, que vive o protagonista Caesar, levando o estúdio a fazer lobby por sua indicação ao Oscar de melhor ator.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Capitão América – O Primeiro Vingador</strong> - <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-29-retrospectiva-de-cinema/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
Desacreditada por muitos, a última produção da Marvel Studios antes de Os Vingadores tinha a difícil tarefa de apresentar o herói símbolo dos EUA. Apostando no clássico formato “história de origem”, o filme consegue evitar o patriotismo exagerado e estabelece muito bem o personagem Steve Rogers – e o ator Chris Evans se supera. A covardia em não fazer um filme realmente de guerra compromete um pouco, mas eu sou fanboy e tá tudo certo.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>3. Thor</strong> - <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-05-filmes-marvel/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
Outro desafio da Marvel Studios, introduzir um personagem (e seu mundo) mágico em seu universo de heróis científicos. Sucesso inegável, mesmo com o roteiro apressando a “jornada do herói”. Cenas de ação e efeitos visuais muito bem feitos, direção competente de Kenneth Branagh e um elenco particularmente inspirado, com Natalie Portman, Anthony Hopkins e os desconhecidos Tom Hidleston e Chris Hemsworth.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. X-Men – Primeira Classe</strong> - <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-29-retrospectiva-de-cinema/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
A mãe de todas as surpresas. Ninguém achava que a Fox seria capaz de fazer uma boa adaptação de hqs, ainda mais dos X-Men. Mas este reboot não assumido (tamanhas as contradições em relação à trilogia original) acerta em cheio ao situar a trama nos anos 60, com Guerra Fria, espionagem e movimentos sociais. Cenário perfeito para apresentar o surgimento dos mutantes e a juventude de Xavier e Magneto, com ótimas atuações de James McAvoy e Michael Fassbender. O único ponto fraco são os efeitos visuais levemente toscos.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>1. Gigantes de Aço</strong> - <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-32-desculpa-ai-galera/" target="_blank">Ouça nosso podcast sobre o filme</a><br />
A coisa mais importante de todas em um blockbuster é a empolgação provocada por ele. Nesse sentido, nada em 2011 chegou aos pés de jornada de pai filho que caem na estrada e se conhecem enquanto competem em lutas de boxe robótico, com um modelo ultrapassado que vai do ferro velho ao estrelato do esporte. Falcão, o Campeão dos Campeões encontra Rocky Balboa com uma pitada de Transformers. Indicado a todos que têm coração e alma.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/top-10-melhores-blockbusters-de-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">E aí? Concorda? Discorda? Mimimi faltou Super 8? Comentem/ofendam a vontade.</p>
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		<title>Top 10 – Melhores Animes de 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 20:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Noots</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma vez que o fatídico 2012 em breve estampará os calendários, é chegada a hora de olhar para trás e ponderar sobre o que se sucedeu neste ano que se encerra.  Vendo que uma introdução longa não se mostra necessária, &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/top-10-melhores-animes-de-2011/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma vez que o fatídico 2012 em breve estampará os calendários, é chegada a hora de olhar para trás e ponderar sobre o que se sucedeu neste ano que se encerra.  Vendo que uma introdução longa não se mostra necessária, devido talvez ao título do post, segue uma lista daqueles que, em minha simplória opinião, foram os 10 (no caso 11) melhores lançamentos do ano no que diz respeito à animação nipônica.<span id="more-6496"></span></p>
<p>*****</p>
<p><strong>10º &#8211; SKET Dance</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img708.imageshack.us/img708/5090/sketdance.png" alt="sketdance Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>Em um colégio qualquer, palco usual para uma série proveniente da Weekly Shonen Jump, atua um pequeno clube cujo propósito é auxiliar o corpo discente em qualquer empreitada. Em suma, um clube criado para ajudar os alunos. Eis o SKET Dan, entidade composta por três indivíduos que protagoniza esta competente série de humor do Tatsunoko Productions.</p>
<p>Ponderando situações cómicas, focadas em ocorridos absurdos e personagens caricatos, e doses pontuais de drama, trazendo de forma conveniente e sincera os problemas colegiais à trama, o anime é feliz em conquistar publico com seu formato episódio e descontraído. Muito embora haja um preocupante numero de episódios que não são bem sucedidos em entreter ou cativar o espectador, aqueles que fazem, seja pelo manzai ou pelas lagrimas, tornam-se decididamente memoráveis.</p>
<p><strong>9º &#8211; Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai</strong><img class="aligncenter" src="http://img545.imageshack.us/img545/7374/anohana.jpg" alt="anohana Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>Um grupo de amigos que se distanciou devido um evento traumático; após anos, uma tortuosa reaproximação; o estudo dos desejos e falhas de cada um deles; e, por fim, a redenção. Essa formula resume uma história que há muito vem sendo contada em diversas mídias, e que foi novamente revisitada pela A-1 Pictures no melodramático AnoHana.</p>
<p>Contando com um roteiro bastante raso que apenas serve como tripé para que sejam expostas as idealizações do público otaku, ao qual o anime  se dirige, AnoHana tem como seu maior mérito, afora os belíssimos cenários e animação, criar situações que, embora previsíveis, capturam a atenção e criam expectativa moderada. Mesmo podendo adivinhar o que está por vir, o espectador é seduzido a continuar assistindo; mesmo que as questões se resolvam de forma abrupta, decepção raramente será uma das emoções provocadas pela série. Contudo, todas as honras devem ser atribuídas ao diretor Tatsuyuki Nagai, também responsável pelo divertido Toaru Kagaku no Railgun e pelo excelente Toradora, cujo toque transformou essa trama sem grandes atrativos em um dos destaques do ano.</p>
<p><strong>8º – Empate: </strong></p>
<p><strong>Steins;Gate </strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img440.imageshack.us/img440/8545/steinsgate40.jpg" alt="steinsgate40 Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>Titulo que provém de uma visual novel de grande sucesso, passada num universo que já conta com uma fanbase leal, sendo, portanto, uma animação voltado a um publico especifico e já cativado, mas que conseguiu novos fãs nesta boa adaptação do promissor estúdio White Fox. É uma ficção cientifica passada na atualidade, abordando viagem no tempo para camuflar, de forma realmente convincente, sua natureza de dramédia romântica harém, na qual um cerco de garotas se fecha em torno do carismático protagonista Hououin Kyo&#8230; digo, Okabe Rintarou, que se vê tragado para uma envolvente e desesperadora jornada. Steins;Gate é um thriller envolvente, driblando as inconsistências do roteiro e o ritmo lento para entregar um anime que, tal como comprovado pelo anuncio de um filme horas após o termino da série, ainda dará muito o que falar.</p>
<p><strong>Dantalian no Shoka </strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img267.imageshack.us/img267/9628/dantaliannoshoka.jpg" alt="dantaliannoshoka Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>Produzido pelo já lendário estúdio GAINAX, porém sem nem sombra do brilho de suas maiores obras, Dantalian no Shoka foi praticamente ignorado pelo publico; desinteresse que se refletiu nas vendas baixíssimas e poucos comentários acerca da animação, ainda que a light novel original seja bastante popular. Entretanto, tal título renegado revelou-se como uma das mais bem trabalhadas sagas do ano, e uma das poucas a apresentar evolução constante.</p>
<p>Assim sendo, esta fantasia gótica inicialmente morna progride de forma belíssima, fazendo uso de seu formato episódico mas correlacionado para culminar em uma experiência estranhamente proveitosa, que patina entre o casual e o intimista. Magistralmente ambientado por uma equipe mais do que competente e dignamente conduzido por um diretor estreante, Dantalian no Shoka é certamente o mais injustiçado dos nomes desta lista.</p>
<p><strong>7º – Fate/Zero (season 1)<br />
</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img141.imageshack.us/img141/8369/fatezero.jpg" alt="fatezero Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>Originário dos textos do respeitável idealizador Gen Urobuchi – também roteirista do top 2 da lista –, o prequel de Fate/Stay Night, uma das Visual Novels com maior repercussão global em toda a história e que foi terrivelmente adaptada para televisão anos atrás pelo estúdio DEEN, veio ao ar nos últimos meses do ano e rapidamente se consolidou como um arrasa quarteirão, desta vez tendo o confiável Ufotable em sua produção.</p>
<p>Abordando com uma ótica mais nebulosa a Guerra do Santo Graal, na qual sete magos e seus respectivos servos devem batalhar pela posse do objeto sagrado, esse “prelúdio” é mais centrado e, ouso dizer, maduro que o “evento principal”  –  o que pode ser facilmente constatado após notarmos que a maioria dos personagens são adultos, ao contrário do que vemos no pilar da franquia. Como anime de ação e fantasia, Fate/Zero impressiona não só em cada uma de suas frenéticas batalhas, espantosamente bem animadas, mas também em seus diálogos bem encaixados, apesar de não gozarem do mesmo primor técnico reservado às cenas de combate. Impressionante talvez seja a palavra que melhor define a primeira metade de Fate/Zero, junção de episódios que, como esperado, deixou no ar a apreensão necessária para que a metade final, que será exibida a partir de Abril de 2012, seja ainda mais visada.</p>
<p><strong>6º – Chihayafuru </strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img818.imageshack.us/img818/2498/chihayafuru01.png" alt="chihayafuru01 Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>A maioria das pessoas tem objetivos de vida, e boa parte dessas metas está relacionada à grandeza.  Mesmo que esses anseios nunca venham a se realizar ou que os abandonemos no meio do caminho, algumas vezes por pouca perseverança, outras por falta de aptidão, é natural para o ser humano almejar o topo no que quer que faça. A caminhada rumo à glória, apontada por muitos como tema saturado, é focada também em Chihayafuru, um suave e peculiar drama esportivo.</p>
<p>Abordando o pouco conhecido karuta, jogo japonês – mas de origem portuguesa – que requer uma exaustiva atividade física, um gritante esforço mental e conhecimento prévio da poesia clássica daquelas terras, essa agradável série narra os esforços cotidianos dos praticantes do esporte, tendo como epicentro Ayase Chihaya, uma garota que encontra nesse universo sua razão de ser. Fazendo do roteiro um suporte para as personalidades que o protagonizam, o anime acompanha os personagens desde sua infância, enveredando-se por suas nuances e processo de autoconhecimento. Baseado no ovacionado mangá homônimo de Yuki Suetsugu, Chihayafuru é o gol de honra do estúdio Madhouse em um ano permeado pelo fracasso decorrente de suas infelizes adaptações de obras americanas, como títulos da Marvel e a série Supernatural.</p>
<p><strong>5º – Nichijou</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img835.imageshack.us/img835/1602/nichijou06large12.jpg" alt="nichijou06large12 Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>O termo “Nichijou” pode ser literalmente traduzido como “Cotidiano” e, como impresso no título, retrata a passagem de um grupo de indivíduos pele conjunto de banalidades que é a vida. Esta introdução resumiria a ultima série do Kyoto Animation, estúdio responsável pelos maiores hits otakus do século (Suzumiya Haruhi, Lucky Star, Clannad, K-On), não fosse pelo fato de que os indivíduos apresentado neste pretenso slice of life são absolutamente anormais, resultando nas situações surreais de uma comédia sem par.</p>
<p>Os episódios, divididos em sketches numeradas e nomeadas, são de um humor ágil e bastante visual, características amplamente trabalhadas pela direção, que não falhou em pontuar as piadas com expressões faciais, ângulos elaborados e jogadas de cena, a fim de gerar o mais marcantes e engraçado dos resultados. Em suma, o humor visto em Nichijou não vem de hoje, mas este jamais foi exibido com tamanho cuidado e detalhismo, destacando-o como uma das melhores comédias da década; de certo a melhor de 2011.</p>
<p><strong>4º – Usagi Drop </strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img440.imageshack.us/img440/4999/usagidrop.jpg" alt="usagidrop Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>Responsabilidade é de fato  algo capaz de transformar as pessoas. Tendo tal ideia como sua pedra fundamental, Usagi Drop faz um estudo acerca das transformações infligidas ao cotidiano, hábitos e personalidade de alguém praticamente desprovido de responsabilidades uma vez que, de repente, ele toma para si um dos maiores fardos que o ser humano pode carregar: criar uma criança. O anime se empenha em contar uma história realística; um drama suave, de fácil assimilação, levantando, por meio de personagens gostáveis e críveis, diversas questões que envolvem não só a educação de uma criança, mas também a arbitrariedade dos relacionais filiais, conjugais e da sociedade como um todo.</p>
<p>Apontamentos pertinentes, afiados, são aqui passados por uma trama que oferece muito além de diversão, mas que não a deixa de lado por nenhum instante. Como o publico ocidental pôde constatar na maravilhosa sequência animada de Kill Bill Volume 1, o Production I.G, responsável pela produção, ostenta qualidade acima da média.</p>
<p><strong>3º – Natsume Yuujinchou San </strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img525.imageshack.us/img525/6264/horriblesubsnatsumeyuuj.jpg" alt="horriblesubsnatsumeyuuj Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>Após dois anos na geladeira, a ótima série Natsume Yuujinchou, que amalgama drama, comédia e aventura no bem executado formado de caso da semana, volta ao ar em sua terceira temporada. Seguindo o solitário Natsume Takashi e suas desventuras com youkais – criaturas místicas do folclore japonês–, o talentosíssimo diretor Takahiro Omori, que também assina títulos de destaque como Baccano!, Durarara!!, e Kuragehime, trás de volta exatamente o mesmo clima das temporadas anteriores, mergulhando o espectador no reflexivo e relaxante contexto que poderia ser embalado apenas pelas maravilhosas composições de Makoto Yoshimori, proporcionando a doce melancolia que a obra exige.</p>
<p>Aos cuidados do Brain&#8217;s Base, um dos mais distintos e interessantes estúdios da atualidade, Natsume Yuujinchou parece ter voltado de forma triunfal, e, conquistando crítica e despontando nas vendagens, já garantiu nova temporada para o primeiro mês de 2012. Trazendo episódios sempre agradáveis, e alguns de fato extraordinários, Natsume Yuujinchou San é um retorno digno do nome que carrega.</p>
<p><strong>2º – Puella Magi Madoka Magica</strong></p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/puellamagimadokamagica.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6525" title="puellamagimadokamagica" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/puellamagimadokamagica.jpg" alt="puellamagimadokamagica Top 10 – Melhores Animes de 2011" width="630" height="300" /></a></p>
<p>Com nomes de peso a frente da direção, roteiro, character design e trilha sonora, Madoka Magica é sensivelmente o mais visado e comentado anime do ano, adornado por todos os lados, com os devidos méritos, como divisor de águas por descontruir e reinventar o gênero mahou shoujo. Logo a principio, vale ressaltar que tal gênero jamais fora tão infantil e estagnado como se tem pintado desde a exibição de Madoka, ainda que, inegavelmente, os títulos mais conhecidos deem base a tal afirmação.</p>
<p>Todavia, a série pode ser dividia em três pontos: o principio ilusório, no qual são apresentados os moldes usuais de um anime do gênero; a espiral de desespero firmada pelo meio da série, na qual todos os clichês mostrados nos episódios iniciais são mutilados; e a conclusão impactante, dúbia, ainda que otimista. Principio, meio e fim; simples, atrativo e convincente. Abusando de um jogo de cores invejável, alguns bons personagens, diálogos bem escritos e cenas de ação deslumbrantes, Puella Magi Madoka Magica é um dos maiores nomes da longa lista de destaques do estúdio Shaft, quiçá o maior.</p>
<p><strong>1º – Mawaru Penguindrum</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img836.imageshack.us/img836/9555/ggmawarupenguindrum128a.jpg" alt="ggmawarupenguindrum128a Top 10 – Melhores Animes de 2011"  title="Top 10 – Melhores Animes de 2011" /></p>
<p>O retorno de Kunihiko Ikuhara como diretor de uma obra original, passados 15 anos desde Utena, um dos mais saudosos títulos da década de 1990, gerou resultados além do que o mais otimista dos fãs poderia prever <strong>– </strong>qualitativamente falando, é claro. Mawaru Penguindrum, embora não tenha causado nenhum frisson, também não passou batido pelo publico, enquanto a crítica, em sua maioria, só tem elogios a tecer àquele que é apontado por muitos, parcela na qual me incluo, como mais bem estruturado, crítico e relevante anime do ano de 2011.</p>
<p>Em um misto de gêneros e situações, a série explana sobre a construção e manutenção de uma família, utilizando de um tema tão abrangente para abordar a sociedade e seus julgamentos, o embate entre fanatismo e ceticismo, e mesmo a criminalidade, mais especificamente o terrorismo, e suas implicações <strong>– </strong>o que se torna bastante evidente aos olhos mais atentos nas diversas citações e paralelos respeitosos traçados entre o ataque com gás sarin ao Metrô de Tóquio, ocorrido em 1995, e um certo evento ao qual todos os personagens estão intimamente ligados.</p>
<p>Embora o paragrafo acima tente sobrevoar todos os pontos abordados na trama, isto se mostra impossível não só pela vastidão de interpretações possíveis para cada pequeno gesto realizado, como também e principalmente pela forma intercortada como a história é contada e pelas muitas mudanças de espirito que assolam o roteiro. Por vezes voltando-se para a comédia sem deixar de passar informações vitais para a compreensão, os realizadores arriscaram-se ao extremo e certamente conseguiram que um numero considerável de pessoas abandonasse essa jornada “sem nexo” prematuramente.</p>
<p>Seja qual for o intuito da citação, é necessário sempre fazer ressalvas ao se falar de  Mawaru Penguindrum. É um anime difícil. É cult. É complexo. E é, acima de tudo, genial.</p>

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		<title>[Resenha] Superman: Entre a Foice e o Martelo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aoshi-Senpai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[entre a foice e o martelo]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Millar]]></category>
		<category><![CDATA[Red Son]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Superman]]></category>
		<category><![CDATA[superman soviético]]></category>

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		<description><![CDATA[“E se Hiroshima e Nagazaki nunca tivessem acontecido? E se o Brasil não fosse colônia de exploração? E se a Guerra Fria durasse até o século XXI? E se o Mickey fosse um gato, ou um boneco de posto, ao &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/resenha-superman-entre-a-foice-e-o-martelo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Red_Son_3_by_ShiftyOne.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6519" title="Red_Son_3_by_ShiftyOne" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Red_Son_3_by_ShiftyOne.jpg" alt="Red Son 3 by ShiftyOne [Resenha] Superman: Entre a Foice e o Martelo" width="630" height="300" /></a>“E se Hiroshima e Nagazaki nunca tivessem acontecido? E se o Brasil não fosse colônia de exploração? E se a Guerra Fria durasse até o século XXI?<br />
E se o Mickey fosse um gato, ou um boneco de posto, ao invés de um rato? E se&#8230; ? E se&#8230;??”<br />
Todas essas perguntas possivelmente fazem mais sentido do que a questão que trouxe este post até o Vortex<strong>: “E se a nave do Kryptoniano mais famoso de todos, Todos, TODOS, tivesse caído na União Soviética, ao invés de cair nos Estados Unidos da América?”<span id="more-6442"></span><!--more--></strong></p>
<div>
<p>Esta é a questão central do arco supermanzístico “Superman – Red Son”, uma história pensada por Mark Millar na década de 70 e que foi publicada em abril de 2003.</p>
</div>
<p>O arco, publicado em 3 edições, conta a história do herói-vitrine da DC caso sua nave tivesse caído, em território ucraniano, durante a guerra fria. Nesta estória, o homem de aço é criado e educado no regime comunista de Stalin e passa a defender, de todas as maneiras possíveis, os ideais igualitários promovidos pelo Estado Social.</p>
<p>Com este poderoso “camarada” a seu lado, o regime de Stalin prospera e toma conta de praticamente todo o mundo, sendo os Estados Unidos e o Chile os únicos países do planeta a recusarem o Estado Social e a ajuda de Superman.</p>
<p>Acho que o que ainda posso contar sobre esta HQ, sem estragar a experiência de quem ainda não leu, é que os ideais comunistas colocados em prática reduzem a um nível microscópico todos os problemas da humanidade. Sob o comando de Superman (que assume como uma espécie de “Presidente do Planeta” depois da morte de Stalin) o mundo utópico proposto pela teoria finalmente vira realidade, mas ainda existem pessoas muito poderosas que não vêem a influência alienígena de Superman com bons olhos, e farão de tudo para derrubar o sistema.</p>
<p>Neste que é um dos arcos mais famosos de todo o Multiverso, Superman &#8211; Red Son é um excelente exemplo de como nosso mundo poderia ser totalmente diferente (não melhor, e nem pior) do que é hoje em dia.</p>
<div>
<p>Millar personifica todos os ideais da Mãe Rússia na figura de um alienígena semi-deus e coloca a doutrina comunista em prática em um âmbito global.</p>
</div>
<p>A brilhante visão de Millar, sobre o comunismo aplicado, deixa bem claro todos os pontos positivos e negativos de cada um dos modelos econômicos e dá uma nova visão de mundo aos leitores, além de servir como uma excelente aula de história.</p>
<p>Em minha opinião, a DC nunca lançou algo tão bom em sua história quanto Red Son. Apesar de eu ser marvete (admito sem nenhum pudor que os personagens da Marvel e suas histórias fazem muito mais o meu estilo), conheço muita coisa da DC.</p>
<p>Acho que o universo regular de todos os heróis de ambas as editoras é lugar-comum para qualquer pessoa que goste de quadrinhos. Salvo os novíssimos leitores de HQ (a quem, obviamente, não se dirige essa história), todos sabem qual é a pegada dos principais heróis da DC. Creio que o maior mérito da história é justamente mostrar um universo totalmente alternativo mantendo <strong>completamente intactas</strong> as características de cada personagem.</p>
<p>Assim, em Superman &#8211; Red Son, temos um Superman que luta com todas as forças e abdica de sua vida pessoal para defender seu ideal e fazer aquilo que ele acha que é certo, temos um Batman que luta sozinho para combater a tirania e um Lex Luthor que enxerga em Superman o único adversário a sua altura, e que ignora todo o mundo ao seu redor para vencer o homem de aço. Estes personagens principais mantém todas as características particulares que lhes deram vida. Diferente de outros arcos da própria Elsewords, estes são completamente os mesmos personagens dos universos regulares, porém com motivações diferentes.</p>
<p>Em toda minha história com as HQs americanas (que não é assim tão longa) posso afirmar com 200% de certeza que jamais li uma revista com roteiro tão brilhantemente elaborado e com tamanha competência em construir um universo que, apesar de fictício, é tão crível e filosófico. Uma excelente história que envolve praticamente todo o universo DC em uma trama que não é galhofa (considerando-se o tipo de publicação), que não utiliza nenhuma desculpinha “Deus ex machina” para explicar qualquer coisa e que mostra realmente do que os personagens são capazes.</p>
<p>A revista foi publicada no Brasil, em 2006, pela Panini, com o nome “Superman: Entre a foice e o martelo” mas hoje em dia é bem difícil de conseguir um impresso desse material. A boa notícia para quem é Macfag  é que a DC publicou as três edições em seu aplicativo oficial e apesar de estar bem carinha (US$ 3,00 cada) vale a pena dar uma conferida(se você for fluente na língua capitalista, obviamente). Caso você não seja um i-adopter, tenho certeza que é bem esperto e vai dar o seu jeitinho para ler a história, não é mesmo? <img src='http://www.vortexcultural.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink [Resenha] Superman: Entre a Foice e o Martelo" class='wp-smiley' title="[Resenha] Superman: Entre a Foice e o Martelo" /> </p>
<p>Com roteiro de Mark Millar e traço de Dave Jhonson, “Superman – Red Son” é leitura OBRIGATÓRIA&#8230; Vou repetir: OBRIGATÓRIA, para todos os leitores de HQ, sejam eles DCnautas ou Marvetes.</p>
<p>Agradecimento especial ao <a title="Felipe Morcelli" href="http://www.twitter.com/multiversodc" target="_blank">Felipe Morcelli</a>, por me apresentar essa história no ComicPod, lá do <a title="Multiverso DC" href="http://www.multiversodc.com/" target="_blank">Multiverso DC</a>. Visitem os caras, eles são fodas!!!</p>

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		<title>[Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 19:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[os 10 melhores albuns]]></category>
		<category><![CDATA[os 10 melhores discos]]></category>

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		<description><![CDATA[Diferente do que as pessoas têm falado, 2011 se mostrou um excelente ano para a música. Basta procurar nos meios corretos. (Ou vocês ainda contam com a televisão e o rádio pra isso?). Tive um certo trabalho para fazer essa &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/musica/na-vitrola-10-albuns-essenciais-de-2011/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/NaVitrola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2450" title="NaVitrola" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/NaVitrola.jpg" alt="NaVitrola [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="630" height="275" /></a>Diferente do que as pessoas têm falado, 2011 se mostrou um excelente ano para a música. Basta procurar nos meios corretos. (Ou vocês ainda contam com a televisão e o rádio pra isso?). Tive um certo trabalho para fazer essa lista e acabei deixando muita coisa bacana de lado. Acabei focando em artistas que não tinham tanto apelo na mídia. Por isso, confiram o post e corram atrás dessa galera.<span id="more-6494"></span></p>
<p style="text-align: center;">*****<br />
<a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Graveyard-Hisingen-Blues.jpg"><img class="size-full wp-image-6504 aligncenter" title="Graveyard-Hisingen-Blues" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Graveyard-Hisingen-Blues.jpg" alt="Graveyard Hisingen Blues [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>Graveyard - Hisinger Blues</strong></p>
<p>Hisinger Blues é o segundo álbum desta banda formada em 2006. O Graveyard é uma daquelas bandas que tem uma sonoridade calcada nos anos 70, com influências de Led Zeppelin, Sabbath, Grand Funk, só que, diferente da maioria, os caras conseguem imprimir originalidade e o clima que os anos 70 tinham, seja tocando hard rock, blues ou baladas. O segundo álbum consolida a carreira da banda e cala a boca daqueles que dizem que não se faz mais rock and roll como antigamente.</p>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Quill-Full-Circle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6509" title="The Quill - Full-Circle" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Quill-Full-Circle.jpg" alt="Quill Full Circle [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>The Quill &#8211; Full Circle</strong></p>
<p style="text-align: justify;">The Quill é uma banda sueca, assim como o Graveyard, mas com uma pegada bem diferente e com um som mais pesado, voltado para o Stoner rock e Stoner Metal. Diferente do álbum anterior, Full Circle é mais pesado e mais maduro, talvez a entrada do novo vocalista Magnus Arnar, com um vocal mais rasgado e agressivo, tenha sido fator primordial para essa guinada na carreira da banda.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/12728_g.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6507" title="Kamchatka - Bury Your Roots" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/12728_g.jpg" alt="12728 g [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>Kamchatka &#8211; Bury Your Roots</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Suécia tem exportado excelente bandas, pesquisando sobre a origem do Kamchatka, descobri que eles também são de lá. O som dos caras é uma mistura de hard rock com black music. Li no Collector Rooms que “o Bury Your Roots é tudo que o Black Country Communion queria ser e não conseguiu”. Assino embaixo.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Noel-Gallaghers-High-Flying-Birds-Artwork.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6506" title="Noel-Gallaghers-High-Flying-Birds" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Noel-Gallaghers-High-Flying-Birds-Artwork.jpg" alt="Noel Gallaghers High Flying Birds Artwork [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>Noel Gallagher&#8217;s High Flyng Birds - Noel Gallagher&#8217;s High Flyng Birds</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse é pra gerar polêmica mesmo, mas enfim, vamos lá. Desde o fim do Oasis, os irmãos Gallagher decidiram seguir caminhos opostos, Liam se reuniu com o resto do Oasis e formou o Beaddy Eye (que por pouco não foi listado aqui com o excelente Different Gear, Still Speeding) e o Noel partiu para a carreira solo. O álbum de estréia é excelente, diferente dos últimos trabalhos do Oasis. Álbum honesto, com Noel voando alto, como sua banda.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/train-to-your-lover.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6511" title="train-to-your-lover" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/train-to-your-lover.jpg" alt="train to your lover [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>The Pepper Pots &#8211; Train To Your Lover</strong></p>
<p>Saindo um pouco do Rock and Roll, vamos falar das beldades do Pepper Pots, uma banda que acabei conhecendo por acaso em uma dessas &#8220;googladas&#8221; e me surpreendeu. Train To Your Lover é o quarto album e é uma viagem ao passado, reunindo todo o grude que a Motown tanto difundiu décadas atrás. Canções soul, extremamente melodiosas, com uma banda de primeira.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/ry-cooder-pull-up-some-dust-and-sit-down-front-cover-78080.jpg"><img title="ry-cooder-pull-up-some-dust-and-sit-down" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/ry-cooder-pull-up-some-dust-and-sit-down-front-cover-78080.jpg" alt="ry cooder pull up some dust and sit down front cover 78080 [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /><br />
</a><strong>Ry Cooder &#8211; Pull Up Some Dust And Sit Down</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O cara é simplesmente um dos guitarristas mais influentes da atualidade e está na estrada há mais de quatro décadas. Em seu último álbum, Cooder reúne vai do Blues ao Country texano e tudo isso fazendo uma forte crítica à política norte-americana. DISCAÇO!</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-Black-Keys-ElCamino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6505" title="The Black Keys-ElCamino" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-Black-Keys-ElCamino.jpg" alt="The Black Keys ElCamino [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>The Black Keys -  El Camino</strong></p>
<p>Dan Auerbach e Patrick Carney  continuam mais experimentais do que nunca. O novo álbum do Black Keys traz toda a pegada de Blues Moderno que os dois costumam fazer, só que desta vez o rock and roll está muito mais presente. El Camino tem o clima de uma grande jam despretensiosa, com músicos inspirados fazendo o que gostam.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/dece.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6503" title="decemberists" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/dece.jpg" alt="dece [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>The Decemberists &#8211; The King Is Dead</strong></p>
<p>Depois do péssimo Hazards of Love, os Decemberists resolveram colocar a mão na consciência e deixar toda a pretensão de lado para fazer um grande álbum folk. The King is Dead é muito mais direto do que os trabalhos anteriores, deixando de lado a veia mais progressiva para cair de cabeça no country norte-americano. Fizeram muito bem.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-London-Souls-2011.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6508" title="The-London-Souls-2011" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/The-London-Souls-2011.jpg" alt="The London Souls 2011 [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>The London Souls &#8211; The London Souls</strong></p>
<p>Power trio nova-iorquino que lança seu álbum de estreia embasado na influência dos anos 70. Diferente das bandas que pipocam hoje em dia, abusando de efeitos e pirotecnias, os caras do London Souls fazem um som cru, como todo bom rock and roll deveria ser. Um dos grandes destaques de 2011.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Tedeschi-Trucks-Band-Revelator-2011-Front-Cover-55830.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6502" title="Tedeschi-Trucks-Band-Revelator-2011-Front-Cover-55830" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Tedeschi-Trucks-Band-Revelator-2011-Front-Cover-55830.jpg" alt="Tedeschi Trucks Band Revelator 2011 Front Cover 55830 [Na Vitrola] 10 Álbuns Essenciais de 2011" width="400" height="400" /></a><strong>Tedeschi Trucks Band &#8211; Revelator</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Susan Tedeschi decidiu se reunir com seu marido, Derek Trucks, e montar o Tedeschi Trucks Band. Os dois fizeram um dos melhores álbuns (senão o melhor) de 2011. Blues, folk, country, jazz, rock&#8230; Fazia tempo que não ouvia um álbum tão interessante.</p>
</div>

