Resenha | Casanova – Luxuria

“Bem-vindo ao mundo de Casanova! Cornelius, seu pai, é o diretor supremo da I.M.P.E.R.I.O., uma força-tarefa internacional que mantém brutalmente a paz e a ordem por toda a Terra. Sua irmã gêmea, Zephyr, é a principal agente da I.M.P.E.R.I.O. e investiga uma perturbação no tecido do continuum do tempo-espaço.

Todo o planeta está sob a jurisdição da família Quinn; toda lei é cumprida por sua vontade. E Casanova Quinn pretende destruir todos eles ao mesmo tempo…”

Casanova: Luxuria é o primeiro arco desta série, sucesso de crítica nos EUA e Europa, assinada pelas mãos de Matt Fraction nos roteiros e Gabriel Bá (Daytripper) na arte. Somos apresentados a uma história de ficção científica de espionagem, recheada de humor, conspirações mundiais e espionagem ao melhor estilo James Bond. Impossível não comparar o carisma de Casanova Quinn com o 007 de Sean Connery.

A arte de Gabriel Bá, responsável pelas ilustrações do premiado Umbrella Academy, é fluida e se encaixa perfeitamente à história proposta por Fraction. As belíssimas cores de Cris Peter criam harmonia para a arte de Bá, tornando-a mais significativa ainda no contexto da história. Ao final do encadernado, temos alguns comentários de Gabriel Bá e Cris Peter contando como foi escolher a paleta de cores e de que forma ela contribui para a narrativa.

Tirando o preço alto do encadernado, o material vale muito a pena não só pelo seu conteúdo, mas também pelo acabamento gráfico impecável realizado pela Panini Books. As aventuras de Casanova Quinn são bem-vindas em terras tupiniquins.

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Texto de autoria de Pedro Lobato.