VortCast 14: Admirável Mundo Novo

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Bem vindos à bordo. Flávio Vieira (@flaviopvieira), Rafael Moreira (@_rmc), Jackson Good (@jacksgood), Kell Bonassoli (@kellbonassoli) e Lucas Köln (@lucas_deschain) se reúnem para comentar de uma das maiores obras de ficção-científica distópica, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley.

Duração: 112 mins.
Edição: Rafael Moreira e Flávio Vieira
Trilha Sonora: Flávio Vieira

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Comentados na Edição

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Blog Meia Palavra 

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Contraponto – Compre Aqui
Sem Olhos em Gaza – Compre Aqui
Despertar do Mundo Novo – Compre Aqui
As Portas da Percepção – Compre Aqui
Regresso ao Admirável Mundo Novo – Compre Aqui
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O Gênio e a Deusa 
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1984 (George Orwell) – Compre Aqui
1985 (Anthony Burgess)
Neuromancer (William Gibson) – Compre Aqui
V de Vingança (Alan Moore) – Compre Aqui – Ouça nosso podcast sobre a obra
Laranja Mecânica (Anthony Burgess) – Compre Aqui
A Máquina do Tempo (H. G. Wells) – Compre Aqui
Fahrenheit 451 (Ray Bradbury) – Compre Aqui
Nós (Yevgeny Zamyatin) – Compre Aqui
Planeta dos Macacos (Pierre Boulle) – Ouça nosso Podcast sobre a filmografia
Metrópolis (1927) – Compre Aqui
Viagem à Lua (1902)

Tema do Próximo Podcast de Literatura

O Apanhador no Campo de Centeio (J. D. Salinger) – Compre Aqui

  • Gabriel Albuquerque

    Cara, achei muito legal. Sou bem jovem, meu negócio é música, mas estou me interessando em cinema e literatura e estava justamente na dúvida entre qual procurar primeiro, ”1984” ou ”Admirável Mundo Novo”. Muito legal mesmo! Parabéns.

    • Opinião pessoal minha, eu recomendo o 1984.

      • Horror eterno meu caro.

        Eu recomendo os dois. Em ambos os livros é imaginado uma nova sociedade. A diferença entre elas está no motor, na vontade e governo. No 1984 temos a sociedade imposta pela porrada. No Mundo Novo temos a sociedade da compreensão. E na minha opinião nenhuma das duas são boas. Você tem uma alienação absurda em ambos os casos.

        Eu recomendaria a você assistir alguns filmes que complementam o assunto, como por exemplo:

        – Fahrenheit 451 (http://www.imdb.com/title/tt0060390/)
        – Logan’s Run (http://www.imdb.com/title/tt0074812/)
        – A Boy And His Dog (http://www.imdb.com/title/tt0072730/)
        – Starship Troopers (http://www.imdb.com/title/tt0120201/)
        – Idiocracy (http://www.imdb.com/title/tt0387808/)
        – Delicatessen (http://www.imdb.com/title/tt0101700/)
        – Brazil (http://www.imdb.com/title/tt0088846/)
        – Metropolis (http://www.imdb.com/title/tt0017136/)

        Obviamente não inclui o filme 1984 para não estragar uma possível leitura sua e os medalhões que geralmente todos conhecem, como Mad Max, Blade Runner, Guerra dos Mundos e etc.

        • Pow, estuprou no comentário agora, recomendou até Tropas estelares.

          Muito bom os filmes mesmo, dando minha opinião(mais ainda recomendo que veja todos), só não gosto muito do Brazil(do caro do monty Python né?) e o Delicatessen, porque acabou que não gostei muito.

          Mas vai na dica do Gunter que o povo vai bem.

        • Ah, só para não dizer que eu também não indiquei nada:

          They Live( http://www.youtube.com/watch?v=lPmgR5ituU4 )

          Eles vivem. Tem uma proposta de sociedade não futurista na verdade, trata da alienação pela desinformação e uso de mensagens subliminares para que uma raça viva em paralelo com a humanidade.

          Tem muito a ver com os The illuminatus!, a trilogia de livros. Como um filme feito por John Carpenter, ele é uma obra que consegue informar além de divertir, acho que sendo até considerado trash.

          Pega muito do fato do brave new world ter que movimentar a sociedade mesmo que o sistema não funcione da melhor forma, só que aqui temos as mensagens subliminares para fazer o incentivo do consumismo, reprodução, não questionamento da ordem e muitas outras coisas.

          Na verdade é tudo uma analogia para o como funciona a sociedade atual, onde na verdade os aliens entre nos no filme são aqueles que querem manter a ordem atual.

          Bom, essa era a apresentação para o Flavio e os amigos Hipters dele. Se você chegou aqui saiba que na verdade esse filme é sobre chutar bundas e mascar chicletes. E os chicletes acabaram.