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		<item>
		<title>Agenda Cultural 33 &#8211; Aquela de Final de Ano</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 02:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem Vindos à bordo. Flávio Vieira (@flaviopvieira), Levi Pedroso (@levipedroso), Rafael Moreira (@_rmc), Jackson Good (@jacksgood), Mario Abbade (@fanaticc) e Bruno Gaspar retornam para o último podcast de 2011. Boas Festas à todos e até o ano que vem! Duração:  &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-33-aquela-de-final-de-ano/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner33.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6477" title="banner33" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner33.png" alt="banner33 Agenda Cultural 33   Aquela de Final de Ano" width="630" height="275" /></a>Bem Vindos à bordo. </em>Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), Levi Pedroso (<a href="http://twitter.com/levipedroso" target="_blank">@levipedroso</a>), Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>), Jackson Good (<a href="http://twitter.com/jacksgood" target="_blank">@jacksgood</a>), Mario Abbade (<a href="http://twitter.com/fanaticc" target="_blank">@fanaticc</a>) e Bruno Gaspar retornam para o último podcast de 2011. Boas Festas à todos e até o ano que vem!<span id="more-6215"></span></p>
<p><strong>Duração:</strong>  108 mins.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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<p><strong>Quadrinhos</strong></p>
<ul>
<li>The Life Story of The Flash by Iris Allen</li>
<li><a href="http://links.lomadee.com/ls/QXppbztvb2k5Tm53ZzsyMzU5NDk5OTswOzE3NjszMzU0MDYyNjswO0JSOzM7.html" target="_blank">Robert Crumb &#8211; Meus Problemas Com as Mulheres</a></li>
<li>DeadPool (Revista Mensal)</li>
<li>O Evangelho Segundo Lobo</li>
</ul>
<p><strong>Literatura</strong></p>
<ul>
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</ul>
<p><strong>Música</strong></p>
<ul>
<li>David Lynch &#8211; Crazy Clown Time</li>
<li>Amos Lee &#8211; iTunes Live From Soho</li>
</ul>
<p><strong>Games</strong></p>
<ul>
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</ul>
<p><strong>Séries</strong></p>
<ul>
<li>Boardwalk Empire</li>
<li>Willfred</li>
</ul>
<p><strong>Cinema</strong></p>
<ul>
<li>O Retorno de Johnny English</li>
<li>11/11/11</li>
<li>Reféns</li>
<li>Terror na Água 3D</li>
<li>O Preço do Amanhã</li>
<li>A Pele que Habito</li>
</ul>
<p><strong>Produto da Semana</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.naosalvo.com.br/vc/produto-bizarro-mercado-livre-bambi/" target="_blank">Bambi Para Penetração Sexual</a></li>
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		<itunes:summary>Bem Vindos à bordo. Flávio Vieira (@flaviopvieira), Levi Pedroso (@levipedroso), Rafael Moreira (@_rmc), Jackson Good (@jacksgood), Mario Abbade (@fanaticc) e Bruno Gaspar retornam para o último podcast de 2011. Boas Festas à todos e até o ano que vem!
Duração:  108 mins.
Edição: Flávio Vieira
Trilha Sonora: Flávio Vieira
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Quadrinhos

The Life Story of The Flash by Iris Allen
Robert Crumb &#8211; Meus Problemas Com as Mulheres
DeadPool (Revista Mensal)
O Evangelho Segundo Lobo

Literatura

Tudo Sobre Cinema
Caverna do Dragão &#8211; Damone

Música

David Lynch &#8211; Crazy Clown Time
Amos Lee &#8211; iTunes Live From Soho

Games

Battlefield 3

Séries

Boardwalk Empire
Willfred

Cinema

O Retorno de Johnny English
11/11/11
Reféns
Terror na Água 3D
O Preço do Amanhã
A Pele que Habito

Produto da Semana

Bambi Para Penetração Sexual
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		<itunes:author>flavio.pvieira@gmail.com</itunes:author>
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		<title>[Resenha] Coringa</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/resenha-coringa/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 19:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É possível medir a relevância de uma obra pelo seu impacto em outras mídias. O filme Cavaleiro das Trevas, dirigido por Christopher Nolan, é um bom exemplo disto.A visão de Nolan, sobre o universo de Batman nos cinemas, influenciou o &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/resenha-coringa/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/2__The_Joker_Wallpaper_by_chupa_chups_life.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6462" title="2__The_Joker_Wallpaper_by_chupa_chups_life" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/2__The_Joker_Wallpaper_by_chupa_chups_life.jpg" alt="2  The Joker Wallpaper by chupa chups life [Resenha] Coringa" width="630" height="300" /></a>É possível medir a relevância de uma obra pelo seu impacto em outras mídias. O filme Cavaleiro das Trevas, dirigido por <em>Christopher Nolan</em>, é um bom exemplo disto.A visão de Nolan, sobre o universo de Batman nos cinemas, influenciou o mundo dos quadrinhos. Azzarello e Bermejo trouxeram elementos visuais e de desenvolvimento de personagens que foram claramente inspirados no universo do Morcego de Nolan até mesmo pela atuação de <em>Ledger</em> como Coringa.<span id="more-6223"></span></p>
<p>Nesta graphic novel, a estória é contada sob a ótica de Johnny Frost, um bandido menor que acaba de entrar para o &#8220;bando&#8221; do Coringa. De alguma forma, que não é explicada muito bem (e que não interessa também), o Coringa consegue provar que está curado, e com isso consegue seu passe livre para fora do Arkham. Só que as coisas não saem como ele espera.</p>
<p>Ao chegar em Gotham, Coringa encontra seus negócios tomados e divididos entre seus antigos asseclas, desta forma, decide se aliar a algumas figuras conhecidas do universo do morcego. É o caso de Croc, aqui retratado praticamente como um soldado, o músculo da célula chefiada pelo Coringa; já o Pinguim dá as caras de forma mais tímida e ainda assim acertada. Retratado como um mafioso, responsável pelo comando de uma grande fatia do crime organizado de Gotham, e neste contexto, Azzarello mostra o quão sem controle é a personagem do Coringa, já que mesmo para o Pinguim, uma figura importante no submundo da cidade, não há outra alternativa senão a de ajudar o Coringa sendo o cérebro da organização. Harlequina também participa do enredo. Apesar de ser uma participação menor, chega a ser poética a instabilidade que sua personagem contém, algo que para quem conhece sua origem é também outra forma de expressão do caos do próprio Coringa, e de sua influência nefasta, capaz de apodrecer os que se aproximam dele.</p>
<p>O ponto forte é, sem dúvida, Johnny Frost. O narrador da história anseia por ser alguém, fica evidente a sua busca pelo respeito daqueles que nunca acreditavam nele, tudo isso através de uma via rápida. E eis que sua chance de ascensão se transfigura na figura do Coringa, e em sua figura, percebemos também que está traçada a sua rota para a queda. Você só não sabe bem quando. É uma sensação que remete ao clássico de Scorsese, Os Bons Companheiros. Qualquer semelhança não pode ser mera coincidência, já que a temática &#8220;máfia&#8221; está muito presente nesta HQ.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/1966277-final_cover.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6463" title="Joker - Brian Azzarello/Lee Bermejo" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/1966277-final_cover.jpg" alt="1966277 final cover [Resenha] Coringa" width="450" height="320" /></a></p>
<p>A narrativa de Azzarello é perfeita para a trama apresentada aqui. Pra quem é leitor de suas obras, fica evidente que o autor se sente muito mais a vontade escrevendo histórias &#8220;sujas&#8221;, com uma estética de tonalidades &#8220;noir&#8221; retratando o submundo, a podridão da cidade e uma visão cínica das pessoas, como em <em>100 Balas</em>, <em>Batman Cidade Castigada</em>, do que escrevendo algo mais heróico e idealizado como em <em>Superman: Pelo Amanhã</em>. Em Coringa, nem mesmo a figura do Batman é muito evidente, sendo mais uma presença a ser mencionada e percebida como um ser mítico da cidade, quase uma lenda. O desenrolar da história se desenvolve pouco a pouco, o que nos remete a um conto policial escuro e doentio.</p>
<p>Outro ponto forte é o trabalho gráfico de Bermejo. O design das personagens, criadas pelo artista, é muito interessante. Sua arte mescla o estilo tradicional dos quadrinhos americanos com uma pintura mais realista, tudo isso sem perder o dinamismo, algo bastante comum nesse tipo de traço. A cidade nos remete a um filme noir, uma percepção de estética que deveria ter acontecido com a série<em> noir</em> da Marvel mas não aconteceu.</p>
<p>E nesta mistura de <em>Scorsese</em>,<em> Dashiel Hammet</em>,<em> Tarantino</em> e <em>Nolan</em> que <em>Coringa</em> nos apresenta o antagonista do morcego em sua versão mais doentia e insana. Uma obra que tem tudo pra se tornar um clássico das histórias em quadrinhos.</p>
<p><em>Compre a edição <a href="http://links.lomadee.com/ls/WmF2Tzt6RVNlamV4aDsyMzU5MDk0MTswOzE3NjszMzU0MDYyNjswO0JSOzM7.html" target="_blank">aqui</a>.</em></p>

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		<title>Globo de Ouro 2011 &#8211; Indicados</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/cinema/globo-de-ouro-2011-indicados/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 22:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[globo de ouro 2011]]></category>
		<category><![CDATA[golden globe 2011]]></category>
		<category><![CDATA[indicados globo de ouro 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[É crianças, finalmente saiu a lista de indicados do Globo de Ouro 2011. Sinceramente, não tenho muito o que comentar, a lista está mais interessante em relação ao cinema, já que as indicações voltadas para a TV foram um terror &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/globo-de-ouro-2011-indicados/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/golden-globes-2011-logo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6453" title="golden-globes-2011-logo" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/golden-globes-2011-logo.jpg" alt="golden globes 2011 logo Globo de Ouro 2011   Indicados" width="630" height="300" /></a>É crianças, finalmente saiu a lista de indicados do Globo de Ouro 2011. Sinceramente, não tenho muito o que comentar, a lista está mais interessante em relação ao cinema, já que as indicações voltadas para a TV foram um terror só, algumas beirando ao absurdo *cof cof american horror story*, mas afinal, o que o dinheiro não compra?<span id="more-6451"></span></p>
<p>O ponto forte ficará por conta do apresentador dessa edição, novamente à cargo de Ricky Gervais, que mesmo depois de toda a polêmica envolvendo sua apresentação na cerimônia passada, está de volta. Bom sinal para os telespectadores, já que teremos algo interessante nesse marasmo todo. A cerimônia ocorrerá no dia 15 de janeiro.</p>
<p>Veja abaixo a lista de indicados ao 69º Globo de Ouro.</p>
<p><strong>CINEMA</strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Melhor filme &#8211; drama</strong><br />
<em>Os Descendentes</em><br />
<em>Histórias Cruzadas</em><br />
<em>A Invenção de Hugo Cabret</em><br />
<em>Tudo pelo Poder</em><br />
<em>O Homem Que Mudou o Jogo</em><br />
<em>War Horse</em></p>
<p><strong>Melhor filme musical ou comédia</strong><br />
<em>The Artist</em><br />
<em>Missão Madrinha de Casamento</em><br />
<em>50%</em><br />
<em>Meia-Noite em Paris</em><br />
<em>My Week with Marilyn</em></p>
<p><strong>Melhor ator &#8211; drama</strong><br />
George Clooney por <em>Os Descendentes</em><br />
Leonardo DiCaprio por <em>J. Edgar</em><br />
Michael Fassbender por <em>Shame</em><br />
Ryan Gosling por <em>Tudo pelo Poder</em><br />
Brad Pitt por <em>O Homem Que Mudou o Jogo</em></p>
<p><strong>Melhor atriz &#8211; drama</strong><br />
Glenn Close por <em>Albert Nobbs</em><br />
Viola Davis por <em>Histórias Cruzadas</em><br />
Rooney Mara por <em>Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres</em><br />
Meryl Streep por <em>A Dama de Ferro</em><br />
Tilda Swinton por <em>We Need to Talk About Kevin</em></p>
<p><strong>Melhor ator &#8211; musical e comédia</strong><br />
Jean Dujardin por <em>The Artist</em><br />
Brendan Gleeson por <em>O Guarda</em><br />
Joseph Gordon-Levitt por <em>50%</em><br />
Ryan Gosling por <em>Amor a Toda Prova</em><br />
Owen Wilson por <em>Meia-Noite em Paris</em></p>
<p><strong>Melhor atriz &#8211; musical e comédia</strong><br />
Jodie Foster por <em>Carnage</em><br />
Charlize Theron por <em>Jovens Adultos</em><br />
Kristen Wiig por <em>Missão Madrinha de Casamento</em><br />
Michelle Williams por <em>My Week with Marilyn</em><br />
Kate Winslet por <em>Carnage</em></p>
<p><strong>Melhor ator coadjuvante</strong><br />
Kenneth Branagh por <em>My Week with Marilyn</em><br />
Albert Brooks por <em>Drive</em><br />
Jonah Hill por <em>O Homem Que Mudou o Jogo</em><br />
Viggo Mortensen por <em>Um Método Perigoso</em><br />
Christopher Plummer por <em>Toda Forma de Amor</em></p>
<p><strong>Melhor atriz coadjuvante</strong><br />
Bérénice Bejo por <em>The Artist</em><br />
Jessica Chastain por <em>Histórias Cruzadas</em><br />
Janet McTeer por <em>Albert Nobbs</em><br />
Octavia Spencer por <em>Histórias Cruzadas</em><br />
Shailene Woodley por <em>Os Descendentes</em></p>
<p><strong>Melhor diretor</strong><br />
Woody Allen por <em>Meia-Noite em Paris</em><br />
George Clooney por <em>Tudo pelo Poder</em><br />
Michel Hazanavicius por <em>The Artist</em><br />
Alexander Payne por <em>Os Descendentes</em><br />
Martin Scorsese por <em>A Invenção de Hugo Cabret</em></p>
<p><strong>Melhor roteiro</strong><br />
<em>The Artist</em> &#8211; Michel Hazanavicius<br />
<em>Os Descendentes</em> &#8211; Alexander Payne, Nat Faxon, Jim Rash<br />
<em>Tudo pelo Poder</em> &#8211; George Clooney, Grant Heslov, Beau Willimon<br />
<em>Meia-Noite em Paris</em> &#8211; Woody Allen<br />
<em>O Homem Que Mudou o Jogo</em> &#8211; Steven Zaillian, Aaron Sorkin, Stan Chervin</p>
<p><strong>Melhor canção original</strong><br />
<em>Albert Nobbs</em> &#8211; &#8220;Lay Your Head Down&#8221;<br />
<em>Gnomeu e Julieta</em> &#8211; Elton John, Bernie Taupin (&#8220;Hello Hello&#8221;)<br />
<em>Histórias Cruzadas</em> &#8211; Mary J. Blige, Thomas Newman, Harvey Mason Jr. (&#8220;The Living Proof&#8221;)<br />
<em>Redenção</em> &#8211; &#8220;The Keeper&#8221;<br />
<em>W.E.</em> &#8211; &#8220;Masterpiece&#8221;</p>
<p><strong>Melhor trilha sonora</strong><br />
<em>The Artist</em> &#8211; Ludovic Bource<br />
<em>Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres</em> &#8211; Trent Reznor, Atticus Ross<br />
<em>A Invenção de Hugo Cabret</em> &#8211; Howard Shore<br />
<em>War Horse</em> &#8211; John Williams<br />
<em>W.E.</em> &#8211; Abel Korzeniowski</p>
<p><strong>Melhor animação</strong><br />
<em>As Aventuras de Tintim</em><br />
<em>Operação Presente</em><br />
<em>Carros 2</em><br />
<em>Gato de Botas</em><br />
<em>Rango</em></p>
<p><strong>Melhor filme em língua estrangeira</strong><br />
<em>Jin líng shí san chai</em><br />
<em>In the Land of Blood and Honey</em><br />
<em>O Garoto de Bicicleta</em><br />
<em>A Separação</em><br />
<em>A Pele que Habito</em></p>
<p><strong>TELEVISÃO</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Drama</strong><br />
<em>American Horror Story</em><br />
<em>Boardwalk Empire</em><br />
<em>Boss</em><br />
<em>Game of Thrones</em><br />
<em>Homeland</em></p>
<p><strong>Comédia</strong><br />
<em>New Girl</em><br />
<em>Enlightened</em><br />
<em>Episodes</em><br />
<em>Glee</em><br />
<em>Modern Family</em></p>
<p><strong>Melhor ator (drama)</strong><br />
Steve Buscemi &#8211; <em>Boardwalk Empire</em><br />
Bryan Cranston &#8211; <em>Breaking Bad</em><br />
Kelsey Grammer &#8211; <em>Boss</em><br />
Jeremy Irons &#8211; <em>The Borgias</em><br />
Damian Lewis &#8211; <em>Homeland</em></p>
<p><strong>Melhor atriz (drama)</strong><br />
Claire Danes &#8211; <em>Homeland</em><br />
Mireille Enos &#8211; <em>The Killing</em><br />
Julianna Margulies &#8211; <em>The Good Wife</em><br />
Madeleine Stowe &#8211; <em>Revenge</em><br />
Callie Thorne &#8211; <em>Necessary Roughness</em></p>
<p><strong>Melhor atriz (comédia)</strong><br />
Tina Fey &#8211; <em>30 Rock</em><br />
Amy Poehler &#8211; <em>Parks and Recreation</em><br />
Laura Dern &#8211; <em>Enlightened</em><br />
Zooey Deschanel &#8211; <em>New Girl</em><br />
Laura Linney &#8211; <em>The Big C</em></p>
<p><strong>Melhor ator (comédia)</strong><br />
Alec Baldwin &#8211; <em>30 Rock</em><br />
David Duchovny &#8211; <em>Californication</em><br />
Johnny Galecki &#8211; <em>The Big Bang Theory</em><br />
Thomas Jane &#8211; <em>Hung</em><br />
Matt LeBlanc &#8211; <em>Episodes</em></p>
<p><strong>Melhor ator coadjuvante</strong><br />
Peter Dinklage &#8211; <em>Game of Thrones</em><br />
Paul Giamatti &#8211; <em>Too Big Too Fall</em><br />
Guy Pearce &#8211; <em>Mildred Pierce</em><br />
Tim Robbins &#8211; <em>Cinema Verite</em><br />
Eric Stonestreet &#8211; <em>Modern Family</em></p>
<p><strong>Melhor atriz coadjuvante</strong><br />
Jessica Lange &#8211; <em>American Horror Story</em><br />
Kelly Macdonald &#8211; <em>Boardwalk Empire</em><br />
Maggie Smith &#8211; <em>Downton Abbey</em><br />
Sofia Vergara &#8211; <em>Modern Family</em><br />
Evan Rachel Wood &#8211; <em>Mildred Pierce</em></p>
<p><strong>Melhor minissérie ou telefilme</strong><br />
<em>The Hour</em><br />
<em>Downton Abbey</em><br />
<em>Cinema Verite</em><br />
<em>Mildred Pierce</em><br />
<em>Too Big to Fail</em></p>
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		<title>VortCast 10: Mad Max</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 00:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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<p><em>Liguem os motores. </em>Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), Levi Pedroso (<a href="http://twitter.com/levipedroso" target="_blank">@levipedroso</a>), Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>), Mario Abbade (<a href="http://twitter.com/fanaticc" target="_blank">@fanaticc</a>) e os convidados Felipe Nunes (<a href="http://twitter.com/felipe_nunes" target="_blank">@felipe_nunes</a>) do Mitografias e Ivan Motosserra (<a href="http://twitter.com/ivanmotosserra" target="_blank">@ivanmotosserra</a>) do Rock Trinta discutem sobre um dos totens sagrados do Vortex Cultural, Mel Gibson e a trilogia que o consagrou: Mad Max.<span id="more-6423"></span></p>
<p><strong>Duração:</strong>82 mins.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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		<title>Anime Family 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 22:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Kirano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E nos dias 03 e 04 de dezembro ocorreu novamente o Anime Family, aqui no Rio de Janeiro. Continuando sua andança pela cidade, novamente este ano eles escolheram OUTRO lugar para o evento e desta vez só tenho a falar &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/variedades/anime-family-2011/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/qy2AKg.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6418" title="Anime Family" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/qy2AKg.png" alt="qy2AKg Anime Family 2011" width="630" height="300" /></a>E nos dias 03 e 04 de dezembro ocorreu novamente o Anime Family, aqui no Rio de Janeiro. Continuando sua andança pela cidade, novamente este ano eles escolheram OUTRO lugar para o evento e desta vez só tenho a falar bem do local. Ano passado reclamei do fato de ser longe e um local ruim, com má distribuição de espaços e afins. Esse ano o local não era assim tão distante, fácil acesso e grande o suficiente para se distribuir as áreas, estandes, palco principal, palco de animeke, alimentação e salas temáticas, e ainda não ficar tumultuado.<span id="more-6397"></span></p>
<p>Falando nos espaços, este ano não teve para alguém querer reclamar, o pior de todos, mas não por culpa da organização, era dos estandes, porque sempre lotados de gente e por isso abafado. O estande da Comix, que ganhou local a parte, estava mais lotado que tudo e por culpa da Comix mesmo, ao deixar apenas UMA pessoa para ficar de “caixa” para a multidão que comprava ali (eu um deles). As salas temáticas tiveram um prédio próprio e com isso ficaram com um bom espaço, não sou fã delas, porém passei por todas e vi algumas interessantes, onde vendiam itens ou podia-se jogar algo.</p>
<p>O palco principal do evento localizado no alto de uma pequena ladeira era grande, espaçoso e, principalmente, bem ventilado, assim mesmo com um numero grande de pessoas o local não ficou infernal.</p>
<p>Dia 03, sábado, o dia inicial como de costume de manhã já havia fila no lado de fora e também como de costume os portões abriram com mais de 1 hora de atraso. Com o atraso algumas atrações do sábado não aconteceram, como o bingo e o desfile de lolitas. Porém assim que os portões abriram rapidamente a fila foi andando e logo estavam todos dentro do local para curtir o que rolasse. No palco principal o dia começou com a apresentação de Kung-Fu, que foi interessante, e logo depois para uns grupos de dança (que eu decididamente não assisti e fui dar uma volta pelo evento e comprar coisas).</p>
<p>Após algum tempo teve uma rápida entrevista com Marco Ribeiro e inicio ao concurso cosplay, que como de costume no sábado não tem muitos candidatos. Logo após o concurso entrou no palco a banda Comitiva do Rock, que me foi uma grata surpresa.Com um estilo descompromissado eles cantam “versões” de grandes sucessos de maneira divertida, muitos fãs das originais podem até não gostar, mas eu achei que ficou divertido o arranjo que eles fizeram e para o evento caiu bem, um exemplo a música The Painkiller virou Pinga Killer. E então, após a Comitiva passar entrou a atração principal deste Family, Takayuki Miyauchi, cantor de temas de Tokusatsu (Bioman, Kamen Raider Black RX, Winspector, SoulBrain), que no inicio foi bem fraco, cantando com um som de fundo fraco, então veio Ricardo Cruz, o brasileiro da banda Jam Project, cantou umas 3 músicas e Miyauchi voltou com uma banda para tocar seus grandes sucessos e levar o público a loucura, o show foi realmente MUITO bom e teve duas surpresas quando foram cantadas as músicas de Jaspion e Changeman, que não pertencem ao cantor e assim se encerrou o dia.</p>
<p>No domingo tivemos novamente uma repetição do que acontece todo ano, a fila estava o triplo do dia anterior mas os portões abriram em ponto e com isso a fila não durou muito. Novamente tenho que elogiar o local, mesmo com o numero absurdamente maior de pessoas o evento não foi tumultuado no domingo, dando para caminhar tranquilamente no local. Por ter começado na hora o dia teve todas as suas atrações, começando pelo Anime Bingo e depois partindo para uma banda um tanto quanto conhecida nos eventos cariocas, obSEXion, tocando sucessos de J-Rock e alguns de anime. Depois novamente tivemos os dois grupos de dança e o concurso cosplay, que teve muitos mais candidatos que no dia anterior. Após o demorado concurso cosplay tivemos a apresentação da banda Wasabi, que no dia anterior ficou apenas como banda de apoio do Miyauchi, que empolgou bastante com sucessos de animes, tanto em Japonês quanto em Português, e depois novamente Miyauchi retornou ao palco para um show bem menor que o do dia anterior, pois inicialmente ele iria fazer show apenas no sábado, porém umas semanas antes do evento os organizadores decidiram colocar show nos dois dias. Com o fim do curto show do Miyauchi ficou pouco para acontecer, apenas os resultados dos concursos e o fim do evento.</p>
<p>Esse ano a organização acertou em cheio no local, o evento foi organizado e com boas atrações. Embora, como já disse ano passado, a fórmula de eventos seja igual sempre este ano foi divertido curtir isso, valeu à pena.</p>
<p><a href="http://s127.photobucket.com/albums/p154/Kainor/Vortex/Family%202011/Cosplay/?start=all" target="_blank">Veja aqui fotos tiradas de Cosplays no evento.</a></p>

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		<title>[Resenha] Manicômio do Coringa</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 22:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente andei relendo algumas histórias voltadas ao arqui-inimigo do morcego, uma delas foi o Manicômio do Coringa, que eu conferi na época do seu lançamento, aproximadamente dois anos atrás e me decepcionei bastante. Relendo a hq dias atrás, minha opnião &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/manicomio-do-coringa/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/manicomio-do-coringa.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6411" title="manicomio-do-coringa" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/manicomio-do-coringa.png" alt="manicomio do coringa [Resenha] Manicômio do Coringa" width="630" height="300" /></a>Recentemente andei relendo algumas histórias voltadas ao arqui-inimigo do morcego, uma delas foi o <em>Manicômio do Coringa</em>, que eu conferi na época do seu lançamento, aproximadamente dois anos atrás e me decepcionei bastante. Relendo a hq dias atrás, minha opnião não foi muito diferente, o roteiro é um misto de altos e baixos durante toda a história.<span id="more-2876"></span></p>
<p>A revista traz 5 contos, cada um deles protagonizada por uma personagem da galeria de vilões do Batman. O interessante é que em cada uma das histórias o Coringa surge como um apresentador e contador da história, uma clara referência aos quadrinhos de terror de antigamente e até mesmo aos programas onde eram transmitidos filmes de terror, onde tínhamos como apresentadores a clássica Vampira (nome da atriz), que teve seu visual chupinhado pela atriz que interpretou Elvira (Vai me dizer que você não se lembro <del>dos peitos</del> do filme dela?), nos anos 80. Outro apresentador que ficou muito conhecido apresentando esse tipo de programas é o cineasta José Mojica, ou simplesmente, Zé do Caixão. Enfim, o Coringa tem esse papel na hq, sempre tecendo comentários ácidos e de humor negro no início e fim de cada conto. Mas deixando as inutilidades de lado, vamos as histórias.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Joker_0062.png"><img class="alignleft size-full wp-image-6415" title="Joker_0062" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Joker_0062.png" alt="Joker 0062 [Resenha] Manicômio do Coringa" width="300" height="490" /></a>Nosso palhaço &#8220;querido&#8221; protagoniza a primeira delas, onde ele invade uma emissora de televisão e decide brincar um pouco com os telespectadores. Uma história interessante e traz uma crítica um tanto estranha para um personagem &#8220;anárquico&#8221; como o Coringa, pois ele mostra até que ponto os produtores das emissoras de tv podem chegar por audiência. Como eu disse, uma história interessante mas um pouco difícil de encaixar na personalidade do vilão, já que a violência pela violência sempre foi algo inerente ao personagem e ao usar um tom de denúncia, isso perde um pouco o sentido. Os desenhos dão um tom insano peculiar.</p>
<p>A próxima história é a melhor de todas elas. Protagonizada pelo Pinguim, nos deparamos com o passado da personagem, seus traumas de infância, seu declínio à loucura e sua ascensão ao crime. A trama tem um desenrolar fatídico onde o Pinguim encontra uma possibilidade de redenção ao se apaixonar, contudo, culmina em um triste fim. Ponto forte para o roteiro e desenho, que estão excelentes.</p>
<p>No terceiro conto temos Hera Venenosa como protagonista e sem muito acrescentar, uma história que não adiciona e nem subtrai nada do produto final. Ponto forte para o desenhista e colorista que conseguem expor toda a sensualidade da personagem com traços fortes e um trabalho de cor excepcional.</p>
<p>Espantalho chega com a penúltima história da hq e de longe é a pior de todas. Trama digna dos piores filmes de terror que você já assistiu. Clichê atrás de clichê. A arte é interessante, porém, não casa bem com um personagem que lida com o medo, como é o caso do Espantalho. A última delas é protagonizada pelo Duas-Caras e sua dualidade sempre presente. Os desenhos são de muito bom gosto e o roteiro redondinho.</p>
<p>Manicômio do Coringa cumpre sua proposta de divertir e o preço convidativo colabora com isso. Vale a pena uma conferida despretensiosa se encontrá-la por aí.</p>

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		<title>[Crítica] Os Infiltrados</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 14:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Abbade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Martin Scorsese é um dos maiores cineastas da história e Os Infiltrados (The Departed, 2006) já reservou seu espaço entre as obras-primas da sétima arte. São 152 minutos de pura técnica e beleza. A história é baseada no eletrizante Conflitos &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-infiltrados/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/infiltrados.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3727" title="infiltrados" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/infiltrados.jpg" alt="infiltrados [Crítica] Os Infiltrados" width="630" height="300" /></a>Martin Scorsese é um dos maiores cineastas da história e <strong><em>Os Infiltrados</em></strong> (<em>The Departed</em>, 2006) já reservou seu espaço entre as obras-primas da sétima arte. São 152 minutos de pura técnica e beleza. A história é baseada no eletrizante <em>Conflitos Internos</em> (2002), sucesso de Hong Kong. Mesmo não sendo material original dele, o diretor extrai originalidade, na maneira sempre cheia de frescor com que trabalha seus temas preferidos, como os conceitos de culpa, redenção e violência na sociedade norte-americana.<span id="more-3550"></span></p>
<p>Personagens solitários procurando uma saída em um mundo corrompido, muitas vezes encarando seus pecados através de uma &#8220;crucificação&#8221; sanguinária, no plano metafórico. Tudo isso tangenciado com uma forte presença da religião católica, em termos de Scorsese sempre de forma conturbada, e a sombra discreta em citações de Joyce, Freud, Shakespeare e John Ford (cenas de <em>O Delator</em> em uma TV).</p>
<p>O elenco traz interpretações impecáveis, liderado por Jack Nicholson em uma atuação anti-realista, quase demoníaca, própria para emoldurar o dualismo espiritual e físico por parte da polícia e gangsteres protagonizadas, respectivamente, por Leonardo DiCaprio e Matt Damon. Isso é exemplificado na cena em que os dois são refletidos de forma fragmentada. Um espelho nefasto emprestado do universo de Hamlet.</p>
<p>Tecnicamente a produção reafirma, com primor, todas as idéias sugeridas pela orientação de Scorsese. Cada cena tem uma função na narrativa, sedimentando as nuances da trama. A fotografia de Michael Ballhaus enriquece cada plano com uma cor sombreada sugerindo ambigüidade em diversos personagens. A edição de Thelma Schoonmaker corrobora essa premissa com uma série de eventos que por nenhum instante deixa o espectador confuso. Os cenários de Kristi Zea nos levam para uma selva urbana e atmosférica pela dualidade de comportamento dos personagens.</p>
<p>Modernidade e retro se completam. Mesmo sendo encenado nos dias de hoje, sentimos um certo clima de produção ambientada nos anos 70. Época em que os filmes retratavam pessoas amorais e ambíguas sem muita preocupação com o politicamente correto. Tudo isso embalado por uma mistura de rock e ópera na trilha sonora. <strong><em>Os Infiltrados</em></strong> também marca a volta de Scorsese ao caos urbano, gênero em que ele é um mestre. Depois de realizar filmes grandiosos e de época, ele volta suas lentes para o mundo do crime repleto de gangsteres trágicos. Mas dessa vez a ação também é concentrada no dia-a-dia dos policiais. Pois &#8220;ratos&#8221; não são um privilégio exclusivo dos bandidos.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-infiltrados/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>[Crítica] O Fim da Escuridão</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Fim da Escuridão]]></category>

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		<description><![CDATA[Que Mel Gibson não vai bem das pernas todo mundo sabe, um bom sinal disso foi sua volta aos cinemas atuando, já que desde Sinais não atuava, em 2010 ele retornou com O Fim da Escuridão, filme que passou batido &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-fim-da-escuridao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/o-fim-da-escuridao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6337" title="o-fim-da-escuridao" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/o-fim-da-escuridao.jpg" alt="o fim da escuridao [Crítica] O Fim da Escuridão" width="630" height="300" /></a>Que Mel Gibson não vai bem das pernas todo mundo sabe, um bom sinal disso foi sua volta aos cinemas atuando, já que desde Sinais não atuava, em 2010 ele retornou com <em>O Fim da Escuridão</em>, filme que passou batido pelos cinemas sem nenhum alarde. Nem mesmo as polêmicas de Gibson salvou o filme.<span id="more-6331"></span></p>
<p>Neste longa, Gibson retorna com um personagem polêmico e longe dos maniqueísmo que estamos acostumados da indústria de cinema. Interpretando Thomas Craven, um policial de Boston do departamento de homícidios, víuvo e pai de uma única filha, Emma (Bojana Novakovic), uma estagiária de uma grande companhia.</p>
<p>O Fim da escuridão retrata um dia na vida do agente Craven (nome maneiro, hein?) em busca de vingança. Não entrarei muito na história, senão o spoiler será necessário. O filme tem o objetivo de ser um thriller dramático, muito parecido com Busca Implacável com Liam Neeson, que é magistral, porém, enquanto Busca Implacável é ação frenética com algumas cenas de drama, O Fim da Escuridão vem como o oposto, talvez por isso tenha sido tão criticado, o filme não é extraordinário, mas talvez tenham entendido errado o que ele estava proposto a mostrar. O Fim da Escuridão não era pra ser um filme de ação frenético como Máquina Mortífera, como algumas pessoas reclamaram por aí.</p>
<p>Gibson está muito bem em seu papel, não achei nada que o desfavorecesse, e discordo de muitos que o chamam de ator de um só filme. Martin Campbell, diretor de Cassino Royale, é o responsável por dirigir o acerto de contas do personagem interpretado por Mel Gibson. Em algumas cenas, Campbell acaba abusando do sentimental, o que incomoda um pouco, mas que no somatório geral, não chega a prejudicar. Vale resaltar a presença de Ray Winstone na trama, com excelentes atuações.</p>
<p>Apesar de estar longe de ser um grande filme, O Fim da Escuridão cumpre bem seu papel e merece um olhar mais atento do espectador.</p>
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		<title>Anotações na Agenda 06 &#8211; Eita, Podcast da Bexiga</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 00:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anotações na Agenda]]></category>
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		<description><![CDATA[Sincronizem suas Agendas. Flávio Vieira (@flaviopvieira), André Kirano (@kiranomutsu), Jackson Good (@jacksgood) e a lenda viva dos comentários, Aoshi-Senpai (@aoshi_senpai). Além dos citados, contamos com a presença momentânea de Levi Pedroso (@levipedroso), Rafael Moreira (@_rmc) e Mario Abbade (@fanaticc) para &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/anotacoes-na-agenda-06-eita-podcast-da-bexiga/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><em><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/anota%C3%A7%C3%B5es-na-agenda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4336" title="anotações-na-agenda" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/anota%C3%A7%C3%B5es-na-agenda.jpg" alt="anota%C3%A7%C3%B5es na agenda Anotações na Agenda 06   Eita, Podcast da Bexiga" width="630" height="300" /></a>Sincronizem suas Agendas</em>. </em>Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), André Kirano (<a href="http://twitter.com/kiranomutsu" target="_blank">@kiranomutsu</a>), Jackson Good (<a href="http://twitter.com/jacksgood" target="_blank">@jacksgood</a>) e a lenda viva dos comentários, Aoshi-Senpai (<a href="http://twitter.com/aoshi_senpai" target="_blank">@aoshi_senpai</a>). Além dos citados, contamos com a presença momentânea de Levi Pedroso (<a href="http://twitter.com/levipedroso" target="_blank">@levipedroso</a>), Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>) e Mario Abbade (<a href="http://twitter.com/fanaticc" target="_blank">@fanaticc</a>) para comentar o que rolou nas últimas edições do podcast.<em><span id="more-6226"></span></em></p>
<p><strong>Duração:</strong>71 min.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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VortCast 08 &#8211; Planeta dos Macacos
Agenda Cultural 31 &#8211; No Inferno Sem o Bátema
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Farrazine 24
Ilustração de DaveTheSodaGuy do Mario como William Wallace
Podtrash
Manolagem Interativa &#8211; Celebridades da Internet

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Ramones &#8211; Sheena is a Punk Rocker
The Kilborn Alley Blues Band &#8211; Nothin&#8217; Left To Stimulate
Albert King and Stevie Ray Vaughan &#8211; Pride &#38; Joy
Lenny Kravitz &#8211; Come On Get It
Then Crooked Vultures &#8211; No One Loves Me
Faith No More &#8211; Epic
Arch Enemy &#8211; Dead Inside
Fallen Within &#8211; I Am Hate
Jota Quest &#8211; Carta de Amor
Ayreon &#8211; Time Beyond Time
Craddle of Filth - One Foul Step From the Abyss
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Black Rebel Motorcycle Club &#8211; Feel It Now
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		<title>[Review] Steins;Gate</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 20:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Kirano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[anime sci-fi]]></category>
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		<category><![CDATA[animes ficção científica]]></category>
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		<description><![CDATA[Alô? Sou eu. Mudança de planos a Organização descobriu tudo. Temos que começar a operação Yggdrasil. É mais ou menos alguma coisa assim que Okabe Rintaro fala ao seu celular quando é pego de surpresa por algo, ou em momentos &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/review-steins-gate/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/1305666957.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6244" title="1305666957" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/1305666957.jpg" alt="1305666957 [Review] Steins;Gate" width="630" height="300" /></a>Alô? Sou eu. Mudança de planos a Organização descobriu tudo. Temos que começar a operação <em>Yggdrasil</em>.<br />
É mais ou menos alguma coisa assim que Okabe Rintaro fala ao seu celular quando é pego de surpresa por algo, ou em momentos aleatórios. Okabe é um estudante universitário e se auto-proclama um cientista louco que combate uma organização que pretende dominar o mundo. E esse é o personagem principal de Steins;Gate, um anime com o diferencial de ter sido produzido por dois estúdios, um de games e outro de desenhos.<span id="more-5774"></span></p>
<p>Steins;Gate acompanha Okabe em seu “laboratório” criando invenções sem sentido de uso, até que uma dessas se mostra um protótipo de máquina do tempo que pode mandar SMS&#8217;s pro passado e junto disso você vê tudo acontecendo segundo a perspectiva de Okabe, já que ele é o unico que consegue manter as memórias do passado alterado, isto é, se ele altera o passado pra conseguir algo, todos esquecem que ele não tinha aquilo, exceto ele. Com esse <em>plot</em>, a história se desenvolve repleto de conspirações, paradoxos e muitas outras coisas ligadas a viagens no tempo.</p>
<p>Com uma narrativa um pouco mais lenta que de costume, a história vai passando e jogando informações vitais pouco a pouco na sua mente. O fato é tal que o primeiro episódio é cheio de informações que serão uteis para o fechamento da série. A história em si é fantástica, caindo poucas vezes em clichês mal utilizados e com isso o ritmo da narrativa aumenta pouco-a-pouco, tornando quase imperceptível o tempo gasto assistindo os episódios, já que a maneira angustiante como ele dita a narrativa, você acaba sempre querendo mais. O grande problema é que o anime só começa a pegar ritmo depois de 3 ou 4 episódios.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/010440368136.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6242" title="010440368136" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/010440368136.jpg" alt="010440368136 [Review] Steins;Gate" width="500" height="300" /></a>Em termos de personagens, infelizmente o anime peca, as personagens são muito caricatas e pouco críveis, salvo exceções, você não sente aquele carisma emanando deles, eu acabei me amarrando no Okabe pelo seu jeitão e na Makise Kurisu também pelas situações que ela passa, mas de resto você não consegue ver motivação ou desenvolvimento de algumas personagens dentro da história. Porém a narrativa acaba fazendo você não sentir falta disso enquanto assiste, só comecei a perceber esses detalhes quando a série e passei a refletir sobre ela.</p>
<p>A animação é muito competente e condizente com a história. Não há cenas de ação e quando elas acontecem são “paradas”, pois esse não é o foco do anime, ali o foco é a história do efeito que o “Telefone-Microondas (com nome sujeito a mudança)” altera a vida de todos ali e como isso reflete no mundo. Assim como em Death Note, em que o embate era mental, aqui o que importa é o desenrolar e a compreensão dos mistérios. E a animação cumpre isso muito bem.</p>
<p>O final, embora não fuja de alguns clichês, é um tanto quanto inesperado. Embora muita coisa você consiga deduzir, o fechamento não te decepciona, na verdade você fica bastante contente com o final digno que teve. Eu tenho um pequeno trauma com finais de séries e desenhos, nunca acho que aquele final é compatível com a experiência que tive inicialmente com a série, mas Steins;Gate consegue fechar com chave de ouro.</p>
<p>Com tudo isso, aqui fica a recomendação de um anime. Vejam Steins;Gate com uma história sensacional que faz você pirar. E assim também eu espero que o Flávio perca seu preconceito contra animes que esse ele DEVE assistir.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/review-steins-gate/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>

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		<title>[Review] Injustice</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 18:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[injustice james purefoy]]></category>
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		<category><![CDATA[série jurídica]]></category>

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		<description><![CDATA[James Purefoy, conhecido pelo seu papel como Marco Antônio no seriado Roma e mais recentemente por interpretar Solomon Kane nos cinemas, retorna na minissérie jurídica Injustice, atuando como um renomado advogado criminalista repleto de traumas e dúvidas quanto ao sistema &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/review-injustice/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Injustice.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5969" title="Injustice" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Injustice.jpg" alt="Injustice [Review] Injustice" width="630" height="300" /></a>James Purefoy, conhecido pelo seu papel como Marco Antônio no seriado Roma e mais recentemente por interpretar Solomon Kane nos cinemas, retorna na minissérie jurídica Injustice, atuando como um renomado advogado criminalista repleto de traumas e dúvidas quanto ao sistema judiciário inglês.<span id="more-5964"></span></p>
<p>A trama de Injustice é bastante intrigante, trazendo dois personagens centrais, o primeiro dele é William Travers (James Purefoy), um homem de meia idade que parece ter tudo o que precisa, formado em Cambridge, é um advogado de defesa brilhante, possui uma família adorável, uma linda casa no interior da Inglaterra e trocou a vida agitada da cidade para a calmaria do campo. Mas nem tudo é o que parece, Travers está a beira de um colapso nervoso, principalmente quando reconhece um homem na plataforma de uma estação de trem, o mesmo homem que em breve terá seu sangue decorando a parede de seu quarto em uma fazenda não muito longe dali.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/INJUSTICE_EPISODE1_06.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-5971" title="Injustice" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/INJUSTICE_EPISODE1_06-169x275.jpg" alt="INJUSTICE EPISODE1 06 169x275 [Review] Injustice" width="169" height="275" /></a>Com isso conhecemos a outra personagem, Mark Wenborn (Charlie Creed-Miles), um desagrádavel detetive responsável pela investigação do assassinato do misterioso homem. Wenborn é o típico policial durão com um olhar branco e preto do mundo, onde não acredita no trabalho dos advogados, e provavelmente acredita que o mundo seria um lugar muito mais seguro sem eles. Tudo piora quando um de seus colegas tenta impugnar um crime através de evidências falsas contra um homem negro, e Travers consegue provar a corte do ocorrido, resultando na demissão desse amigo.</p>
<p>A história é apresentada em conta-gotas, pouco a pouco vamos conhecendo o passado das personagens centrais. A mulher de Travers, Jane (Dervla Kirwan), vive um dilema, entre escolher entre seu trabalho e sua família, pois abandonou sua carreira como editora literária para ficar ao lado de seu marido, porém, recebe uma oportunidade promissora ao analisar um livro escrito por um jovem detento, onde ela trabalha como professora de Inglês em uma instituição para jovens infratores. Wenborn vai se mostrando um homem cruel e vingativo, seja com sua esposa ou com sua obsessão em encontrar algo que incrimine Travers.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/article-1307384078247-0C701DDD00000578-537038_636x368.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-5970" title="Injustice" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/article-1307384078247-0C701DDD00000578-537038_636x368-458x275.jpg" alt="article 1307384078247 0C701DDD00000578 537038 636x368 458x275 [Review] Injustice" width="458" height="275" /></a>No meio disso tudo, Travers é procurado por um velho amigo para defendê-lo no tribunal de acusações de assassinato de sua secretária e conspiração contra sua empresa. Contudo, ao aceitar o caso, Travers terá que retornar a cidade e enfrentar o passado que deixou para trás.</p>
<p>O roteiro de Anthony Horowitz é complexo, cheio de camadas e não recorre a clichês do gênero, os dramas se encaixam de maneira coesa à história, mesmo personagens menores têm um papel importante na trama. A direção de Colm McCarthy (The Tudors) é fundamental num thriller psicológico como o apresentado aqui. A minissérie conta apenas com 5 episódios. Imperdível.</p>
<p>Nem tudo é o que parece.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/review-injustice/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>

]]></content:encoded>
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		<title>[Na Vitrola] O Fim do Metal Nacional</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/musica/na-vitrola-o-fim-do-metal-nacional/</link>
		<comments>http://www.vortexcultural.com.br/musica/na-vitrola-o-fim-do-metal-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 13:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[edu falaschi entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[metal nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Gostaria de sugerir um exercício de criatividade aos leitores deste blog, imaginem aquela cena enfadonha de terapia de grupo do tipo Alcoólicos Anônimos, onde um sujeito se levanta e diz: - Oi, meu nome é Fulano, e eu sou Alcoólatra. &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/musica/na-vitrola-o-fim-do-metal-nacional/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<div>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/NaVitrola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2450" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/NaVitrola.jpg" alt="NaVitrola [Na Vitrola] O Fim do Metal Nacional" width="630" height="275" title="[Na Vitrola] O Fim do Metal Nacional" /></a>Gostaria de sugerir um exercício de criatividade aos leitores deste blog, imaginem aquela cena enfadonha de terapia de grupo do tipo Alcoólicos Anônimos, onde um sujeito se levanta e diz:</p>
<p>- Oi, meu nome é Fulano, e eu sou Alcoólatra. Com este pano de fundo eu começo dizendo:<span id="more-6194"></span></p>
<p>- Meu nome é Bruno, eu sou mais um brasileiro, ex-guitarrista, ex-vocalista, de uma ex-banda de Metal brasileira. Todos os dias bandas de Metal começam e acabam no Brasil seja numa garagem, ou em salas de estúdios de ensaio ou gravação, e ou até mesmo nos escritórios de gravadoras, ou revistas especializadas no gênero.</p>
</div>
<div>
<p>O fato de uma banda que para ser reconhecida no Brasil precisa antes ser reconhecida fora do país, é um sintoma desse público de Metal que só respeita uma banda pelo sucesso no exterior, o famigerado público “Paga-Pau-de-Gringo”. O que é óbvio, e tanto as bandas quanto as gravadoras (do estilo) não vêem, é que este não é um bom público. É limitado, preconceituoso e radical nas suas opiniões, nunca está aberto às bandas novas, ou ao trabalho da uma determinada banda, ou até a fim de amadurecer com ela. Só consome os &#8220;clássicos&#8221; ou &#8220;medalhões&#8221;, ou seja, só consome marcas já consagradas. Em termos de público afirmo sem medo de errar que as bandas estão investindo no público errado, porque este tipo de público é teleguiado e não é formador de opinião, por mais que critiquem, o comportamento e o tipo de consumo dessas pessoas só comprova isso.</p>
</div>
<div>
<p>Outro problema do Metal é a segmentação, pseudo-nichos que ao invés de direcionar segregam e rotulam, vendendo de forma incoerente e equivocada os trabalhos dos artistas. Tem espaço na arte para tudo: disco opereta, disco conceitual, disco histórico, disco autobiográfico, disco-épico, disco-fantasioso-folclórico, mas ninguém faz isso voltado para o Brasil (público brasileiro). Quem no mundo vai querer consumir a cultura brasileira além do brasileiro? Este que sempre foi carente de cultura, principalmente da sua própria, o brasileiro não conhece o Brasil!</p>
</div>
<div>
<p>O símbolo mais emblemático disso é um Mameluco (mistura de Índio com Negro, cerca de 70% da população brasileira possui uma dessas duas heranças genéticas) fã de “Power-Viking-Nordic-Mother-Fucker-Metal” (IRONIA), analfabeto funcional (vítima do nosso fatídico investimento público em educação), que vive em negação da sua própria cultura e etnia. É o ápice da nossa esquizofrenia enquanto cultura colonizada. O metal tem de se abrir pro público brasileiro, e parar de usar a música brasileira de forma pseudo-intelectual só pra vender discos lá fora como world-music.</p>
</div>
<div>
<p>Um amigo meu teceu um comentário sobre o vídeo do Edu Falschi que eu achei muito bom e vou reproduzi-lo:</p>
<p>- <em>Muito bonito o que ele disse, mas acho que ele deveria ter gravado em inglês em respeito ao público dele.</em></p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/a-morte-do-metal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6208" title="a-morte-do-metal" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/a-morte-do-metal.jpg" alt="a morte do metal [Na Vitrola] O Fim do Metal Nacional" width="600" height="300" /></a>Eu respeito o fato de existirem bandas que escrevem em inglês, mas isso não é uma crítica a elas diretamente, contudo é preciso entender que o mercado dessas bandas é o externo, essas bandas não querem ser uma “banda brasileira”, elas querem ser uma “banda gringa” cosmopolita, “do mundo”, porque sabem que aqui o som deles não tem espaço. Todas essas bandas têm a ilusão de que podem competir com os gringos no próprio território deles, e ainda ter respaldo no Brasil com a cultura do metaleiro brasileiro de valorizar mais o que vem de fora. Todos vocês estão equivocados! Vocês vão ter de fazer sucesso fora pra poder ter um bom público aqui, e viver de música, que é o sonho de toda banda independente. O que é mais bizarro é que às vezes pra você conseguir alguma realização fora do país é preciso mostrar algo diferente pros gringos, o que invariavelmente acaba sendo a nossa própria cultura, exemplos: <em>Sepultura</em> e <em>Angra</em>.</p>
</div>
<div>
<p>Mas esses casos são únicos, e não podem ser aplicados a nossa realidade, o <em>André Matos</em> tinha os contatos, dinheiro e o projeto certo para aquele momento do Metal nacional, foi o casamento perfeito entre estar no lugar certo, na hora certa e estar preparado para isso. Mas isso não se aplica a nenhum modelo, é imponderável o que aconteceu, e de resto o que temos além de nós mesmos para mudar esse cenário?</p>
</div>
<div>
<p>Gostaria que vocês reparassem que quando penso em Brasil não penso apenas em Sudeste, e nem tento elitizar o meu mercado em potencial, falta essa ambição às bandas e as empresas que pretendem explorar esse mercado, falta arrojo comercial. Outro equívoco comercial é quando as bandas que ao invés de oferecerem trabalhos ARTÍSTICOS com mensagens, conceitos, valor cultural e etc, só vendem técnica, ou seja, música de músico pra músico. Um público altamente &#8220;especializado&#8221;, que na minha opinião de merda seria melhor rotulado como específico demais, e só! Quem vive de técnica, vive de depreciar a técnica alheia pra promover a sua própria, e o marketing negativo é o único retorno da sua marca que você ganha investindo nesse nicho.</p>
</div>
<div>
<p>Bom músico, bom instrumentista é força de trabalho e não “O Trabalho”, quem vende técnica uma hora cansa o mercado com a sua fórmula, como as já cansadas bandas de Prog-Metal. As pessoas ouvem música pra se divertir, se entreter, se relacionar com o trabalho de alguma forma, mas quando se oferece isso tudo, e ainda alguma profundidade é que se tem um grande produto que qualquer consumidor vai querer conhecer. É patético um músico reclamar do público (Não é senhor Edu?), isso é uma democracia ou não? O público sempre foi o termômetro do trabalho dos artistas. O mais irônico é que esses músicos de Metal Melódico, que parecem presos à Idade Média nas suas temáticas, esquecem que o público daquela época atirava objetos nos artistas dependendo de sua aceitação ao espetáculo.</p>
</div>
<div>
<p>Nesse mercado todos são culpados, as bandas com seu trabalho mal elaborado e mal vendido, o público, que como é um problema sócio-cultural levará anos até poder ser amenizado, e as gravadoras, produtoras e afins, pela falta de investimento, apoio, incentivo e arrojo comercial. Porém não posso deixar de falar de um dos grandes culpados: A Mídia! A culpa da mídia é que ela não faz mais reportagens, não vai mais atrás de bandas, como os repórteres de campo da Rollingstone que descobriram o <em>Black Sabbath</em> e <em>Led Zeppelin</em> ainda excursionando. Hoje a maioria dos jornalistas sentam em suas redações e esperam o disco do interesse editorial da redação (Jabá) chegar pra elaborarem suas resenhas. Existem milhões de bandas boas de Metal no Brasil, outras muito originais, e muitas já acabaram por falta de incentivo e apoio, bandas diferentes que poderiam fazer mais pela música brasileira do que o próprio Angra.</p>
</div>
<p>A única coisa que posso afirmar com uma segurança quase que espiritual é que o Metal nacional só vai acabar quando não existir mais fã do estilo no Brasil, seja levando um cover despretensioso no fim de semana numa garagem da vida, ou com projetos mais ambiciosos engavetados em corredores sem fim dos prédios das corporações imperialistas que exploram o nosso mercado fonográfico, viva la revolución! (IRONIA).</p>
<p>Para quem ainda não viu o desabafo do cantor do Angra Edu Falaschi segue o link:</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/musica/na-vitrola-o-fim-do-metal-nacional/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<div>
<p>Outra informação muito instrutiva é sobre a origem da banda Angra, bem no finalzinho desta crítica aos shows e CD’s da mesma: <a href="http://whiplash.net/materias/opinioes/139412-angra.html" target="_blank">http://whiplash.net/materias/opinioes/139412-angra.html</a></p>
</div>

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		<title>Agenda Cultural 32 &#8211; Desculpa aí, Galera&#8230;</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-32-desculpa-ai-galera/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 22:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem Vindos à bordo. Rafael Moreira (@_rmc), Flávio Vieira (@flaviopvieira), Amilton Brandão (@amiltonsena), André Kirano (@kiranomutsu) e Jackson Good (@jacksongood) recebem Joh do Descontrole Podcast (@descontrolepod) para uma conversa sobre quadrinhos nacionais, séries investigativas, pseudo-documentários e muito mais. E como &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-32-desculpa-ai-galera/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner_agenda32.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6177" title="banner_agenda32" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner_agenda32.jpg" alt="banner agenda32 Agenda Cultural 32   Desculpa aí, Galera..." width="630" height="275" /></a>Bem Vindos à bordo. </em>Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>), Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), Amilton Brandão (<a href="http://twitter.com/amiltonsena" target="_blank">@amiltonsena</a>), André Kirano (<a href="http://twitter.com/kiranomutsu" target="_blank">@kiranomutsu</a>) e Jackson Good (<a href="http://twitter.com/jacksgood" target="_blank">@jacksongood</a>) recebem Joh do Descontrole Podcast (<a href="http://twitter.com/descontrolepod" target="_blank">@descontrolepod</a>) para uma conversa sobre quadrinhos nacionais, séries investigativas, pseudo-documentários e muito mais. E como não poderia deixar de ser, recheado de muita polêmica.<em><span id="more-6086"></span></em><strong></strong></p>
<p><strong>Duração:</strong>  91 mins.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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<ul>
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<p><strong>Games</strong></p>
<ul>
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<p><strong>Cinema</strong></p>
<ul>
<li>Terror sem Limites (A Serbian Film)</li>
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<li>Catfish</li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-gigantes-de-aco/" target="_blank">Gigantes de Aço</a></li>
<li>Entre Segredos e Mentiras</li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-tres-mosqueteiros/" target="_blank">Os Três Mosqueteiros</a></li>
</ul>
<p><strong>Séries</strong></p>
<ul>
<li>Persons of Interest</li>
</ul>
<p><strong>Música</strong></p>
<ul>
<li>Beastieboys &#8211; Hot Sauce Committee Part Two</li>
</ul>
<p><strong>Literatura</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://el2.me/8ojn" target="_blank">O Andar do Bêbado: Como o Acaso Determina Nossas Vidas &#8211; Leonard Mlodinow</a></li>
<li><a href="http://el2.me/8ojh" target="_blank">AK-47: A Arma que Transformou a Guerra &#8211; Laryy Kahaner</a></li>
</ul>
<p><strong>Quadrinhos</strong></p>
<ul>
<li>Tex Gigante 25 &#8211; Na Trilha do Oregon</li>
<li>Vendetta</li>
<li><a href="http://el2.me/8ojs" target="_blank">Asterios Polyp</a> &#8211; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/asterios-polyp/" target="_blank">Resenha</a></li>
<li><a href="http://el2.me/8ojy" target="_blank">A Boa Sorte de Solano Dominguez</a> &#8211; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/a-boa-sorte-de-solano-dominguez/" target="_blank">Resenha</a></li>
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<ul>
<li><a href="http://www.sextoy.com.br/produtos/ovelhinha-inflavel" target="_blank">Ovelhinha Inflável</a></li>
</ul>

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Duração:  91 mins.
Edição: Flávio Vieira
Trilha Sonora: Flávio Vieira
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Descontrole Podcast

Games

The Witcher 2

Cinema

Terror sem Limites (A Serbian Film)
Amizade Colorida
Catfish
Gigantes de Aço
Entre Segredos e Mentiras
Os Três Mosqueteiros

Séries

Persons of Interest

Música

Beastieboys &#8211; Hot Sauce Committee Part Two

Literatura

O Andar do Bêbado: Como o Acaso Determina Nossas Vidas &#8211; Leonard Mlodinow
AK-47: A Arma que Transformou a Guerra &#8211; Laryy Kahaner

Quadrinhos

Tex Gigante 25 &#8211; Na Trilha do Oregon
Vendetta
Asterios Polyp &#8211; Resenha
A Boa Sorte de Solano Dominguez &#8211; Resenha

Produto da Semana

Ovelhinha Inflável
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		<title>[Resenha] Asterios Polyp</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/asterios-polyp/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 21:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Kirano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em seu quinquagésimo aniversário um homem está em seu bagunçado apartamento, assistindo vídeos, quando seu prédio é atingido por um raio e assim se inicia  um incêndio e no pouco tempo que ele tem para sair de casa, ele pega &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/asterios-polyp/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/blog6_banner.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6178" title="blog6_banner" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/blog6_banner.jpg" alt="blog6 banner [Resenha] Asterios Polyp" width="630" height="300" /></a>Em seu quinquagésimo aniversário um homem está em seu bagunçado apartamento, assistindo vídeos, quando seu prédio é atingido por um raio e assim se inicia  um incêndio e no pouco tempo que ele tem para sair de casa, ele pega apenas poucos itens. Assim começa <em>Astérios Polyp</em>, uma história que vai contar a trajetória deste homem pela sua vida, com sua ascensão, queda e redenção.<span id="more-6151"></span></p>
<p>É difícil eu conseguir me deparar com algo e dizer que aquilo é genial, mas Astérios é genial. Esta Graphic Novel criada inteiramente, roteiro e arte, por David Mazzucchelli não pode receber outro adjetivo senão genial. Tudo que está presente foi pensado, cada forma, traço ou palavra. De início  pode até gerar estranheza a forma como é  o traço dos personagens, quase cartunescos, mas depois você vai entendendo o motivo dele ser assim.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/036.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6179" title="036" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/036.jpg" alt="036 [Resenha] Asterios Polyp" width="350" height="500" /></a>Como dito, a história conta a vida de um homem comum, Astérios Polyp, porém é narrada pelo irmão gêmeo, que não conseguiu nascer, Ignázio. A narrativa não é linear, ela é traçada entre o presente e o passado. É partindo daí que vem a construção do personagem, Astérios é um arquiteto renomado, com desenhos incríveis, mas nenhum construído. Com uma visão forte do mundo, formado por linhas retas e dualidade.  E tudo isto é mostrado não somente na narrativa, quanto na arte, em determinados quadros Mazzucchelli “desconstrói” o personagem à um desenho de formas geométricas retas. Pode parecer chato você acompanhar a vida de uma pessoa comum, mas não é, é divertido e fascinante.</p>
<p>E a narrativa é sensacional, não é complicada como algumas outras histórias em quadrinhos autorais, mas sai do comum, são usadas formas diversas de expressar o que o autor quer e você consegue entender perfeitamente o que ele quis com aquilo. A obra tem referências à diversos mitos, <em>Odisséia</em>, <em>Orfeu</em>, <em>Eurídice</em> e muitas outras são exemplos disso. Tudo isso torna a obra mais completa, embora não seja necessário conhecer essas referências para entender a história, eles servem apenas para complementá-la.</p>
<p>Em termos de arte, como já dito anteriormente, é de se estranhar no início, mas depois que você se acostuma dá pra perceber que cada linha foi pensada, do traço as cores. Não há mais de 2 ou 3 cores por página, raras exceções, e mesmo assim não fica em excesso uma cor, fica no tom perfeito.</p>
<p>Por fim, Astérios Polyp demorou 10 anos para ser feito e você vê que esse tempo foi bem empregado em cada página. Uma história simples e empolgante, uma narrativa diferente e uma arte pensada nos mínimos detalhes, isso faz com que este quadrinho seja altamente recomendável para qualquer pessoa ler e se divertir, seja fã de quadrinhos ou não.</p>
<p><em>Para comprar, <a href="http://el2.me/8ohy" target="_blank">clique aqui</a>.</em></p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/asteriospolyp.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6180" title="asteriospolyp" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/asteriospolyp.jpg" alt="asteriospolyp [Resenha] Asterios Polyp" width="500" height="280" /></a></p>