          • They Live é muito bom, vejam sim.

            Sobre o Tropas Estelares, recomendei pelo cenário político que tem relação com o tema.

            • Tropas estelares, na falta de um termo técnico, é foda. Filme muito massa, mesmo.

              Aquelas partes do “Você quer saber mais?” são muito boas, mostrando a propaganda que o governo faz para modelar o povo. Mas ainda bem que isso não acontece hoje em dia né ENEM?

              • Paul Verhoeven não tem erro né meu caro Psyco Mantis?

                Fizemos um Podtrash muito tempo atrás sobre ele (http://td1p.com/podtrash-31-tropas-estelares-detetizacao-atomica/).

                E a título de curiosidade, ele também é baseado em um livro de ficção científica.

                Abraços

                • Tropas Estrelares é de fato foda. Achei muito legal o tratamento que deram ao filme (com as propagandas da TV simulando mesmo um esforço de convencer a polulaçao e talz…) muito bem sacado (o livro nao li).

                  Neuromancer é “distópico”? Ta mais pra Cyberpunk. Alias, é considerado o pai do gênero até onde sei… A obra do Philippe K Dick ta mais pra distópico do que o Neuromancer, na minha opinião de merda…

        • Boas indicações Bruno Gunter.
          Bem, indo nesse viés, das indicações que você citou, Metropolis de Fritz Lang é de longe a mais interessante e memorável no assunto, assistir ao filme hoje é ter que fazer um exercício de se transportar a época e entender / compreender a proposta do mestre pois a dinâmica do filme é lentae etc. dito isso recomendo um sétima sala que fizemos no site oscinefilos.com.br sobre esse filme.
          Acho que complementa bem toda a discussão que começou aqui, Paul Verhoeven como citado é o diretor de Robocop, que também é um filme interessante em pontos políticos (mega corporações, publicidades que vendem um modelo de vida falso, violência e etc..etc..) claro que não é a proposta do filme falar ou discutir isso a fundo, porém, é interessante perceber que o Diretor também se utiliza desses elementos para fazer sua história funcionar (claro aliado ao roteiro, Edward Neumeier
          Michael Miner).
          Muitos filmes bebem, transportam, essa discussão para as telas, alguns mais profundamente, outros apenas usando como plano de fundo para sustentar mais vertiginosamente seu roteiro / história a ser contada.
          Podcast muito bom senhores, com a participação mais que especial da minha amiga Kell Bonassoli, vale a pena ser ouvido com muita atenção.
          E as indicações do Brunão, assino embaixo em tudo que foi indicado e peço para que percebam / analisem quando se utilizam mais a fundo a discussão dessa sociedade ou quando ela serve como plano de fundo para sustentar idéias que se prendem ao roteiro.

          • Horror Xará!

            Filmes distópicos não faltam mesmo. Um que não tem muita relação, mas que é bem filosófico na minha opinião é o The Bothersome Man (http://www.imdb.com/title/tt0808185/).

            E para não perder minhas raízes trash, contra ataco o Robocop com o megalovax foda Escape from L.A.! Afinal Total Recall é muito batido 🙂

            • Putz, fuga de L.A. e fuga de N.Y. comprovam que John Carpenter acertou muito na vida. Ele pulou fora a tempo antes de fazer o fuga de New Jersey.

              The Bothersome Man é sueco não é? Recomendei recentemente para uma amiga minha que estava fazendo uma pesquisa sobre distopias. Esse filme da para ver que foi feito com muita técnica de mudar cores e até com os próprios atores tem interpretações ótimas.

              O filme é uma utopia, mas através do tédio ele reverte tudo para uma distopia, levando a pensar o que podemos pagar para viver em uma sociedade perfeita. Tem muito a pegada de Brave new World no sentido que a sociedade deixa de ser humana para alcançar a utopia. Ele mostra muito do porque eu não aceitaria Brave New World como minha utopia, tudo isso passando essa solidão acompanhada que a gente passa de vez em quando.

              Massa, massa mesmo. Muito bom de ver, acho que esse filme dava para ser bem analisado….

            • Escape from L.A com Kurt Russel de Snake é impagável!!! Muito bom, pena que a continuação não foi tão boa assim, na minha opinião, de qualquer forma é para se indicar sim!

              • Ótimas indicações Brunos e Psycho Mantys! Gosto muito de “Brazil”, filmaço, mas confesso que da primeira vez que vi, fiquei puto com a trollada do final, hahahah.

                Falando em livros, queria deixar mais 2 recomendações de livros brasileiros do que podemos considerar distopias:

                – “Não Verás País Nenhum” (Ignacio de Loyola Brandão, 1981)
                Comprei recentemente numa promoção, não li, mas muitas pessoas já me recomendaram fazendo comparações dele com “1984”.

                – “Os Dias da Peste” (Fábio Fernandes, 2009)
                Esse é para quem gosta de uma pegada mais “cyberpunk”. Para quem não sabe o Fábio Fernandes foi o tradutor da edição mais atual de Neuromancer, o cara manja pra caramba dessa temática e resolveu fazer seu próprio livro, ambientado no Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro.

                O que mais chama atenção são as referências da cultura pop dos anos 80/90 e algumas dos anos 2000 mesmo, porém sob um ponto de vista de uma pessoa de outra época lendo. Ele faz umas sacadas bem legais quanto a isso. Quem quiser ver algumas citações e comentários que fiz sobre o livro (sem spoilers):

                http://www.skoob.com.br/estante/historico_leitura/4141514

        • Gabriel Albuquerque

          Opa, valeu! Gosto bastante do ”Brazil” e do ”Metrópolis” (Fritz Lang um dos meus favoritos).

      • Angry_Kid

        ¬¬¬

    • Fala aí Gabriel!
      O pessoal já respondeu, mas dou minhas sugestões também. Depois de assistir Equillibrium e saber das influencias que teve desses livros, me interessei por 3 livros que considero a “Tríplice da Distopia”. Li todos na ordem em que foram lançados, recomendo que faça o mesmo:

      1) “Admirável Mundo Novo” (Aldous Huxley, 1932)
      2) “1984” (George Orwell, 1949)
      3) “Fahrenheit 451” (Ray Bradbury, 1953)

      Li todos e não me arrependi de nenhum, porém confesso que o Admirável Mundo Novo foi o que mais demorei para absorver e cair a ficha.

  • Tema muito bom, sempre interessante falar sobre distopias até para entender onde podemos chegar ou melhorar. Além de ser interessante pra caralho.

    Como a essa hora eu não vou voltar aqui até quando eu acordar, só passando para complementar:

    Vocês falaram sobre o sexo em 1984 em comparação ao Brave new world. Então, em 1984 o sexo não é permitido oficialmente, mas ele é altamente tolerado e até incentivado.

    O motivo é sempre criar o medo e a tensão, mas só para o controle psicológico da população e não proibir o sexo.

    • Exatamente. Tem dois filmes que contam bem isso, como o Zardoz e o Logan’s Run. Já que você curete o tema, assista os filmes que você vai se divertir.

      • Logans Run é o do carrosel né? já vi acho, boa dica xD.

        Zardoz nunca vi nem falar pelo menos. Dar uma procurada, é bom mesmo?

        • Sim, Logan’s Run é o filme que conta a história de uma sociedade governada por um computador que por uma ideologia qualquer não deixa os humanos passarem dos 30 anos. E sim, tem o Carrossel do mal também 🙂

          O Zardoz é um filme que o Sean Connery interpreta um sujeito que vive num futuro alternativo e precisa salvar a humanidade da cabeça de pedra voador que cospe armad em troca de oferendas dos homens. E contar mai que isso estragaria a experiência. Se você quiser saber mais, lá no Podtrash fizemos um programa sobre ele http://td1p.com/podtrash-81-psychedeliec-picadura-immortal-vortex-zardoz/

          • Desculpe os erros, estou respondendo pelo celular.

            • Fiquei com vontade de assistir Zardoz depois que vcs fizeram o podtrash sobre o filme, mas ainda não arrumei tempo pra isso. Já Logan’s Run é um FILMAÇO!

              • Olha, eu diria que o Zardoz é um filme que não é para qualquer gosto. Ele é um filme longo, arrastado em determinadas partes (afinal é bem antigo) e muito filosófico. Mas se você curtir viajar nas idéias de futuros distópicos eu diria que é uma boa diversão.

                • Acabei lembrando de um que não foi citado, mas acho que dá para incluir também: “THX 1138” do tio George Lucas (primeiro filme dele)

            • He, Sean Conory de sunga vermelha. Hilario, estranhamente homoeroticamente hilario.

              • Angry_Kid

                gay!

  • Saico

    Caraca que tema massa.

    Boa Galera.

    • Angry_Kid

      que nada, esse pessoal só quer ser metido a Hypster . é tudo poser fdp.
      Michael Bahia domina nossos corações.

  • Alessandro Valentim de Sousa

    Parece muita coincidência, mas ontem eu comprei esse livro. É muita competência vinda da equipe do Vortex ….

    • “Não existem coincidencias” – Oogway in Panda, Kung Fu

    • Angry_Kid

      coincidência? quer saber de uma, ontem um cara com esse nome “Alessandro” chupou milha piroca.

  • Ser Rapaduriano

    Meu pai não gosta que eu leia livros.