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		<title>O Roast do Charlie Sheen no Comedy Central</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 04:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Moreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Comedy Central liberou o Roast com o Chalie Sheen, legendado e online pra quem quiser ver. E como todos sabem, entre bastiões inspiradores do Vortex Cultural, estão, Spartacus, Mel Gibson e Glee. E há também o nosso maior ídolo, praticamente &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/o-roast-do-charlie-sheen-no-comedy-central/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/charlie-sheen-roast.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6156" title="charlie-sheen-roast" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/charlie-sheen-roast.jpg" alt="charlie sheen roast O Roast do Charlie Sheen no Comedy Central" width="610" height="300" /></a>O Comedy Central liberou o Roast com o Chalie Sheen, legendado e online pra quem quiser ver. E como todos sabem, entre bastiões inspiradores do Vortex Cultural, estão, Spartacus, Mel Gibson e Glee. E há também o nosso maior ídolo, praticamente o homem a se espelhar. Aquele que nos concede seu selo de aprovação nos melhores podcasts da casa. Charlie Sheen. Então pegue sua garrafa de Tiger Blood, que pode tranquilamente ser substituída por um whisky vagabundo, e vamos pra essa show de comédia &#8220;winning&#8221;.<span id="more-6154"></span></p>
<div id="mtviembedvideo" class="www.comedycentral.com.br">
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<h4 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">Veja novos vídeos no ComedyCentral.com.br</a></h4>
</td>
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<h4 style="margin: 0; padding: 0 6px 0 0; font-size: 11px;"><a style="font-weight: bold; color: #96deff; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">www.comedycentral.com.br</a></h4>
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<td><object width="600" height="400" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://media.mtvnservices.com/mgid:hcx:content:comedycentral.com.br:5a966008-ccac-4489-89a6-56fc51c4c5be" /><param name="flashvars" value="configParams=vl%3Dpt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="false" /><embed width="600" height="400" type="application/x-shockwave-flash" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:hcx:content:comedycentral.com.br:5a966008-ccac-4489-89a6-56fc51c4c5be" flashvars="configParams=vl%3Dpt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="false" /></object></td>
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<tr>
<td>
<table style="font: normal 11px arial, sans-serif; color: #000; text-align: center;" width="100%" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
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<td style="padding: 3px;" width="33%"><a style="color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br/musica/" target="_blank">Assista novos videos</a> | <a style="color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br/noticias/" target="_blank">Noticias de musica</a></td>
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</td>
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</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td><label for="mtviembedtextarea">Embed</label></td>
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<input id="mtviembedtextarea" style="width: 200px; height: 18px; overflow: hidden; font: normal 11px arial, sans-serif;" onclick="this.select();this.focus();" type="text" readonly="readonly" /></td>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="mtviembedvideo" class="www.comedycentral.com.br">
<table style="font: normal 11px arial, sans-serif;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">
<table style="font: normal 11px arial, sans-serif; color: #333; background-color: #f5f5f5;" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="background-color: #e5e5e5;" valign="middle">
<td style="padding: 2px 1px 2px 5px;">
<h3 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br/programas/destaques/the-roast-charlie-sheen/videos/show-completo-parte-2-de-5-710000" target="_blank">The Roast of Charlie Sheen &#8211; Show Completo | Parte 2 de 5</a></h3>
</td>
</tr>
<tr style="height: 14px;" valign="middle">
<td style="padding: 2px 1px 2px 5px;">
<h4 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">Veja novos vídeos no ComedyCentral.com.br</a></h4>
</td>
</tr>
<tr style="height: 14px; background-color: #353535;" valign="middle">
<td style="padding: 2px 1px 2px 5px; overflow: hidden; text-align: right;">
<h4 style="margin: 0; padding: 0 6px 0 0; font-size: 11px;"><a style="font-weight: bold; color: #96deff; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">www.comedycentral.com.br</a></h4>
</td>
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<tr>
<td><object width="600" height="400" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://media.mtvnservices.com/mgid:hcx:content:comedycentral.com.br:a0f99095-9145-4b2e-9a54-368e85aef4b6" /><param name="flashvars" value="configParams=vl%3Dpt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="false" /><embed width="600" height="400" type="application/x-shockwave-flash" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:hcx:content:comedycentral.com.br:a0f99095-9145-4b2e-9a54-368e85aef4b6" flashvars="configParams=vl%3Dpt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="false" /></object></td>
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<tr>
<td>
<table style="font: normal 11px arial, sans-serif; color: #000; text-align: center;" width="100%" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
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</td>
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</td>
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<tr>
<td><label for="mtviembedtextarea">Embed</label></td>
<td>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="mtviembedvideo" class="www.comedycentral.com.br">
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<tbody>
<tr>
<td colspan="2">
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<tbody>
<tr style="background-color: #e5e5e5;" valign="middle">
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<h3 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br/programas/destaques/the-roast-charlie-sheen/videos/show-completo-parte-3-de-5-710001" target="_blank">The Roast of Charlie Sheen &#8211; Show Completo | Parte 3 de 5</a></h3>
</td>
</tr>
<tr style="height: 14px;" valign="middle">
<td style="padding: 2px 1px 2px 5px;">
<h4 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">Veja novos vídeos no ComedyCentral.com.br</a></h4>
</td>
</tr>
<tr style="height: 14px; background-color: #353535;" valign="middle">
<td style="padding: 2px 1px 2px 5px; overflow: hidden; text-align: right;">
<h4 style="margin: 0; padding: 0 6px 0 0; font-size: 11px;"><a style="font-weight: bold; color: #96deff; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">www.comedycentral.com.br</a></h4>
</td>
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<td><object width="600" height="400" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://media.mtvnservices.com/mgid:hcx:content:comedycentral.com.br:245f403b-8114-4626-a900-6ac8490e2a86" /><param name="flashvars" value="configParams=vl%3Dpt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="false" /><embed width="600" height="400" type="application/x-shockwave-flash" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:hcx:content:comedycentral.com.br:245f403b-8114-4626-a900-6ac8490e2a86" flashvars="configParams=vl%3Dpt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="false" /></object></td>
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<tr>
<td>
<table style="font: normal 11px arial, sans-serif; color: #000; text-align: center;" width="100%" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
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</td>
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<tr>
<td><label for="mtviembedtextarea">Embed</label></td>
<td>
<input id="mtviembedtextarea" style="width: 200px; height: 18px; overflow: hidden; font: normal 11px arial, sans-serif;" onclick="this.select();this.focus();" type="text" readonly="readonly" /></td>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="mtviembedvideo" class="www.comedycentral.com.br">
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<tbody>
<tr>
<td colspan="2">
<table style="font: normal 11px arial, sans-serif; color: #333; background-color: #f5f5f5;" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="background-color: #e5e5e5;" valign="middle">
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<h3 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br/programas/destaques/the-roast-charlie-sheen/videos/show-completo-parte-4-de-5-710004" target="_blank">The Roast of Charlie Sheen &#8211; Show Completo | Parte 4 de 5</a></h3>
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<tr style="height: 14px;" valign="middle">
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<h4 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">Veja novos vídeos no ComedyCentral.com.br</a></h4>
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<tr style="height: 14px; background-color: #353535;" valign="middle">
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<h4 style="margin: 0; padding: 0 6px 0 0; font-size: 11px;"><a style="font-weight: bold; color: #96deff; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">www.comedycentral.com.br</a></h4>
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<td>
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<p>&nbsp;</p>
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<tr>
<td colspan="2">
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<tbody>
<tr style="background-color: #e5e5e5;" valign="middle">
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<h3 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br/programas/destaques/the-roast-charlie-sheen/videos/show-completo-parte-5-de-5-710010" target="_blank">The Roast of Charlie Sheen &#8211; Show Completo | Parte 5 de 5</a></h3>
</td>
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<tr style="height: 14px;" valign="middle">
<td style="padding: 2px 1px 2px 5px;">
<h4 style="margin: 0; padding: 0; font-size: 11px;"><a style="font: bold 11px arial, sans-serif; color: #000; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">Veja novos vídeos no ComedyCentral.com.br</a></h4>
</td>
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<tr style="height: 14px; background-color: #353535;" valign="middle">
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<h4 style="margin: 0; padding: 0 6px 0 0; font-size: 11px;"><a style="font-weight: bold; color: #96deff; text-decoration: none;" href="http://www.comedycentral.com.br" target="_blank">www.comedycentral.com.br</a></h4>
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<td>
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		<title>[Crítica] A Conquista do Planeta dos Macacos (1972)</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-a-conquista-do-planeta-dos-macacos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 04:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[conquista do planeta dos macacos]]></category>
		<category><![CDATA[planeta dos macacos]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo montalban]]></category>
		<category><![CDATA[roddy mcdowall]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vortexcultural.com.br/?p=5978</guid>
		<description><![CDATA[A Conquista do Planeta dos Macacos é o quarto filme da saga Planeta dos Macacos, e a melhor das continuações, bem como um dos mais violentos, trazendo uma forte alegoria ao fascismo e a escravidão. O ano é 1991 e &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-a-conquista-do-planeta-dos-macacos/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/conquest-of-the-planet-of-the-apes-movie-title.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6123" title="conquest-of-the-planet-of-the-apes-movie-title" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/conquest-of-the-planet-of-the-apes-movie-title.jpg" alt="conquest of the planet of the apes movie title [Crítica] A Conquista do Planeta dos Macacos (1972)" width="630" height="290" /></a>A Conquista do Planeta dos Macacos é o quarto filme da saga Planeta dos Macacos, e a melhor das continuações, bem como um dos mais violentos, trazendo uma forte alegoria ao fascismo e a escravidão.<span id="more-5978"></span></p>
<p>O ano é 1991 e os EUA se tornaram um estado militar. Os cães e gatos foram dizimados por um vírus trazido do espaço pelos três macacos astronautas do filme anterior. Com isso, os seres humanos têm a necessidade de encontrar novos animais de estimação e passam a importar macacos da África, com o passar do tempo esses macacos passam a ser leiloados, treinados e escravizados para executar quaisquer tipos de tarefas mecânicas.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/caesarconquest.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6124" title="A Conquista do Planeta dos Macacos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/caesarconquest.jpg" alt="caesarconquest [Crítica] A Conquista do Planeta dos Macacos (1972)" width="342" height="425" /></a>Nesse cenário surge Caesar (Roddy McDowall), o mesmo macaco cujos pais eram Zira e Cornelius, chimpanzés inteligentes e articulados que viajam para o passado em busca de um novo começo, mas são mortos em uma tentativa de evitar a dominação símia que viria acontecer no futuro. Armando (Ricardo Montalban), o havia escondido dezoito anos atrás, e desde então vem o educando longe das grandes cidades.</p>
<p>Graças a sua vida circense junto à Armando, Caesar não tem um contato muito grande com a civilização humana e desconhece o tratamento que é dado aos macacos nos dias de hoje. Tudo isso muda quando Caesar acompanha Armando para o complexo Century City para divulgar seu espetáculo na cidade. Caesar fica horrorizado com o tratamento degradante que os macacos recebem dos humanos e acaba amaldiçoando os polícias que estão ali. Com isso, não vê outra alternativa a não ser fugir e se esconder no meio de um carregamento de macacos que serão leiloados.</p>
<p>As coisas não saem da forma como Caesar esperava. Armando acaba sendo detido pela polícia e Caesar passa por um &#8220;treinamento&#8221;, que nada mais é que um programa de condicionamento, onde todos os macacos são submetidos até aprender determinadas funções motoras. Sua revolta cresce cada vez mais com o tratamento que seus similares recebem e com isso passa a organizar pequenas ações revoltosas.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/HF7Y9828_Planet_of_the_Apes_blu-ray.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6127" title="A Conquista do Planeta dos Macacos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/HF7Y9828_Planet_of_the_Apes_blu-ray.jpg" alt="HF7Y9828 Planet of the Apes blu ray [Crítica] A Conquista do Planeta dos Macacos (1972)" width="500" height="230" /></a>Conquista do Planeta dos Macacos busca uma proposta diferente dos filmes anteriores, o longa tem um clima sombrio e até perturbador para a série, a direção de J. Lee Thompson é dinâmica, utilizando câmera de mão em muitas sequências o que colaborou para transmitir a atmosfera pretendida de hostilidade. Apesar de muito criticado, &#8220;Conquista&#8221; é o meu preferido, seja pelas referências à obra de George Orwell, como câmeras de vigilância onipresentes por toda cidade (1984) e também a corrupção existente dentro de uma sociedade (Revolução dos Bichos), além de toda a crítica social trazida em um filme &#8220;família&#8221;, como o recondicionamento vicioso onde os macacos são treinados, sem se esquecer do brilhante e apaixonado discurso final de Caesar.</p>
<p>Um dos filmes mais sinceros e violentos de toda série, uma pena que sua sequência cedeu as pressões da Fox e abriu as pernas de vez.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-08-planeta-dos-macacos/" target="_blank">Ouça aqui nosso podcast sobre a saga &#8220;Planeta dos Macacos&#8221;.</a></p>
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		<title>[Na Vitrola] JAM Project e a Música no Anime</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 17:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Kirano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<category><![CDATA[jam project]]></category>
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		<description><![CDATA[Anos 90. O mercado de música de anime estava em baixa no Japão. Por este fato os produtores pensaram em levantar o mercado de um jeito simples, pegue os nomes que mais fazem sucesso da atualidade junta todo mundo e &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/musica/na-vitrola-jam-project-e-a-musica-no-anime/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/NaVitrola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2450" title="NaVitrola" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/NaVitrola.jpg" alt="NaVitrola [Na Vitrola] JAM Project e a Música no Anime" width="630" height="275" /></a>Anos 90. O mercado de música de anime estava em baixa no Japão. Por este fato os produtores pensaram em levantar o mercado de um jeito simples, pegue os nomes que mais fazem sucesso da atualidade junta todo mundo e faz uma banda com eles. Assim se formou o JAM(Japonese Animationsong Makers) Project, com sua primeira formação: Eizo Sakamoto(Animetal), Hironobu Kageyama(DBZ), Ichiru Mizuki(Spielvan), Rica (eu sou Rica, riiiicaaaa) Matsumoto(pokemon) e Masaaki Endoh (Abaranger).<span id="more-4703"></span></p>
<p>Vamos especificar o que é o mercado de música de anime/games lá com um exemplo: Imagina o mercado de “músicas de novela” que existe aqui no Brasil. Pronto, pensou? Ok, agora multiplica a importância e relevância que uma música ganha ao participar de uma novela por 1000, pronto você tem o mercado que existe lá. O mercado é tão importante, que muitas vezes músicas são encomendadas para tal, e não são apenas para abertura de 1:20m e sim musicas inteiras e completas de 3 a 5 minutos ou mais.<br />
Para resgatar este mercado que se começaram a colocar músicas pops em aberturas e encerramentos e depois foi feita a criação do JAM.</p>
<p>O JAM começou com os 5 integrantes e por 2 anos continuou assim, logo após veio Hiroshi Kitadani e depois a saída de Ichiru Mizuki. Um ano depois de Mizuki sair Eizo Sakamoto saiu, mas o grupo não ficou desfalcado durante muito tempo pois Masami Okui (para especificação uma outra mulher, sei que você também se confunde com gêneros em nomes japoneses) e Yoshiki Fukuyama. Em 2005 a banda fez um concurso para um novo integrante e um brasileiro ganhou, assim Ricardo Cruz entrou para a banda. Em 2008 Rica Matsumoto deixou o grupo e a formação Hirnobu Kageyama, Ricardo Cruz, Masaaki Endoh, Hiroshi Kitadani, Masami Okui e Yoshiki Fukuyama é a atual.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/jamproject.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6068" title="jamproject" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/jamproject.jpg" alt="jamproject [Na Vitrola] JAM Project e a Música no Anime" width="630" height="300" /></a>Em termos de música, a banda é de uma qualidade excelente e pode ser enquadrada como rock. Contando com grandes vocais todo o arranjo é baseado para dar importância a eles. Uma das coisas que mais gosto do trabalho deles é o aproveitamento de várias vozes, são poucas as músicas em que um vocal é predominante, na maioria impera uma troca constante entre eles, aproveitando os graves e agudos de cada integrante. Notoriamente o líder da banda é o Kageyama, em muitas músicas isso fica explicito. Uma das maiores perdas para o grupo foi a vocal Rica Matsumoto, pois ela tinha um timbre de voz que só ela conseguia alcançar e em algumas musicas eles usavam este timbre várias vezes, a voz dela era tão potente que as vezes sobrepujava todos os outros.</p>
<p>O sucesso do JAM dentro e fora do Japão é inegável. A gigantesca maioria de fãs de cultura japonesa com certeza já ouviu falar deles. Dentro do Japão a cada show que eles fazem para DVD você vê o estádio lotado, mas realmente lotado. Eles vieram ao Brasil em 2008, com a turnê “No Border”.</p>
<p>É uma definição minha sempre colocar bandas de música em 2 estilos, Estudio e Live. As bandas de estúdio, são aquelas em que a maioria das músicas eu prefiro a versão em estúdio que a versão ao vivo e as de Live são o inverso, eu prefiro ao vivo que em estúdio. E o JAM é uma banda de live, ao escutar seus DVDs de shows é impossível não se animar e vibrar com cada música. Eles possuem uma energia que não conseguem passar em estúdio e isso fica gravado nas músicas, é indescritível a diferença mas você nota.</p>
<p>JAM Project é uma banda de rock, porém algumas músicas acabam sendo mais leves que outras. O foco das músicas são os vocais, e com 6 integrantes eles tem isso de sobra, e impera a troca rápida de quem está cantando. É uma recomendação que faço a quem queira algo novo para escutar, vá no youtube e coloque “JAM Project” e se divirta. Recentemente a banda, sem Ricardo Cruz, lançou um CD com versões de suas músicas com sinfônica também vale uma pesquisada, o nome do álbum é Victoria Cross.</p>
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		<title>VortCast 09: Batman &#8211; Ano Um</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 17:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem Vindos à bordo. Nesta edição, Flávio Vieira (@flaviopvieira), Felipe Morcelli (@multiversodc), Bruno Gaspar, Delfin (@delreydelfin), André Kirano (@kiranomutsu), Rafael Moreira (@_rmc) e Jackson Good (@jacksgood) retornam para comentar de uma das histórias que revolucionou não só o universo dos &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-09-batman-ano-um/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/batmany1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6102" title="batmany1" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/batmany1.png" alt="batmany1 VortCast 09: Batman   Ano Um" width="630" height="275" /></a>Bem Vindos à bordo. </em>Nesta edição, Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), Felipe Morcelli (<a href="http://twitter.com/multiversodc" target="_blank">@multiversodc</a>), Bruno Gaspar, Delfin (<a href="http://twitter.com/delreydelfin" target="_blank">@delreydelfin</a>), André Kirano (<a href="http://twitter.com/kiranomutsu" target="_blank">@kiranomutsu</a>), Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>) e Jackson Good (<a href="http://twitter.com/jacksgood" target="_blank">@jacksgood</a>) retornam para comentar de uma das histórias que revolucionou não só o universo dos quadrinhos, como toda uma indústria. Batman: Ano Um, de Frank Miller e David Mazzucchelli.<span id="more-6089"></span></p>
<p><strong>Duração:</strong>112 mins.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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		<title>[Crítica] Gigantes de Aço</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 18:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Good</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falcão, o campeão dos campeões, encontra Transformers num filme do Rocky Balboa. Um crossover maluco? Nada disso, essa é basicamente a essência de Gigantes de Aço, filme estrelado por Hugh Jackman que estreou no dia 21 de outubro. Em 2020, &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-gigantes-de-aco/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/real-steel11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6095" title="real-steel11" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/real-steel11.jpg" alt="real steel11 [Crítica] Gigantes de Aço" width="630" height="290" /></a>Falcão, o campeão dos campeões, encontra Transformers num filme do Rocky Balboa. Um crossover maluco? Nada disso, essa é basicamente a essência de Gigantes de Aço, filme estrelado por Hugh Jackman que estreou no dia 21 de outubro.<span id="more-6092"></span></p>
<p>Em 2020, o boxe como o conhecemos não existe mais. Devido à crescente ânsia do público por mais e mais violência, o esporte foi proibido para humanos. Em seu lugar, robôs se enfrentam em lutas até a “morte”. Nosso querido Wolverine vive um Charlie Kenton, um ex-boxeador que quase foi campeão mundial, e agora tenta sobreviver controlando sucatas velhas em lutas no mundo underground do boxe robótico. Azarado e ganancioso, ele se afunda em dívidas. Até que surge em sua vida Max, filho para o qual nunca deu bola. A mãe, uma ex-namorada, acaba de morrer de câncer, e o escrotíssimo Charlie tem a chance de faturar uma grana alta vendendo a guarda do menino para os tios, só vai ter que antes passar o verão com ele.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/real-steel02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6097" title="real-steel02" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/real-steel02.jpg" alt="real steel02 [Crítica] Gigantes de Aço" width="600" height="300" /></a>Inevitavelmente, temos uma conflituosa relação entre pai e filho, mas o que salva o filme da chatice é Max ser um apaixonado e profundo conhecedor do boxe de robôs. Ele e o pai vão se conhecendo numa jornada que vai literalmente do ferro ao velho ao estrelato do esporte, através do robô Atom, um autômato velho mas capaz de copiar os golpes que vê, além de agüentar muita porrada.</p>
<p>O filme é sem dúvida previsível, o que não tira em nada sua qualidade. Jackman manda bem como o pai canalha que vai aos poucos revendo suas atitudes e se transformando em alguém melhor, enquanto ator-mirim Dakota Goyo parece um clone do Anakin de Ameaça Fantasma, só que muito mais carismático. Também chamam atenção no elenco dois atores de Lost:</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/gigantes_de_aco_2011_f_003.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6096" title="gigantes_de_aco_2011_f_003" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/gigantes_de_aco_2011_f_003.jpg" alt="gigantes de aco 2011 f 003 [Crítica] Gigantes de Aço" width="500" height="300" /></a>Evangeline Lily, competente no papel de ajudante/amiga/interesse romântico de Charlie, e Kevin Durand, obviamente como um vilão.</p>
<p>E quanto aos gigantes de aço propriamente ditos, sem exagero: esqueça Transformers. Misturando os bons velhos animatronics, técnicas de captura de movimentos e, claro, efeitos em CGI, temos aqui robôs mais VIVOS do que nunca. Cada um tem suas particularidades, e o realismo é exaltado em cada amassado ou arranhão na lataria. As lutas são ótimas, sem economizar em “sangue” e desmembramentos por causa da censura, afinal, são apenas robôs.</p>
<p>Entre inspirações, homenagens e clichês, o resultado final é muito divertido e empolgante. Um dos melhores do ano, recomendado a todos que gostam de cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-gigantes-de-aco/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>[Crítica] Os Três Mosqueteiros</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 02:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Good</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos maiores clássicos da literatura mundial ganha sua enésima adaptação cinematográfica, mais massavéio do que nunca. Os Três Mosqueteiros, nos cinemas desde o último dia 12, traz a conhecidíssima história na visão do diretor Paul W. S. Anderson. Ou &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-tres-mosqueteiros/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Three-Musketeers.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6073" title="Three-Musketeers" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Three-Musketeers.jpg" alt="Three Musketeers [Crítica] Os Três Mosqueteiros" width="600" height="300" /></a>Um dos maiores clássicos da literatura mundial ganha sua enésima adaptação cinematográfica, mais <em>massavéio</em> do que nunca. Os Três Mosqueteiros, nos cinemas desde o último dia 12, traz a conhecidíssima história na visão do diretor Paul W. S. Anderson. Ou seja: roteiro raso e ação desenfreada com direito a câmera lenta, 3D e muitas explosões. E o resultado é surpreendentemente divertido.<span id="more-6043"></span></p>
<p>Na França do século XVII, um jovem chega a Paris sonhando entrar para a célebre Guarda Real, os Mosqueteiros, e acaba se envolvendo numa série de conspirações contra o trono, etc&#8230; você certamente já viu essa história antes. E o filme espertamente se aproveita disso, estabelecendo rapidamente o ambiente e os personagens, sem perder tempo com desenvolvimento do que quer que seja, e parte logo pra ação com piadinhas. E isso domina o filme todo, cenas de ação bem feitas apesar de exageradas, e um forte tom cômico que assume que o filme não tem qualquer pretensão de se levar a sério.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Athos-Porthos-Aramis-DArtagnan-20jan2011.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6074" title="Athos-Porthos-Aramis-DArtagnan-20jan2011" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Athos-Porthos-Aramis-DArtagnan-20jan2011.jpg" alt="Athos Porthos Aramis DArtagnan 20jan2011 [Crítica] Os Três Mosqueteiros" width="500" height="300" /></a>A solução encontrada por Anderson (conhecido principalmente por cometer as adptações da franquia Resident Evil) para imprimir seu estilo num cenário capa-e-espada foi apelar pra uma estética steampunk, com armas, equipamentos e engenhocas &#8220;modernos&#8221;, chegando a usar dirigíveis fortemente armados numa batalha naval aérea. Mas o auge mesmo é a representação renascentista do clichê máximo dos filmes de assalto/espionagem: os lasers de segurança. Exagero é pouco.</p>
<p>As atuações seguem a mesma linha, tudo tão forçado que acaba se tornando bom. A esposa do direto, Milla Jovovich, obviamente, tem todo o destaque possível no papel de Milady. O oscarizado Cristoph Waltz precisava pagar algumas contas, então bateu cartão como o Cardeal Richelieu. Os três mosqueteiros são vividos por Matthew MacFadyen (Aramis), Luke Evans (Athos) e Ray Stevenson (Portos), este último se mostrando muito a vontade num papel cômico, muito semlhante ao que fez em Thor. Logan Lerman, o Percy Jackson (se é que alguém lembra disso), não faz feio como o arrogante &#8220;protagonista&#8221; D&#8217;Artagnan, ajudado em muito pelo roteiro não exigir nada dele em termos de evolução, jornada do herói e tudo mais. As coisas simplesmente acontecem e pronto. Mas o grande destaque do elenco, e eu ainda não acredito que vou dizer isso, é Orlando Bloom. Vivendo o afetado Duque de Buckingham, ele dá uma aula de canastrice e entrega provavelmente sua melhor atuação da vida. Sempre com um sorrisinho irônico de quem está se divertindo horrores e ainda faturando algum, ele é o símblo desse filme.</p>
<p>Como expectativa e proposta são a chave de tudo no cinema, muito cuidado com Os Três Mosqueteiros. Para os fãs puristas da obra original ou quem não consegue abrir mão de um roteiro bem elaborado, é melhor passar longe. Mas se você quiser apenas se divertir com o cérebro desligado, assista e seja feliz.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-os-tres-mosqueteiros/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><em><strong>Nota do Flávio:</strong> Esse nova versão de viadinho dos Três Mosqueteiros nunca chegará aos pés da de 1993,  que contávamos com Kiefer &#8220;Jack Bauer&#8221; Sutherland e o ídolo-mor deste humilde blog, Charlie Sheen. Ok, ok, tinha o Chris O&#8217;Donnell como protagonista, mas vamos esquecer isso&#8230;</em></p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/the-three-musketeers-w1280.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6078" title="the-three-musketeers-w1280" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/the-three-musketeers-w1280.jpg" alt="the three musketeers w1280 [Crítica] Os Três Mosqueteiros" width="700" height="350" /></a></p>
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		<title>[Review] Gears Of War 3 &#8211; Whooo Baby!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 14:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[gears of war 3]]></category>
		<category><![CDATA[xbox]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiramente preciso explicar o disparate. Eu como um cara muito foda &#8211; dig dig din &#8211; um cara muito esperto, um cara muito malandro, só que tudo isso ao contrário. Resolvi comprar Gears Of War 3 na semana do lançamento. &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/review/review-gears-of-war-3-whooo-baby/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/gears-of-war-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6039" title="gears-of-war-3" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/gears-of-war-3.jpg" alt="gears of war 3 [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" width="630" height="300" /></a>Primeiramente preciso explicar o disparate. Eu como um cara muito foda &#8211; dig dig din &#8211; um cara muito esperto, um cara muito malandro, só que tudo isso ao contrário. Resolvi comprar <em>Gears Of War 3</em> na semana do lançamento. Que caso você não saiba, foi lançado no Brasil, por um preço bem aceitável, R$129,00. Tudo oficial, em loja de shopping e com nota fiscal. Valia muito a pena, afinal de contas, eu iria jogar um lançamento na primeira semana, coisa que eu não fazia há anos.<span id="more-5941"></span></p>
<p>E aí vem o problema, nunca ter jogado um minuto sequer de Gears Of War 1 ou 2. E ainda complemento. Jogos de grandes estúdios, eu tenho uma mania. Nunca leio reviews, não ouço podcasts sobre, tento me manter o máximo afastado de tudo que fala sobre o jogo, até eu ter a oportunidade de jogá-lo. O máximo que eu faço, é entrar no metacritic, olhar a média de notas, pra não fazer burrada e queimar dinheiro. Portanto, a única coisa que eu sabia é que existia o Marcus Fenix, e que o cara era um monstro de bombado. De resto, nada.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/marcus-fenix-gears-of-war-john-travolta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6029" title="marcus-fenix-gears-of-war-john-travolta" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/marcus-fenix-gears-of-war-john-travolta.jpg" alt="marcus fenix gears of war john travolta [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" width="454" height="317" /></a></p>
<h4><strong>Som e gráficos</strong></h4>
<p>Eu vou começar pelos aspectos técnicos, pra me livrar já desse assunto. Com relação aos gráficos, como todo jogo moderno e que não ficou 10 anos em desenvolvimento. Cof cof cof. E vem de uma grife, como a Epic Games e a MS Studios, ele tem os gráficos muito bons. Sua engine Unreal 3.5 dá conta do recado.</p>
<p>Mas os gráficos de modo geral, são apenas bons. Os cenários são acima da média, beirando o ótimo. Vez ou outra, as roupas e os cabelos das mulheres &#8211; como sempre &#8211; ficam toscos, com sobreposição, mas nada que tire pontos nesse sentido, já que é algo normal em boa parte dos games, até por isso, personagens como Lara Croft tem cabelo preso. Um ponto positivo, é a modelagem das armas. Isso sim, é o melhor que já vi nesse aspecto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Gears-of-War-3-Screenshot-14.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6031" title="Gears-of-War-3-Screenshot-14" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Gears-of-War-3-Screenshot-14-488x275.jpg" alt="Gears of War 3 Screenshot 14 488x275 [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" width="488" height="275" /></a><em>Menino Lindo!</em></p>
<p>E agora vai um ponto positivo, que eu raramente vejo em reviews que leio por aí, ser levado em conta, como um aspecto positivo. Normalmente o audio só é lembrado, quando é ruim e atrapalha o jogo. E nesse caso, merece os louvores. A qualidade sonora em si, tanto as trilhas, que eu inclusive recomendo o CD, quanto os próprios sons de batalha, tiros, explosões. Qualidade muito acima da média. É colocar no Home Theater no volume máximo e ir pra guerra. Inclusive alguns momentos que o jogo estava me cansando, foi o som que me motivou a continuar, afinal não existe nada melhor que sons de explosões as 3 da manhã, incomodando todos os vizinhos.</p>
<p>Ainda sobre o audio, cabe um ponto para as dublagens, que são ótimas. Por exemplo, Marcus Fenix, é o mesmo dublador do Bender do futurama. John DiMaggio. Cole Train é dublado por Lester Speight, e você vai entender porque eu conheço esse cara, mais a frente no review.</p>
<h4><strong>O Gameplay</strong></h4>
<p>E como eu li num review do Machinima, cover, cover, cover,  agachar, correr e tiro pra caralho. Isso resume perfeitamente o que você vai fazer, pelas mais ou menos 8 ou 10 horas de gameplay da campanha, eu digo mais ou menos, já que não tem essa média em lugar nenhum, ou pelo menos não achei. O mais interessante é que tem uma estatística que demonstra o quanto tempo de cover você ficou. No meu caso foi, 1:29:56. Isso jogando a campanha apenas uma vez <img src='http://www.vortexcultural.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" class='wp-smiley' title="[Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" /> </p>
<p>No final, eu já estava cansado de tanta repetição, e queria que aquilo acabasse logo. Mesmo eu já sabendo mais ou menos como iria terminar a história &#8211; não porque li spoilers, mas por ser previsível mesmo &#8211; eu precisava terminar logo o jogo. No final da campanha, parecia que eu tinha ficado fazendo uma maratona de Epic Sax Guy. Inclusive, se trocassem o Marcus pelo Epic Sax Guy, e o lancer por um Sax, seria o jogo do século :-V</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/KHy7DGLTt8g" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><br />
<em>Eu lhes digo, é possível ver o vídeo todo.</em></p>
<p>Outro aspecto, é que apesar de em alguns momentos o jogo te dar opções de qual caminho tomar e tal, ele é bem nos trilhos. Simplesmente o que está ali, está ali, não tem muita alternativa. E isso, hoje em dia isso me incomoda um pouco, mesmo sabendo que o Gears não tem a pretensão de ser um jogo de mundo aberto, adoraria ver Marcus Fenix trocando uma idéia com o Terry Tat… Cole Train, durante um descanso. Mas enfim, não quero dizer que jogos nos trilhos sejam ruins, apenas não me agradam, como já me agradaram um dia. E também, consigo entender, que no caso do Gears, a história tem que correr com o pessoal no senso de urgência no máximo, seria até estranho poder dar um intervalo pra tomar um café e ter tempo pra interagir.</p>
<p>Sobre a dificuldade, tenho alguns pontos. Eu joguei na dificuldade normal. Não tenho mais saco pra jogar no hard e ficar morrendo 200 vezes, e ter quatro vezes mais tempo de gameplay. E foi bem tranquilo, porém com desafio. Mas um desafio que não é frustrante. Baseado em estratégia. O que torna o jogo bem interessante nesse ponto. Qual arma usar contra qual oponente? Ou ainda algo do tipo, vou matar primeiro um monstro X, roubar a arma dele, já que ela é melhor pra matar o inimigo Y que é mais sinistro. Isso é definitivamente um ponto muito bom de Gears 3. Só achei estranho uma coisa. No início do jogo, tive uma dificuldade enorme com munição, sempre me via sem munição ou no osso. E no final do jogo, era quase que munição infinita. O problema é que eu não sei dizer se fui eu que me adaptei ao estilo do jogo e a usar mais estratégia, ou se realmente rola um pouco disso. E eu não vou jogar de novo pra descobrir.</p>
<p>Já que falei de munição vamos para o ponto alto do jogo. As armas. Isso realmente é digno de palmas. A arma principal do jogo, é a mais maneira, chama-se lancer, é uma singela metralhadora com uma serra elétrica como se fosse uma baioneta. Uma arma de sutileza paquidérmica. As armas que substituem sua metranca principal, sinceramente eu não consegui usar por muito tempo, não porque fossem ruins, mas pra que você quer outra arma quando a que você carrega, tem uma serra elétrica na ponta. Você pode carregar também uma 12,que é sempre bem vinda, principalmente em jogos de zumbi (zumbi???). Alguns tipos de granadas, como incendiárias, de fragmentação e até granada de tinta. Existem também as armas especiais, lança-chamas, vulcan, e Hammer of Dawn. O ponto fraco fica para as pistolas, com excessão de uma pistola metralhadora que você só tem acesso na parte final do game, não vi nenhuma muito interessante. E como já havia dito antes, o visual das armas é FODA.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/gears-lancer.jpg"><img class="aligncenter" title="gears-lancer" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/gears-lancer-630x256.jpg" alt="gears lancer 630x256 [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" width="630" height="256" /></a><em>Eu tenho a impressão que me sentiria seguro com uma dessas. Não sei porque.</em></p>
<p>Ainda falando de armas, algumas das partes mais interessantes do jogo, é quando você pode assumir uma metralhadora montada. Ou então nos veículos em movimento, como a arma subaquatica do submarino. Ou então sentar o dedo nos vermes com um carro em movimento. É muito show.</p>
<p>Vamos à historia e vou incluir os personagens no decorrer. Bom, você está lá num planeta chamado Sera, deu um monte de merda, guerra, destruição, porque os humanos chegaram lá e como sempre, explodiram em população e estavam com problemas pra conseguir energia. &#8211; santo Batman que história batida &#8211; Estavam lá, retirando um petróleozinho maneiro, porque é obvio, os humanos colonizam planetas mas só conhecem petróleo e energia nuclear. E ai acharam um líquido, amarelo, chamado Unobtainium, ops, esse é de outra história que os bichos são azuis. O líquido é chamado de Imulsion. Bla bla bla, pra ca, bla bla bla pra lá. História dos 2 primeiros jogos. Guerra com os Locusts, bla bla bla, explosão, bla bla bla, Hammer of Dawn. Numa boa, tem na wikipédia artigos contando a história dos 3 jogos, em mínimos detalhes, não vou ficar contando tudo aqui, se não esse artigo ficará com 5000 palavras e um show de spoilers. O que também, seria tão relevante quanto dar spoiler de um filme do Stallone.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/1278136536177_f.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6032" title="1278136536177_f" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/1278136536177_f-477x275.jpg" alt="1278136536177 f 477x275 [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" width="477" height="275" /></a><em>Dispensa comentários</em></p>
<p>Vamos ao que realmente importa. Você vai controlar uma equipe do COG, um tipo de exercito. Na maior parte do jogo, você vai controlar o personagem Marcus Fenix. E normalmente andando em um grupo de quatro COGS,  e o que importa sobre o Fenix, é que ele é durão, mais bombado que o Arnold sobrenome que eu não consigo escrever. Também é angustiado e sofreu muitas perdas. E com certeza é um dos símbolos do XBox junto com o <em>Master Chief</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/otofec45.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6033" title="otofec45" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/otofec45-468x275.jpg" alt="otofec45 468x275 [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" width="468" height="275" /></a><em>Durateston? Check. Deca Durabolin? Check! Hemogenin? Check! GH? Check! Para homens e mulheres? Check!</em></p>
<p> O jogo é dividido em Atos e Capítulos. Um pequeno trecho, acho que ato 1, capítulo 4 ou 5, você controla o personagem mais maneiro do jogo. O Terry Tate, ops, Cole Train. Um ex-jogador de futebol americano, ídolo máximo na cidade natal dele, Hanover, inclusive, no jogo  você vai ter de fazer um touchdown, mas ao invés de bola, com uma bomba 8D. E cara, o Cole Train, como já disse anteriormente, é dublado pelo ex-jogador de futebol americano Lester Speight, mas o que importa é que esse é o Cole Train da vida real. Terry Tate, office linebacker. Interpretado pelo próprio Lester.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/RzToNo7A-94" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Inclusive, essa hora, em que você controla o Cole Train, ela corre em paralelo, com uma história que você já passou, com o próprio Marcus. Isso havia me dado esperanças enormes com relação à história. Havia inclusive pensado, poxa finalmente alguém percebeu que a história dos jogos, mesmo os grandes lançamentos, não precisa ser linear. Já estava pensando, em uma história com diferentes linhas de tempo. Mas não, foi só uma vã esperança.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/gears-of-war-3-cole-train.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6034" title="gears-of-war-3-cole-train" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/gears-of-war-3-cole-train-275x275.jpg" alt="gears of war 3 cole train 275x275 [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" width="275" height="275" /></a><em>Whooooooo Baby!</em></p>
<p>Enfim, percebe-se que o Cole, conseguiu me arrancar várias risadas, com seus Whooo Baby, principalmente. E na verdade foi o único personagem que me marcou durante o jogo. Tanto o nome do post. Isso, também, admito, é influenciado por não ter jogado, nem o primeiro nem o segundo jogo da franquia. Tanto o Marcus Fenix com a história do seu pai. Quanto Dom, que inclusive protagoniza uma cena que tem o objetivo de ser emocionante, no sentido triste da coisa, não me pegaram. Os outros personagens, eu não vejo muito o que citar, talvez o Baird, com o cinismo e sarcasmo. As mulheres, Sam e Anya, são bem apáticas. E acho que o Dizzy que é um maluco, mecanico e piloto de primeira, também rende algumas risadas.</p>
<p>E no mais, a história se desenrola de maneira previsível, com muitos clichês de ficção científica. Sempre tem um problema a mais, usado como artifício pra aumentar o gameplay, num roteiro relativamente curto. E pra finalizar, um final que conta com o típico sacrifício de redenção e esperança. <img src='http://www.vortexcultural.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt="icon sad [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" class='wp-smiley' title="[Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" /> </p>
<p>Mas enfim, se você está procurando uma história densa pra valer, há opções melhores que Gears of War. Muito melhores.</p>
<p>Sobre seus inimigos, hordas de Locusts, Lambent. Rainha dos locusts. E um monte de bicho maneiro. Uns mais sinistros que os outros. Porém, como o jogo é uma bela duma matança, você vai acabar matando um milhão de cada um. Com excessão dos Bosses. E isso é um ponto absolutamente positivo pro jogo. Os big bosses, são muito bons, em vários sentidos. Criativos, dificuldade balanceada. E o melhor, não aparece um tutorial na tela pra te informar como matar um big boss, tampouco você tem que ficar 3 horas, tal qual um maluco tentando descobrir o que fazer. Você descobre isso organicamente pela conversa entre seu time, e um pouco de teste.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Boss.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6035" title="Boss" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Boss-427x275.jpg" alt="Boss 427x275 [Review] Gears Of War 3   Whooo Baby!" width="427" height="275" /></a><em>Nossa, mas você é muito feio!</em></p>
<p>E agora a pior parte pra mim, mas pode ser muito bom para outros, zoombiefication. Pois é, se existe a Gamefication, existe a zoombiefication dos games. Que é transformar qualquer coisa em zumbi. O motivo? Vende. O que eu acho? Zumbi é um saco. Pra mim sempre foi, e hoje em dia com essa enxurrada de zumbi, passou do chato ao insuportável. E não posso falar mais disso, porque é spoiler da história.</p>
<p>O jogo foi concebido para ser realmente um trilogia, e portanto acabou por aqui. Mas obviamente amiguinhos, rolou um gancho no meio do jogo, para o que provavelmente se torne uma nova sequência, ou você acha que eles vão perder a chance de encher os cofres?</p>
<p>Inclusive, já que eu falei do gancho, vou lembrar do personagem dublado pelo Ice-T. O Griffin, é um daqueles evil CEO, de uma exploradora de Imulsão. É outro caso de dublagem bem feita. E a melhor parte que os envolve é uma música do Gears of War, feita pelo Body Count, a banda do Ice-T. É a música dos créditos finais.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/pHcfxW-4zQI" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Sobre as legendas em português, que foi alardeado, como se fosse uma grande coisa. Porra isso não é uma feature, isso deveria ser padrão pra todo jogo. Pelo menos os que são lançados oficialmente no Brasil. Ou seja, todos os jogos maiores. No PS3, a grande maioria dos jogos, mas a grande maioria mesmo, vem com legendas e menus em português. Mas enfim, sobre a qualidade das legendas. Bom, eu comentei no post do The Dig, alguns dias atras que parece até que foi um chimpanzé que fez as legendas. Um dos problemas, é a tradução literal de muitas coisas, que acabam ficando sem sentido. Outra é a incoerência, por exemplo, eu me lembro claramente de algum xingamento, ter sido traduzido de duas formas diferentes, quando significavam a mesma coisa. Por exemplo, o Cole manda um mother fucker pro monstrengo e num ponto é traduzido como filho da puta e outro desgraçado. Mas ok, antes ruim, do que não ter. E também, não é tão ruim assim.</p>
<p style="text-align: left;">Para finalizar, uma visão geral de Gears Of War 3. É um bom jogo, tiroteio desenfreado. Armas muito boas. Na capa do jogo vem uma frase, &#8220;A franquia mais influente desta geração&#8221;, e realmente, tem sua razão nisso, já que o Cover system, virou um padrão e não só isso. Há um outro fator que eu não posso opinar, visto que não o testei, mas pelo que já ouvi diversas pessoas tecendo elogios rasgados, faz a diferença, que é o multiplayer cooperativo. Dizem até que o jogo ganha outras proporções de tão melhor que se torna jogando dessa forma. E isso com certeza também é um legado de Gears of War. A quantidade de jogos com opção de multiplayer coop é enorme hoje em dia.</p>
<p style="text-align: left;">Apenas uma última consideração,como achei que a história, não é das melhores. O fator replay no modo offline, é bastante limitado, se é que existe. Como acho que o tempo de gameplay e o replay é um ponto importante para se decidir, ou não, pela compra, achei que valia a pena citar isso. E se você tiver experiência com o modo online, multiplayer, será bem-vindo o update.</p>

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		<title>10 Filmes de Terror que Você Deveria Ver</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 23:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[10 filmes de terror]]></category>
		<category><![CDATA[À Meia-Noite Levarei sua Alma]]></category>
		<category><![CDATA[a sombra do vampiro]]></category>
		<category><![CDATA[fogo no céu]]></category>
		<category><![CDATA[homem de palha]]></category>
		<category><![CDATA[morte do demônio]]></category>
		<category><![CDATA[muralhas do pavor]]></category>
		<category><![CDATA[o principe das sombras]]></category>
		<category><![CDATA[repulsa ao sexo]]></category>
		<category><![CDATA[suspiria]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>

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		<description><![CDATA[31 de outubro. Noite de Halloween&#8230; brasileiro (Alguém realmente se importa com isso por aqui?). Há muitas luas atrás, em uma noite chuvosa onde as trevas reinavam sobre a terra, algumas mentes humanas, poluídas pelo oculto e o terror, resolveram &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/url.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6058" title="Terror no Cinema" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/url.jpg" alt="url 10 Filmes de Terror que Você Deveria Ver" width="630" height="330" /></a>31 de outubro. Noite de Halloween&#8230; brasileiro (Alguém realmente se importa com isso por aqui?). Há muitas luas atrás, em uma noite chuvosa onde as trevas reinavam sobre a terra, algumas mentes humanas, poluídas pelo oculto e o terror, resolveram transformar seus mais terríveis pesadelos em obras do cinema de terror cult (hipster?). Pra você que está afim de se cagar de medo, ou pelo menos ter uma desculpa pra agarrar a irmã do seu amigo (um abraço pro Jackson), quando ela estiver com medo. Segue a lista feita por mim, Bruno e Rafael:<span id="more-6046"></span></p>
<p><strong>Repulsa ao Sexo (1965):</strong> Não é o que se pode chamar de terror, mas a esquizofrenia e o processo de desintegração da personagem de Catherine Deneuve, a manicure Carol chega a ser chocante. Polanski consegue arrancar uma visão doentia e apodrecida da expressão angelical de Deneuve, esvaziando-a progressivamente, cortando qualquer relação com o mundo exterior. Thriller com fortes pitadas Hitchcokianas.<br />
Direção: Roman Polanski<strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>O Homem de Palha (1973): </strong>Apesar da produção barata, o longa-metragem teve ínumeros devotos, seja pela presença ilustre de Christopher Lee ou pelo tema que o roteiro abordava, como pelo próprio clima lúgubre e sensação de isolamento que o filme trazia. Em 2006 fizeram um remake com Nicolas Cage, minha sugestão é passar longe.<br />
Direção: Robin Hardy</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Muralhas do Pavor (1962): </strong>Adaptação de quatros (dois deles foram aproveitados em uma única história) contos do mestre do terror, Alan Poe. Apesar de não ser a melhor adaptação da obra de Poe, vale a pena conferir, principalmente pela excelente atuação de Vincent Price.<br />
Direção: Roger Corman<strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><strong> </strong></p>
<p><strong>O Príncipe das Sombras (1987):</strong> Um professor e um grupo de estudantes e cientistas especializados são convocados por um padre para investigar um misterioso recipiente contendo um líquido verde, guardado por séculos em uma igreja abandonada. O recipiente ao ser aberto, transforma os pesquisadores em zumbis. Os membros da equipe que não se transformaram em zumbis, descobrem que dentro do recipiente, estava a essência do capeta, que agora quer trazer, o todo poderoso Anti-Cristo ao poder. Os sobreviventes precisam lutar para afastar o cabrulhão que estava adormecido e salvar o mundo do coisa ruim.<br />
Direção: John Carpenter<strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>Fogo no Céu (1993): </strong>Considerado por muitos um dos melhores filmes sobre abudção alienígena, Fogo no Céu conta a história de Travis Walton, um lenhador que supostamente foi abduzido por um OVNI. O ponto forte do filme é sem dúvida o drama da personagem e não os elementos fantásticos do gênero. Intrigante e um ótimo exemplar de ficção científica.<strong><br />
</strong>Direção: Robert Lieberman<strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>A Sombra do Vampiro (2000): </strong>Pensei em indicar Nosferatu do Herzog (de 1979), mas logo depois me lembrei deste longa que conta a &#8220;estória&#8221; das filmagens do Nosferatu de 1922. Segundo consta, havia um rumor que o ator Max Schreck(que interpretou Nosferatu) era um vampiro de verdade, já que ninguém sabia muito sobre seu passado até então e sua interpretação deu tanta credibilidade que a lenda só aumentou. Neste longa, o diretor aborda um pouco dessa lenda, contando com o talento de Willem Dafoe e John Malkovich. Poucos são os filmes que conseguem contar histórias dentro de histórias. A Sombra do Vampiro é um deles.<strong><br />
</strong>Direção: E. Elias Merhige<strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>À Meia-Noite Levarei sua Alma (1964): </strong>Não poderiamos deixar de lado Zé do Caixão que aqui está obcecado em gerar o filho perfeito, para dar continuidade à sua linhagem. Como sua mulher não consegue engravidar, ele decide traçar a namorada do seu melhor amigo para gerar o simpático rebento. Deixem de preconceito com o cinema nacional e assistam.<strong><br />
</strong>Direção: José Mojica Marins<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><strong>A Morte do Dêmonio (1981):</strong> Conhecida também como<em> Uma Noite Alucinante</em>, A Morte do Demônio  é cultuado por uma legião de fãs. Sam Raimi, na época apenas um estudante de cinema, consegue criar um clima apavorante com um orçamento risível. Tudo é muito precário, digno de uma crueza que até sinto falta em meio a tanto 3D e CG. Um cult do horror altamente recomendado.<br />
Direção: Sam Raimi</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Suspiria (1977): </strong>Suspiria conta a história de uma bailarina americana em ascenção que viaja para a Europa para entrar em um companhia de dança renomada, porém, um assassinato bizarro muda sua percepção sobre o local. Argento cria um misto de terror psicológico e piscodélico de te arrepiar dos pés a cabeça.<br />
Direção: Dario Argento</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/10-filmes-de-terror-que-voce-deveria-ver/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><br />
<strong></strong></p>
<p><em>Aqui está a verdade final sobre os filmes de horror. Eles não amam a morte, como alguns tem proposto, eles amam a vida. Eles não celebram a deformidade, mas, habitando a deformidade, cantam a saúde e a energia. Eles são os purificadores da mente, tirando não rancor, mas ansiedade. &#8211; Stephen King</em><strong></strong></p>
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		<title>[Crítica] Deixa Ela Entrar</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 23:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Abbade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[deixa ela entrar]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Catalogar Deixa Ela Entrar como um filme de vampiro é simplificar os temas alvitrados pelo diretor Tomas Alfredson. O longa propõe uma reflexão sobre as aflições da pré-adolescência, como a descoberta do primeiro amor e a solidão de não ser &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-deixa-ela-entrar/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/deixa-ela-entrar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="deixa-ela-entrar" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/deixa-ela-entrar.jpg" alt="deixa ela entrar [Crítica] Deixa Ela Entrar" width="630" height="275" /></a>Catalogar <em>Deixa Ela Entrar</em> como um filme de vampiro é simplificar os temas alvitrados pelo diretor Tomas Alfredson. O longa propõe uma reflexão sobre as aflições da pré-adolescência, como a descoberta do primeiro amor e a solidão de não ser compreendido nessa fase da vida.<span id="more-3556"></span></p>
<p>Baseado no livro de John Ajvide Lindqvist, que também assina o roteiro, a trama mostra uma <em>love story</em> inusitado entre dois púberes envoltos em uma espécie de crise existencial de melancolia e isolamento social. Oskar (Kåre Hedebrant) é um garoto solitário perseguido na escola por um grupo de valentões. Seus pais são divorciados e não lhe dão a atenção necessária. Ele passa o tempo fazendo recortes sobre assassinatos nos jornais locais. Em uma certa noite, ele conhece Eli (Lina Leandersson), que acabou de se mudar para seu prédio. Ela também demonstra um comportamento similar. Percebe-se que são almas gêmeas. Desse encontro inusitado nasce uma amizade e uma empatia emocional<strong>,</strong> que se torna paixão.</p>
<p>O diretor Tomas Alfredson não cai nas armadilhas do melodrama. Ele mantém um tom de distanciamento através de vários recursos técnicos<strong>,</strong> como a ausência de cores fortes. As longas tomadas invocam a solidão dos personagens. O frio e a neve contrastam com o concreto e as ruas propondo um encarceramento das relações humanas, que sofrerá uma ruptura através da afinidade de Oskar e Eli.</p>
<p>A abordagem realista resulta em um filme extremamente verdadeiro, mesmo tendo todas as costumeiras tradições de filmes sobre vampiros. Essa busca pelo real fica mais evidente pela opção de Alfredson ao inserir a violência em um ambiente doméstico e familiar para o espectador. Lirismo e brutalidade caminham lado a lado provocando uma colisão entre o fato e a fantasia. O desempenho da dupla de jovens atores corrobora essa intenção.</p>
<p>Em um primeiro momento, <em>Deixa Ela Entrar</em> parece ser um típico filme de terror. Na verdade<strong>,</strong> é um filme sobre a alienação social, amizade e amor, interpretado por crianças e direcionado ao público adulto.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-deixa-ela-entrar/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>Agenda Cultural 31 &#8211; No Inferno Sem o Bátema</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-31-no-inferno-sem-o-batema/</link>
		<comments>http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-31-no-inferno-sem-o-batema/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 18:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem Vindos à bordo. Flávio Vieira (@flaviopvieira), Rafael Moreira (@_rmc), André Kirano (@kiranomutsu), Jackson Good (@jacksgood), Bruno Gaspar e o aguardado convidado, Hell do Melhores do Mundo, e dessa vez sem a presença de Mario &#8220;Bátema&#8221; Abbade. Muita baixaria, cagação &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-31-no-inferno-sem-o-batema/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/bannerAgendaCultural.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6010" title="bannerAgendaCultural" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/bannerAgendaCultural.jpg" alt="bannerAgendaCultural Agenda Cultural 31   No Inferno Sem o Bátema" width="630" height="300" /></a>Bem Vindos à bordo. </em>Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>), André Kirano (<a href="http://twitter.com/kiranomutsu" target="_blank">@kiranomutsu</a>), Jackson Good (@jacksgood), Bruno Gaspar e o aguardado convidado, Hell do <a href="http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/" target="_blank">Melhores do Mundo</a>, e dessa vez sem a presença de Mario &#8220;Bátema&#8221; Abbade. Muita baixaria, cagação de regra e nonsense.<span id="more-5955"></span><em></em></p>
<p>PS: Agradecimentos ao Doug (<a href="http://twitter.com/dougilustra" target="_blank">@dougilustra</a>) pela força que deu com o banner do podcast. Acessem:</p>
<ul>
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</ul>
<p><strong>Duração:</strong>  107 mins<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
<h2>Feed do Podcast</h2>
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<h2>Comentados na edição</h2>
<ul>
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<li><a href="http://vimeo.com/17516536">Entrevista &#8211; Mario Abbade no Jô Soares, falando sobre o Bátema</a></li>
<li><a href="http://1000combos.com.br/?p=4186" target="_blank">Combocast sobre Lost</a></li>
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<p><strong>Quadrinhos</strong></p>
<ul>
<li>Lex Luthor: Homem de Aço</li>
<li>Os Surpreendentes Homem-Aranha e Wolverine</li>
</ul>
<p><strong>Games</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/review/review-gears-of-war-3-whooo-baby/" target="_blank">Gears of War 3</a></li>
</ul>
<p><strong>Música</strong></p>
<ul>
<li>Red Hot Chili Peppers &#8211; With You</li>
<li>R.E.M. &#8211; Collapse into Now</li>
</ul>
<p><strong>Literatura</strong></p>
<ul>
<li>A Tormenta de Espadas &#8211; George Martin</li>
</ul>
<p><strong>Série</strong></p>
<ul>
<li>The Walking Dead &#8211; Teaser 2ª Temporada</li>
<li>Terra Nova</li>
<li>Dexter</li>
<li>Lost</li>
</ul>
<p><strong>Cinema</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/cowboys-e-aliens/" target="_blank">Cowboys e Aliens</a></li>
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Duração:  107 mins
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Melhores do Mundo
Dragon Ball &#8211; Cena do Ninja
Entrevista &#8211; Mario Abbade no Jô Soares, falando sobre o Bátema
Combocast sobre Lost

Quadrinhos

Lex Luthor: Homem de Aço
Os Surpreendentes Homem-Aranha e Wolverine

Games

Gears of War 3

Música

Red Hot Chili Peppers &#8211; With You
R.E.M. &#8211; Collapse into Now

Literatura

A Tormenta de Espadas &#8211; George Martin

Série

The Walking Dead &#8211; Teaser 2ª Temporada
Terra Nova
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Cinema