    • Angry_Kid

      _I_

    • Jackson

      Quadrinhos, então… se vc chegar perto, ele te expulsa de casa, né?

    • Não se preocupe meu caro Leãozinho, tem o livro do Rei Leão que com certeza seu papai vai gostar e aprovar.

      • Ser Rapaduriano

        …grr…raoh!

    • Então veja o filme, tem o “pai” lá do O.C. nele, hahahaha

    • Angry_Kid

      Fizar zuando os Bocais do rapaduracast não tem mais graça mesmo, volte pro inferno filho maldito do jurandir.

      Bora zuar os hypsters do Vortex, é muito mais engraçado.

      kkkkkkkk

  • Saico

    Terminei o cast agora… e fiquei muito feliz com o tema e com os futuros casts de obras históricas…mas não concordo muito com o lado que vocês defenderam (muito bem por acaso).

    A utopia criada por Huxley é uma máquina… cada peça, que não é mais um individuo, trabalha da forma como foi projetado para aquilo.

    E todos são felizes! Em nenhum momento as pessoas estão tristes, insatisfeitas ou azedas… Mesmo aqueles que diferem do restante (no caso os personagens) ainda tem o seu lugar e o seu papel.

    Isso é uma escolha entre felicidade e liberdade? Não!! Porque em nenhum momento a liberdade é colocada em pauta na trama. Aqueles que vivem a utopia nem tem noção do que a palavra significa e, como foram criados assim, não tem a necessidade dela.

    Buscamos felicidade todos os dias de nossas vidas… mesmo quando falhamos, falhamos porque estamos buscando os pequenos instantes de felicidade que moldam nossas vidas… e na Utopia de Huxley as pessoas já alcançaram ela. De forma plástica e quimica? Sim, claro… mas alcançaram um patamar que possivelmente não iremos alcançar… a sociedade moldada como peças não é de todo o mal…a liberdade não é um conceito certo pois ela não existe. Ela é um conceito existente para nós, que a conhecemos e vivemos ela. Em um contexto onde ela é inexistente, ela desaparece…. e a felicidade assume esse papel. Sem dores, sem medos, sem falhas. Por mais que isso nos molde, não é necessária. Os moldes não são necessários. Porque tudo é um e um são todos. Instrumentalização Humana.

    Claro, para o nosso ponto de vista parece cruel. Mas quando se parte do ponto onde aquilo já é o estado de felicidade completa, a crueldade está nos olhos dos que vivem uma busca de estado perfeito….

    E vão a merda, porque isso deveria ser uma ofensa impublicável.

    • Cara, é o seu ponto de vista e eu respeito.

      O problema que eu vejo, dessa forma como você colocou, é justamente pelo sentido abstrato que a própria felicidade tem, pelo menos na nossa atual sociedade. Ela pode ter n conotações diferentes para cada pessoa. E é um conceito muito amplo.

      Já a liberdade, por mais que tenha abstrações no conceito geral, ela é mais concreta, podemos classificar o tipo de liberdade, podemos até quantificar o quanto temos de liberdade, de certa forma.

      E quando você atinge esse estado de torpor de satisfação, como bem colocou o Jackson. Nada mais importa. A sociedade só se mantém no objetivo de manter o próprio status-quo. Não há porque evoluir, porque os próprios indivíduos já não sentem que precisam de algo mais ou melhor. A arte não tem sentido. O desafio não tem mais sentido. A ciência morre. Só sobra mesmo um pedaço de carne andante. A humanidade perde o sentido, aquilo que sobrou, não é mais um humano, é um animal qualquer, que não tem nem mais o objetivo de sobreviver e perpetuar a espécie. Apenas vive aquele determinado tempo e nada mais.

      Eu vejo essa até, como uma das maiores críticas do livro, calcada inclusive numa realidade que o Huxley conseguiu enxergar e que permanece completamente atual.

      • Concordo com o babaca (ofendendo o amiguinho) que criou o post. A noçao de algo so existe com o contraponto. É algo mais filosófico. So existe o certo se o errado existir. So existe crime quando existe uma legislação condenando. Nao há como vc se sentir escravizado ou infeliz se outro conceito de felicidade nao te for apresentado. Conceitos “absolutos” (i.e cuja explicação reside na sua propria definição) sao bem restritos, se vc for ao fundo deles…

        “E quando você atinge esse estado de torpor de satisfação, como bem colocou o Jackson. Nada mais importa. A sociedade só se mantém no objetivo de manter o próprio status-quo. Não há porque evoluir, porque os próprios indivíduos já não sentem que precisam de algo mais ou melhor.”
        Mas a questão é: O que é melhor? Nao há situaçao pior. Todas as castas acham que vivem no melhor dos mundos e acham que nada pode ser melhor que aquilo… então “evoluir” pra onde se vc ja ta no topo? Ë como ser rico que nem o Bill Gates, bonito que nem o Cris Hensworth, pirocudo que nem o Kid Bengala e estar comendo a Scarlet Johanson E a Monica Belucci. Tem como melhorar esse cenário? Nao é o que “pode” ser melhorado de fato. É o que você PENSA que poderia ser melhor…