Cowboys e Aliens
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		<title>[Crítica] Cowboys &amp; Aliens</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 14:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aoshi-Senpai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[2011 é o ano dos extra-terrestres. Pelo menos no cinema esta afirmação certamente é valida. Depois de Transformers3, Eu Sou o Número 4, Invasão do Mundo: A Batalha de Los Angeles, Super 8, Lanterna Verde e Apolo 18 (pífiamente criticado &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/cowboys-e-aliens/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Cowboys-and-aliens-film.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5992" title="Cowboys-and-aliens-film" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Cowboys-and-aliens-film.jpg" alt="Cowboys and aliens film [Crítica] Cowboys & Aliens" width="630" height="300" /></a>2011 é o ano dos extra-terrestres. Pelo menos no cinema esta afirmação certamente é valida.<span id="more-5788"></span></p>
<p>Depois de Transformers3, Eu Sou o Número 4, Invasão do Mundo: A Batalha de Los Angeles, Super 8, <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-lanterna-verde/" target="_blank">Lanterna Verde</a> e Apolo 18 (pífiamente criticado <a title="Apollo 18 - crítica" href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-apollo-18-a-verdade-por-tras-da-conspiracao-lunar/" target="_blank">aqui no blog</a>), chegou a vez dos homenzinhos verdes voltarem às telas, e desta vez para enfrentar o tipo de ser-humano mais durão da história de nosso planeta. Caras que mascam fumo, bebem uísque sem gelo, montam cavalos, fazem a barba muito porcamente e adoram uma boa briga que geralmente resulta em morte. Este duelo épico é a premissa de Cowboys &amp; Aliens, adaptação dirigida por Jon Favreau da HQ homônima publicada pela Platinum Comics.</p>
<p>Não vou, neste artigo, abordar os méritos da adaptação. Não lí os quadrinhos e o pouco que conheço da história sugere uma nota, no quesito adaptação, um pouquinho abaixo de 3. Dito isto, prossigamos:</p>
<p>Estrelado por Daniel Craig(<em>007: Quantum of Solace, Lara Croft: Tomb Raider</em>) e Olivia Wilde (<em>Tron: O Legado, House Md.</em>), o filme conta a história de Jake Lonergan, líder de um bando de pistoleiros fora-da-lei, que acorda no meio do deserto com um estranho aparato metálico preso ao pulso e completamente sem memória. Enquanto tenta relembrar os acontecimentos que o levaram até lá, o cowboy envolve-se com os habitantes de um pequeno vilarejo local exatamente no momento em que seres desconhecidos em objetos voadores destrõem o lugar e sequestram vários de seus habitantes. Para salvar os habitantes sequestrados e evitar que os seres alienígenas destruam os humanos, Lonergan deve se aliar a um nada amistoso Coronel do exército que busca recuperar o filho sequestrado e uma atraente mulher misteriosa que parece conhecer os seres que o sequestraram. E reunida, essa turminha vai se meter em grandes aventuras e blá, blá, blá&#8230;.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/cowboys_and_aliens_movie_image_daniel_craig_harrison_ford_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5993" title="cowboys_and_aliens_movie_image_daniel_craig_harrison_ford_02" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/cowboys_and_aliens_movie_image_daniel_craig_harrison_ford_02.jpg" alt="cowboys and aliens movie image daniel craig harrison ford 02 [Crítica] Cowboys & Aliens" width="500" height="300" /></a>O filme é uma merda e daqui pra baixo eu vou contar tudo para que vocês não precisem vê-lo! Se você não viu e quer discordar da minha crítica, veja e depois deixe a sua opinião aqui na área de ofensas do blog. <em>Espero que possa se dizer a palavra merda aqui (caso não possa, vocês nunca  lerão este post)&#8230;</em></p>
<p><em> Não</em> sou um grande fã do gênero Western. É muito fácil um filme ambientado do velho oeste cair numa galhofa intragável e ficar cansativo ou lento. Este novo gênero que vem aparecendo (vou chamá-lo de Sci-Western) é extremamente interessante, mas quando se juntam dois gêneros tão difíceis de serem trabalhados (e caso não tenha ficado claro, estou falando do Sci-Fi e do Western) a chance de acontecer alguma catástrofe de proporções gigantescas é ainda maior. Nesta, em especial, posso enumerar 2 falhas principais:</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Personagens e Elenco:</span></strong></p>
<p>O protagonista de um filme tem que ser um personagem com o qual você se relacione. Você pode gostar ou odiar, mas tem que se relacionar de alguma forma com ele e, para isso, ele tem que ter algum traço de humanidade (ou ser declaramente uma máquina, como o fodástico T-800). Daniel Craig, na minha opinião, não serve como protagonista de nenhum filme pelo simples fato de não ser humano. O Jake Lonergan deste filme é tão expressivo e tem tanto carisma quanto uma pedra. Como diria um editor aqui do Vortex, o personagem de Craig é &#8220;qualquer coisa&#8221;, e você não se dá ao trabalho nem de gostar e nem de odiar ele.</p>
<p>O elenco de apoio é fraco e todos os personagens do filme são rasos e mal aproveitados, culpa dos brilhantes roteiristas que querem apresentar e construir trezentos personagens em um filme de uma hora e quarenta. Vou pular todos os outros duzentos e noventa e sete personagens e ir direto para os dois piores: Ella Swenson e Woodrow Dolarhyde.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/cowboys_and_aliens_olivia_wilde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5995" title="cowboys_and_aliens_olivia_wilde" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/cowboys_and_aliens_olivia_wilde.jpg" alt="cowboys and aliens olivia wilde [Crítica] Cowboys & Aliens" width="500" height="300" /></a>Uma é o interesse romântico de Craig e a alienígena mais merda que eu já ví em toda a minha vida. Até o ET do Spielberg, por mais baixinho, feio e com cara de velho acabado que era, podia fazer a bicicleta do menino voar. A personagem de Olivia Wilde não tem importância nenhuma para a trama, a não ser a de explicar o que os malditos ETs vieram fazer na Terra. Informação esta que poderia ter sido arrancada de um dos alienígenas por meio de muita persuasão &#8220;porradeirística&#8221;, o que aumentaria em alguns décimos a nota do filme, certamente. <strong>Pelo menos ela aparece nua em uma das cenas do filme&#8230;</strong>O outro personagem secundário que merece seu destaque como uma das piores coisas que eu já ví no cinema foi, lamentavelmente, o personagem vivído pelo Sr. Harrison Ford. O Coronel Dolarhyde é o personagem mais mal construído da história do cinema, eu arrisco.  Pare para pensar comigo: Um velho Coronel do exército americano, em 1873, que em menos de 2 dias passa a perdoar bandidos que lhe roubaram e atropela um preconceito que mantinha por décadas? em 1873?! 1873?! Tá bom Cláudia&#8230;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Roteiro:</span></strong></p>
<p>Cowboys &amp; Aliens pode não ter sido a pior adaptação de quadrinho(apesar de eu quase poder afirmar isso, mesmo não tendo lido a HQ) mas certamente foi um dos piores roteiros que eu já ví. Sem pé nem cabeça, falhado, lento quando devia ser rápido e corrido quando devia ser bem argumentado&#8230; Estas são apenas algumas das características de que me lembro agora, de cabeça.</p>
<p>Segundo o roteiro, esta raça superior de seres alienígenas teria vindo para a terra em busca de ouro. Isso mesmo, você não leu errado, ouro! Seres evoluidíssimos que viajam no espaço sideral para ir a um planeta distante precisam de ouro para sobreviver. Detentores de uma avançada tecnologia que liquefaz o metal, os seres alienígenas se instalam em um local onde o ouro é abundante e começam sua extração. Devido ao tédio extremo que sentiam em sua nave-garimpo, resolvem sair e sequestrar nativos para fazer experiências científicas com eles, apenas para passar o tempo. Chegam em uma pequena vila próxima e saem atirando para todos os lados e sequestrando meia dúzia de espécimes para seus experimentos e poupando os demais da morte por motivo desconhecido. Isso tudo sem se preocupar com um dos primeiros sequestrados que fugiu da nave-garimpo levando consigo uma arma lazer que é a única do universo capaz de disparar projeteis efetivos contra a couraça metálica de suas naves e armaduras além de ser, também, uma bomba capaz de destruir toda a nave-mãe.</p>
<p>Então o rapaz que roubou a arma, fugiu e foi perdoado pelos alienígenas encontra uma outra alienígena(de uma espécie diferente dos garimpeiros sodomizadores) que veio SOZINHA para a Terra, seguindo os ETs comedores de ouro, para destruí-los. Acho que vale relembrar o que eu já citei brevemente acima e que eu considero ter alguma importancia nesse resumão que estou fazendo do filme: A ET boazinha não possue nenhuma habilidade especial e nenhum armamento alienígena avançado para combater os ETs malvados, talvez por que ela espere encontrar no planeta Terra algum armamento nativo para destruir os ETs garimpeiros(desconsiderando o fato de que, se existisse uma coisa dessas no planeta, os terráqueos nem necessitariam da ajuda dela&#8230;).</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/cowboys-e-aliens-2011-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5994" title="cowboys-e-aliens-2011-2" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/cowboys-e-aliens-2011-2.jpg" alt="cowboys e aliens 2011 2 [Crítica] Cowboys & Aliens" width="500" height="350" /></a>Depois de encontrarem a nave-garimpo camuflada, os 3 personagens centrais recebem ajuda do bando de Lonergan e de uns índios que não haviam aparecido antes no filme para tentar derrotar os aliens malvados em um combate aberto. Segundo a ET gostosa, os garimpeiros do espaço se consideram tão superiores aos humanos que não se dão ao trabalho e bolar uma tática e resolvem cair na porrada com os nativos da Terra. Depois de uma pancadaria genérica, onde os ETs malvados resolvem batalhar a pé, mesmo tendo máquinas voadoras que são óbviamente muito mais eficazes na batalha, Lonergan consegue entrar na nave junto com a gostosa que, óbviamente se sacrifica no processo de destruir a nave-garimpo usando a arma dos próprios ETs malvados que, convenientemente não é apenas uma arma mas, também, uma bomba muito poderosa. Eles resgatam todo mundo e conseguem fugir antes da destruição da nave e todos vivem felizes para sempre, fim!</p>
<p>A história do filme não é ruim, apesar de o roteiro ser terrível. Estão presente na história pontos muito interessantes que, infelizmente, não foram abordados com a devida atenção. Na história temos três classes bem definidas que são obrigadas a cooperarem por um bem maior (os habitantes do vilarejo, os bandidos e os índios). O filme falaria muito bem sobre o preconceito que existe entre o homem branco e o índio americano, se tivesse um roteiro melhor elaborado. Mostraria a inversão de papéis quando o homem branco, explorador e opressor da raça indigena, se transformasse em explorado e oprimido pela raça alienígena. Esta mensagem seria muito melhor apresentada no filme se o roteiro não fosse tão confuso e não quisesse apresentar tantos personagens.</p>
<p>No decorrer do filme é visível a preocupação dos roteiristas em contar a história do cowboy fora-da-lei, do coronel durão, do garotinho órfão, do médico humanista, do bravo dono de bar, do índio submetido ao homem branco, do filho mau-amado que precisa chamar atençãode alguma forma e de tantos outros personagens que foram levados juntos até o final da trama. Infelizmente esqueceram de contar para os roteiristas que não existe roteiro interessante sem construção de personagem e que não se constrõem tantos personagens com uma cena de cada um. Se tivessem se preocupado em contar a história de dois ou três personagens, o filme talvez fizesse mais sucesso. Um personagem bem construído carrega um filme com muito mais propriedade do que dez personagens rasos.</p>
<p>Quando ví o nome, imaginei imediatamente uma maior interação entre os cowboys e os aliens. Mais pancadaria entre eles, mais bang-bang, mais bravura e mais cowboys. Quando ví os nomes de Harrison Ford e Olivia Wilde no elenco, imaginei personagens muito mais marcantes e atuações muito mais expressivas. Relevei até mesmo o nome de Daniel Craig escrito com uma fonte maior do que a dos outros no cartaz e, apesar de ser um dos atores que mais odeio em Hollywood, resolvi dar-lhe uma segunda chance. As respostas à minhas expectativas, entretanto, foram totalmente aquém daquilo que esperava e me deparei com interpretações que beiram o ridículo de todos os atores. Esperava algo a mais.</p>
<p>A história recente do cinema mostra que o monstro da expectativa destrói grande parte dos filmes que assistimos, e a regra comprovou-se mais uma vez. Cowboys &amp; Aliens, apesar de partir de uma ótima premissa e inaugurar o gênero Sci-Western, se mostrou um filme fraco, mal construído e mal interpretado. Uma decepção para quem esperava, como citei no início do texto, ver seres alienígenas batendo de frente com o tipo de ser-humano mais fodão da história.</p>
<p>Para não dizerem que este filme não teve nada de bom, vou fazer como ele e salvar o post com uma foto de Olivia Wilde pelada:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img.olaserragaucha.com.br/blogs/pink-purpurina/1278183131247610.jpg" alt="1278183131247610 [Crítica] Cowboys & Aliens" align="middle" title="[Crítica] Cowboys & Aliens" /></p>
<p>Assim como no cinema, ela está pelada mas não mostra nada&#8230;<br />
Nem para mostrar mulher pelada esse filme serviu, assim como este post&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/cowboys-e-aliens/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>[Resenha] O Guia de Sobrevivência a Zumbis – Max Brooks</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 16:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amilton Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Quer se preparar para o inevitável? Saber como sobreviver ao apocalipse nunca profetizado pelo Antigo Testamento? Então não deixe de ler este guia&#8230; É isso mesmo. Segundo Max Brooks, o tempo em que os mortos caminharão pela Terra tendo como &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/literatura/o-guia-de-sobrevivencia-a-zumbis-max-brooks/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/the-zombie-survival-guide.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3722" title="the-zombie-survival-guide" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/the-zombie-survival-guide.jpg" alt="the zombie survival guide [Resenha] O Guia de Sobrevivência a Zumbis – Max Brooks" width="630" height="250" /></a>Quer se preparar para o inevitável? Saber como sobreviver ao apocalipse nunca profetizado pelo Antigo Testamento? Então não deixe de ler este guia&#8230;<span id="more-3376"></span></p>
<p>É isso mesmo. Segundo Max Brooks, o tempo em que os mortos caminharão pela Terra tendo como único e voraz instinto, o insaciável apetite por carne humana fresca, pode estar mais próximo do que você imagina. Por isso&#8230;Por que não se preparar da melhor maneira possível para enfrentar, talvez, o declínio completo do que conhecemos como sociedade moderna?</p>
<p>Max Brooks (filho do cineasta Mel Brooks) parece ter puxado a veia humorística do pai e resolveu se enveredar pelo ramo literário. Com este guia de sobrevivência ele desmistifica (ou talvez crie novos mitos) praticamente tudo o que diz respeito ao que hoje chamamos de Zumbi. Max tenta não deixar passar nada e analisa a fisiologia dos Zumbis (matei a minha curiosidade sobre seu sistema digestivo), seus comportamentos, como evita-los, como fugir deles e claro (o mais divertido!), quais são as melhores maneiras de mata-los.</p>
<p>Max mantém um tom sério, jornalístico e didático no decorrer do guia, o que só torna algumas passagens ainda mais engraçadas.  A parte didática é bem dosada, e se em alguns momentos ele chega a listar os itens necessários para uma possível fuga, ou sobrevivência em lugares inóspitos, elas nunca se estendem por muito tempo, o que poderia tirar tanto o dinamismo da leitura quanto começar a gerar questionamentos de continua-la. Afinal, você precisa mesmo saber TODOS os detalhes de como se virar caso sua casa esteja cercada por mortos-vivos?</p>
<p>Confesso que me peguei questionando isso em alguns momentos, mas como eu disse, as listas são bem dosadas e isso pouco tira do valor do livro como um todo.</p>
<p>Depois de todas as dicas serem dadas, todas as armas analisadas, todos os ambientes estudados, segue-se o que a meu ver contém o melhor do livro. Refiro-me aos “relatos históricos” de ataques zumbis desde os primórdios da humanidade. Isso mesmo. Pensou que os zumbis eram uma praga dos nossos tempos? Nada disso. Max traz relatos tão antigos quanto os egípcios e mais. Inclusive, uma curiosidade que ele inteligentemente liga ao seu guia é o fato dos egípcios, ao mumificarem seus mortos terem como parte do processo a retirada do cérebro do morto pelo nariz. Max sugere que este costume pode-se ter originado depois dos primeiros ataques sofridos pelo povo das pirâmides por seus faraós mumificados. Romanos, chineses e até relatos de ataques no Brasil não ficam de fora. Essas pequenas histórias, muitas vezes narradas com um cunho jornalístico, dão um sabor a mais a já prazerosa leitura do guia. Eles servem também como introdução para o livro seguinte de Max, <em>World War Z – An oral history of the Zombie War</em> (ainda sem lançamento em português), que junta relatos dos sobreviventes à guerra travada entre humanos e mortos-vivos. Este segundo livro também se tornou um <em>best-seller, </em>dada a fértil imaginação de Max nos relatos mais variados.</p>
<p>A crítica social (sempre presente nos filmes de George Romero, por exemplo) também tem seu lugar aqui, comedido, mas tem. Principalmente quando se analisa a ineficácia do governo em conter epidemias ou a sua eficácia ao tentar esconde-las.</p>
<p>Se você está à procura de um livro com uma leitura simples, prazerosa, divertida e que esbanja criatividade, não pense duas vezes e compre o seu guia. Se pensarmos bem, muitas das dicas de sobrevivência podem sim ser úteis mesmo fora do contexto ‘’apocalipse zumbi’’. Portanto, não ignoremos a importância didática deste guia.</p>
<p>A última dica que dou é: Se você não tem problemas para ler em Inglês, cogite adquirir a versão importada. Falo por ser vantajoso financeiramente mesmo. O livro aqui está entre 26 e 36 Reais. Paguei pelo guia e o <em>World War Z </em>apenas 6 doletas cada um na Amazon. Claro, tem o frete e tudo mais, mas dividindo com alguém, ou fazendo uma compra maior (meu caso), compensa bastante.</p>
<p>Max Brooks faz uma homenagem relevante a uma das criaturas mitológicas modernas mais interessantes já criadas. Tenho certeza de que George Romero indicaria O Guia de Sobrevivência a Zumbis como leitura obrigatória&#8230; E se Romero diz, quem sou eu para discordar.</p>
<p>Confira as 10 dicas básicas contra os <em>undead</em>:</p>
<ul>
<li><em>Organize-se antes que eles despertem!</em></li>
<li><em>Eles não sentem medo. Por que você deveria?</em></li>
<li><em>Use sua cabeça: corte a deles.</em></li>
<li><em>Lâminas não precisam ser recarregadas.</em></li>
<li><em>Proteção ideal: roupas apertadas, cabelos curtos.</em></li>
<li><em>Suba a escada, mas destrua ela depois.</em></li>
<li><em>Saia do carro, suba na moto.</em></li>
<li><em>Mantenha-se em movimento, fique escondido, fique quieto, fique alerta!</em></li>
<li><em>Nenhum lugar é seguro, apenas ‘mais seguro’.</em></li>
<li><em>O zumbi pode ter ido embora, mas a ameaça permanece.</em></li>
</ul>
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		<title>[Resenha] Gourmet</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 18:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelas minhas incursões pelo mundo dos quadrinhos, me deparei com o mangá &#8220;Gourmet&#8221; empoeirado em uma estante de uma comicstore paulista. O título incomum e a arte da capa da revista chamaram minha atenção e ao dar uma lida rápida &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/resenha-gourmet/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner-gourmet.png"><img class="size-full wp-image-5731 aligncenter" title="banner gourmet" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner-gourmet.png" alt="banner gourmet [Resenha] Gourmet" width="630" height="275" /></a>Pelas minhas incursões pelo mundo dos quadrinhos, me deparei com o mangá &#8220;Gourmet&#8221; empoeirado em uma estante de uma comicstore paulista. O título incomum e a arte da capa da revista chamaram minha atenção e ao dar uma lida rápida sobre o que se tratava, decidi comprá-la. Quem disse que comprar algo pela capa é uma má escolha? Ao menos dessa vez, foi uma escolha mais do que acertada.<span id="more-4749"></span></p>
<p>Jiro Taniguchi e Masayuki Qusumi transportam o leitor para o cotidiano de um comerciante japonês, que devido ao seu trabalho, vive se locomovendo pela cidade, e durante essas andanças compartilhamos de pequenos momentos de sua vida, momentos estes onde o personagem está sempre em busca de um local para fazer uma refeição. Pouco conhecemos sobre ele, nem ao menos seu nome é citado, mas é através desses almoços e jantares que pouco a pouco conhecemos seu passado e sua personalidade.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/gourmet_taniguchi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4764" title="Gourmet - Jiro Taniguchi &amp; Masayuki Qusumi" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/gourmet_taniguchi.jpg" alt="gourmet taniguchi [Resenha] Gourmet" width="325" height="510" /></a>Em 18 capítulos acompanhamos 18 refeições do protagonista e momentos importantes de seu passado, suas reflexões e seu amor pelos pratos culinários que saboreia. A obra soa como pequenas crônicas cotidianas que qualquer pessoa comum se identificaria, afinal quem não se pegou relembrando uma antiga paixão enquanto fazia um almoço solitário pela cidade, aquele momento onde temos um break do trabalho e problemas e nos pegamos a vaguear pelo passado, ou então em observar as pessoas que frequentam este lugar, o que pensam, de onde vêm, o que as trazem até ali, enfim, questionamentos básicos que qualquer refeição solitária (ou não) nos traz.</p>
<p>Além disso tudo, Gourmet traz um relato apaixonado da gastronomia (principalmente japonesa), por toda a história somos apresentados para as mais diversas iguarias da culinária japonesa, uma verdadedeira incursão gastronômica. É impossível não ficar com vontade de correr até um restaurante japonês e experimentar o prato que nos foi apresentado com tanto apreço, um legitimo gourmet.</p>
<p>Muita gente deve estar se perguntando o que faria alguém ler um quadrinhos repleta de indicações gastronômicas. Bem simples, Gourmet vai muito além disso, contando a cada capítulo a realidade de um personagem solitário que vagueia por uma metropóle onde estamos rodeados de pessoas, mas ao mesmo tempo sozinhos. Página a página seus relatos vão despertando mais curiosidade e identificação, tudo isso somado à um trabalho artístico lindíssimo.</p>

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		<title>[Resenha] Deuses Americanos &#8211; Neil Gaiman</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 15:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Noots</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Certa vez ouvi um religioso proferir a seguinte frase: “A prova incontestável da existência de Deus é o fato de que, mesmo totalmente isolado da sociedade, o homem sempre achará algo que julga superior a si próprio”. Duvido que tais &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/literatura/resenha-deuses-americanos/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p align="JUSTIFY"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/deuses_americanos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5950" title="deuses_americanos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/deuses_americanos.jpg" alt="deuses americanos [Resenha] Deuses Americanos   Neil Gaiman" width="630" height="300" /></a>Certa vez ouvi um religioso proferir a seguinte frase: “A prova incontestável da existência de Deus é o fato de que, mesmo totalmente isolado da sociedade, o homem sempre achará algo que julga superior a si próprio”. Duvido que tais palavras tenham sido originalmente ditas por ele, mas, sem dúvida, isso foi dito por alguém em algum momento. Não posso depor pela existência de Deus, mas digo que a frase está correta ao constatar que o homem necessita de entidades maiores para adorar, respeitar e temer. Aparentemente Neil Gaiman também defende tal tese, tendo feito dela a pedra fundamental para seu mais ousado, controverso e reconhecido romance: <em>Deuses Americanos</em>.<span id="more-5659"></span></p>
<p align="JUSTIFY">No texto somos apresentados a um indivíduo que atende por Shadow, um presidiário, aparentemente sem nenhuma característica especial, prestes a ser libertado por bom comportamento. Um sujeito como qualquer outro, com uma vida complicada e inteligência mal aproveitada, cujos únicos interesses são ficar longe problemas e aperfeiçoar seus truques com moedas. Eis que, quando enfim reinserido à sociedade, a vida de Shadow muda drasticamente, e, levado por um estranho homem, o notório Sr. Wednesday, com uma igualmente estranha proposta, tem inicio uma viajem pelo lado oculto dos Estados Unidos.</p>
<p align="JUSTIFY">Destoando seu inicio pouco impressionante, a narrativa parece crescer conforme estranhezas, seja em forma de situações ou entidades, vão ganhando espaço. Shadow descobre o quão raso era seu entendimento do mundo, e, com total apatia, percebe que seria melhor se assim tivesse continuado. Enquanto nosso herói vaga na escuridão da ignorância, os muitos personagens que aparecem subsequentemente, dotados de facetas que não permitem ao leitor manter-se indiferente quanto a eles, ostentam conhecimento e imponência dignos das deidades que são.</p>
<p align="JUSTIFY">O panteão apresentado é deveras cativante, porém, ainda mais impressionante que a presença dos deuses, é a não diminuição do ser humano perante estes que desperta o interesse do leigo, fazendo de nossos semelhantes e de sua psique um ponto mais relevante que uma eminente guerra. Enaltecendo a figura humana, Gaiman expõe a controversa ideia de que, em busca de alento, o homem conjura as divindades; de que os deuses são dependentes de nós, e não o contrario.</p>
<p align="JUSTIFY">Não se sobressai no livro um gênero em particular; em suas linhas o autor habilmente amalgama aventura, suspense, fantasia e mesmo <em>road trip</em> com pitadas de horror e de um humor cínico, culminando em uma peça literária que questiona a natureza humana, suas tradição e atual formação social, enquanto diverte e empolga a cada virada de página. Gaiman brinca com o leitor e com sua própria história, perdendo-se em devaneios e conceitos paralelos, apresentados como contos desconexos dentro da trama – pequenas histórias que não influenciam a jornada de Shadow, mas enriquecem o crível universo no qual foi lançado.</p>
<p align="JUSTIFY">Mostrando ser aquilo que seu protagonista almeja tornar-se, Gaiman, como um verdadeiro mestre da prestidigitação, guia nosso olhar para onde deseja e nos conduz a bel-prazer, rendendo espanto e deleite a seu público. O britânico desprende-se de qualquer fórmula ou rótulo na elaboração e condução de <em>Deuses Americanos</em>, entregando uma notável fantasia urbana.</p>
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		<title>VortCast 08: Planeta dos Macacos</title>
		<link>http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-08-planeta-dos-macacos/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 06:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[podcast planeta dos macacos]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem Vindos à bordo. Nesta edição, Flávio Vieira (@flaviopvieira), Rafael Moreira (@_rmc), Levi Pedroso (@levipedroso), Amilton Brandão (@amiltonsena), Carlos Tourinho chapa-branca (@Touroman), Rodrigo do Quarto Sinistro (@quartosinistro), Mario Abbade (@fanaticc), Márcio Joke (@marciojoke)  e André Kirano (@kiranomutsu) se reúnem em &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-08-planeta-dos-macacos/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/macacos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5936" title="macacos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/macacos.png" alt="macacos VortCast 08: Planeta dos Macacos" width="630" height="300" /></a>Bem Vindos à bordo. </em>Nesta edição, Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>), Levi Pedroso (<a href="http://twitter.com/levipedroso" target="_blank">@levipedroso</a>), Amilton Brandão (<a href="http://twitter.com/amiltonsena" target="_blank">@amiltonsena</a>), Carlos Tourinho <del>chapa-branca</del> (<a href="http://twitter.com/touroman" target="_blank">@Touroman</a>), Rodrigo do Quarto Sinistro (<a href="http://twitter.com/quartosinistro" target="_blank">@quartosinistro</a>), Mario Abbade (<a href="http://twitter.com/fanaticc" target="_blank">@fanaticc</a>), Márcio Joke (<a href="http://twitter.com/marciojoke" target="_blank">@marciojoke</a>)  e André Kirano (<a href="http://twitter.com/kiranomutsu" target="_blank">@kiranomutsu</a>) se reúnem em um papo descompromissado comentando sobre uma das grandes sagas da história do cinema, Planeta dos Macacos!<span id="more-5676"></span></p>
<p><strong>Duração:</strong>104 mins.<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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<li>O Planeta dos Macacos &#8211; Pierre Boulle (Livro &#8211; 1963)</li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-planeta-dos-macacos-1968/" target="_blank">O Planeta dos Macacos (1968)</a></li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/de-volta-ao-planeta-dos-macacos-1970/" target="_blank">De Volta ao Planeta dos Macacos (1970)</a></li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-fuga-do-planeta-dos-macacos/" target="_blank">Fuga do Planeta dos Macacos (1971)</a></li>
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<li>Batalha pelo Planeta dos Macacos (1973)</li>
<li>O Planeta dos Macacos (2001)</li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-planeta-dos-macacos-a-origem/" target="_blank">Planeta dos Macacos: A origem (2011)</a></li>
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		<itunes:summary>Bem Vindos à bordo. Nesta edição, Flávio Vieira (@flaviopvieira), Rafael Moreira (@_rmc), Levi Pedroso (@levipedroso), Amilton Brandão (@amiltonsena), Carlos Tourinho chapa-branca (@Touroman), Rodrigo do Quarto Sinistro (@quartosinistro), Mario Abbade (@fanaticc), Márcio Joke (@marciojoke)  e André Kirano (@kiranomutsu) se reúnem em um papo descompromissado comentando sobre uma das grandes sagas da história do cinema, Planeta dos Macacos!
Duração:104 mins.
Edição: Flávio Vieira
Trilha Sonora: Flávio Vieira
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Comentados na Edição

O Planeta dos Macacos &#8211; Pierre Boulle (Livro &#8211; 1963)
O Planeta dos Macacos (1968)
De Volta ao Planeta dos Macacos (1970)
Fuga do Planeta dos Macacos (1971)
A Conquista do Planeta dos Macacos (1972)
Batalha pelo Planeta dos Macacos (1973)
O Planeta dos Macacos (2001)
Planeta dos Macacos: A origem (2011)

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		<title>[Crítica] Fuga do Planeta dos Macacos (1971)</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 23:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Kirano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma nave americana retorna ao planeta Terra e cai próxima à costa americana (coincidências acontecem). Com isso, o exército resgata a nave e a surpresa ocorre com os astronautas que saem de dentro da nave. Macacos. E assim começa o &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-fuga-do-planeta-dos-macacos/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/Fuga-do-Planeta-dos-Macacos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5927" title="Fuga-do-Planeta-dos-Macacos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Fuga-do-Planeta-dos-Macacos.jpg" alt="Fuga do Planeta dos Macacos [Crítica] Fuga do Planeta dos Macacos (1971)" width="630" height="300" /></a>Uma nave americana retorna ao planeta Terra e cai próxima à costa americana (coincidências acontecem). Com isso, o exército resgata a nave e a surpresa ocorre com os astronautas que saem de dentro da nave. Macacos. E assim começa o terceiro filme da saga clássica, seguido de <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-planeta-dos-macacos-1968/" target="_blank">Planeta dos Macacos</a> e <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/de-volta-ao-planeta-dos-macacos-1970/" target="_blank">De Volta ao Planeta dos Macacos</a>, em 1971 chega às telas <em>Fuga do Planeta dos Macacos</em>.<span id="more-5838"></span></p>
<p>O filme começa meio &#8220;sem pé nem cabeça&#8221; e você percebe com o decorrer do longa o quão caça-níquel ele foi. Ele parte de uma premissa um tanto inverossímil se analisada os dois filmes anteriores, já que a sociedade dos macacos apresentada apresentada anteriormente sempre foi primitiva e pouco desenvolvida. Três macacos conseguem recuperar a nave dos astronautas que caiu no &#8220;lago morto&#8221; no primeiro filme, como também consertá-la, fazê-la funcionar (indicando que pra uma nave daquela, naquela época, ter saído da terra ela deve ter usado tanques de propulsão que são deixados para trás logo que se sai da atmosfera, LOGO, “a tecnologia de lançamento” estava faltando ali) e com isso, escapar da iminente destruição de seu planeta retornando ao passado.</p>
<p>Em termos de personagem, o filme se prende aos dois macacos Zira (Kim Hunter) e Cornelius (Roddy McDowall), já vistos nos primeiros filmes. Embora as personagens sejam carismáticas e tudo, é difícil você querer segurar o filme em atores que, tecnicamente, não podem atuar. Afinal, por melhor que fosse as maquiagens, ainda assim havia uma grande deficiência em &#8220;atuação&#8221;, contudo, o trabalho dos atores é excepcional, já que os dois conseguem fazer milagre e deixar o filme divertido e dramático na medida certa.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/BRD_escape2_Planet_of_the_Apes_blu-ray.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5928" title="BRD_escape2_Planet_of_the_Apes_blu-ray" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/BRD_escape2_Planet_of_the_Apes_blu-ray.jpg" alt="BRD escape2 Planet of the Apes blu ray [Crítica] Fuga do Planeta dos Macacos (1971)" width="500" height="260" /></a>Como não podia faltar, o filme tem um texto que busca uma reflexão, mesmo que rasa, sobre questões morais, sociais e políticas, como é de costume na saga, o que acaba tornando-o mais atrativo. O medo da humanidade ao se deparar com a questão “da futura destruição” do seu Planeta, até que ponto são responsáveis por isso, o quão ambíguo é o fato de Zira fazer experiências com humanos no futuro e nós fazermos o mesmo com animais nos dias de hoje, entre outros detalhes são o que tornam o filme uma experiência mais interessante.</p>
<p>No terceiro filme da série ainda temos a primeira explicação do que indica ter sido o motivo para a criação do que viria a ser o <em>Planeta dos Macacos</em>. Cornelius faz uma explanação sobre a história e cultura dos macacos que embora um tanto forçada, é o que faltava para “fechar” o caixão.</p>
<p>Com tudo isso, <em>Fuga do Planeta dos Macacos</em> é o filme mais fraco da saga clássica, e o segundo mais fraco da franquia (perdendo apenas para o remake pavoroso do Tim Burton em 2001). Começando com uma tentativa frustrada de resgatar a saga, que havia sido dada como morta,  pois o segundo filme culmina com o fim de tudo, e terminando com um gancho para uma possível sequência que não forçasse tanto a barra quanto ele. Mas ainda assim é um capítulo essencial para quem gosta da saga, viagens no tempo, paradoxo temporal e que traga algum conteúdo para reflexão.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-08-planeta-dos-macacos/" target="_blank">Ouça aqui nosso podcast sobre a saga &#8220;Planeta dos Macacos&#8221;.</a></p>
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		<title>[Crítica] De Volta ao Planeta dos Macacos (1970)</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 14:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amilton Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Charlton Heston]]></category>
		<category><![CDATA[Linda Harrison]]></category>
		<category><![CDATA[planeta dos macacos]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do estrondoso sucesso comercial do original Planeta Dos Macacos, uma sequência era quase certa para o que se tornaria uma lucrativa  franquia simiesca. O filme se passa dando sequência direta aos acontecimentos finais da primeira película, uma nova espaço-nave &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/de-volta-ao-planeta-dos-macacos-1970/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/beneath-the-planet-of-the-apes-w1280.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5896" title="De Volta ao Planeta dos Macacos" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/beneath-the-planet-of-the-apes-w1280.jpg" alt="beneath the planet of the apes w1280 [Crítica] De Volta ao Planeta dos Macacos (1970)" width="630" height="300" /></a>Depois do estrondoso sucesso comercial do original <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-planeta-dos-macacos-1968/" target="_blank">Planeta Dos Macacos</a>, uma sequência era quase certa para o que se tornaria uma lucrativa  franquia simiesca.<span id="more-5889"></span></p>
<p>O filme se passa dando sequência direta aos acontecimentos finais da primeira película, uma nova espaço-nave foi enviada da Terra em busca de Taylor e seus companheiros. A nave acaba por sofrer dos mesmos distúrbios temporais que a original e aterrissa no planeta agora dominado pelos símios. O protagonista agora é Bret, interpretado por James Franciscus (cuja tamanha semelhança com Charlton Heston é até mencionada no filme), ele se junta a Nova (Linda Harrison) que juntos, ao fugir dos símios acabam por descobrir uma passagem subterrânea que os levam a explorar o que há abaixo do planeta dos macacos (daí o nome original &#8216;Beneath the Planet of the Apes). É na estação subterrânea de metrô que Bret descobre que está na Terra do futuro. Claro, sem nem um décimo da carga emocional que sentimos no final do filme anterior.</p>
<p>Devido ao orçamento mais do que reduzido se comparado à primeira obra, esta sequência fica logo de cara comprometida com os efeitos especiais utilizados e nas vergonhosas mascaras de gorilas, contrastando com as maquiagens que haviam sido extremamente elogiadas no primeiro filme.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/beneath-the-planet-of-the-apes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5895" title="beneath-the-planet-of-the-apes" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/beneath-the-planet-of-the-apes.jpg" alt="beneath the planet of the apes [Crítica] De Volta ao Planeta dos Macacos (1970)" width="500" height="300" /></a>Além destes &#8216;detalhes&#8217; técnicos, a sequência não traz nada de novo para o debate filosófico, moral e religioso abordado no original.  Na verdade, isso é algo deixado quase que totalmente à margem dos acontecimentos vivenciados pelo nosso protagonista e pelas cenas de ação.</p>
<p>Todos estes aspectos deixam no espectador a impressão de que a sequência só existiu por um objetivo &#8216;caça-níquel&#8217; (algo que infelizmente permeará praticamente toda a franquia).</p>
<p>Talvez o grande momento de inspiração e ousadia do roteiro esteja no final inesperado e categórico. Ele talvez gere alguma discussão mais aprofundada, algo que é sempre inerente a qualquer boa obra de ficção científica (seja qual for a mídia).</p>
<p>O final também seria algo que encerraria a franquia ali mesmo. Mas como bem sabemos, isso não aconteceu. Porém, deixo as críticas com relação à continuação para o próximo filme.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/vortcast-08-planeta-dos-macacos/" target="_blank">Ouça aqui nosso podcast sobre a saga &#8220;Planeta dos Macacos&#8221;.</a></p>
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		<title>Mostra de Cinema &#8211; Dario Argento</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 03:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[asia argento]]></category>
		<category><![CDATA[dario argento]]></category>
		<category><![CDATA[Horror]]></category>
		<category><![CDATA[mestres do horror]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>