        “A arte não tem sentido. O desafio não tem mais sentido. A ciência morre. Só sobra mesmo um pedaço de carne andante. A humanidade perde o sentido, aquilo que sobrou, não é mais um humano, é um animal qualquer, que não tem nem mais o objetivo de sobreviver e perpetuar a espécie. Apenas vive aquele determinado tempo e nada mais.”

        Sim o ponto do livro (na minha opinião de merda) é esse. A idiotização do ser humano e do estímulo a passividade… No fundo nao passa do velho “panis et circensis”.

    • Concordo. Dentro do “universo” do livro, a sociedade como um todo é perfeita.
      Quem se vê privado de fazer o que quer (como ficar sempre saindo com a mesma pessoa, ou se isolando) são pessoas que, por algum motivo, ou falha no “Processo Bokanovsky” são diferentes. E como a sociedade é baseada no “coletivo” não é uma pessoa que vai acabar com esse sentimento de felicidade.

      Já fazendo paralelos e comparações com o mundo real, nossa sociedade ou até mesmo com o que o autor queria, de repente, passar, aí é outra história.

  • Tatiana Freitas

    Que coincidência macabra, comecei a lar esse livro agora… ME-DO!

    • Tatiana Freitas

      *Ler*

    • Angry_Kid

      Que coincidência minha mãe também foi professora. =D

  • Realmente a utopia imaginada por A.D. é perfeita mas tem duas coisas que acabam fazendo com que eu não acredite que iremos chegar nesse ponto:

    Primeiro, o soma. O soma é uma droga perfeita e ao mesmo tempo impossível de ser realizada. O sucesso desse futuro se deveria principalmente a essa droga, e até mesmo sem o remodelamento social e só com a Soma seria possível ter uma sociedade perfeita.

    A soma é uma droga perfeita. É algo que todos gostariam de consumir, mas a existência do soma em si é impossível. Antes de se chegar no soma teríamos passado por muitas outras tecnologias de mudança comportamental e até permanente.

    Queria consumir soma, mas infelizmente ele nunca vai existir. Mas no final o Soma ele é um recurso narrativo. Acho que na época do A.H. queria usar isso para comparar o para que serve as drogas até no mundo atual.

    Segundo, o fato de não dizer como a sociedade foi para ali é um fator que deixa muito mais utópica a sociedade do livro.

    Na minha opinião, acho muito difícil uma sociedade chegar em um ponto daquele, mas isso é muito mais uma analogia da sociedade atual. Claro, ela não é perfeita como aquela, mas o objetivo atual é o mesmo.

    Uma coisa a mais, no livro ele não fala muito sobre a sociedade do selvagem. De fato, a sociedade do selvagem podia até ser mais desenvolvida que a nossa atual já que ele deixou tanto assim em aberto.

    No mais o podcast foi muito bom. Só senti falta de comparar mais pontos com o presente e também comparar/falar sobre o pai de todas essas sociedades, o próprio livro de Utopia de Tomas Morus.

    • A ideia é cada um trazer pontos sobre a obra. Sempre vai ficar faltando mta coisa, principalmente pela edição… Tem gente reclamando que achou chato com 1h50. O bruto tinha mais de 2:30.
      No mais, fico feliz por pelo menos um ouvinte ter gostado disso. Hahaha

      • Vinícius

        Foi muito interessante o podcast que nem deu pra ver a hora passar.

        Tirando o Jackson que, sabe como é, dá vontade de morrer quando ele começa a falar.

        • Jackson

          O cara agarrou no meu pau e não larga mais! Impressionante…

      • Tranquilidade, o resto se complementa nos comentários se precisar.

        Minha opinião com o tempo é que sinceramente não importa, até quanto mais tempo melhor porque reflete mais conteúdo. Na minha opinião é melhor se preocupar com a qualidade do conteúdo do que tempo, e se o tempo for grande com um conteúdo de qualidade, melhor.

        Se for para melhorar algo, melhorem o conteúdo. Façam melhor a pauta ou sejam mais críticos com relação as obras. O resto os malucos podem cortar em quantos pedaços quiserem com o audacity.

        • Saico

          Exato.

          Acho que a duração ficou perfeita… é fácil de ouvir… e posso afirmar que até parei de fazer algumas coisas no dia para prestar atenção pois estava interessante.

          • Bom ler isso. Sendo assim, continuaremos com os podcasts de literatura.