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		<description><![CDATA[Desejos ocultos, paranóia, voyeurismo ocultismo, origens do medo: O universo de Dario Argento, cultuado como o mestre do terror moderno, vai tomar conta do Centro Cultural Banco do Brasil e do Festival do Rio. E com a presença do próprio. &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/mostra-de-cinema-dario-argento/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-family: Arial;"><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/dario-argento-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5874" title="dario-argento-2" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/dario-argento-2.jpg" alt="dario argento 2 Mostra de Cinema   Dario Argento" width="630" height="300" /></a>Desejos ocultos, paranóia, voyeurismo ocultismo, origens do medo: O universo de <em>Dario Argento</em>, cultuado como o mestre do terror moderno, vai tomar conta do Centro Cultural Banco do Brasil e do Festival do Rio. E com a presença do próprio.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">A mostra vai apresentar a filmografia completa:  31 produções, entre filmes, tv e seriados (cinema, TV e seriados), um filme de sua filha – e também cultuada – Asia Argento (precedido por dois curtas) e um apêndice do estilo <em>giallo</em> (subgênero do terror criado na Itália) com 4 filmes italianos protagonizados pelo Mickey Hargitay.<span id="more-5865"></span><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Segundo o cineasta,  <em>Todo diretor tem seu próprio estilo e não há como se desvencilhar disso. Meu propósito sempre foi fazer bons filmes, não assustar pessoas. Pode assustar, mas esse nunca é o objetivo principal</em>; detalhista ao extremo, seu estilo tornou-se inconfundível:<br />
</span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Um posicionamento da câmera de forma a criar pontos de vista absolutamente impensáveis;</span></li>
</ul>
<ul>
<li> <span style="font-family: Arial;">A importância da trilha sonora na construção de atmosfera em suas obras é refletida na escolha criteriosa dos parceiros musicais: Ennio Morricone, Keith Emerson, Goblin e Brian Eno; </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Alguns créditos finais são abertos com a citação: “Você acabou de assistir a&#8230;”, seguido do nome do filme.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: Arial;">Devido ao grau de violência, algumas obras sofreram inúmeros cortes, a ponto de ficarem descaracterizadas. Somente depois de alguns anos e com o advento do DVD e do download, o público pôde conferir em totalidade a sua filmografia, à maneira como foi concebida.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Resultado de uma parceria do CCBB com o Festival, a mostra tem curadoria do crítico <em>Mário Abadde</em> e é uma oportunidade rara de conhecer toda a obra de Dario Argento e ter o privilégio de contar com sua presença.<br />
</span></p>
<h2><span style="font-family: Arial;">Programação:<br />
</span></h2>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;"><em><strong>VOCÊ GOSTA DE HITCHCOCK?</strong></em><br />
(Ti piace  Hitchcock?)<br />
de Dario Argento. Com Elio Germano, Chiara Conti, Elisabetta  Rocchetti, Ivan Morales, Cristina Blondo. Itália, 2004. 95min.<br />
Numa visita  à videolocadora de seu bairro, Giulio entreouve uma conversa entre duas  mulheres, Sasha e Federica. Aparentemente, elas conversam sobre o filme Pacto  Sinistro (1951), de Alfred Hitchcock. Giulio não percebe que as duas estão  flertando e trocando números de telefone. Ao chegar em casa, ele descobre que  Sasha mora em um apartamento do outro lado da rua e testemunha uma discussão  entre ela e sua mãe. No dia seguinte, a mãe de Sasha é encontrada morta.  Giulio acredita ter descoberto uma conspiração e inicia uma investigação que  irá deixá-lo à beira da insanidade.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211;  (LP) &#8211; 16 anos<br />
SEX (14/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema 1<br />
TER (18/10) 18:00 CCBB  - Cinema 1</span></li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>O RETORNO DA MALDIÇÃO &#8211;  A MÃE DAS LÁGRIMAS</strong></em><br />
(La Terza madre, La)<br />
de Dario Argento. Com Asia  Argento, Udo Kier, Cristian Solimeno, Adam James, Moran Atias. Itália /  Estados Unidos, 2007. 102min.<br />
Uma antiga urna é encontrada em um cemitério  no interior da Itália. Nela, estão os artefatos da Mãe das Lágrimas, uma das  três Mães Bruxas do século XIX. Os objetos são enviados ao Museu de Arte  Antiga de Roma, onde são recebidos por Sarah, uma estudante de restauração. No  entanto, o ressurgimento dos artefatos provoca uma onda de assassinatos,  suicídios, roubos e outros crimes em toda a cidade. Enquanto isso, bruxas  vindas de todo o mundo se reúnem para dar início à Segunda Era das Bruxas.  Terceiro filme da trilogia Mães Bruxas.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror  - (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SAB (8/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema 1<br />
QUA (19/10) 20:00  CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>UM VULTO NA ESCURIDÃO</strong></em><br />
(Il  Fantasma dell’Opera)<br />
de Dario Argento. Com Asia Argento, Julian Sands,  Andrea Di Stefano, Nadia Rinaldi. Itália, 1998. 99min.<br />
Paris, fim do século  XIX. Um bebê abandonado no esgoto é salvo por ratos. Já adulto, ele vive em  segredo debaixo do teatro Ópera, cuidando dos animais e tocando órgão. Um dia,  ao ouvir a bela voz da cantora substituta Christine Daaé, se apaixona  perdidamente. Para conquistá-la, promete fazer dela a estrela principal, a  qualquer custo. Christine se vê dividida entre a devoção do fantasma e os  cuidados do Barão Raoul de Chagny, que a corteja. Ao mesmo tempo, misteriosos  assassinatos começam a acontecer nos subterrâneos do teatro. Baseado no  clássico de Gaston Leroux.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16  anos<br />
SEX (21/10) 20:00 CCBB &#8211;  Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>GIALLO &#8211; REFÉNS DO  MEDO</strong></em><br />
(Giallo)<br />
de Dario Argento. Com Adrian Brody, Emmanuelle Seigner,  Elsa Pataky, Robert Miano. Estados Unidos / Reino Unido / Espanha / Itália,  2009. 92min.<br />
Em Turim, a modelo americana Celina é sequestrada por um  taxista no caminho para a casa de sua irmã, Lisa. No dia seguinte, Lisa vai à  polícia reportar o seu desaparecimento e é encaminhada para o agente do FBI  Enzo Avolfi, que investiga um serial killer que atua sequestrando mulheres  estrangeiras e desfigurando-as para destruir sua beleza. Conhecido como Giallo  - “amarelo” em italiano -, o psicopata gosta também de fotografar suas  vítimas. Juntos, Lisa e Avolfi precisam achar o assassino antes que Celina  tenha o mesmo destino das outras vítimas.<br />
Dario Argento e seu mundo de  horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SEX (7/10) 18:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>O PÁSSARO DAS PLUMAS DE  CRISTAL</strong></em><br />
(L&#8217;uccello dalle piume di cristallo)<br />
de Dario Argento. Com .  Itália / Alemanha Ocidental, 1970. 98min.<br />
Sam é um escritor americano que  vive em Roma. Sofrendo de um bloqueio criativo, ele pretende retornar em breve  aos Estados Unidos com sua namorada, Giulia. Uma noite,  ele testemunha  uma tentativa de assassinato de uma mulher por um misterioso homem vestido de  preto. A mulher sobrevive, mas o criminoso, que Sam descobre se tratar de um  serial killer perseguido há tempos pela polícia, acaba fugindo. Assombrado por  este ataque, ele começa a investigar o assassino sozinho, até tornar-se um de  seus alvos. Primeiro filme da chamada “Trilogia dos Animais”.<br />
Dario Argento  e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
DOM (16/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>O GATO DE NOVE CAUDAS</strong></em><br />
(Il  gatto a nove code)<br />
de Dario Argento. Com . Itália / França / Alemanha  Ocidental, 1971. 110min.<br />
Franco Arno é um cego que trabalha escrevendo  palavras cruzadas. Em uma noite, andando aos arredores de sua casa com sua  sobrinha, ele ouve uma conversa entre dois homens dentro de um carro, parados  em frente a um instituto, onde são realizadas pesquisas genéticas. Franco fica  desconfiado e pede à sobrinha que descreva os dois. Na mesma noite, alguém  invade o instituto e mata um segurança. Franco ouve os ruídos de sua casa. No  dia seguinte, ele conhece o jornalista Carlo Giordano e, juntos, eles tentarão  investigar o caso. Segundo filme da “Trilogia dos animais”.<br />
Dario Argento e  seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
DOM (16/10) 18:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>QUATRO MOSCAS NO VELUDO  CINZA</strong></em><br />
(4 Mosche di Velluto Grigio)<br />
de Dario Argento. Com . Itália /  França, 1971. 104min.<br />
Roberto, o baterista de uma banda de rock, percebe  que tem sido seguido nos últimos dias por um homem desconhecido. Uma noite,  ele consegue alcançar o homem em um teatro abandonado. Os dois lutam e Roberto  acaba matando-o acidentalmente. Ele foge do local, porém uma figura mascarada  no alto do teatro fotografara toda a ação. Roberto então passa a ser  constantemente atormentado com ligações, fotos comprometedoras e visitas do  homem mascarado em sua própria casa. Último filme da “Trilogia dos  Animais”.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
DOM  (16/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema 1<br />
SEX  (21/10) 18:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>CINCO DIAS EM MILÃO</strong></em><br />
(Le Cinque Giornate di Milano)<br />
de  Dario Argento. Com . Itália, 1973. 122min.<br />
Em meio à revolta anti-austríaca  de 1848, em Milão, Cainazzo é um jovem que escapa da prisão e se depara com o  clima caótico nas ruas da cidade. Ele conhece por acaso o padeiro Romolo, de  quem acaba se tornando amigo. Juntos, os dois encontram todo o tipo de  figuras, entre personagens sanguinários, bandidos, aventureiros sem  escrúpulos, filósofos, oportunistas e idealistas, cada um com seu motivo para  participar da rebelião. Em meio à onda de violência que toma conta da cidade,  eles também se verão obrigados a reagir.<br />
Dario Argento e seu mundo de  horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
QUI (13/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema 1<br />
SEX (21/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>PRELÚDIO PARA MATAR</strong></em><br />
(Profondo  rosso)<br />
de Dario Argento. Com . Itália, 1975. 126min.<br />
Em Roma, uma médium  capaz de ler mentes recebe os pensamentos de um assassino durante uma sessão.  Pouco depois, ela é morta violentamente em seu apartamento. O pianista inglês  Marcus Daly, que está passando por ali, testemunha o assassinato através da  janela. Ele tenta ajudá-la, porém chega tarde demais ao local, após o  assassino ter fugido sem ser reconhecido. Intrigado, ele procura investigar o  crime, tendo como companhia a jornalista Gianna Brezzi. No entanto, novos  assassinatos acontecem e ele parece ter se tornado o principal alvo do  psicopata.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SEX  (7/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema 1<br />
SAB (15/10) 24:00 Odeon Petrobras  [OD038]<br />
DOM (23/10) 20:00 CCBB  - Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>SUSPIRIA</strong></em><br />
(Suspiria)<br />
de  Dario Argento. Com Dario Argento. Itália, 1977. 98min.<br />
Suzi é uma bailarina  americana que chega à Alemanha para integrar uma famosa academia de dança, que  fica no meio de uma floresta. Impossibilitada de dormir no local, ela vai para  um hotel. Nessa mesma noite, porém, uma outra bailarina que havia acabado de  deixar a escola é brutalmente assassinada. Enquanto procura se estabelecer no  ambiente frio da academia, Suzi vai se deparando com estranhos personagens e  situações. Aos poucos, ela descobrirá que o lugar é apenas uma fachada para  uma organização maléfica. Primeiro filme da trilogia das “Mães  Bruxas”.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SAB  (15/10) 18:00 CCBB &#8211; Cinema 1<br />
QUA (19/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>A MANSÃO DO  INFERNO</strong></em><br />
(Inferno)<br />
de Dario Argento. Com Irene Miracle, Leigh McCloskey,  Eleonora Giorgi, Daria Nicolodi, Alida Valli. Itália, 1980. 107min.<br />
Lisa é  uma poetisa que vive em Nova York. Ela acha por acaso um livro chamado As Três  Mães, sobre três bruxas cujas casas teriam sido construídas sob medida para  elas em Roma, Freiburg e Nova York. Lisa acredita estar morando onde  anteriormente fora uma dessas casas e escreve uma carta a seu irmão Mark, que  vive em Roma, relatando seu medo. Uma amiga de Mark, Sara, lê a carta e, ao ir  atrás do mesmo livro, acaba assassinada. Mark então parte para Nova York para  procurar Lisa e tentar elucidar o mistério. Segundo filme da trilogia Mães  Bruxas.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
QUA  (19/10) 18:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>TENEBRE</strong></em><br />
(Tenebre)<br />
de Dario Argento. Com Anthony Franciosa,  Christian Borromeo, Mirella D´Angelo, Veronica Lario. Itália, 1982.  110min.<br />
Peter Neal é um escritor americano de romances policiais violentos  extremamente populares na Europa. Ele está em Roma para promover seu novo  livro, acompanhado de seu agente e sua assistente. Sem que ele saiba, sua  ex-mulher Jane também está por perto. Quando um brutal assassinato acontece,  Neal recebe uma carta do assassino, que diz ter se inspirado em seus livros  para cometer o crime. Ele avisa a polícia, que põe o detetive Giermani e sua  parceira Altieri como responsáveis pelo caso. No entanto, outros assassinatos  acontecem, aumentando cada vez mais a desconfiança sobre Neal.<br />
Dario  Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SEX (14/10) 18:00 CCBB &#8211;  Cinema 1<br />
QUI (20/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>PHENOMENA</strong></em><br />
(Phenomena)<br />
de Dario Argento. Com Jeniffer  Connelly, Daria Nicolodi, Donald Pleasence, Patrick Bauchau. Itália, 1985.  110min.<br />
Uma turista adolescente é brutalmente assassinada no interior da  Suíça. Oito meses depois, Jennifer, filha de um famoso ator, é enviada a uma  escola para meninas na mesma região. Sonâmbula, ela testemunha o assassinato  de uma estudante enquanto anda pelo telhado da escola. Na mesma noite, ela  conhece o entomologista John McGregor, que percebe nela uma estranha  capacidade de interação com os insetos. Um novo assassinato acontece, desta  vez vitimando Sophie, colega de quarto de Jennifer. Assustada, ela foge para a  casa de McGregor, enquanto tenta solucionar o caso.<br />
Dario Argento e seu  mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
TER (11/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>TERROR NA ÓPERA</strong></em><br />
(Opera)<br />
de  Dario Argento. Com Cristina Marsillach, Ian Charleson, Urbano Barberini, Daria  Nicolodi. Itália, 1987. 107min.<br />
Betty é uma jovem e insegura cantora de  ópera que ganha sua grande chance quando a diva Mara Cecova, atriz principal  de uma montagem de MacBeth, de Verdi, é atropelada e quebra uma perna. Chamada  para substituí-la, Betty aceita, apesar de sentir um mau pressentimento. Sua  performance é saudada por todos, enquanto um assassinato acontece em um dos  balcões do teatro. A partir daí, o assassino, obcecado por Betty, começa a  matar todos os que tentam se aproximar dela. Em seus crimes, ele emprega ainda  um requinte de crueldade: faz questão de que ela seja sua espectadora.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
DOM (9/10) 20:00  CCBB &#8211; Cinema 1<br />
SEX (14/10) 24:00 Est Sesc Botafogo 1  [BT156]<br />
DOM (23/10) 18:00 CCBB  - Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>DOIS OLHOS SATÂNICOS</strong></em><br />
(Due  occhi diabolici)<br />
de George A. Romero, Dario Argento. Com Adrienne Barbeau,  Ramy Zada, Bingo O&#8217;Malley, Harvey Keitel, Madeleine Potter. Itália / Estados  Unidos, 1990. 120min.<br />
Filme em dois episódios, adaptados de contos de Edgar  Allan Poe. Em The Facts in the Case of Mr. Valdemar, dirigido por George A.  Romero, uma mulher e seu amante psicanalista submetem o marido dela a uma  sessão de hipnose a fim de roubar sua fortuna. No entanto, o marido morre sob  efeito do transe e seu espírito passa a assombrar sua esposa e o amante. Em  The Black Cat, dirigido por Dario Argento, um fotógrafo criminal fica  incomodado quando sua namorada traz um gato para casa. Um dia, ele mata o  animal. Mas logo descobre que não conseguirá se livrar do felino tão  facilmente.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
QUI  (13/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>TRAUMA</strong></em><br />
(Trauma)<br />
de Dario Argento. Com Asia Argento,  Christopher Rydell, Piper Laurie, Frederic Forrest. Estados Unidos / Itália,  1993. 106min.<br />
Aura é uma jovem anoréxica que fugiu de uma clínica  psiquiátrica. Prestes a se suicidar, ela é impedida por David, que se torna  seu amigo e a ajuda a retornar à casa de seus pais. Um noite, porém, eles são  mortos e decapitados do lado de casa. Assombrada e sem ter para onde ir, Aura  procura David. Enquanto isso, o assassino está à solta e as mortes continuam  em série. Sabe-se que ele ataca sempre em dias chuvosos e que decapita suas  vítimas. Juntos, Aura e David tentam investigar o caso. Eles precisam  encontrar o assassino antes que ele os encontre.<br />
Dario Argento e seu mundo  de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
QUA (12/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema  1<br />
SAB (22/10) 16:00 CCBB &#8211;  Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>SÍNDROME MORTAL</strong></em><br />
(La sindrome  di Stendhal)<br />
de Dario Argento. Com Asia Argento, Thomas Kretschmann, Marco  Leonardi, Luigi Diberti. Itália, 1996. 120min.<br />
A detetive Anna Mani está  envolvida na investigação de um assassino e estuprador em série. Ela viaja até  Florença, onde recebe uma pista de que o criminoso estaria na Galeria Uffizi.  Chegando lá, no entanto, Anna é acometida pela chamada Síndrome de Stendhal,  na qual o contato com a beleza de certas obras de arte desencadeia lapsos de  consciência e alucinações. Sofrendo de amnésia temporária, ela é ajudada por  um jovem chamado Alfredo. Em suas garras, a detetive mergulha em seu maior  pesadelo.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SAB  (15/10) 20:00 CCBB &#8211; Cinema 1<br />
SAB  (22/10) 18:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>SEM  SONO</strong></em><br />
(Non ho sonno)<br />
de Dario Argento. Com Max Von Sydow, Stefano  Dionisi, Chiara Caselli, Gabrielle Lavia. Itália, 2001. 117min.<br />
Dezessete  anos atrás, o detetive Moretti investigou uma série de assassinatos em que o  principal suspeito, o escritor de livros de suspense Vincenzo de Fabritiis,  fora dado como morto. Quando algumas mortes similares passam a ocorrer  novamente, Moretti, agora aposentado, retorna à ativa para reabrir o caso. Ele  se junta a Giácomo, filho de uma das vítimas do assassino no passado, que  trará todo o tipo de aparelhagem eletrônica para a investigação. Juntando as  técnicas de Giácomo com a experiência e os métodos antigos de Moretti, os dois  tentarão solucionar o caso.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211;  16 anos<br />
QUI (20/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>JOGADOR MISTERIOSO</strong></em><br />
(Il cartaio)<br />
de Dario Argento. Com  Stefania Rocca, Liam Cunningham, Silvio Muccino . Itália, 2004. 103min.<br />
Uma  turista inglesa é sequestrada em Roma. A detetive Anna Mari recebe um e-mail  que a desafia para um jogo de cartas pela internet. Caso ela perca, a turista  será morta. Seguindo ordens superiores, ela se recusa a jogar e a turista é  assassinada em frente a uma webcam. A polícia começa a investigar o crime, mas  outros sequestros continuam a acontecer. Quando uma nova vítima é morta  brutalmente, o jovem Remo, um aficionado por pôquer virtual, é chamado para  tentar deter o assassino. Enquanto isso, Anna procura solucionar o caso com a  ajuda do policial inglês John Brennan.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror  - (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SEX (14/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>PORTA PARA ESCURIDÃO &#8211; O TREM + O  VIZINHO</strong></em><br />
(La porta sul buio &#8211; Il tram)<br />
de Dario Argento. Com Enzo  Cerusico, Paola Tedesco, Pierluigi Aprà . Itália, 1973. 52min.<br />
Uma jovem é  encontrada morta no vagão de um trem que acabara de retornar de uma viagem  noturna. O jovem inspetor Giordani é o encarregado do caso. Sem testemunhas  para ajudá-lo, ele procura refazer o trajeto do trem e contactar todos os que  estiveram nele no dia anterior. Como a investigação não evolui, ele decide  usar sua própria mulher como isca para o assassino, colocando-a em perigo.  Episódio da série de TV Porta para a Escuridão, inspirado por uma subtrama  cortada de O Pássaro das Plumas de Cristal (1970).<br />
Dario Argento e seu  mundo de horror &#8211; (LP) &#8211; 16 anos</li>
<li>Episódio O  Vizinho (Il vicino di casa) -<br />
Roteiro e Direção Luigi Cozzi Produção Dario  Argento<br />
Fotografia Elio Polacchi Montagem Amedeo Giomini e  Alberto Moro<br />
Direçao  de arte Dario Micheli  Trilha sonora Giorgio Gaslini<br />
Elenco Aldo Reggiani, Laura Belli, Mimmo Palmara, Alberto  Atenari<br />
Itália 56  minutos<br />
Sinopse: Luca e  Stefania são um jovem casal com um bebê que se mudam para um apartamento à  beira-mar remoto tarde da noite. Sem o conhecimento do casal, o vizinho que  mora no andar de cima assassinou sua esposa.<br />
TER (11/10)  16:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>JENIFER: INSTINTO  ASSASSINO</strong></em><br />
(Jenifer)<br />
de Dario Argento. Com Steven Weber, Carrie Fleming,  Brenda James, Harris Allan. Estados Unidos, 2005. 58min.<br />
Frank é um  policial que salva uma mulher prestes a ser morta por um mendigo  descontrolado. A vítima é Jenifer, uma mulher de corpo atraente, mas que  possui o rosto desfigurado e problemas mentais. Mesmo sentindo repulsa  inicialmente, Frank fica obcecado por Jenifer, nutrindo por ela uma atração  incontrolável. No dia seguinte, ao ir visitá-la em um asilo psiquiátrico, ele  decide levá-la para casa, onde vive com sua mulher e seu filho. No entanto,  ele não faz ideia de quem está colocando dentro da vida de sua família.  Episódio da série de TV Masters of Horror.<br />
Dario Argento e seu mundo de  horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SEX (7/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>PELTS</strong></em><br />
(Pelts)<br />
de Dario  Argento. Com Meat Loaf, Link Baker, Emilio Salituro, Elise Lew. Canadá /  Estados Unidos, 2006. 58min.<br />
Jake é um ambicioso comerciante de peles.  Quando um caçador lhe oferece peles de guaxinim obtidas em um local místico,  Jake se depara com as peles mais atraentes que já viu na vida e decide  roubá-las. Além da ascensão de seu negócio, ele tem também entre seus planos  Shanna, uma stripper por quem é apaixonado e que espera conquistar com um  casaco feito com suas novas peles. Ele não imagina, porém, que as peles são  amaldiçoadas e que causarão uma onda de mortes entre os que se aproximarem  delas. Episódio da série de TV Masters of Horror.<br />
Dario Argento e seu mundo  de horror &#8211; (LEP) &#8211; 16 anos<br />
SEX (7/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>PORTA PARA ESCURIDÃO &#8211; TESTEMUNHA  OCULAR + A BONECA</strong></em><br />
(La Porta sul buio &#8211; Testimone Oculare)<br />
de Roberto  Pariante, Dario Argento. Com Marilù Tolo, Riccardo Salvino, Glauco Onorato.  Itália, 1973. 53min.<br />
Roberta dirige por uma estrada que percorre  diariamente. Uma mulher surge do nada e cai na frente de seu carro.  Inicialmente, Roberta pensa tê-la atropelado, mas, ao verificar o corpo,  percebe que a mulher fora atingida anteriormente nas costas. Ela vê uma  silhueta entre as árvores e corre para chamar a polícia. Quando retorna ao  local do crime, no entanto, o corpo desapareceu. Os policiais não acreditam em  Roberta e, aos poucos, passam a suspeitar dela. Episódio da série de TV Porta  para a Escuridão (1973). Argento assumiu a função de diretor no meio da  produção.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LP) &#8211; 16  anos<br />
Episódio A  Boneca (La bambola) &#8211; Direção Mario Foglietti Roteiro Marcella Elsberger e  Mario Foglietti<br />
Produção Dario Argento Fotografia Elio Polacchi  Montagem Amedeo Giomini<br />
Direção de arte Dario Micheli Trilha sonora Giorgio Gaslini  Elenco Robert Hoffmann,<br />
Mara Venier, Gianfranco D&#8217;Angelo, Erika Blanc e Maria  Teresa Albani Itália 59 minutos<br />
Sinopse: Um doente mental escapa de um asilo. A polícia tenta  encontrar o paciente antes que alguém seja ferido ou  morto.<br />
QUA (12/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>O MUNDO DE HORROR DE DARIO  ARGENTO</strong></em><br />
(Il mondo dell&#8217;orrore di Dario Argento )<br />
de Michele Soavi. Com  Dario Argento, Romano Albani, Fiore Argento . Itália, 1985. 76min.<br />
O  cineasta Dario Argento, que havia acabado de filmar Phenomena (1985), fala de  sua obra até então, com filmes como Prelúdio para Matar (1975), Tenebre  (1982), entre outros. O filme traz cenas do making of de Phenomena, Suspiria  (1977) e A Mansão do Inferno (1980), além de cenas excluídas de alguns filmes.  Entre os temas abordados, há também os filmes produzidos por Argento, como  Despertar dos Mortos (1978), de George Romero. Entre os depoimentos, figuram  também colaboradores do diretor, como o diretor de fotografia Luciano Tovoli e  atores como Michael Brandon e Jennifer Connelly.<br />
Dario Argento e seu mundo  de horror &#8211; (LP) &#8211; 16 anos<br />
TER (18/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>DARIO ARGENTO: O MESTRE DO  HORROR</strong></em><br />
(Dario Argento: Master of Horror)<br />
de Luigi Cozzi. Com Dario  Argento, Luigi Cozzi, Pino Donaggio. Itália, 1991. 60min.<br />
O cineasta Dario  Argento fala sobre suas inspirações, seus métodos criativos e o uso da música  em seus filmes, entre outros temas. Cenas de making of de Terror na Ópera  (1987) e Tenebre (1982) se somam a comentários sobre diversos outros filmes,  entre eles Dois Olhos Diabólicos (1991), parceria com George Romero baseada em  Edgar Allan Poe, de quem Argento se revela um grande admirador. Além da  entrevista com o próprio diretor, há também depoimentos de alguns de seus  colaboradores, como o maquiador Tom Savini e o especialista em efeitos  especiais Sergio Stivaletti.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211;  16 anos<br />
SAB (15/10) 16:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>SCARLET DIVA</strong></em><br />
(Scarlet Diva)<br />
de Asia Argento. Com Asia  Argento, Jean Shepard, Herbert Fritsch, Gianluca Arcopinto, Joe Coleman.  Itália, 2000. 91min.<br />
Anna Battista é uma jovem e famosa atriz que acaba de  receber um prêmio em Milão. Ela viaja por países como França, Estados Unidos,  Inglaterra e Itália. Nesse meio tempo, se encontra com produtores  inescrupulosos, tenta ajudar uma amiga vítima de constantes abusos pelo marido  e se apaixona pelo cantor de uma banda de rock, que a abandona e de quem ela  depois descobre estar grávida. Anna embarca então em uma jornada sem fim em  meio às drogas. Enquanto isso, também tenta produzir seu primeiro filme como  diretora, baseado em um roteiro autobiográfico e intitulado Scarlet  Diva.<br />
Dario Argento e seu mundo de horror &#8211; (LEP) &#8211; 18 anos<br />
22/10 &#8211;  20:00 CCBB &#8211; Cinema 1</li>
</ul>
<p>Antes serão  exibidos dois curtas:</p>
<ul>
<li><em><strong>PROSPECTIVA</strong></em><br />
(Prospettive)<br />
Roteiro e  Direção Asia Argento  Montagem Federico Maneschi Itália 2 minutos<br />
Sinopse: Uma jovem mulher tem seus sonhos invadidos por seu  psiquiatra.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><em>GRUNHIDO!</em></strong><br />
(Squeak!)<br />
Roteiro e Direção Alessandro Valori Assistente de direção Asia  Argento Montagem Federico Maneschi Elenco Asia Argento Itália  9 minutos<br />
Sinopse: Cineastas anárquicos  tentam fazer um  snuff-movie.</li>
</ul>
<ul>
<li><em><strong>BLOODY PIT OF  HORROR</strong></em><br />
(Il Boia Scarlatto)<br />
Direção Massimo Pupillo Fotografia Luciano Trasatti  Montagem Mariano Arditi Trilha sonora Gino Peguri Elenco  Mickey Hargitay, Walter Brandi, Luisa Baratto. EUA/Itália, 87  minutos.  1965<br />
Sinopse: Filme de  horror gótico baseado nos escritos do Marquês de Sade e dirigido por Massimo  Pupillo. O filme, ambientado na Itália tem Mickey Hargitay como protagonista  em seu papel mais icônico que foi incorporado na cultura pop através dos  quadrinhos, camisetas e canções compostas por bandas de rock e heavy  metal. Conta a história de um fotógrafo e suas modelos quando resolve  fazer uma sessão de fotos em um velho castelo abandonado para capturar algumas  capas de livros sexy de terror. Sem saberem, o castelo é habitado por um  lunático que acredita ser o espírito reencarnado de um carrasco do século 17,  o famigerado: The Crimson Executioner.<br />
DOM (9/10) –  18h Cinema 1<br />
DOM (23/10) &#8211; 16h Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><em>A MULHER DE FRANKENSTEIN</em></strong><br />
(La Figlia di Frankenstein)<br />
Direção Aurelliano Luppi e Mel Welles Fotografia  Riccardo Pallottini Montagem Cleofe Conversi Direção de arte  Francis Mellon Trilha sonora Alessandro Alessandroni Elenco  Joseph Cotten, Sara Bay, Mickey Hargitay. Itália, 85  minutos.  1971<br />
Sinopse: Depois que  seu pai é morto pelo monstro que criou, Tania Frankenstein (Rosalba Neri)  realiza experimentos para criar o homem ideal para satisfazer seus estranhos  desejos sexuais. Ela planeja transplantar o cérebro do assistente de seu pai  (Paul Muller) para o corpo viril e robusto de um servo que possui uma  deficiência mental.<br />
TER (11/10) &#8211;  18h cinema  1</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><em>DELÍRIO</em></strong><br />
(Delirio Caldo)<br />
Direção Renato Polselli Fotografia Ugo Brunelli  Montagem Otello Colangeli Trilha sonora Gianfranco Reverberi  Elenco Mickey Hargitay, Rita Calderone, Raoul Lovecchio. Itália, 102  minutos.  1972<br />
Sinopse: Dirigido  por Renato Polselli, o filme é um marco do cinema dos anos 70 do cinema de  exploração europeu (euro-exploitation). Embora a trama flerte com o  giallo, um subgênero do terror, “Delirium caldo” (no original) é  realmente 100 minutos de loucura com uma história complexa, absurda e recheada  de humor negro. Mickey Hargitay interpreta o Dr. Herbert Lyutak, um maníaco  sexual que abusa brutalmente de suas vítimas antes de matá-las. Conforme os  assassinatos, a esposa de Lyutak começa a ter visões cada vez mais  inquietantes de tortura medieval e orgias que ameaçam a sua compreensão da  realidade.<br />
QUARTA (12/10) 18h Cinema 1<br />
QUINTA  (20/10) 18h Cinema 1</li>
</ul>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><em><strong>A REENCARNAÇÃO DE  ISABEL</strong></em><br />
(Riti, Magie Nere e  Segrete Orge nel Trecento&#8230;)<br />
Direção e Montagem Renato Polselli Fotografia Ugo Brunelli  Direção de arte Giuseppe Ranieri Trilha sonora Romolo Forlai e  Gianfranco Reverberi Elenco Mickey Hargitay, Rita Calderone, Raoul  Lovecchio. Itália, 98 minutos. 1973.<br />
Sinopse: Jack Nelson (Mickey Hargitay) compra um castelo na  Europa e dá uma festa de noivado para Laureen (Rita Calderoni), sua filha  adotiva italiana. Durante a festa, uma série de jovens virginais são levadas  para os sepulcros do porão por satanistas para sempre sacrificadas com o  intuito de reviver Isabella (Rita Calderoni), uma bruxa de 400 anos queimada  no século 13. A história gira em torno dessa seita demoníaca que sacrifica  jovens virgens para ressuscitar Isabella (Rita Calderoni), uma vampira meio  bruxa, que foi queimada durante a Inquisição do século XIV. Séculos depois  todos os personagens envolvidos na execução estão reencarnados ou são  mortos-vivos a espera do dia da ressurreição de Isabella, onde até o Conde  Drácula reencarna.<br />
QUINTA (13/10) – 18h Cinema 1</li>
</ul>
<p><em>Obs: Texto extraído do release da mostra.</em></p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/festa-del-cinema-di-roma-2007-dario-e-asia-argento-durante-la-presentazione-de-la-terza-madre-48669.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5876" title="Asia e Dario Argento" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/festa-del-cinema-di-roma-2007-dario-e-asia-argento-durante-la-presentazione-de-la-terza-madre-48669.jpg" alt="festa del cinema di roma 2007 dario e asia argento durante la presentazione de la terza madre 48669 Mostra de Cinema   Dario Argento" width="500" height="359" /></a><em>Asia e Dario Argento</em></p>
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		<title>[Review] The Dig &#8211; O Primeiro Sci-Fi que eu fiz Contato</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 14:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
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		<description><![CDATA[Era 1996, chovia bagarai na cidade de São Paulo, e eu dentro do Monza vinho do meu pai. Eu só conseguia enxergar do lado de fora que meu pai discutia com um cara, pois crianças menores de 12 anos não &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/review/review-the-dig-o-primeiro-sci-fi-que-eu-fiz-contato/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/the_dig_03.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5862" title="the_dig_03" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/the_dig_03.png" alt="the dig 03 [Review] The Dig   O Primeiro Sci Fi que eu fiz Contato" width="630" height="300" /></a>Era 1996, chovia bagarai na cidade de São Paulo, e eu dentro do Monza vinho do meu pai. Eu só conseguia enxergar do lado de fora que meu pai discutia com um cara, pois crianças menores de 12 anos não poderiam entrar na feira. Alguns minutos depois, ele volta pro carro e fala, vamos, consegui.<span id="more-5805"></span></p>
<p>Outros tempos. Meu pai passou um papo, ou uma nota de 20 pro cara da portaria me deixar entrar mesmo com nem 10 anos completos. Eu estava na Fenasoft. Acho que o prédio era o pavilhão da Bienal.</p>
<p>Aquilo era um paraíso pra esse pequeno nerd viciado em videogames e computadores, desde que herdou aos 3 anos, um Atari 2600 que faz parte do patrimonio familiar, desde o início da década de 80.</p>
<p>Depois de visitas a alguns estandes, paramos na Brasoft, e paramos mesmo. O estande tinha alguns computadores rodando The Dig, Full Throttle e Star Wars: Rebel Assault II. Full Throttle eu já tinha, ganhei junto com meu primeiro computador, um poderoso &#8220;586&#8243;, com incríveis 32 MB de ram, um HD gigante de 1.2 GB e um kit multímidia da Creative.</p>
<p>No estande, a gente podia jogar alguns minutos. Eu nem quis jogar, só de ver a imagem absurdamente realística de um braço do ônibus espacial retirando uma carga, já descobri pra onde ia todo o dinheiro das mesadas de 5 dólares acumuladas. E o destino era <em>The Dig</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="thedig1.png" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/thedig1.png" alt="thedig1 [Review] The Dig   O Primeiro Sci Fi que eu fiz Contato" width="600" height="450" border="0" /><em>Naquela época isso era muito realista.</em></p>
<p>Era tudo diferente, a começar pela capa do jogo, não era uma capinha como as de hoje, sem alma. Era uma capa pra valer, mais ou menos do tamanho de um caderno universitário, com uns 8 cm de altura. Toda brilhante, com texturas e alto relevo. Com uma espécie de contra capa com informações e um pequeno briefing das muitas horas de diversão que viria pela frente.</p>
<p>Mal saí do estande, eu já tinha aberto tudo e estava com o manual em mãos, manual não. Guia de sobrevivência em território alienigena digital. E foi assim que começou a minha história com esse jogo, que só foi terminar agora em 2011, 15 anos depois, quando descobri que havia um segundo final. E tive de comprar o Adventure Pack da Lucas Arts no Steam, afinal meu CD-ROM original há muito tempo foi perdido, e também não rodaria mais.</p>
<p>The Dig, é o 11º jogo a usar a engine SCUMM &#8211; Se você já jogou Monkey Island e não sabia disso, pode pegar seus miolos no teto &#8211; engine consagrada na era de ouro dos adventures, como Full Throttle, Monkey Island, Loom, Indiana Jones entre muitos outros. Então com isso, eu já me abstenho a falar mais qualquer coisa sobre a jogabilidade, já que ela é a mesma de quaisquer outro jogo do seu estilo.</p>
<p>Esse game ficou muito famoso na época, por vários motivos. A concepção do jogo é do Steven Spielberg, baseado em um episódio de Amazing Stories. E além disso, tal qual <a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/review/review-duke-nukem-forever/">Duke Nukem Forevis</a>, ele levou um tempo absurdo &#8211; 3 anos de produção &#8211; para ser concluído e todo mundo achava que já tinha se tornado um vaporware, eu me lembro dessa época em que as revistas de games, soltavam um rumor novo por semana, esse jogo foi lançado e cancelado várias vezes pelas revistas. Cabe uma observação, hoje 3 anos de produção é um tempo relativamente normal para um jogo bem elaborado, na época, era o equivalente ao tempo do nosso amigo Duke.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px initial initial;" title="Dig159.jpg" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Dig159.jpg" alt="Dig159 [Review] The Dig   O Primeiro Sci Fi que eu fiz Contato" width="600" height="375" border="0" /><em>Esse é o iDig?</em></p>
<p>Mas vamos à história, você começa com uma missão simples, colocar algumas ogivas nucleares num meteoro que está em rota de colisão com a Terra, pra detonar tudo. São enviados para essa missão, o protagonista, comandante Boston Low, personagem que você controla, dublado pelo nosso querido T-1000. Robert Patrick. E esse é o único dublador que eu vou citar, porque o resto nunca ouvi falar.</p>
<p>Dr. Ludgen Brink, um arqueólogo e geólogo. Maggie Robins, a reporter mais famosa do mundo e uma especialista em linguística. Ken Border, o melhor piloto de ônibus espaciais. Cora Miller, experiente técnica da NASA e candidata ao congresso americano.</p>
<p>Chegando no meteoro chamado Attila, você, Dr. Brink e Maggie, vão para a missão de detonar as ogivas, assim que elas explodem, vocês descobrem que não era um meteoro e sim, uma nave alienígena.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Dig124.jpg" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/Dig124.jpg" alt="Dig124 [Review] The Dig   O Primeiro Sci Fi que eu fiz Contato" width="600" height="375" border="0" /><em>Boston, We have a problem.</em></p>
<p>Vocês então são transportados para um planeta desconhecido, e aí começa a brincadeira, os puzzles e a história, com direito a fantasmas, mortos-vivos, aliens, viagens bizarras no espaço tempo. E é claro que com isso também vem a frustração de muitas e muitas horas, literalmente parado, clicando em cada pixel de uma parede ou então rodando, sem saber o que fazer, até que o momento chega e você descobre o que era pra ser feito e vem um novo ciclo de rodar a porra toda atras de um novo objetivo. Essa talvez é minha maior crítica a esse jogo já que, alguns puzzles seguem a lógica, outros, são tentativa e erro, mas alguns, te deixam absolutamente perdido. Sem saber absolutamente nada do que deve ser feito. Definitivamente não é um jogo para o pessoal leite com pera de hoje em dia, que está acostumado a mamata dos jogos de puzzle atuais, como por exemplo LA Noire. Mas exageraram na dose, mesmo para aventureiros experientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="TheDig2.jpg" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/TheDig2.jpg" alt="TheDig2 [Review] The Dig   O Primeiro Sci Fi que eu fiz Contato" width="600" height="450" border="0" /><em>O RLY?</em></p>
<p style="text-align: left;">Com relação aos gráficos, no contexto da época, fazendo uma comparação com Full Throttle, que é do ano anterior, The Dig tem um 3d pré renderizado pior, animações menos elaboradas com um uso mais limitado de cores. Enfim, fiquei um pouco decepcionado, o que tinha na minha memória era melhor nesse quesito. Por outro lado, se você for jogar hoje em dia, vai achar os gráficos ruins de qualquer jeito, de qualquer jogo de 15 anos atras, então se isso te incomoda, melhor nem tentar.</p>
<p>Mas o ponto principal que faz com que The Dig, seja diferente da maioria dos adventures dessa época &#8211; o que pode ser bom ou ruim, dependendo do ponto de vista &#8211; principalmente quando falamos da Lucas Arts, é a sua temática. Nesse jogo as piadas costumeiras dão lugar a um clima tenso e enigmático. São raras as vezes no jogo em que rola uma piadinha. Além disso, os temas galhofas, com caveiras falantes e um macaco de 3 cabeças dão lugar a ficção cientifica mais séria. Inclusive esse foi, acredito eu, o único adventure com essa temática.</p>
<p style="text-align: left;">The Dig, como dito no título do post,  foi a primeira coisa de sci-fi que fiz Contato, sacou o trocadilho, contato, aliens hã hã. Como eu tinha uma idade que realmente aceita qualquer coisa e acha bom. Joguei novamente com o espírito de, nada de ruim que eu veja aqui, irá tirar a boa impressão da minha memória. E realmente não tirou. Claro que o impacto não foi o mesmo, principalmente em relação a tensão. Ao contrário da primeira vez que joguei não tive medo de explorar alguma área mais sinistra do planeta. Só um leve receio e uma sensação de vai dar merda <img src='http://www.vortexcultural.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt="icon razz [Review] The Dig   O Primeiro Sci Fi que eu fiz Contato" class='wp-smiley' title="[Review] The Dig   O Primeiro Sci Fi que eu fiz Contato" /> </p>
<p style="text-align: left;">Alguns plot-twists são previsíveis, algumas forçadas de barra em função de um final feliz. O que é até aceitável, se considerarmos o público a quem se destinavam os jogos dessa época e o próprio cenário dos games. E também temos que considerar quem concebeu a história do jogo, provavelmente o Spielberg não faria um jogo pra família com um final que não fosse feliz.</p>
<p style="text-align: left;">E ainda sobre a história, principalmente a parte final da trama traz a tona alguns dilemas como morte, vida, ciência e a própria evolução, convocando o jogador para uma reflexão sobre esses temas. É claro que você não pode, nem deve, esperar a profundidade de um 2001. Mas só de um &#8220;joguinho&#8221;, como muitos gostam de chamar, trazer isso de bônus já é interessante.</p>
<p style="text-align: left;">Agora, fazendo uma analise geral, The Dig, com certeza tem seu espaço como um clássico da era de ouro dos Adventures, principalmente com todo o hype que o envolveu e a participação do Spielberg como escritor. Participação essa que talvez tenha sido, até hoje, a mais ilustre de Hollywood no mundo dos games. Então se você é fã de adventures point and click, como eu, e não tem necessidade masturbatória de gráficos de última geração, com certeza vale a pena gastar umas 12 horas, pra se aventurar com o comandante Boston Low.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/review/review-the-dig-o-primeiro-sci-fi-que-eu-fiz-contato/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>

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		<title>[Review] Boardwalk Empire &#8211; 1ª Temporada</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 19:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imaginem a expectativa para uma série que conta com o roteiro de Terence Winter, conhecido pelo seu trabalho em Família Soprano (The Sopranos); Steve Buscemi como um dos grandes protagonistas e ninguém menos que Martin Scorsese como produtor; tudo isso &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/review-boardwalk-empire-1%c2%aa-temporada/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/boardwalk-empire.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5823" title="boardwalk-empire" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/boardwalk-empire.jpg" alt="boardwalk empire [Review] Boardwalk Empire   1ª Temporada" width="630" height="300" /></a>Imaginem a expectativa para uma série que conta com o roteiro de Terence Winter, conhecido pelo seu trabalho em <em>Família Soprano</em> (The Sopranos); Steve Buscemi como um dos grandes protagonistas e ninguém menos que Martin Scorsese como produtor; tudo isso a cargo de uma das grandes emissoras de canal pago, a HBO. Isso é motivo de sobra para deixar qualquer telespectador ansiosíssimo para conferir de perto o que Boardwalk Empire tem à oferecer.<span id="more-5817"></span></p>
<p>A história se passa em Atlantic City, em plena década de 20, logo após a chamada <em>Lei Seca</em> (1920-1933) entrar em vigor. Na época, o governo norte-americano julgou que os principais males vividos pela sociedade tinham como fator gerador o consumo do álcool, com isso, a Lei Seca passou a vigorar proibindo a fabricação, comércio, exportação, importação e transporte de bebidas. Logicamente, isso é o que foi vendido na época para os americanos.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/boardwalk-empire-hague-nucky.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5824" title="boardwalk-empire-hague-nucky" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/boardwalk-empire-hague-nucky.jpg" alt="boardwalk empire hague nucky [Review] Boardwalk Empire   1ª Temporada" width="500" height="300" /></a>Durante a série conhecemos os bastidores por trás disso tudo e vamos descobrindo que há uma série de motivações políticas e econômicas para a proibição da venda de bebidas alcoólicas. Enoch Johnson (Steve Buscemi), ou simplesmente Nucky, como é conhecido na cidade, é uma figura importante em Atlantic City e usa toda sua influência política para comandar o contrabando de bebida, além de suas casas de jogos e bordéis, tudo isso aprovado pelas principais figuras políticas e administrativas da época, é claro.</p>
<p>A trama foi adaptada com base no livro <em>Boardwalk Empire: The Birth, High Times e Corruption of Atlantic City</em> (sem tradução brasileira), de Nelson Johnson. A adaptação encabeçada por Terence Winter, faz questão de repetir alguns conceitos trazidos já em Sopranos, como a desconstrução do mafioso inabalável e impetuoso. Se em <em>Família Soprano</em> temos Anthony (James Gandolfini) expressando todo o seu descontentamento no divã de Jennifer Melfi (Lorraine Bracco), em Boardwalk Empire, décadas atrás, temos Nucky representando nós homens, acuados pelo papel que nos é imposto pela sociedade.</p>
<p>A crise de identidade masculina tornou-se mais constante após a revolução sexual que ocorreu nos anos 1960, contudo, é um assunto muito pouco abordado, mesmo nos dias de hoje. O roteiro de Winter, mesmo sendo ambientando na década de 20 é extremamente atual, monstrando registros fiéis do homem contemporâneo e jogando por terra a figura do macho alfa, seguro e independente, e expondo sua insegurança e busca por quem é de verdade.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/boardwalk-empire-cartaz-s2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5827" title="boardwalk-empire-cartaz-s2" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/boardwalk-empire-cartaz-s2.jpg" alt="boardwalk empire cartaz s2 [Review] Boardwalk Empire   1ª Temporada" width="480" height="300" /></a>Além disso, Boardwalk Empire faz uma reconstituição de época primorosa, destacando eventos importantes como a votação feminina, o preconceito racial, a ascensão de Al Capone, a eleição do próximo presidente americano, tudo isso de forma natural e competente. Esses detalhes de roteiro e direção de arte só enriquecem a trama.</p>
<p>Falar da qualidade das atuações é bobagem, afinal um elenco que conta com Steve Buscemi, Michael Pitt, Michael Shannon, Kelly Macdonald, entre tantos outros, não poderia dar errado. As personagens fazem questão de focar em todos os nuances de suas personalidades, dando credibilidade e enriquecendo toda a estória que nos é apresentada.</p>
<p>Com uma primeira temporada impecável, Boardwalk Empire está muito acima de tudo o que vem sendo exibido na televisão no momento. Essa é uma daquelas séries que dá um passo à frente para estabelecer a televisão muito além de entretenimento barato. Que venha a segunda temporada!</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/tv/review-boardwalk-empire-1%c2%aa-temporada/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>

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		<title>Agenda Cultural 30 &#8211; Os Mastodontes na Terra da Árvore Melancólica Esmeralda</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 01:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem Vindos à bordo. Flávio Vieira (@flaviopvieira), Levi Pedroso (@levipedroso), Rafael Moreira (@_rmc), Jackson (@jacksgood), o chapa branca Carlos Tourinho (@touroman) e Mario Abbade (@fanaticc) embalam seu retorno definitivo, para a alegria de uns e desgosto de tantos outros. Longo &#8230; <a href="http://www.vortexcultural.com.br/podcast/agenda-cultural-30-os-mastodontes-na-terra-da-arvore-melancolica-esmeralda/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><em><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner-agenda-30.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5782" title="banner agenda 30" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/banner-agenda-30.png" alt="banner agenda 30 Agenda Cultural 30   Os Mastodontes na Terra da Árvore Melancólica Esmeralda" width="630" height="275" /></a>Bem Vindos à bordo. </em>Flávio Vieira (<a href="http://twitter.com/flaviopvieira" target="_blank">@flaviopvieira</a>), Levi Pedroso (<a href="http://twitter.com/levipedroso" target="_blank">@levipedroso</a>), Rafael Moreira (<a href="http://twitter.com/_rmc" target="_blank">@_rmc</a>), Jackson (<a href="http://twitter.com/jacksgood" target="_blank">@jacksgood</a>), <del>o chapa branca</del> Carlos Tourinho (<a href="http://twitter.com/touroman" target="_blank">@touroman</a>) e Mario Abbade (<a href="http://twitter.com/fanaticc" target="_blank">@fanaticc</a>) embalam seu retorno definitivo, para a alegria de uns e desgosto de tantos outros. Longo e enfadonho, ou divertido e dinâmico. Superficial, filosófico, artístico, nostálgico ou previsível. A verdade é que a Agenda Cultural está de volta com toda a sua miríade de temas e discussões. Temas que fazem jus à própria história do nosso singelo podcast&#8230;confira! <span id="more-5666"></span></p>
<p><strong>Duração:</strong>  126 mins<br />
<strong>Edição: </strong>Flávio Vieira<br />
<strong>Trilha Sonora:</strong> Flávio Vieira</p>
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<h2>Comentados na edição</h2>
<ul>
<li><a href="http://pautalivrenews.com/" target="_blank">Pauta Livre News</a></li>
</ul>
<p><strong>Quadrinhos</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/quadrinhos-e-hqs/resenha-homem-aranha-noir/" target="_blank">Homem-Aranha: Noir</a></li>
<li>Justiceiro Max Especial &#8211; As Meninas de Vestido Branco</li>
</ul>
<p><strong>Literatura</strong></p>
<ul>
<li>Footsteps in the Fog: Alfred Hitchcock&#8217;s San Francisco</li>
</ul>
<p><strong>Música</strong></p>
<ul>
<li>Mastodon &#8211; Live At The Aragon</li>
<li>John Mellencamp &#8211; No Better Than This</li>
</ul>
<p><strong>Séries</strong></p>
<ul>
<li>New Girl</li>
</ul>
<p><strong>Games</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/games/review/review-duke-nukem-forever/" target="_blank">Duke Nukem Forever</a></li>
</ul>
<p><strong>Cinema</strong></p>
<ul>
<li>Quero Matar Meu Chefe</li>
<li>Os Smurfs</li>
<li>A Árvore da Vida</li>
<li>Melancolia</li>
<li>Super 8</li>
<li>Dylan Dog e as Criaturas da Noite</li>
<li>Balada do Amor e do Ódio</li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-lanterna-verde/" target="_blank">Lanterna Verde</a></li>
<li>Amor à Toda Prova</li>
<li>O Homem do Futuro</li>
<li><a href="http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-apollo-18-a-verdade-por-tras-da-conspiracao-lunar/" target="_blank">Apollo 18</a></li>
</ul>
<p><strong>Produto da Semana</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/06/doces-em-formato-de-orgaos-sexuais-viram-suvenires-em-exposicao.html" target="_blank">Doces em Formato Sexuais</a></li>
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		<itunes:summary>Bem Vindos à bordo. Flávio Vieira (@flaviopvieira), Levi Pedroso (@levipedroso), Rafael Moreira (@_rmc), Jackson (@jacksgood), o chapa branca Carlos Tourinho (@touroman) e Mario Abbade (@fanaticc) embalam seu retorno definitivo, para a alegria de uns e desgosto de tantos outros. Longo e enfadonho, ou divertido e dinâmico. Superficial, filosófico, artístico, nostálgico ou previsível. A verdade é que a Agenda Cultural está de volta com toda a sua miríade de temas e discussões. Temas que fazem jus à própria história do nosso singelo podcast&#8230;confira! 
Duração:  126 mins
Edição: Flávio Vieira
Trilha Sonora: Flávio Vieira
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		<title>[Resenha] Homem-Aranha Noir</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 23:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/homem-aranha-noir.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5767" title="homem-aranha-noir" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/homem-aranha-noir.jpg" alt="homem aranha noir [Resenha] Homem Aranha Noir" width="630" height="275" /></a>Homem-Aranha Noir tinha tudo para dar errado. Criado em 2008 nos quadrinhos tendo como background histórias policiais repletas de ambiguidade e um universo apático. Posteriormente, a personagem foi utilizada no game,<em> Spider-Man Shattered Dimensions</em>, onde era possível jogar com a contraparte Noir, além de suas outras três versões, clássica, uniforme negro e 2099. O fato é que só após o game, a hq teve seu destaque e alcance merecido.<span id="more-5062"></span></p>
<p>Toda a história é ambientada em 1933, ano onde os Estados Unidos viveu uma grande crise financeira devido a quebra da bolsa de Nova York em 1929. A situação econômica está longe do ideal, desemprego e a miséria assolam por todo país. Se isso já não bastasse, a corrupção parece um meio de vida para as autoridades locais, cenário perfeito para o tráfico de influência exercido pela Máfia. É neste cenário onde toda história é concebida.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/spider-man-noir-2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5760" title="spider-man-noir-2" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/spider-man-noir-2.jpg" alt="spider man noir 2 [Resenha] Homem Aranha Noir" width="400" height="520" /></a>Para os mais desatentos (lê-se desinformados), o gênero <em>Noir</em> é um estilo literário e visual associado a tramas investigativas, onde temos policiais com uma carga psicológica forte, femme fatales, personagens com uma visão de mundo apática, cínica e pessimista, e onde o bom e o mau não estão estampados para quem quiser ver. Outro fator importante do gênero é sua estética, comumente escura e com cores frias. Para quem quiser se aprofundar no gênero recomendo as obras de<em> Dasshiel Hammet</em> e <em>Raymond Chandler</em>, já no cinema temos centenas de filmes sobre os gêneros, entre eles <em>O Falcão Maltês</em> (ou <em>Relíquia Macabra</em>),<em> Pacto de Sangue</em>, <em>Um Retrato de Mulher</em>, <em>O Beijo da Morte</em>, entre tantas outras. O resultado dessa ambientação na história do &#8220;Amigão da Vizinhança&#8221; é um universo sombrio, onde seus personagens dúbios têm muito a oferecer no sentido de conflitos morais, sociais e psicológicos.</p>
<p>A história gira em torno de um jovem Peter Parker que mora com seus tios Ben e May. A primeira grande diferença são os ideais dos tios de Peter, aqui eles se mostram como militantes socialistas. A vida do jovem muda completamente quando seu tio Ben se coloca frente a opressão de um grande gangster de Nova York, Norman Osborn, e paga com sua vida por isso. Peter acaba se tornando um jovem impulsivo e com sede de vingança pelo que ocorreu, sua chance de virar a mesa ocorre ao ser picado por uma aranha africana especial (?!) e com isso descobre ter poderes capazes para fazer justiça com as próprias mãos.</p>
<p><a href="http://www.vortexcultural.com.br/images/homem-aranha-noir-capa-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5758" title="homem-aranha-noir-capa-2" src="http://www.vortexcultural.com.br/images/homem-aranha-noir-capa-2.jpg" alt="homem aranha noir capa 2 [Resenha] Homem Aranha Noir" width="400" height="620" /></a>Não vou me adentrar nos detalhes da história, isso cabe ao leitor, porém, há de serem feitas as devidas ressalvas a genialidade de personagens como Norman Osborn como o grande chefe do crime organizado dos anos 30, May Parker como militante socialista é de longe sua melhor versão já realizada, o Abutre em sua versão noir é muito parecido ao clássico vampiro do cinema, Nosferatu, uma referência muito bacana. Gata Negra ganha uma versão femme fatale dona de um night club, personagem que não poderia faltar em uma trama noir. Outro ponto crucial para o roteiro é a personalidade de Ben Urich.</p>
<p>O roteiro de David Hine é redondo, sua releitura de personagens consegue trazer uma nova ótica sobre eles sem alterar o principal de suas personalidades. Por último e não menos importante, a arte de Carmine Di Giandomenico encaixa perfeitamente com o roteiro de Hine, sabendo ambientar o período da depressão americana com uma Nova York suja e sombria, algo fundamental para a estética Noir que a trama pede.</p>
<p>Para ler sem medo.</p>
<p>&nbsp;</p>

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