            • Sanctus

              Isso aê! Vortex tem que tratar de todos os assuntos, só não vão fazer casts pra falar do que os caras do site foram fazer nas férias, isso é um pé no saco. E quanto a duração, essa merda tem que ter 08 horas, que é o tempo que eu tenho que passar na merda do meu trabalho, de preferencia com o fone de ouvido e desconectado da realidade.

              • Anderson.nascimento

                Muito bom o cast !
                Acho viável a falta de comentários de certos pontos na obra, já que o ouvinte que quiser escutar tudo sobre a obra tem a opção de comprar um audiolivro.
                E a ideia deste cast é sugerir a compra do livro para aqueles interessados para ele criar suas próprias conclusões do assunto.
                Em relação ao tempo do cast têm que vir naturalmente não é nós ouvintes que temos que estipular o tempo de gravação e sim o tempo vem a partir do assunto trato.

    • Cara eu acho que ai entra a palavra FICÇÃO científica… Algumas coisas se tentar explicar muito da merda

  • Masturbação

    A masturbação é o acto da estimulação dos órgãos genitais, manualmente ou por meio de objectos, com o objectivo de obter prazer sexual, seguido ou não de orgasmo, sendo uma prática sexual não-penetrativa. Podendo ser autoaplicada, quando o que promove a estimulação é o mesmo que a recebe ou pode ser aplicada a uma pessoa diferente, quando o que promove a estimulação o promove em outro.

    O termo foi usado pela primeira vez pelo médico inglês e fundador da psicologia sexual, Dr. Havelock Ellis, em 1898. Foi formado pela junção de duas palavras latinas manus, que significa “mãos”, e turbari, que significa “esfregar”, com o significado de “esfregar com as mãos”.

    A masturbação é observada em muitas espécies de mamíferos, especialmente nos grandes primatas. Na espécie humana, a masturbação é comum em ambos os sexos e em uma larga faixa etária, iniciando-se no início da puberdade, ou, segundo alguns, ainda durante a infância – mas sem a carga erótica nesta fase. O acto da masturbação é socialmente condenável em algumas culturas, embora não seja uma doença e nem cause doenças.

    • Olha o davedasaunagay dando uma de kid_beangala_jr.

      • Não te dei autorização pra responder ao meu comentário, ainda mais de maneira tão ofensiva, senhor Psycho Mantis!

    • Angry_Kid

      plagiadores. hahahahahha

      • pois é, que bosta, né? tá todo mundo pagando de intelectual não só no cast mas também nos comentários. Os fakes sumiram e parece que o pessoal resolveu vestir uma roupa mais social pro clube da literatura.

        Mas espera ter algum cast com menção a super-heróis, sexo ou com leitura de comentários que as prostitutas, os maconheiros e os assassinos sairão de suas tocas para voltar a reinar sobre os comentários.

        basta esperar

        • Muito bem colocado Dave.

          Com isso, só tenho a dizer que apoio o sexo heterossexual livre e se alguém for a favor disso no livro como eu, estamos ai para praticar. Obrigado.

          • olha, cara, se vc quiser fazer sexo heterossexual comigo, tamos aí

        • Não tenho dúvida disso. Hahahaha

  • Celso Nunes

    Alguém aí se lembrou do filme Equilibrium?

    • o/

      Foi através dele que tomei conhecimento do livro e me interessei em ler.

      “Ludwig Van Beethoven…”

      http://www.youtube.com/watch?v=lmG57WlIpEc

      • Eu acho Equilibrium um PUTA filme. (mais um da série Bulying w Sean Bean, ja que matam ele logo no começo…), mas ele ta mais pra 1984 do que pra Brave New World… Ok tem toda uma galera que é conformada e ta no esquema e tal que possume um repressor de emoções. Mas ao mesmo tempo tem um grupo de rebeldes que fogem disso. Então nao é uma sociedade TOTALMENTE conformada como no livro do Huxley, sim? Na verdade a unica grande semelhança que eu vejo é a existencia de uma droga reguladora. E mesmo assim é diferente pq no Equilibrium ela é uma repressora de emoçoes enquanto que o soma (mais uma referência a cultura indiana…) é um sinestésico, que estimula a sensaçao de prazer.

        • Exato, o Prozium! – > Admirável Mundo Novo
          O “grande irmão na tela” – > 1984
          A queima de livros e obras de arte – > Fahrenheit 451

          Mas realmente, se for levar ao pé da letra, tem MUITAS diferenças, de qualquer forma um ótimo filme que foi mal vendido (na distribuição queriam colocá-lo como um novo Matrix, quem viu esperando isso se decepcionou e muito).

      • Uma coisa interessante… O Flavio (acho) mencionou algo como ” a massa é previsível, o indivíduo não” comentando sobre a repressão a individualidade. Alguem mais percebeu a conexão disso com Isaac Asimov? Na série de livros “AFundação” Onde o personagem principal Hari Seldon cria uma ciencia (Psicohistória) que baseada em uma matemática probabilistica extremamente complexa consegue fazer previsoes acuradas sobre o destino do Império e atraves dela ele descobre que haverá uma super crise que destruirá o mesmo, e dai se desenrolam as tramas…(resumo MUITO simplista)

        Enfim nao me alongando muito sobre os livros (vao ler Asimov vagabundos!) o calcanhar de aquiles da Psicohistória era justamete esse. O comportamento Indivíduo era de impossivel previsão, mas nao o das massas. Quanto maior o grupo, maior a capacidade de previsão da Psicohistória. Achei interessante o ponto que o Rafael levantou por causa dessa associaçao.

        • É verdade cara, ótima lembrança dessa relação.

          Fundação é mais uma ótima obra de ficção que ainda não foi citada aqui. Bastante inspirada na queda do império romano, inclusive.

          E de fato, em fundação, ele conclui exatamente isso, de certa forma. Quando não conseguiu prever o futuro, pela existência de um único indivíduo excepcional, em que o sistema todo se torna instável.

        • Já ouvi falar muito bom desse livro, mas confesso que tenho mais interesse em outros títulos e contos do Asimov que, pra variar, não tem edições atuais lançadas por nenhuma editora brazuca.

          • O meu exemplar de Cronicas da Fundação eu achei em sebo… MAs ja vi vendendo Asimov em grandes livrarias como Saraiva em ediçoes relativamente recentes…

            • Legal, vou dar uma pesquisada, pois sempre tive dificuldade em achar livros novos e recentes de Asimov e Arthur C. Clarke

  • Poxa, esse dia foi muito legal. Muito bom esse cast ser publicado agora. Tô precisando lembrar dessa minha indignação com as coisas e de que ainda tem gente no mundo pelo o qual o mesmo vale a pena. Obrigada, meninos. Ficou foda! (E mewww, que trilha é essaaaaaa?? Ficou perfeita) ‘JaQueSom’

  • André

    Tem uma hora que a Kell Bonassoli diz que o Huxley não previu o mar de irrelevância, mas ela erra, pois há um trecho no livro que diz que os alfas tem acesso a muita informação, mas a informação é fútil, se não me engano somente sobre fofoca.

    • André

      Só esqueci de dizer uma coisa.
      Muito bom o podcast!
      A sociedade caminha cada vez mais pra essa realidade do A.H. em relação a futilidade, e preguiça de pensar.
      Os filmes e quadrinhos perdem mais tempo se explicando do que fazendo a trama andar.

  • Parabéns pelo podcast pessoal! Ficou muito bom, ótima obra também.
    Boa discussão sobre o lance do “Selvagem”, pois a palavra crua pode remeter um sentido errôneo para ele. E acho bem interessante o seu dilema, pois ele acaba não se encaixando em nenhuma das duas sociedades, acaba sendo “civilizado” demais para os selvagens e “selvagem” demais para para os civilizados.

    Sobre o que o livro quer passar, respondo o mesmo que respondi a um amigo me perguntou sobre 1984 (o que eu achava que o autor queria passar). Acho que ele fez isso e deixou para nossa reflexão para que isso não venha a acontecer. E, infelizmente, ele falhou miseravelmente (em evitar o Admirável Mundo Novo que chegamos).

    No Brasil, pelo menos, a sociedade em geral não se sente oprimida. Nós vivemos em prisões sem muros, quando você se recusa a fazer algo que “todo mundo faz”, se torna um anti-social, um alienado. O Soma está aí em forma de drogas químicas e socio-culturais: o funk carioca escroto de hoje (em meados dos anos 90 faziam letras com conteúdo), banalização da violência e da morte em noticiários, a sexualidade, o comportamento em massa no geral. A pior coisa ao meu ver são as pessoas não necessitarem serem oprimidas, pois elas já se submetem a tudo por livre e espontânea vontade.

    Quanto as “revoluções de sofá”, twitter, facebook, internet em geral, acho fácil ficar só apontando dedos, mas a grande realidade é que todos nós estamos inseridos e fazemos parte disso, por mais que falemos mal. Ainda assim, é melhor uma mensagem de internet falando algo que possa conscientizar, do que piadinhas e memes.

    Referências na Cultura Popular, ninguém comentou, mas acho válido citar (por mais que alguns achem tosco), algumas obras musicais inspiradas no livro:

    Admirável Gado Novo (Zé Ramalho)
    http://www.youtube.com/watch?v=7X0-3ZZ0W_4

    Admirável Chip Novo (Pitty)
    http://www.youtube.com/watch?v=aXJ_Ub1xbhw

    *São músicas populares que tocaram em novela da Globo ou incessantemente em rádios, sim. Mas o fato da maioria das pessoas não prestar atenção nas letras, não desmerecem o seu conteúdo.

  • Aproveito o mar de indicações para deixar a minha:
    O “saudoso” Papo na Estante, podcast de literatura, fez um excelente episódio sobre distopia, nos primórdios de sua existência.
    http://www.onerdescritor.com.br/2010/02/papo-na-estante-03-distopias/

  • Queria saber de onde tiraram essa idéia de que hoje em dia as pessoas se suicidam muito mais do que em qualquer outro periodo da história…. Fonte: Águas de Lindóia? Desde quando se tem estatística disso? Qual é a amostragem?

    • Em qualquer outro período da história, realmente, não é possível afirmar, pelo motivo óbvio, que não havia uma OMS nem dados pra isso, nem nada.
      O que se tem, são dados da história recente. Como esses da ONU.
      http://www.who.int/mental_health/prevention/suicide/suicideprevent/en/
      Que apontam um grande crescimento nos índices de suicídio nos últimos 45 anos.

      No fim das contas, acho que você entendeu o nosso ponto.

      • Sanctus

        PQP! Tô fazendo meu TCC e dá vontade morrer com esse negócio de fonte e citações. Não usem normas ABNT pra fazer os podcasts!! kkkk

        • Hahahhaha bicho eu sou cientista… parte da minha vida é lidar com fontes e citaçoes.

          EU até entendi o ponto, so que queria saber daonde a informaçao foi tirada. se foi de uma fonte “confiavel”ou se foi de alguem ouvir dizer e tal. Questionar é nao conformar!

          😉

  • Luis Augusto

    eae galera otimo podcast XD, só levantar uma opinião aki, não sei se alguem citou nos comentarios,mas acho outro ponto acertadissimo ai pelo autor do livro é a questão da sexualidade totalmente liberal hj vc tem td aponta para sexualidade, sei q é um assunto meio batido, mas é real la era legal sexo liberal e aqui isso esta se tornando assim tbm, vc num precisa gostar de ninguem nem criar laços, é comer a mina e ir embora pra casa e depois se gabar para os amigos e tudo influencia a sociedade a ser assim desde musicas até filmes. lerei o livro e voltarei para mais comentarios. flwsss

  • BLOTHEN

    Flavio, excelente podcast, acho a trilha sonora dos programas “du caralho”, qual é a musica que encerra esse podcast

    • Valeu, meu velho. A música de encerramento é “This is Why We Fight”, do Decemberists.

  • Douglas

    Boa noite!

    Tema interessante. A questão não é acertar e errar, temos que ligar o tema do livro com o momento em que ele foi produzido, justamente o seu contexto histórico.

    Na década de 30 na Europa, o que se via era o florescimento e crescimento de movimentos fascistas (e aqui não estou me referindo a um lugar específico, mas sim o fascismo como um conceito). E um dos pilares do fascismo era justamente a criação de uma sociedade que se identificaria com o Estado, ou melhor, a sociedade e o Estado seria a mesma coisa. Algo tratado na obra.

    Os próprios “selvagens” não se tratavam de uma simples experiência ou curiosidade científica (na minha visão), mas sim a necessidade do outro, do contra-ponto, que era de suma importância para os movimentos fascistas. Os judeus e outras minorias não eram perseguidas atôa, mas sim por simbolizarem algo que os governantes viam como antitese da sociedade idealizada pela cúpula. Logo, há a necessidade do diferente como forma de imposição e de criação de uma sensação de poder e de superioridade.

    Claro que a sociedade criticada pelo autor tem uma série de referências que não caberiam dentro de um modelo de soceidade fascista, mas exprimem o básico, que é a aniquilação do eu e a criação do homem massa. O que também não desqualifica as inferências com a nossa sociedade atual e a sensação que a leitura de um blog qualquer o torna um intelectual de ponta. Na verdade, a nossa individualidade é totalmente coordenada e controlada dentro de princípios como consumismo e outros.

    Abraços e bom cast.

    Douglas

    • Sobre o termo “selvagem”eu sempre entendi ele no livro como uma espécie de “barbaros”. Pro cidadão do império Romano todos aqueles que nao eram parte do Império (alias quem nao era romano) eram chamados bárbaros e deviam ser “pacificados”.
      No meu entender é esse o conceito de selvagem. Selvagem é aquele que nao esta inserido na utopia do livro.

  • Muito bom, galera. Esse livro é excelente.Gerou uma discussão legal, fugiu do padrão de outros podcasts.

  • Entre Admirárel e 1984, curto mais Orwell…

    Sabe que eu sempre fiquei na dúvida oq eu era uma mulher Pneumática?!